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Como baixar o açúcar no sangue

Como baixar o açúcar no sangue

A maneira mais direta de impactar os níveis de açúcar no sangue é através da dieta saudável. Os níveis de açúcar (ou glicose) são diretamente afetados pelos alimentos que comemos; os carboidratos são prontamente convertidos em glicose, entrando na corrente sanguínea e tornando-se açúcar no sangue.

É importante fazer as escolhas alimentares corretas para minimizar o risco de açúcar elevado e potencialmente desenvolver diabetes tipo 2. Em vez de uma dieta, pense nessas estratégias como mudanças no estilo de vida.

Consumir os carboidratos certos

O corpo converte os carboidratos consumidos em glicose para ser usado como energia. Os carboidratos são tão facilmente convertidos em glicose, que alimentos ricos em neste nutriente têm o maior impacto sobre os níveis de açúcar no sangue (que normalmente aumentam após uma refeição rica em carbos). Quando você consome constantemente muito açúcar, o pâncreas secretará insulina extra; e, com o tempo, não pode produzir o suficiente para manter a glicose em níveis normais.

Uma maneira de manter o nível saudável de açúcar no sangue é simplesmente comer o tipo certo de carboidrato. Assim como as calorias – nem todos os carboidratos são iguais. Cada fonte tem um índice glicêmico (IG), que mede como a relação da glicose no sangue é afetada.

Fontes de carboidratos com um índice glicêmico de 55 ou menos digerem lentamente, causando um aumento menor e mais lento da glicose. Comumente, eles são referidos como “carboidratos complexos”. Fontes de carboidratos com índice IG mais próximo de 100 são consideradas “carboidratos simples”, e quebrados rapidamente para serem usadas como energia.

Itens açucarados, por serem mais processados, perdem toda a fibra natural, e são rapidamente metabolizados em glicose. Grãos integrais, por outro lado, tem um menor índice glicêmico e ajudam a controlar os níveis de açúcar dentro do normal. Alimentos com baixo índice glicêmico incluem carnes, aveia, feijão, lentilha, legumes, batata doce, milho, inhame, algumas frutas e todos os vegetais sem amido.

Aumentar a ingestão de fibra

A fibra pode auxiliar no controle dos níveis de açúcar. Nos diabéticos, a fibra solúvel pode retardar a absorção de açúcar e ajudar a melhorar os níveis no sangue, controlando os picos de glicose e insulina. Se você tem (ou está em risco de) diabetes tipo 2, a introdução de alimentos ricos em fibras em sua dieta pode contribuir e muito.

As recomendações para a ingestão de fibra varia conforme a faixa etária, já que os requisitos de energia são diferentes durante as diversas fases da vida.

  • Crianças: 1 a 3 anos: 14 gramas; 4 a 8 anos: 16,8 a 19,6 gramas; 9 a 13 anos: 22,4 a 25,2 gramas;
  • Adolescentes: 14 e 18 anos: 25,2 a 30,8 gramas
  • Adultos: Homem: 34 gramas; Mulher: 28 gramas

Monitore a ingestão de alimentos

Estar obeso ou acima do peso tem sido associado ao alto nível de açúcar no sangue e ao aumento do risco de diabetes. Goste ou não, uma das melhores maneiras de perder peso é através de um déficit calórico, ou seja, consumindo menos energia do que você gasta.

O controle das quantidades pode ser difícil, mas embora não tão precisos, estudos mostraram que o controle de porções tem sido uma maneira eficaz de ajudar as pessoas a perder peso. Algumas das melhores maneiras de facilitar incluem:

  • Use uma balança de alimentos : pode ser difícil determinar com precisão a ingestão calórica sem determinar as porções exatas
  • Aprenda a ler os rótulos dos alimentos : você deve aprender a ler as porções para registrar com mais precisão as refeições no seu diário alimentar.
  • Coma mais devagar : estudos mostraram que a velocidade com que você come pode ter um efeito direto sobre a obesidade, o IMC e a circunferência da cintura. Comer mais devagar pode impedir o ganho de peso.

Dicas para reduzir o açúcar no sangue

Dieta pode ser a maneira mais direta e óbvia para manter seu peso dentro de níveis saudáveis ​​e ajudá-lo a controlar o açúcar no sangue. Mas além dela, existem outras técnicas para complementar sua jornada ao longo do caminho:

Durma mais

Não é segredo que o sono adequado é essencial para a saúde geral e o bem-estar. O sono pode ajudar a diminuir o estresse, fortalecer nosso sistema imunológico e diminuir a pressão arterial. O sono também é importante para a função mental, incluindo: estado de alerta, consolidação da memória, regulação do humor e saúde física.

