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Os 10 desafios da nutrição no Brasil

Nunca se falou tanto em alimentação saudável. Ainda assim, nossa população segue ganhando peso, apresentando déficit de micronutrientes e sofrendo com doenças crônicas. Para virar o jogo e colocar a dieta a nosso favor, é preciso investir nas medidas abaixo:

1. Aumentar o consumo de vegetais

Frutas, verduras e legumes são um poço de virtudes nutricionais. Reúnem vitaminas, minerais, fitoquímicos e fibras. Um combo que está em falta por aqui.

2. Elevar a ingestão de água

Tem uma porção de gente recorrendo a sucos, refris e afins para se hidratar. Mas esse papel é da água mineral. Sem ela, o corpo sofre. Adultos deveriam tomar de 1,5 a 2 litros por dia.

3. Incrementar a luta contra a obesidade

Segundo o Ministério da Saúde, o número de obesos em nosso país cresceu 60% nos últimos dez anos. E o peso extra está associado a um monte de doenças sérias.

4. Diminuir o uso de sal

Enquanto a indicação é consumir, no máximo, 5 gramas do tempero por dia, o brasileiro passa do dobro disso. Resultado: a pressão decola e, muitas vezes, nem dá sintoma.

5. Frear o exagero no açúcar

Esse é outro ingrediente que, desde a infância, aparece demais na dieta — até porque altas doses estão em itens industrializados. O perigo é que ele patrocina a obesidade.

6. Melhorar os rótulos dos produtos

Grande parte das pessoas não sabe que exagera em sal, açúcar e gorduras simplesmente porque não compreende direito as informações da embalagem.

7. Contestar radicalismos

A exclusão desnecessária de certas substâncias, como glúten e lactose, pode ser prejudicial. Sem falar que os efeitos das dietas da moda dificilmente se sustentam.

8. Dar destaque aos alimentos regionais

Eles deixam a dieta mais diversificada e nutritiva. Sem falar que os pratos típicos estimulam a memória afetiva. E comer com prazer é fundamental para comer direito.

9. Evitar o desperdício de comida

Cascas, talos, sementes e folhas costumam parar no lixo. Ocorre que essas partes são ricas e rendem receitas saborosas. É hora de aprender a usá-las.

10. Combater a desnutrição hospitalar

Eis um problema que atinge muita gente que está ou esteve no hospital. E cobra medidas urgentes, inclusive porque torna a recuperação mais rápida.

Conteúdo Saúde Abril

Reaproveite as sobras do dia anterior; veja dicas de chefs

Conteúdo original Terra

 

Para muita gente, preparar um almoço ou um jantar é uma atividade bastante prazerosa. Mas, na maioria das vezes, a comida preparada sobra, fica na geladeira por alguns dias e, em seguida, vai parar no lixo.

Segundo um estudo realizado pela Organização para a Agricultura e Alimentação (FAO), da ONU, mais de um bilhão de toneladas de comida vira lixo todos os anos no mundo todo. No Brasil, estima-se que cerca de 30% dos alimentos produzidos vai para o lixo e sem nenhum tipo de reaproveitamento.

Isso acontece porque as pessoas não sabem como reaproveitar a comida do dia anterior e preparar novos pratos, o que pode ser ainda mais prático do que começar do zero. Para isso, basta um pouquinho de criatividade e boa vontade.

Fernanda Pitta e Bruno Pasquali Bortolotti deram algumas dicas de como reaproveitar os ingredientes mais comuns entre os brasileiros. “Podemos reaproveitar praticamente tudo o que sobra em nossa geladeira, transformando o prato do dia anterior em uma receita diferente”, afirmou Pasquali. Segundo o chef, a melhor maneira de fazer isso é abrir a sua cabeça para novas experiências gastronômicas.

Veja algumas dicas a seguir.

Feijão

Segundo Fernanda, o feijão do dia anterior vira um delicioso tutu de feijão no dia seguinte. “É só bater no liquidificador e refogá-lo novamente com alho, cebola, bacon picadinho. Se quiser pode incluir paio, acrescentar farinha de mandioca torrada para engrossar e couve picada. Não esqueça o azeite extra-virgem no final”, detalhou.

Além disso, o feijão pode virar um caldinho para os dias mais frios. É simples: bata no liquidificador, leve ao fogo novamente e coloque bacon frito e cebolinha verde. Pasquali deu uma dica diferente. “Se coado, o grão pode ser usado como acompanhamento para a salada”, afirmou.

