Para hoje….

Colheradas de bem-querer, pra mim, pra você, pra todos nós!!!🌸🌸🌿

Via Homeletras

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Site reúne fotos de mulheres reais para desmistificar padrões

Conteúdo original Boa Forma

Quantas vezes você já se pegou comparando seu peso com o de suas amigas ou o de alguma famosa? É fato: não adianta o quanto promovemos o desapego do número da balança — já que tudo é relativo à estrutura do seu corpo —, a neura na cabeça das maioria das mulheres continua.

Pensando nisso, a fotógrafa Odessa Cozzolino, dos Estados Unidos, criou o site MyBodyGallery.com, um acervo de imagens de mulheres reais, enviadas por elas mesmas. Cada fotografia é guardada com o peso, altura, idade, tamanho de calça e blusa e tipo de corpo da pessoa em questão. Assustador? Pelo contrário! A ideia é mostrar as mais variáveis formas que uma mesma medida pode apresentar.

Navegar no site é bem simples: em uma barra superior, você seleciona qual ou quais medidas você quer ver presentes no resultado de busca. Ao clicar em “Search”, todas as imagens de corpos correspondentes aparecerão — mulheres com formas bem diferentes uma das outras!  Isso é um sinal de que você pode respirar tranquila: seu peso (ou manequim, altura…) certamente é compartilhado com todos os tipos de corpo.

Você também pode jogar um quiz em que escolhe uma medida e tenta acertar qual das três fotos corresponde ao número selecionado. De primeira, por exemplo, coloquei minha margem de peso e só acertei uma de três. Isso mostra o quanto temos uma imagem distorcida de nós mesmas! Além dessas ferramentas, há espaço para depoimentos de mulheres que enviaram suas imagens, contando histórias de aceitação e amor-próprio. É muito #girlpower, né?

Elas provam que você não deve invejar o corpo de outras mulheres

Conteúdo original Boa Forma

Você provavelmente já passou por isso: ao abrir seu Instagram, uma sequência de fotos de mulheres com um shape aparentemente perfeito passa por sua timeline: barriga chapada, bumbum sem celulite e pernas tonificadas. Se seu sentimento ao se deparar com imagens como essa é reclamar do seu corpo, é hora de rever sua atitude.

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A realidade da maioria desses cliques? Eles foram tirados em um ângulo favorável e com uma boa luz, criando a “imagem perfeita”. O que acontece e (quase) ninguém assumia até agora é que a imagem dessas mulheres se torna bem diferente segundos depois da foto, ao relaxarem o corpo.

Mas há algumas semanas uma fit girl mudou isso. A montagem de fotos em dois ângulos diferentes de Anna Victoria, criadora do programa de emagrecimento “Fit Body Guides”, mostrou como as gordurinhas do abdômen dela podem ficar mais aparentes, dependendo da sua postura ou posição.

Aproveitando a onda da atitude corajosa de Anna Victoria, selecionamos outras mulheres que também ilustram que o que é compartilhado nas redes sociais nem sempre é a realidade das pessoas na fotos:

1. @selfloveclubb

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“A mesma menina, no mesmo dia, ao mesmo tempo”, escreveu Milly Smith, que dedica a sua conta no Instagram para propagar o amor-próprio. Na legenda, ela mostra como peças de cintura alta podem mudar a aparência do corpo feminino na frente da câmera.

2. @emilyskyefit

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A modelo britânica Emily Skye compartilhou um clique do seu “filho de sobremesa”, como escreveu na legenda. Segundo ela, seu objetivo é mostrar aos seguidores que a perfeição não existe – o que é fácil de esquecer quando passamos tanto tempo em mídias sociais sendo bombardeadas por corpos que parecem perfeitos.

3. @fitlifelucy

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A fitgirl australiana Lucy Baker compartilhou um antes e depois curioso: sua barriga aumentou em vez de diminuir. Na legenda, ela conta que alguns alimentos a fazem inchar e sentir-se péssima sobre o seu corpo – mas que tem aprendido o que não deve comer e que para qualquer problema há solução!

4. @girlxfit

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A britânica Charlotte mostrou uma transformação corporal incrível em apenas 30 segundos: no clique da esquerda, ela flexionou os músculos do abdômen, dando a impressão de uma barriga mais definida.

