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Michael Kiwanuka: som de calmaria, amor e finesse

Junho já bateu à nossa porta e o ano está voando. O que fazer? Nada, né gente. A não ser tratar de viver a vida da melhor forma possível. E para chegar lá, que tal suavizar a jornada ao som de um artista peculiar, com voz macia e som embalante? Estamos falando do Michael Kiwanuka. Se você ainda não conhece, essa é a sua oportunidade.

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Michael Samuel Kiwanuka é um músico britânico de soul, filho de pais ugandenses que migraram à Londres escapando do regime Amin. Suas músicas carregam influências de grandes nomes como Jimi Hendrix, Otis Redding e Bob Dylan.

A qualidade do seu trabalho é tão boa que a crítica o tem comparado a Van Morrison e aos Temptations, que são inspiração notável em “Tell me a tale”, ouça:

Outro artista que se faz presente na música do Kiwanuka é o Jack Johnson. Um bom exemplo dessa mistura de ritmos é a faixa “I’ll get along”:

No entanto, o som mais famoso desse artista é a belíssima “Home Again” (nome do álbum), que, inclusive, é música tema do filme francês “Max”, que conta a história de uma garotinha órfã de mãe que contrata uma prostituta para cuidar de seu pai durante as festividades do final de ano. Parece bizarro, mas é uma história bem leve (apesar da prostituta) e divertida. Já fica a dica de filme para assistir no final de semana!

Os sentimentos são marca registrada do Michael Kiwanuka e, claro, que o romantismo não fica de fora. A faixa “Rest”, que fala de amor, cuidado e proteção à mulher amada, é a melhor representante nesse quesito e é obrigatória na playlist para namorar.

A pegada jazz fica por conta de “Bones”, uma excelente música para dançar, ouvir no banho e cozinhar. Olha só:

Aqui no Brasil, infelizmente, o trabalho do Kiwanuka ainda não é muito conhecido. Uma pena, né? Pois elevaria muito o nível do que é tocado nas rádios. Mas, lá fora, em pouco tempo de carreira ele já é bem respeitado. Para se ter uma ideia, foi ele que deu todo o suporte à turnê da Adele, em 2011, bem como ao show maravilhoso que ela fez no iTunes Festival, no mesmo ano. Para assistir, clique AQUI.

E, então, gostou? Valeu a pena ampliar a bagagem dos seus ouvidos? Aproveite a experiência, relaxe, estimule seus sentidos e mantenha o equilíbrio.

A organização tem um sentido: de dentro para fora

Quantas vezes nos perguntamos por que algo não dá certo? Ou, por que não conseguimos tempo hábil para realizar isso ou aquilo? Por que os planos não se concretizam? A resposta para alguns desses problemas pode ser a organização.

Quando as coisas, as ideias e os caminhos estão bem dispostos e organizados, planejar e realizar se torna muito mais fácil (e possível). Então, que tal começar a colocar a vida em ordem?

Arrume as suas gavetas!

Texto do Dr. Fábio Augusto

“Aprendi com os mais velhos e sábios que, quando temos um problema difícil de ser resolvido, que nos tira a paz, precisamos nos afastar de tudo e arrumar o ambiente ao nosso redor.

Entenda que o seu quarto bagunçado, a sua casa, a sua bolsa, a sua gaveta, o seu ambiente, é o espelho da sua vida interior! E… vice-versa! Ou seja, um ambiente desarrumado acaba influenciando e dando espaço para que os sentimentos negativos tomem conta da sua vida – você manifesta no exterior o que está acontecendo no seu interior.

Por isso, arrumar tudo externamente é uma atitude simbólica do seu desejo e esforço em mudar o que está negativo dentro de você! O universo funciona assim: o que está dentro está fora. O que está fora contamina o que está dentro. Por esse motivo, lembre-se sempre que você pode influenciar o interior com o exterior e vice-versa, você tem a chave para a sua organização pessoal.

No momento em que você limpa a sua gaveta e joga fora aquilo que não presta, o que é negativo, as pessoas que não contribuem para o seu crescimento, estará reprogramando simbolicamente o seu interior.

É uma das melhores chaves para conseguir serenidade e respostas para problemas muito difíceis. Aproveite e arrume suas gavetas. Com certeza vai ajudar você a encontrar solução para muitos de seus problemas.
(Adaptado de Deposito dos Sentimentos)”