Arroz

Este ingrediente pode virar um bolinho e servir como acompanhamento do prato principal no dia seguinte. “Podemos adicionar um novo ingrediente à receita tradicional como o espinafre, abobrinha, brócolis ou talos de vegetais – que às vezes jogamos no lixo – algum queijo que já esteja com os dias contados ou até mesmo alguns embutidos”, explicou Pasquali.

Além disso, para sair do óbvio, é possível mudar a cara desse arroz, preparando uma receita de forno. “Dá para fazer com ingredientes que temos enlatados, como milho, ervilha ou seleta de legumes. Misture esses ingredientes ao arroz e uma lata de creme de leite”, explicou Fernanda. “Depois é só montar a travessa, intercalando com camadas de presunto e mozzarela, e levar ao forno para gratinar.”

Frango

Aquele suculento frango assado do domingo pode completar panquecas na segunda-feira. “Pode usar as sobras desfiadas e criar um refogado com alho, cebola, tomate, requeijão e cheiro verde e fazer um belo recheio ou uma torta de frango”, explicou Fernanda. Outra opção é fazer um fricassé: basta desfiá-lo e misturar com catchup, mostarda, champignon, molho inglês e creme de leite.

Pasquali deu uma dica diferente: “se você tem um peito com a carcaça, pode aproveitá-la para fazer um caldo de frango. Junte com água e alguns legumes e vegetais, cenoura, cebola, salsão, alho poró, que com certeza será muito mais saboroso e saudável do que o caldo industrializado que costumamos usar”, explicou.

Carne

Que tal um chilli para comer com tacos? Se for carne moída, você pode misturar com a sobra de feijão. “É só amassar bem o feijão, misturar com a carne e colocar uma lata de molho de tomate, um pouco de bacon picado e frito, duas pimentas dedo-de-moça picadinhas e coentro picado”, explicou Fernanda. Se for carne de churrasco, você pode enriquecer as sopas ou cozinhar com o feijão.

A gordura da carne que geralmente vai para o lixo também pode ser aproveitada. “Ela rende um nutritivo e saboroso caldo, reaproveitado da mesma maneira que o caldo de frango. Reaproveite a gordura interna da carne, não a que reveste a peça”, explicou o chef.

Salada

Segundo Pasquali, se a salada estiver bem armazenada e ainda não tivertemperos, tem um tempo de vida maior. “As folhas devem ser guardadas secas e sem sal, em um recipiente fechado hermeticamente.”

“A rúcula fica deliciosa como recheio de panquecas e lasanhas. É só montá-las usando mozzarela e tomate seco”, destacou Fernanda. “O agrião fica perfeito colocado no final de um creme de batatas e também em uma rabada.”

Talos

Além disso, os talos que normalmente as pessoas jogam fora ao preparar uma salada também podem ser utilizados. “Talos de salada podem ser batidos com frutas, para um suco mais nutritivo, assim como talos de brócolis, cenoura, beterraba”, acrescentou Pasquali.

“Os talos de espinafre, brócolis e beterraba são nutritivos para cozinhar no arroz ou mesmo picadinhos e refogados. Pode misturar nos ensopados e caldos”, contou a chef.

Macarrão

O macarrão que ficou na geladeira pode virar uma bela salada no dia seguinte. “Basta acrescentar cenoura em tiras, mozzarela de búfala, tomate seco e rúcula”, disse Fernanda.

Pasquali explica que o mais importante é não deixar o macarrão cozinhar muito quando estiver sendo preparado da primeira vez. “É preciso esperar esfriar completamente antes de guardá-lo em um recipiente na geladeira, evitando assim que ele fique muito mole para reaproveitá-lo”, disse.

Peixe

É possível usar as sobras de peixe, como por exemplo, o salmão, para fazer uma salada com o peixe em lascas, abobrinha grelhada, tomate-cereja e molho pesto.

O peixe também pode ser desfiado e virar bolinho. “Basta acrescentar um pouco de farinha, ovo para dar liga, tempero a gosto, fazer bolinhas e colocar para assar. Também pode empanar as bolinhas e fritar”, acrescentou o chef.

Frios

“Os frios que sobram podem ser usados na massa que também sobrou para fazer um macarrão à moda pizzaiolo.” Segundo Fernanda, é só picá-los, misturar ao macarrão com tomates picados e levar ao forno.

