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O que é seletividade alimentar?

A seletividade alimentar é definida por uma rejeição alimentar, desinteresse pelo alimento e falta de apetite. É um comportamento característico da fase pré-escolar, mas, quando presente em ambientes familiares disfuncionais, pode se intensificar e prolongar até o período da adolescência.

Os fatores que contribuem para a seletividade alimentar infantil podem variar bastante, considerando a hipersensibilidade sobre as cores, texturas e cheiros dos alimentos, bem como a rotina da família, ambiente, tipos de alimentação, dificuldade para engolir e mastigar, entre outros aspectos que precisam ser analisados para a identificação da melhor intervenção a ser realizada em cada caso. E o mais importante NÃO é FRESCURA.

Busque ajuda de um profissional em nutrição! 😉

Texto de Izabella Costa

Receita: Bolo Gelado de Coco

Mês passado teve comemoração de aniversário aqui em casa e é claro que não poderia faltar o componente principal, o bolo! O pedido do aniversariante foi deliciosamente nostálgico: bolo gelado, e molhado, de coco enroladinho no papel alumínio! Dá ou não dá saudades da infância?! Viajei no tempo e lembrei dos aniversários da rua, que reuniam a criançada toda, com direito a todos os tipos de brincadeiras e bailinho na garagem! ❤ ❤ ❤

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E, mesmo sendo muito fã desse bolo, por incrível que pareça, eu nunca tinha reproduzido essa receita. Nunca fiz! Sempre foi o tipo de sobremesa que comi em festinhas de terceiros ou em reuniões/ ocasiões em que alguém serviu esse bolo. Foi a primeira vez que fiz e deu super certo! O que me encoraja a vir compartilhar com vocês. Funciona, a gente posta!

Assim como uma parte das coisas muito gostosas da vida, esse bolo não é light, diet, nem fit. É padrão delicinha mesmo! Mas, conforme falamos constantemente por aqui, nada impede que você faça as alterações para adaptar as receitas as suas necessidades. Acredito que é possível trocar o açúcar branco por uma versão mais saudável ou mesmo adoçante forno e fogão, e o leite condensado comum pelo light, que é reduzido em teor de gordura.

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Eu mesma fiz uma alteração na quantidade original de açúcar: pedia 2 xícaras e eu reduzi para 1 xícara e 1/2 prevendo que ficaria muito doce, já contando com todo o açúcar da calda com leite condensado. Se você prefere bolos pouco doces pode reduzir ainda mais e usar até 1 xícara de açúcar, que vai ficar bom. Na quantidade que eu usei ficou um doce nível paladar infantil, mas não a ponto de ser enjoativo, sabe?! Ali, na medida, entre doce e muito doce enjoativo.

A massa é bem básica e fácil de fazer; não vai leite, nem manteiga/margarina, então os intolerantes a lactose podem se jogar – só precisam adaptar a cobertura ou servir acompanhado de sorvete e calda de frutas. Gostei muito dessa massa e, inclusive, ela já está escalada para integrar minha sobremesa de Natal (gente do céu, o ano voou!), um gelado de abacaxi numa versão bem leve e saudável, que também pretendo postar. Vamos lá?!

Bolo Gelado de Coco

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Receita original do site Panelinha

Para a massa:

  • 3 ovos inteiros
  • 2 xícaras de chá de açúcar refinado (Usei 1 e 1/2)
  • 2 xícaras de chá de farinha de trigo
  • 1 colher de sopa de fermento biológico
  • Caldo de 1 laranja

Para molhar o bolo e cobertura:

  • 1 lata/caixa de leite condensado (Usei menos também, cerca de 2/3 da caixinha, um pouco mais da metade)
  • 1 vidro de leite de coco pequeno
  • A mesma medida do vidro de leite de coco com leite de vaca (usei desnatado comum)
  • Coco ralado úmido, em flocos 

Antes de começar, peneire o açúcar e a farinha, para uma massa mais leve e fofinha. Na batedeira, bata os ovos inteiros, em velocidade alta, até que fiquem com uma consistência nevada – fica uma massa leve numa coloração amarela bem clarinha. Acrescente o açúcar aos poucos (vai parecer uma gemada).