Os benefícios de uma boa noite de sono são importantes para manter o equilíbrio hormonal e a regulação da glicose. A quantidade de tempo necessário será diferente dependendo da idade. Para adultos, são recomendadas de sete a nove horas de sono.

Exercício Regular

 

O exercício regular em conjunto com uma dieta adequada pode ajudá-lo a manter ou perder peso. Pessoas com diabetes tipo 2 podem se beneficiar do exercício aeróbico, porque a atividade física é eficaz para reduzir a gordura visceral, bem como o tecido adiposo do fígado.

Um único exercício pode aumentar a sensibilidade à insulina por até dezesseis horas, através de múltiplas adaptações no transporte e metabolismo da glicose. Quando você se exercita, o açúcar no sangue é mais efetivamente usado para energia e contração muscular.

O exercício pode ser em várias formas, incluindo caminhadas, corrida, ciclismo, natação, boxe e levantamento de peso.

Melhore a sua saúde

Manter seu nível de açúcar no sangue dentro dos intervalos recomendados é importante para a saúde geral. Ao controlar eficazmente estes níveis, é menos provável que você desenvolva diabetes. Tome decisões de estilo de vida inteligentes, incluindo a prática de exercícios regulares e uma dieta adequada. Não há desculpa quando se trata de sua saúde. Fique saudável. Mantenha-se forte. Fique feliz!

Este artigo foi originalmente publicado pela HVMN.
Fotos Unsplash

Exercício versus Remédios para tratar a hipertensão e reduzir a gordura

Exercício versus Remédios para tratar a hipertensão e reduzir a gordura

O exercício pode reduzir a pressão sanguínea e reduzir a gordura corporal visceral, pelo menos tão eficazmente quanto muitos medicamentos comuns, de acordo com duas importantes novas revisões de pesquisas relevantes sobre os efeitos do exercício em doenças.

Juntos, os novos estudos apoiam a ideia de que o exercício pode ser considerado um remédio e poderoso. Mas eles também levantam questões sobre se sabemos o suficiente sobre os tipos e quantidade de exercícios que podem melhor tratar diferentes problemas de saúde e se realmente queremos começar a pensar em nossos exercícios como remédios.

A possibilidade de prescrever formalmente o exercício como um tratamento para várias condições de saúde, incluindo pressão alta, resistência à insulina, obesidade, osteoartrite e outras, vem ganhando força entre cientistas e médicos. O Colégio Americano de Medicina Esportiva já lidera uma iniciativa global chamada ‘Exercise Is Medicine’ (Exercício é remédio), que visa incentivar os médicos a incluírem prescrições de exercícios como parte dos tratamentos de doenças.

Mas, enquanto os medicamentos enfrentam testes extensivos antes de poderem ser aprovadas e prescritos, os estudos de exercícios, mesmo aqueles que os examinam como tratamento para doenças, tendem a ser relativamente pequenos e de curto prazo. Eles também raramente comparam exercícios, frente a frente, com medicamentos para tratar a mesma condição.

Assim, os autores das duas novas resenhas decidiram, de forma independente, encenar seus próprios ruídos científicos de exercício versus medicamentos e, para cada um deles, usar a mesma abordagem levemente indireta. Os pesquisadores decidiram reunir os melhores estudos recentes sobre a eficácia dos medicamentos para uma condição e os melhores estudos comparáveis ​​usando o exercício para tratar a mesma doença e coletar, analisar e comparar os vários resultados.

Para a primeira das novas revisões, que foi publicada em dezembro no ‘British Journal of Sports Medicine’, pesquisadores da London School of Economics, da Stanford University e de outras instituições, decidiram se concentrar na pressão arterial sistólica (o número mais alto), em grande parte porque a pressão alta tende a ser fortemente devastadora fisicamente, aumentando os riscos de doença cardíaca, doença de Alzheimer e morte prematura. A hipertensão também é tratável com medicamentos que incluem betabloqueadores, diuréticos e outros remédios ou exercícios. Os experimentos incluíram quase 50.000 voluntários, com mais de 10.000 deles nos estudos de exercício.

Os pesquisadores então descobriram que, em conjunto, todas as medicações e qualquer tipo de exercício reduziam a pressão arterial, embora as drogas geralmente alcançassem reduções ligeiramente maiores.