“Embutidos podem ser misturados no arroz ou em uma omelete mais caprichada”, acrescentou Pasquali.

Pão

O pão velho pode virar um pudim de pão ou uma farinha de rosca temperada com tomilho e alecrim. “Você só precisa torrá-lo”, acrescentou Fernanda.

O pão-de-fôrma pode virar croutons se picados em cubos e assados com azeite, orégano e sal. “Fica uma delícia para colocar sobre as saladas de folhas”, explicou Fernanda.

Pasquali deu a dica de deixá-los como os de couvert de restaurantes: “passe manteiga, alho, azeite e ervas finas.”

Tomate

Tomates que estão muito maduros não precisam virar molho de tomate. “Você pode cortá-los ao meio, retirar as sementes e colocar em uma assadeira. Depois, temperar com alecrim, tomilho, sal e azeite e assá-los”, detalhou Fernanda.

Bem-vindo, outono!

Que tudo venha assim, no silêncio, devagar, sem fazer alarde. Leve como uma folha que cai no outono (…)

Maíra Cintra

Conheça os tipos de chá e seus benefícios

Conteúdo original de M de Mulher

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Confortar o corpo e a alma não é o único benefício do chá. Dependendo da erva com a qual é feito, ele também é capaz de acabar com o mal-estar, estimular o metabolismo, deixar o cérebro mais alerta e até auxiliar na perda de peso.

Não são poucas as plantas com propriedades terapêuticas: de acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), existem cerca de 60 espécies que ajudam a manter a saúde plena e podem ser ingeridas sem prescrição médica.

Mesmo assim, se a ideia é tomar um determinado tipo de chá todos os dias, é importante consultar um médico ou um nutricionista para monitorar o tratamento, pois existem contraindicações e efeitos adversos relacionados a algumas ervas. Altas doses de chá de alho, por exemplo, podem causar desconforto gastrointestinal e de carqueja, queda de pressão arterial.

O jeito certo

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“Tradicionalmente, o chá é preparado por infusão. O ideal é juntar a água fervente às ervas e manter a mistura abafada por três minutos. Quando o chá for composto da casca e do caule da planta, é preciso ferver a água com essas partes de dois a cinco minutos”, ensina Sula de Camargo, que é membro da Associação Brasileira de Nutrição (Asbran). Não é necessário adoçá-lo.

A erva ideal

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Para aproveitar as propriedades terapêuticas dos chás, compre ervas a granel. Mas fique de olho na embalagem – caso contrário, há risco de levar para casa espécies contaminadas ou velhas. “Prefira os produtos com certificados de qualidade. As embalagens devem ser fechadas a vácuo ou com o sistema zip lock e exibir o nome científico da planta, a procedência, a data de validade e a parte da planta que contém”, ensina Michelly Eggert, professora de um curso de naturologia.

Poção mágica

Que tal incluir algumas xícaras de chá no seu dia? Para fazer as receitas poderosas que indicamos nesta reportagem, reserve 50 gramas de cada erva recomendada, misture-as bem e guarde num recipiente de vidro com tampa. Para preparar a bebida, use 1 colher (sopa) da combinação para cada 350 ml de água fervente. Faça o chá uma só vez e tome de acordo com as instruções dadas até sentir alívio dos sintomas.

Digestivos

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Quais são – Cáscara sagrada, boldo-do-chile, camomila, espinheira-santa, carqueja e hortelã-pimenta.

Benefícios – “As plantas com esse poder promovem o relaxamento da musculatura do trato gastrointestinal, reduzindo tanto as cólicas quanto o desconforto no abdome. Também diminuem os gases que se formam no intestino e no estômago e facilitam, e muito, todo o processo digestivo”, explica a nutricionista Sula de Camargo.

Receita esperta – Reúna boldo, hortelã-pimenta, carqueja e camomila.

Beba – 1 xícara (chá) meia hora depois das refeições principais (café da manhã, almoço e jantar).

Contraindicações – Grávidas e lactantes.

Termogênicos

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Quais são – Canela, gengibre, cravo-da-índia, chá verde e laranja-amarga.

Benefícios – São indicados para potencializar a termogênese – processo regulado pelo sistema nervoso que leva à transformação da glicose e da gordura em energia. Eles aceleram o metabolismo e aumentam a queima de calorias, por isso o consumo é recomendado para quem segue dietas de emagrecimento.

