Publicado em Saúde e Bem-estar

Resiliência: você sabe para que serve?

Conteúdo original Minha Vida

Você já ouviu falar sobre resiliência? A resiliência é considerada um aspecto psicológico que pode ser entendido como sendo a capacidade que o indivíduo tem para:

  • Lidar com problemas
  • Superar obstáculos
  • Responder com equilíbrio a situações adversas
  • Manter-se sereno em momentos de estresse.

Toda ação deve ser feita sem que esses fatores externos negativos desequilibrem o bom andamento da vida. Para que isso aconteça é preciso que o indivíduo tome decisões adequadas sem ser afetado pela tensão externa ou interna. A força emocional individual se mantém. Quem é resiliente se sente capaz de enfrentar as adversidades sem perder o foco nos seus objetivos e bem-estar.

As características são muito positivas e as mais comuns de quem é resiliente são:

  • Rápida tomada de ação
  • Adaptação
  • Criatividade
  • Menor vulnerabilidade ao medo de errar e mais força na certeza que será capaz de lidar com as consequências de suas escolhas

  • Confiança em si próprio
  • Domínio das emoções e da própria vida.

É possível se tornar resiliente?

Algumas pessoas são consideradas naturalmente resilientes. Mas isso não tão simples assim. A grande verdade é que quem tem essa sábia habilidade, foi ao longo dos anos se desenvolvendo para isso, mesmo que de forma inconsciente. Vou dar um exemplo: se uma criança é criada por pais resilientes, aumenta sua chance de desenvolvimento nesse aspecto, por observação, repetição de padrão e aprendizado.

Mas não se preocupe, se seus pais não são resilientes, você ainda tem tempo não só de aprender a ter excelência nisso, como até mesmo, ensiná-los a serem pais resilientes, caso essa seja da vontade de todos envolvidos.

Quem é capaz de administrar as emoções mais facilmente, consegue superar as dificuldades de forma rápida e eficaz, a consequência disso é encontrar harmonia e equilíbrio na vida. Talvez você esteja se perguntando: será que alguém que não consegue administrar as emoções é capaz desenvolver resiliência? Sim, é perfeitamente possível. Segue algumas dicas e orientações:

1) Consiga desenvolver e treinar seu foco de atenção – para onde vai sua energia quando você precisa resolver algo na vida? Observe seus pensamentos. Você está enxergando o problema ou a solução? Habitualmente onde está sua atenção e pensamento? Como exatamente você faz o que faz?

2) Melhore sua capacidade de compreensão do outro – desenvolva empatia, sintonia, criação de aliança com as pessoas a sua volta – saber colocar-se no lugar do outro e com isso, estabelecer vínculos sociais. Você ouve o que as pessoas falam? Você se importa com o próximo? Sabe entender as necessidades alheias? Consegue se colocar no lugar de outra pessoa respeitando o mundo, valores e aprendizados diferentes dos seus? O que é capaz de perceber diferente quando faz essa mudança de perspectiva?

3) Coloque sua energia no controle emocional e no controle dos impulsos – perceba que você é capaz de autocontrole e disciplina. Se esse é um ponto importante para o seu aprendizado, invista em cursos, terapia, sessões de coaching, livros, vídeos, e assuntos que possam agregar diretamente sobre esse tema. Prosperar na vida requer dedicação, planejamento e tempo. Use seu tempo a seu favor.

4) Desenvolva criatividade para responder aos estímulos negativos – que suas escolhas sejam livres de repetições passadas e negativas. Você não precisa ficar eternamente preso no mesmo padrão de resposta que não te agrada.

5) Cultive a positividade – acredite que as coisas vão melhorar e aja nessa direção. Não espere o futuro trazer as respostas. Use o seu presente para construir aquilo que depende de você.

6) Ponha em prática o conceito de 1/3:

  • 1/3 depende de você
  • 1/3 depende do outro
  • 1/3 depende do acaso.

Faça seu 1/3 bem feito. Tenha certeza que sua parte foi executada da melhor forma possível. E que se tem algo que não depende de você, saiba encontrar ajuda e orientação necessária.

7) Explore e aumente sua capacidade de análise – seja da situação como um todo, de pontos específicos, tomada de decisão e ação – ser apto a entender os problemas, sua gravidade, impacto, consequência e possíveis estratégias de solução.

8) Supere-se – se você tem alguma “trava”, crença limitante de sucesso e bem-estar, medo, insegurança, ansiedade, etc, encontre caminhos para amenizar, suavizar e principalmente curar-se para viver em harmonia e bem estar.

Você pode seguir as dicas desse artigo para o seu crescimento pessoal e criar novas formas de superação e desenvolvimento das suas habilidades. Havendo interesse busque ajuda especializada. Você pode se beneficiar através de atendimento individual com sessões de coaching, EMDR, hipnose ericksoniana, programação neurolinguística (PNL), técnica de terapia breve, etc.

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Publicado em Música

Preferências musicais podem estar ligadas ao nosso modo de pensar, diz estudo

Conteúdo original de Minha Vida

Você já parou para pensar por que nós temos gostos musicais específicos ou por que você gosta de um gênero de música e de outro não? Pouco se conhece sobre os fatores que podem influenciar em nossos gostos, mas o fato é que demora apenas alguns segundos para sabermos quando queremos ouvir uma música ou quando preferimos pular para a próxima faixa. Estudiosos da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, resolveram investigar mais a fundo este assunto e fizeram uma descoberta bastante inusitada sobre as músicas que escutamos.