Já na outra nova revisão, que foi publicada em fevereiro na ‘Mayo Clinic Proceedings’, os pesquisadores concentraram-se na gordura e, em particular, na gordura visceral, um tipo particularmente perigoso de gordura que se acumula em torno de nosso organismo e profundamente abaixo da pele, sufocando órgãos internos e aumentando o risco de problemas metabólicos.

Várias medicações atualmente são aprovadas para cortar gordura visceral e outros tipos de gordura. O exercício também demonstrou reduzir a gordura visceral. Mas tem havido pouca ciência comparando essas abordagens.

Assim, os pesquisadores, a maioria deles do Centro Médico Southwestern, da Universidade do Texas (UT), em Dallas, reuniram experimentos recentes de remédios relevantes e ensaios similares usando exercícios para combater a gordura visceral. Todos os experimentos tiveram que durar pelo menos seis meses.

Novamente, como na outra revisão, drogas e exercícios foram bem-sucedidos para a maioria dos participantes; Usando qualquer abordagem, a maioria das pessoas perdeu alguma gordura visceral. Mas nesta revisão, o exercício foi ligeiramente superior, pois: para cada quilo que alguém perdia tinha mais redução de gordura visceral quando se exercitavam do que quando usavam remédio.

O resultado da revisão foi que “mudanças no estilo de vida, como exercícios, devem ser o primeiro passo” quando as pessoas começam a reduzir a gordura visceral, diz o Dr. Ian Neeland, professor assistente de medicina interna no Centro Médico Southwestern da UT, que supervisionou a revisão de pesquisa.

Ele e seus colegas também descobriram que o exercício aeróbico eliminava a gordura visceral com mais eficácia do que o treinamento de força, embora a maioria dos testes de exercício fosse de pequena escala e não tivesse controle do efeito placebo.

Em conjunto, as novas revisões indicam que o exercício pode igualar ou exceder os efeitos dos medicamentos sobre a hipertensão arterial e a gordura visceral. Estudos duradouros que comparam diretamente diferentes drogas e vários tipos de exercícios são necessários, diz Neeland, embora sejam logisticamente difíceis e caros.

Artigo traduzido do The New York Times

O que são e como atuam os fitosteróis

Foto: Pixabay

Você já ouviu falar em fitosteróis ou fitoesteróis?! Eles vem sendo apresentados no mercado como a mais nova solução para quem enfrenta problemas com altos índices do colesterol dito ruim.

O que são

São parte do grupo de esteróis (um tipo de lipídio, gordura, para o melhor entendimento), naturalmente presentes nas plantas. É uma substância encontrada em pequenas quantidades nos óleos vegetais, como azeites, óleo de milho e de soja.

Como funciona

Tem sido utilizado, e comercializado, como suplemento alimentar e age dificultando a absorção do colesterol e LDL pelo intestino, diminuindo o fluxo dessa gordura no sangue, o que consequentemente reduz, em torno de 10%, os níveis de colesterol total.

Apesar de já presente no mercado, não há provas científicas de que a ação dos fitosteróis na redução do colesterol implique em algum benefício contra doenças, como as cardiovasculares, por exemplo.

Você já fez uso?! Ou conhece alguém que faz?!
Conte-nos se possui conhecimento sobre os efeitos e o que você acha da implementação dos fitosteróis para a saúde.
E lembre-se de, primeiramente, consultar um médico antes de utilizar qualquer suplemento e/ou medicamento.

Engorde suas saladas

Mary Poppins notoriamente aconselhou que “uma colherada de açúcar ajuda o remédio a descer”. Agora, parece que uma colherada de óleo ajuda os níveis de nutrientes a subir – se aplicarmos as gorduras ideais a certos vegetais. Em um estudo publicado recentemente no American Journal of Clinical Nutrition, pesquisadores da Universidade Estadual de Iowa descobriram que, em comparação ao consumo sem gordura, indivíduos que ingeriram saladas com óleo de soja absorveram vários nutrientes essenciais e antioxidantes, como beta-caroteno, vitamina E, vitamina K e licopeno. Esses são nutrientes lipossolúveis e, portanto, tornam-se benéficos quando associados a uma fonte de gordura.

O maior impulso às taxas de absorção ocorreu com a adição de cerca de 2 colheres de sopa de óleo de soja, mas adicionar outras fontes de gordura como azeite, abacate e nozes à sua salada de folhas ou vegetais assados ​​também deve ajudar seu corpo a absorver mais nutrientes.

Fonte: Idea Fit

O que acontece quando você para de malhar?