Receita esperta – Combine canela, gengibre, cravo e chá verde.

Beba – 1 xícara (chá) de duas a quatro vezes ao dia.

Contraindicações – Grávidas e cardíacos.

Antivirais

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Quais são – Alho, eucalipto, gengibre, limão, sabugueiro, salgueiro, alcaçuz e guaco.

Benefícios – Fortalecem o sistema imunológico e têm propriedades anti-inflamatórias e analgésicas. Algumas plantas, como o gengibre, são ainda mais poderosas: elas conseguem dificultar o
acesso dos vírus às células, impedindo que as doenças – principalmente gripes e resfriados, tão comuns nesta época do ano -, acabem se instalando no organismo.

Receita esperta – Junte limão, gengibre e alho (de preferência frescos).

Beba – 1 xícara (chá) três vezes ao dia.

Contraindicações – Grávidas, lactantes, pessoas que sofrem de gastrite e que geralmente têm pressão baixa.

Diuréticos

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Quais são – Quebra-pedra, chapéu-de-couro, cavalinha, cana-do-brejo, bardana e dente-de-leão.

Benefícios – Estimulam o bom funcionamento dos rins, colaborando com a eliminação da urina. “Como essas plantas auxiliam na reabsorção de sódio e de água, atuam no processo de desintoxicação e no tratamento das infecções urinárias”, explica Michelly Eggert.

Receita esperta – Misture cavalinha, cana-do-brejo, chapéu-de-couro e quebra-pedra.

Beba – Três xícaras (chá) por dia (de manhã, à tarde e à noite).

Contraindicações – Grávidas e pessoas com pressão baixa. Quem sofre de insuficiência renal ou cardíaca também não deve lançar mão desse tipo de chá.

Matchá: novo queridinho para o emagrecimento

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Já percebeu que cada vez mais surgem opções facilitadas no mercado que prometem lhe auxiliar a perder peso, queimar gordura e ser mais saudável? Estamos vivendo uma explosão de novidades e essa atmosfera mais natural parece que chegou para ficar. Dentre tantas variedades, o queridinho da vez é o matchá. Já ouviu falar?

O matchá vem da mesma planta que dá origem aos chás verde, branco e preto, a Camellia Sinensis. O diferencial dele, no entanto, é a forma de extração e produção. Ele tem um ponto diferente de colheita e é liofilizado e moído.

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O processo de liofilização consiste na desidratação das folhas, que são submetidas a baixas temperaturas, mas sem perder suas propriedades originais. Essa é a mesma técnica utilizada para preparar os alimentos dos astronautas, por facilitar o transporte e preservar as qualidades do alimento.

Toda essa conservação faz do matchá uma erva muito mais potente do que todas as variações da Camellia Sinensis produzidas até o momento. Para se ter uma ideia, o matchá possui 137 vezes mais antioxidantes do que o chá verde comum. Além de manter a alta concentração de substâncias que auxiliam na queima e eliminação de gorduras.

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Ele também ajuda na recuperação dos músculos, o que é muito benéfico para quem pratica atividade física, e acelera o metabolismo. Por ser um pó fino, é bastante versátil, podendo ser adicionado à diversos preparos e receitas.

Tudo de bom, né gente?! A única coisa que não é lá muito boa é o preço. Uma embalagem como essa da foto, com 7 gramas, para o preparo de um litro de matchá, custa em média R$ 5. Caro! Até porque para sentir os reais benefícios seria preciso manter um consumo regular e dá para ficar na dúvida (inclinando mais para o não) se todo o investimento valeria mesmo a pena.

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Esse foi comprado com intuito investigativo e o feedback é superpositivo. Ao contrário do chá verde tradicional, com o matchá não é preciso sofrer com o sabor amargo. Esse preparado é bem gostosinho e adocicado. O aspecto é que é meio esquisito e nada bonito. Por ser um pozinho verde, a bebida fica com uma cor de água suja, meio caldo de cana.

A recomendação da embalagem é que se dilua o pó em água gelada ou em temperatura ambiente. O rendimento pode ser expandido, o fabricante indica a diluição em até 1,5 litro. Dispensa ser adoçado e sabor é mesmo muito agradável.