5. @saggysara

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Sara Puhto compartilhou essas três fotos para mostrar como suas formas mudam em 24 horas – uma depois de um treino matinal, a segunda, após refeição natalina, e a terceira, após malhar de novo na manhã seguinte. “Eu só queria lembrar vocês de que é normal a sua barriga ficar maior após grandes refeições e que nossos corpos não permanecem os mesmos durante o dia todo”, escreveu na legenda.

6. @jenwiderstrom

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O clique da crossfiteira Jen Widerstrom mostra a clássica diferença do abdômen quando estamos de pé e sentamos. “Não se estresse com a forma do seu corpo em certas posições. Essas fotos foram tiradas com 2 minutos de diferença!”

“A mulher precisa parar de sentir culpa”, diz especialista

Conteúdo original de Revista Pequenas Empresas, Grandes Negócios

O começo de 2014 foi um período difícil para a terapeuta Thirza Reis, de 35 anos. Depois de se separar do marido, ela percebeu que não conseguiria carregar sozinha tudo aquilo que agora tinha nas mãos. Além dos filhos Gael (2 anos na época) e Nolah (dois meses), Thirza era sócia de duas empresas, nas quais atuava como coach e psicóloga. “É difícil demais ser Mulher Maravilha, dar conta de todas as demandas que se recebe por ser mulher”, diz.

Thirza Reis, criadora do programa Vem Ser Mulher (Foto: Guilherme Taboada/ Reprodução PEGN)

Quando notou que o discurso era parecido com o das pacientes que atendia, a empreendedora decidiu pensar diferente. Ela passou a buscar uma maneira de amenizar o isolamento que as mulheres sentem quando fazem dupla jornada em casa, sem ninguém para dividir as tarefas ou conversar.  Em junho daquele ano, criou o programa Vem Ser Mulher, para desenvolver a confiança e autoestima dessas mulheres e também criar uma rede de apoio entre elas. De lá para cá, 150 já passaram pela iniciativa, que acontece em Brasília e no Rio de Janeiro em workshops com duração de um dia.

Apesar de ter sido inspirado pelas preocupações de uma mãe empreendedora, o programa tem participantes de perfis variados. São donas de casa, donas de empresas, altas executivas que não querem ter filhos, profissionais que conquistaram muito na carreira e agora querem construir uma família, entre outros.

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Reunir mulheres diferentes em uma mesma sala tem ensinado um bocado à terapeuta. “É quando você percebe o tamanho da cobrança que as mulheres enfrentam”, diz. Na entrevista a seguir, Thirza conta o que viu e aprendeu ao longo de um ano tocando o Vem Ser Mulher:

Por que o objetivo do programa é resgatar a autoestima de mulheres?
Queremos resgatar a autenticidade de cada mulher. Eu brinco que estamos trabalhando uma contracultura. Criamos um espaço onde é possível sair dos estereótipos que ditam qual a maneira certa de ser mãe, de ser profissional, de ser feminina. A verdade é que não existe um formato único de tocar a vida. Cada mulher tem de encontrar um formato que se adeque à ela.

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Vemos cada vez mais mulheres tomando o rumo da própria vida, sendo “donas do próprio nariz”. Essa falta de confiança é algo que vem mudando, certo?
Sim, ainda bem. Mas ainda existem muitas vozes críticas que fazem a mulher ficar insegura. Que solteira nunca ouviu alguém perguntar quando ela vai casar e ter filhos? Que dona de casa nunca foi julgada por não ter uma carreira? São vozes que fazem a mulher sentir que sempre precisa compensar algo, mesmo que seja algo que ela não pode – ou não quer ser. Algumas mulheres querem ter filhos, outras não. Algumas querem trabalhar fora, outras não. Algumas mudam de ideia no meio do caminho. O que importa é que a decisão tem de ser dela. Não pode ser fruto de uma cobrança da sociedade.

A maior cobrança feita à mulher é em relação à maternidade?
Não somente. A beleza, por exemplo, é muito cobrada da mulher. A pesquisadora americana Brené Brown certa vez mapeou os principais motivos que fazem a mulher sentir vergonha dela mesma. E a crítica que mais afeta as mulheres é a que fala sobre a imagem dela, sobre a questão da beleza. Logo depois, é a maternidade. A maternidade atinge muito aquelas que não são mães. É como uma sombra, independente de você querer ter filhos ou não. O maior motivo de vergonha para os homens, por outro lado, é quando alguém os julga fracos ou fracassados.