Conteúdo original Mais Equilíbrio

Então você finalmente consegue sair do sedentarismo e pegar firme na malhação. Um, dois, quatro, seis meses de treino e você já é outra pessoa! Mais disposta, mais saudável… Até que de uma hora para outra tudo muda. Imprevistos, recessos e até mesmo a boa e velha preguiça podem acabam afastando muita gente dos treinos. Mas o que acontece com o corpo quando seguimos esse “mau caminho”?

Assim que diminuímos o ritmo dos treinos, uma série de mudanças começam a acontecer em nosso corpo. De acordo com o Dr. Harry Pino, personal trainer e profissional de reabilitação, nosso corpo sente tudo! Segundo um artigo publicado por George Dvosrsky no portal io9, Pino disse que o quanto mais “fit” você fica, piores os resultados ao parar de malhar, ou seja, “quanto maior a altura, maior a queda”!

Veja abaixo o que exatamente muda quando paramos de malhar:

Perda do condicionamento cardíaco

Você desenvolve menos resistência cardíaca. Além disso, ocorre a perda de flexibilidade, diminuição do ritmo no limiar de lactato (e isso pode ocasionar em mais cãibras nos músculos), e grande redução na concentração de glicogênio nos músculos e atividade aeróbica das enzimas, o que fornece energia pro nosso corpo.

Perda de massa muscular

Sem exercícios regulares o metabolismo começa a ficar mais e mais devagar. Isso significa mais gordura e menos músculos.

Perda de força

Embora nosso corpo tenha memória muscular, a perda de força é inevitável. De acordo com a especialista em força e condicionamento Molly Galbraith, apenas três semanas sem exercícios já são suficientes para deixar qualquer um mais fraco.

Ganho de peso e gordura

Se você parar de malhar e continuar comendo as mesmas besteiras de sempre, é claro que seu corpo vai sentir! De acordo com um estudo liderado pelo pesquisador Nikolaos E. Androulakis, a pausa na malhação implica em ganho de gordura e regressão aeróbica.

Mudança de humor e diminuição da autoestima

Junto com o ganho de peso vem a mudança na aparência e a baixa da autoestima. Afinal, é triste ver aquela barriguinha chapada sumindo lentamente.

Sendo assim, nada de parar de fazer exercícios! Além de fazerem bem pro corpo, são ótimos pra cabeça!

Conheça o óleo de mostarda

Conteúdo original Lucilia Diniz

Os óleos culinários trazem ácidos graxos à nossa dieta. Mas trazem também os problemas intrínsecos às gorduras na alimentação. Para oferecer uma opção, cientistas dinamarqueses conseguem “domar” a semente de mostarda.

O desafio de alimentar a população global levou fazendeiros e cientistas a colaborarem. Juntos, chegaram nos anos 1970 ao desenvolvimento da canola. Com flor amarela, a planta melhorava geneticamente as características da colza.

Com nome esquisito, a colza é uma oleaginosa rica em ácidos graxos. Mas, ao mesmo tempo, tem alta concentração da toxina ácido erúcico. Removido o risco, o óleo de canola parecia a solução definitiva. Até que, décadas depois, nos deparamos com o aquecimento global.

Na busca de uma lavoura mais resistente e que supra o fornecimento de óleo alimentar, os cientistas encontraram a saída. A pesquisa foi feita pela Universidade de Copenhague (Dinamarca). Quem diria, a alternativa foi encontrada na família. Em muitas formas, a mostarda é similar à colza.

Seu óleo tem as mesmas características, com elevado teor de ácidos graxos mono e poli-insaturados (ômega 3 e 6) e mais antioxidantes e vitaminas. No entanto, seu plantio é muito mais resistente, mesmo quando cultivado sob condições áridas e após a exposição à doenças. A mostarda é, portanto, a melhor candidata para substituir a canola e a colza.

“Até agora tem sido um desafio superar os compostos de defesa das sementes de mostarda, que lhes dão seu sabor amargo característico”. A declaração é de uma das autoras, Dra. Barbara Ann Halkier. “Consequentemente, seus subprodutos se tornam inúteis como alimento”. Em colaboração com a Bayer CropScience, foi encontrada uma solução.

O estudo foi publicado no periódico científico Nature Biotechnology.