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Contudo, vale lembrar que não existe milagre. Ainda que seja uma experiência aprazível de um produto que promete queimar seus pneuzinhos, nada acontece do dia para a noite como mágica. Ele tem efeito diurético sim e até proporciona uma redução visível do inchaço pela retenção de líquidos, mas a gente sabe que o que propicia o emagrecimento, de fato, são a queima de calorias e a perda de gordura.

Caso você pretenda complementar seu plano alimentar e dar uma potencializada no projeto verão, o matchá pode ser um grande aliado para dar aquele empurrãozinho e lhe ajudar a atingir sua meta.

Como construir (ou desistir de) um hábito

Fonte: Quick and Dirty Tips
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radução livre de autoria do blog

Quando o ano começa todos somos tomados pelo otimismo e pela força de vontade. Nos decidimos a fazer tudo que não fizemos, entrar em forma, emagrecer, terminar ou iniciar um relacionamento, trocar de emprego… Mas, semanas depois, começamos a perceber que é mais fácil falar sobra a mudança do que realizá-las.

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Pensando nisso, listamos cinco passos para te ajudar a começar a construir o caminho para conquistar aquilo que deseja (e descobrir se realmente deseja):

Passo #1: Questione com sinceridade

Certifique-se que é algo que você realmente quer. Pergunte-se: Por que estou fazendo isso? Se a resposta começa com um algo como: “Bem, provavelmente seria bom se eu …”, ou “eu deveria talvez …”, pode ser a hora de repensar.

Além disso, para quem você está fazendo? Se ninguém pudesse vê-lo e lhe fosse garantido não receber qualquer tipo reconhecimento, você ainda faria? Se ao responder sentir-se duvidoso ou extremamente inseguro (de um jeito ruim), considere mudar seu objetivo para um que lhe faça sorrir e brotar borboletas em seu estômago.

Passo # 2: Torne seu objetivo específico

Muitas vezes nossos objetivos são vagos e essas ideias são difíceis de realizar. É hora de concretizar. A meta concreta é aquela que você pode medir ou observar. Assim, “Perder peso” torna-se “Vestirei o tamanho 36” e “Socializar mais” vira “Vou participar de grupos comunitários e manter amizades”, por exemplo.

Passo # 3: Divida a meta em pequenas etapas

Se você se sente ansioso(a), relutante ou intimidado(a) por uma meta a que se propõe a longo prazo, divida-a em pequenas etapas. Você deve aumentar o foco, mas para menos. Não é preciso enxergar toda a floresta, nem mesmo uma árvore. Você deve focar em uma folha ou um galho. Aproximar-se da menor etapa e trabalhar nela permite-lhe esquecer o resto da meta e impede-lhe de sentir-se sobrecarregado.

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Se ainda assim, sentir-se um pouco pressionado ou resistente a cada passo, divida ainda mais. Ninguém precisa saber dos seus métodos, nem tem o direito de lhe cobrar, a não ser você mesmo.

Passo # 4: Torne seu plano insensato

Se não é conveniente e fácil, você não está buscando estabilizar a mudança. Se você tem um objetivo recorrente, vincule-o a algo que você já faz rotineiramente. Isso muitas vezes requer algumas modificações em seu entorno para incluir sugestões ou lembretes. Por exemplo, se o objetivo é lembrar de tomar um medicamento frequentemente esquecido, vincule-o a escovar os dentes de manhã e coloque a embalagem perto de sua escova.

Alterar seu entorno ou rotina para tornar as coisas conveniente pode exigir algum inconveniente substancial no início. Mas uma vez que tudo é automatizado, vinculado, e conveniente, seus hábitos já estabelecidos serão assimilados e impulsionados.

Passo # 5: Parecerá errado e estranho à primeira vista

Nas primeiras vezes que você fizer coisas novas, não será particularmente gratificante. Na primeira aula de pilates, por exemplo, você não saberá qual equipamento usar. A primeira reunião no clube do livro será um pouco estranha. Durante a tentativa de escrever cartões de aniversário, você possivelmente acabará navegando no Facebook. Não importa o que você tente, provavelmente estará ansioso(a). É nesse momento que a imperfeição é incentivada. Por isso, permita-se errar, estragar tudo e fazer mal feito. Basta continuar persistindo, buscando melhorar, para ver o que acontece.

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Vá em frente, comprometa-se com a mudança, reflita sobre os 5 passos e seja vitorioso(a).