Motivos para você não sentir culpa por comer pão

Vamos falar a verdade – é difícil achar alguém que não ame pão. Talvez você tenha cortado a delícia porque achou que o alimento faria seu corpo engordar, que o glúten traria mal à saúde ou simplesmente porque as dietas low carb estão em alta. A verdade é que o pão pode, sim, fazer parte de uma alimentação saudável.

Claro, não estamos falando sobre o tradicional pãozinho francês, feito com farinha branca e adição de açúcar. A opção liberada (em moderação, de acordo com a quantidade prescrita pela sua nutricionista, e se você não for intolerante ao glúten) é a integral, que oferece uma longa lista de benefícios à saúde. “Além de carregar o rico valor nutricional dos grãos integrais, quando acompanhado de oleaginosas, por exemplo, o pão fica ainda mais nutritivo e vitaminado, com o adicional das gorduras do bem”, explica a nutricionista clínica e esportiva Bruna Burti, de São Paulo.

Então, se um pãozinho do bem (confira se o primeiro elemento da lista de ingredientes é a farinha integral) estiver dando mole na sua despensa, aqui vão 5 motivos pelos quais você não deveria sentir-se culpada por consumi-los:

 1. O alimento é rico em fibras

De acordo com a especialista, as fibras são essenciais para um bom funcionamento do intestino, prevenindo doenças como o câncer nesse órgão. Elas também geram saciedade, ajudam no controle da glicemia e garantem a integridade da mucosa intestinal. O ideal é consumir de 20 a 30 gramas de fibras por dia (cada fatia oferece em torno de 1 grama do elemento). Ou seja, um sanduíche pode fornecer até 10% do valor recomendado.

2. Fornece energia para o treino

Os carboidratos (macronutriente encontrado no pão) são responsáveis pelo fornecimento de energia – e não dá pra malhar, nem para enfrentar um dia cheio de compromissos sem pique, certo? “O momento ideal para consumir o alimento seria 30 minutos antes do treino, pois ele será responsável por dar a energia necessária para a prática de exercícios, evitando a fadiga”, esclarece a nutricionista.

3. Facilita as refeições nos dias corridos

Para quando estamos com pressa, os sanduíches são uma opção de lanche muito conveniente: podem ser feitos em casa, nos ajudam a economizar dinheiro e ainda são fáceis de carregar!

4. Combinam com outros alimentos saudáveis

Muitos itens podem ser parte de um sanduíche fit: manteiga de amendoim com frutas, homus, abacate, vegetais, ovo, frango grelhado, queijo, tofu e atum… Além disso, é fácil criar novas combinações e tirar a dieta da monotonia.

5. Já existem opções low carb

Se para você o problema está na quantidade de carboidratos, saiba que os pães proteicos estão ganhando força. “É uma ótima opção para matar a vontade de comer um pãozinho. Para garantir o baixo teor de carbo, verifique o tipo de farinha nos ingredientes. Geralmente são utilizadas a de amêndoa, farinha de coco, de grão-de-bico…”, comenta Bruna. Opções: Pão Proteico em pó, da Proteofit, R$ 21,95; Pão proteico, da Fit Food, R$ 27,90; Mistura proteica para pão low carb, da Pura Vida, R$ 39,97.

Conteúdo Boa Forma

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Como e por que os brasileiros fazem dieta

A relevância das orientações de médicos e nutricionistas foi praticamente unanimidade em uma pesquisa recente da Associação Brasileira de Nutrologia — 95% dos participantes as acham fundamentais. Mesmo assim, 77% dos 503 entrevistados afirmaram que já iniciaram alguma dieta por conta própria: amigos (3,1%), sites (3,1%), livros (1,7%) e influenciadores digitais (1,5%) estão entre as fontes de informações mais citadas.

Como foi feita a pesquisa? Entre agosto e setembro deste ano, médicos enviaram questionários a seus pacientes. Foram contemplados voluntários de dez estados: Amazonas, Bahia, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo, Sergipe, Ceará e Distrito Federal.

Pois bem, 76% dos respondentes declararam ter entrado em uma dieta nos últimos 12 meses, sendo que 21,6% estão pelo menos na quarta tentativa ao longo desse período. Detalhe: 40,6% não incluíram a prática de atividade física na. Uma pena.

Cetogênica e low carb (30%), detox (19,1%), Dukan (15,7%), hiperproteica (13,3%) e sem glúten (12,9%) lideram o ranking dos cardápios da moda escolhidos pelos participantes. O objetivo? A maioria (70%) buscava emagrecer. Mas 45% queriam melhorar a qualidade de vida, 43% decidiram se alimentar bem e 18% desejavam turbinar o condicionamento físico. Atenção: era possível escolher mais de uma alternativa em ambas as questões.