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Tire da batedeira e acrescente aos poucos a farinha peneirada, para que não perca a leveza. Vá colocando e mexendo; assim que incorporar, coloque mais um pouco, até usar toda a farinha. Por último, acrescente o fermento e o caldo de uma laranja e incorpore delicadamente na massa.

Coloque em assadeira plana e untada. Asse em forno pré aquecido a 180ºC por, aproximadamente, 30 minutos ou até dourar a massa e o palito sair limpo. Deixe esfriar; depois de frio, fure todo o bolo com um garfo.

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Para a calda:

No liquidificador, bata uma lata de leite condensado com um vidro de leite de coco e a mesma medida (do vidro de leite de coco) de leite. Bata até ter uma mistura homogênea e regue o bolo com essa calda. Espalhe o coco ralado por toda a extensão do bolo.

Corte em quadrados de tamanho de sua preferência (eu dividi em 12 pedaços) e envolva um a um em papel alumínio. Leve a geladeira por, pelo menos, 2 horas e sirva geladinho.

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Fica muito bom, de comer rezando! Comi um monte e ainda sonho com ele. Maravilhoso! 😉

Importância da vitamina D para as crianças

Conteúdo original Revista Suplementação

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Correr, pular e brincar é um momento comum e de muita alegria e diversão para a criançada. Mas para que os pequenos tenham pique total para aproveitar cada momento do dia, é fundamental que tudo ande bem com a saúde deles. Nesse sentido, o consumo de vitaminas e minerais é um ponto importante de atenção para os pais.

Os cuidados para incluir nas refeições os alimentos fonte de cálcio e vitamina D, além da exposição solar diária de 20 minutos, para a reposição natural da taxa de vitamina D no sangue, ajudam a manter uma criança saudável e feliz, que curte as brincadeiras e aproveita a vida, pois essas substâncias são imprescindíveis para a formação e o fortalecimento dos ossos e a falta deles pode ocasionar falha no desenvolvimento e, consequentemente, deformidade dos ossos.

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Segundo a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, a partir do primeiro ano de vida, a indicação recomendada é de 600 a 1.000 UI diárias, taxa que não muda até os 18 anos. Conhecida também como a vitamina do sol, pois sua principal fonte de síntese provém da exposição solar, esse nutriente colabora ainda para o bom desempenho dos músculos e nervos, a coagulação do sangue, o crescimento celular e a utilização de energia, além de ajudar no processo de aprendizagem.

“A vitamina D é extremamente importante para o desenvolvimento saudável da criança. Para conseguir manter o bom nível dela no organismo, a recomendação é de 10 a 20 minutos de banhos de sol ao dia. A criança pode aproveitar a praia e a piscina desde cedo. No entanto os horários de pico devem ser evitados, pois é quando a intensidade dos raios ultravioleta é muito forte e pode causar danos à pele, principalmente na do bebê, que é mais sensível.

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O pediatra deve estar atento e recomendar a reposição com suplementos vitamínicos quando suspeitar que as oportunidades de exposição solar da criança estão escassas”, explica a Dra. Marise Lazaretti Castro, chefe do setor de Doenças Metabólicas da Unifesp e membro da Diretoria da SBEM (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia).

Segundo a especialista, apesar de alguns alimentos serem fonte dessa vitamina, como peixes gordurosos, leite e ovos, a quantidade presente é muito pequena e insuficiente para suprir as necessidades do corpo. “Durante a vida intrauterina, o feto retira esta substância do sangue materno, mas, depois do nascimento, precisa produzir sua própria vitamina, pela exposição ao sol, pela dieta alimentar ou por meio da suplementação. Por este motivo, os pediatras orientam às mães que exponham seus bebês ao Sol diariamente. Quando mais velhos, devem ainda estimular brincadeiras e esportes ao ar livre, como era feito antigamente”, destaca. Nas grandes cidades, entretanto, estes hábitos saudáveis podem não ser mais possíveis, e é neste momento que a suplementação de Vitamina D passa a ser recomendada.

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Fonte: SANOFI