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De acordo com o estudo, publicado no site revista científica PLOS One no mês de julho, as nossas preferências musicais estão diretamente relacionadas à nossa personalidade e ao nosso modo de pensar. Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores reuniram dados de aproximadamente 4 mil pessoas, que foram recrutadas por meio de redes sociais.

Na primeira fase, elas responderam a um questionário elaborado para que os cientistas entendessem como pensavam e reagiam cada um dos participantes, na segunda, elas escutaram 50 músicas de 26 gêneros e subgêneros musicais diferentes, e na terceira, avaliaram cada uma delas. Em seguida, os pesquisadores analisaram as informações coletadas e descobriram que existe uma forte relação entre o perfil psicológico traçado por meio do questionário com as avaliações individuais dadas às músicas.

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Se uma pessoa tem o chamado “cérebro empático”, que diz respeito à habilidade de reconhecer e reagir aos pensamentos e sentimentos dos outros, ela tenderá a preferir gêneros como R&B, soul e country. Já se ela tiver aquele que chamamos de “cérebro sistemático”, ligado à capacidade de entender regras e sistemas, ela preferirá heavy metal, punk, entre outros estilos parecidos.

Os pesquisadores também descobriram que pessoas mais empáticas tendem a preferir músicas mais calmas, com letras tristes e melancólicas ou até mesmo mais poéticas. Já quem é mais sistemático costuma preferir gêneros mais animados e intensos, com letras fortes e mais divertidas.

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Os estudiosos ainda acreditam que essa pesquisa poderá ter reflexos até mesmo na indústria da música. Segundo David Greenberg, principal autor do estudo, grandes serviços de streaming musical, como Spotify e Apple Music, investem muito dinheiro para descobrir novas e diferentes formas de saber que músicas seus usuários gostariam de ouvir. “Com estudos como este em mãos, pelos quais é possível traçar a forma de pensar das pessoas, identificar possíveis gostos musicais será muito mais fácil e prático”, disse em entrevista coletiva.

Publicado em Equilibrando

Como ser feliz aplicando a Gratidão

A gratidão é um estado de espírito. E como cada estado de nossa mente, ela pode ser treinada e conscientemente adotada. A gratidão não é sobre o que é verdade numa dada situação; mas, trata-se de como você reage emocionalmente com a situação.

No entanto, sua resposta vai mudar o mundo real. Como regra geral, a raiva, o rancor, a frustração e todas as emoções relacionadas colocam-no em um horrível estado de espírito. E, claro, as decisões tomadas a partir desse lugar são, geralmente, muito ruins.

O copo meio cheio (ou mesmo 10% completo)

Quando você está em um bom estado de espírito, toma as melhores decisões. Isso porque se sente mais criativo, gera melhores opções e escolhe de forma mais racional. A gratidão, em particular, está poderosamente correlacionada com a felicidade, saúde e bem-estar geral.

Dar graças pelo copo 10% cheio (nem precisa ser a metade) vai lhe deixar mais feliz do que com os 90% vazio, que trarão irritação, e você estará em um quadro mental mais poderoso para investir seus esforços em conquistar um copo mais completo do que 10%.

A gratidão é uma habilidade

Você pode aprender a ser grato simplesmente praticando. Pegue um pedaço de papel e liste 10 coisas pelas quais você é grato. As coisas podem ser enormes (como uma herança) ou pequenas (ter alimento à mesa). Encontre coisas que lhe despertem gratidão e passe alguns segundos sentindo-se realmente grato por cada uma delas. Apenas deixe-se absorver pelo sentimento. Pronto! Você acabou de começar a praticar a gratidão.

Repetindo esse processo algumas vezes, você partir para a prática do vidro 10% cheio. Anote algumas coisas que lhe incomodam, frustram ou despertam raiva. Em seguida, reflita sobre cada um deles até que possa encontrar alguma situação para ser grato.

Se você ficou com raiva porque o carro emperrou no meio do caminho para o trabalho, você pode agradecer por ter tido tempo suficiente para pisar no freio e não ferir ninguém. Lembre-se: não se trata de encontrar o que é verdadeiro; trata-se de descobrir no que você pode ser grato, o que vai ajudá-lo a encontrar um estado de espírito com mais recursos positivos.

Use a gratidão com as pessoas que você ama

Se você quer turbinar o seu relacionamento, melhorar como casal, como família ou parceiro, tente praticar a gratidão. Invista 10 minutos antes de ir dormir listando as 10 coisas pelas quais você é grato em relação à outra pessoa.

Faça um exercício: primeiro você diz o motivo da sua gratidão e então o outro conta o seu. Alterne até que tenha declarado essas 10 situações em que você é grato para com o outro. Em pouco tempo, você verá seu relacionamento cada vez melhor. Mantenha essa prática leve e divertida. Pesquisas mostram que você só precisa de 2 ou 3 sessões por semana para obter o efeito completo da gratidão.

A gratidão transforma e tudo é mental. Ao concentrar-se nas coisas pelas quais você deve ser grato, estará colocando-se em um poderoso lugar mental para melhorar as coisas.

Um copo pode ser verdadeiramente 90% vazio, mas ser grato para os outros 10% que estão cheios dá-lhe uma vida mais feliz, mesmo durante o seu árduo trabalho para preencher o resto.

Pratique a gratidão explicitamente, mesmo depois que encontrar motivos para agradecer pelas coisas que lhe incomodam. Faça com o seu parceiro ou membros da família (filhos, pais, irmãos) duas vezes por semana e revolucione sua maneira de seu relacionar.

Trabalhe menos na ideia, faça mais, e tenha uma vida ótima!

Texto original em Quick and Dirty Tips
Tradução livre de autoria do blog.