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Os homens são cobrados da mesma maneira que as mulheres?
Na minha visão, não. Por exemplo, antes, existia uma divisão de tarefas: o homem era o provedor e a mulher ficava em casa. Mas agora a mulher se tornou provedora também e não aconteceu um ajuste quanto às tarefas de cada um. Pelo contrário, houve um acúmulo de tarefas pela parte da mulher no relacionamento. Vejo muito o discurso: ‘meu marido é maravilhoso, ele me ajuda tanto’ e acho isso ruim. Ele está sendo bacana porque está ajudando a cuidar do filho ou da casa dele?

Quando o marido “ajuda” parece que a responsabilidade é da mulher e ele atua como um assistente. Estamos caminhando para uma mudança desse cenário, mas histórias assim ainda são comuns. Se não fosse, a mulher não sentiria tanta culpa. A mulher tem uma capacidade incrível de se doar, de acompanhar os outros. Se ela não fizer isso junto com um profundo processo de avaliação de quem ela é, ela corre os risco de se perder no meio do caminho.

Começando bem a semana com Auto-Estima

Texto original de Ithia Farah

Cada pessoa pensa sente, fala e se movimenta da maneira que lhe é própria e que corresponde à imagem que faz de si mesma. Essa auto-imagem sempre tem aspectos físicos, sociais ou intelectuais. Nem sempre, porém, ela reflete essa dimensão múltipla. Com freqüência, misturam-se todas as sensações num pacote único, perdendo-se a amplitude da personalidade, o que acaba por traduzir uma auto-estima sem muita estima.

Auto-estima significa gostar de si mesmo. O primeiro passo para isso, portanto, é se conhecer. Não posso amar nem dar valor ao que não conheço, pois corro o risco de fazer uma análise ruim da minha pessoa, se a base vem de valores que não são meus, mas dos outros: são do mundo e esse mundo adora pendurar os valores em lugares tão altos, que nunca são alcançados.

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E como é fácil para as pessoas caírem nas armadilhas do “eu não valho nada!” Se não possuo o corpo perfeito, se não sou tão inteligente como fulana, se não causo uma impressão em todos os homens da festa quando entro, então não devo ser grande coisa. Não vale a pena gostar de mim e nem investir na vida e nas relações.

Quando a auto-estima é negativa, baixa, o crescimento fica estagnado, a coragem diante da vida diminui, desistimos até de arriscar coisas novas, de sonhar. Por isso, diz-se que a auto-estima é um valor de sobrevivência.

Se nessa auto-consideração, ao contrário, se consegue ter sentimentos de aceitação e aprovação a respeito da própria aparência, pensamentos e capacidades, a predisposição para ser bem aceita e recebida será maior. Ao estabelecer contatos, esses sentimentos farão parte da nossa atitude. E a nossa crença sobre nós mesmos é o que passamos aos outros. Se eu sei que sei, começo a acreditar nisso e crio confiança para agir conforme a minha verdade e vou em frente! E da autoconfiança para o auto-respeito é um passo.

A pessoa com auto-estima elevada é comumente considerada egoísta. Parece que, infelizmente, na nossa língua, ter amor-próprio significa excesso de vaidade e arrogância, quando deveria ser o mesmo que gostar corretamente… Gosto de uma definição, do psicólogo Carl Rogers: pessoa significativa, que conhece o seu próprio significado e SABE que significa muito. 

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Saber se dar valor abre um mundo novo de relacionamentos com pessoas semelhantes, mais respeitosas, confiantes e hábeis, pois nos tornamos mais abertos e mais claros. Evita-se também assim aqueles com “baixa -estima”, que rodeiam a vida, e a intoxicam em vez de alimentar. Muita gente quer encontrar a “pessoa certa”. Só podemos encontrar a pessoa, a vida e a atitude certas quando acharmos que nós somos a pessoa certa!

Lembre-se: Ame-se primeiro e  muito! Se dê colo, força, apoio, faça mimos a você, se dê conforto e bem estar! Você merece! Tenha certeza que assim, será impossível alguém não lhe amar! Com mais amor ainda, vocês irão somar e não dividir!

Afinal, amor nunca é demais!!!”

Seja a mudança!

Seja a mudanca