Pasta de amendoim é aliada dos atletas e do coração

Conteúdo original Minha Vida

A manteiga ou pasta de amendoim sacia a fome, é saborosa, nutritiva e boa para a saúde. Muitos confundem e acham que o amendoim com seu alto teor de gordura faz parte do grupo das sementes oleaginosas, como nozes, castanhas e amêndoas. Na verdade, o amendoim é uma leguminosa, mais próximo dos feijões. Metade da composição da manteiga de amendoim é gordura, e a outra metade é composta por proteína (25%), carboidrato (20%) e fibra (5%). Ela é uma excelente fonte de vitamina E e de vitaminas do complexo B, principalmente B3, B6, folato e biotina. Também é rica em diversos minerais como ferro, magnésio, potássio, fósforo, zinco, selênio, cobre, manganês e cálcio. A manteiga de amendoim contém fitosteróis, ácido cumárico e resveratrol, antioxidantes que em conjunto com a vitamina E ajudam a prevenir doenças cardíacas e câncer.

Amiga do coração

Uma pesquisa publicada no British Journal of Nutrition mostrou que o conjunto de antioxidantes pode ser a chave para os benefícios ao coração e aparelho circulatório. Pessoas que comem pasta de amendoim 4 vezes por semana podem reduzir o risco de morte por doença cardíaca em 37%, em comparação com pessoas que não têm o hábito. Outro benefício vem da sua capacidade de diminuir o colesterol LDL, mantendo o bom colesterol (HDL) elevado.

Gorduras saudáveis

Quase 50% da gordura presente no amendoim é ômega-9, o mesmo ácido graxo do abacate e do azeite de oliva e que ajuda a regular o colesterol. O restante se divide entre ômega-6 e dois tipos de gordura saturada, os ácidos palmítico e esteárico, que são a fonte preferida de energia para o coração.

Previne o diabetes

Um estudo publicado no Journal of the American Medical Association mostrou que a ingestão de duas colheres de sopa de manteiga de amendoim 4 a 5 vezes por semana pode reduzir o risco de desenvolver diabetes em 30%. Por ser ótima fonte de ômega-9 ela auxilia no controle do açúcar sanguíneo e também baixa os triglicerídeos, uma gordura composta por três moléculas de glicerol.

Ajuda a emagrecer

O consumo de manteiga de amendoim 2 a 3 vezes por semana reduz em 30% a chance de ganhar peso, de acordo com um estudo publicado na revista Obesity. Isto porque o seu elevado teor de gordura e proteína ajuda na saciedade e reduz a vontade de beliscar entre as refeições. Além disso, o ômega-9 ativa a adiponectina, um hormônio que comanda o corpo a produzir a energia que precisa a partir dos depósitos de gordura, ou seja, ele ativa a queima dos pneuzinhos localizados principalmente na cintura e abdômen.

Boa para quem malha

Manteiga de amendoim é uma excelente fonte de energia e contém um alto teor de proteínas que ajudam na construção muscular. Ela também é rica em potássio e magnésio, que aceleram a recuperação de músculos cansados. A presença de ácido palmítico e esteárico fornece combustível para o coração, aumentando a capacidade vascular. E o resveratrol estimula a síntese de óxido nítrico, uma molécula que exerce numerosas funções no nosso organismo, dentre elas o aumento do fluxo sanguíneo nos músculos, que recebem mais oxigênio e nutrientes.

Como comprar

O ideal é comprar o amendoim orgânico, para evitar a ocorrência de fungos (Aspergillus flavus) que produzem aflatoxina. O melhor armazenamento e métodos de manipulação praticamente eliminam o risco de ingestão de aflatoxina, um conhecido agente cancerígeno. Evite adquirir o amendoim se tiver qualquer sinal de mofo. Os estudos mostram que processar o amendoim reduz o teor de aflatoxina.

Como preparar

Toste o amendoim no forno baixo por 15 a 20 minutos, para preservar os óleos saudáveis presentes nele, e sensíveis a altas temperaturas. Depois coloque no processador ou liquidificador por alguns minutos até ele virar uma pasta. Você pode acrescentar um pouco de sal na mistura. Guarde em recipiente bem fechado na geladeira.

Como consumir

A manteiga de amendoim pode ser consumida ao natural direto na colher, pode ser colocada no pão ou na tapioca, acompanha uma banana, turbina sucos e vitaminas, e também pode ser usada no preparo de pratos diversos: combina com aves, arroz, quinoa e legumes.

Quantidade recomendada

Uma colher de sopa caprichada tem 90 calorias e é a quantidade suficiente para enriquecer a refeição, seja o café da manhã ou um lanche. Quem malha ou tem um estilo de vida ativo pode aumentar o consumo para duas colheres de sopa.