Esmiuçando a lista de restrições, 65% cortaram os doces, embora 28% tenham voltado a se alimentar como antes justamente por não aguentarem ficar muito tempo longe das guloseimas. Abolir frituras do cardápio (61,8%), diminuir as porções (48,3%) e o número de refeições ao longo do dia (24,2%) e cortar o sal(18,6%) e carboidratos (3,2%) também se destacaram nesse sentido.

Chocolates e companhia à parte, a dificuldade para emagrecer (45,3%) e a falta de tempo para preparar as refeições (40,5%) foram considerados entraves extras para a motivação do grupo em questão. Vamos combinar que essas são reclamações corriqueiras por aí, não é mesmo?

Claro que, como nem todos os estados foram contemplados — e só pacientes de alguns médicos foram ouvidos —, não dá pra cravar que esses resultados seriam iguais na população como um todo. Ainda assim, o levantamento indica como a busca pela alimentação saudável é comum (e complexa).

Conteúdo Saúde Abril

Receita: Hambúrguer de Couve Flor

Este legume é uma excelente fonte de vitamina C, além de rico em proteína e contém quase nada de calorias!!! Ideal para dietas vegetarianas e de baixo carboidrato.

Receita de Cozinha Fit e Fat

  • 1 couve flor
  • 1/2 cebola ralada
  • 3 colheres de sopa  de farinha de aveia
  • 1 ovo
  • Sal a gosto (uma pitadinha de leve)
  • Pimenta preta a gosto (sugestão: aproximadamente 1 colher de café)
  • Fios de azeite
  • Salsa desidratada a gosto (sugestão: aproximadamente 1 colher de café)
  1. Após higienizar a couve flor, corte ela bem picadinha.

  2. Leve ao micro-ondas por 8 minutos (tampada).

  3. Com a ajuda de um garfo, amasse bem.

  4. Adicione a cebola, a farinha, o ovo, o sal e a pimenta preta e misture.

  5. Modele os hambúrgueres, do tamanho que desejar, sobre uma assadeira untada (utilizei papel manteiga e derramei fios de azeite).

  6. Derrame mais fios de azeite por cima dos hambúrgueres e também salsa desidratada a gosto.

  7. Leve para assar em forno médio por 20 minutos. Sugestão: sirva com queijo cottage.

Receita: Rocambole de Omelete de Abobrinha Recheado de Peru e Catupiry

Esse rocambole foi feito com peito de peru e catupiry, portanto, não é light. Mas, você pode fazer com recheios mais magros. E o mais bacana dessa receita é que você pode variar o omelete.

Esse é com abobrinha. Mas dá para fazer com brócolis, espinafre cozido, seleta de legumes, cenoura, tomate, vagem picadinha, cogumelos. O sabor que quiser ou tiver na geladeira.

Receita de Sal de Flor

  • 5 ovos
  • 1 pacote de parmesão (50 gramas)
  • 2 abobrinhas médias raladas (no ralo grosso)
  • sal
  • pimenta do reino
  • 4 colheres de sopa (cheias) de Catupiry
  • 8 fatias de peito de peru
  1. Em uma tigela, misture os ovos com o parmesão e tempere com sal e pimenta do reino. Mexa bem.
  2. Acrescente as abobrinhas raladas, mexa.
  3. Coloque uma folha de papel manteiga em uma forma retangular (tamanho aproximado de 32x26cm) e despeje o omelete de abobrinha.
  4. Leve ao forno preaquecido a 200ºC por 20 minutos.
  5. Transfira para outra folha de papel manteiga. Espere amornar e vá retirando o papel manteiga delicadamente.
  6. Recheie com o catupiry e peru.
  7. Enrole.
  8. Corte as duas extremidades para dar acabamento.
  9. Sirva! Fica fofo, super leve.

Receita: Biscoito de Aveia

Original de Receitas Fit e Low Carb 

  • 1 xícara de aveia em flocos
  • 2 bananas amassadas
  • 2 colheres de gotas de chocolates ou uvas passas
  1. Em uma tigela, amasse a banana com a aveia. Misture bem.
  2. Acrescente as gotas de chocolate.
  3. Faca bolinhas e coloque em uma forma com papel manteiga untado.
  4. Amasse as bolinhas com uma colher.
  5. Leve ao forno médio por 20 minutos.

Receita: Creme de Chuchu

Receita da Fabi Linares:
  • 1 cebola
  • 1 colher de sopa de manteiga
  • Alho a gosto
  • 3 chuchus picados
  • Água
  • Sal a gosto
  • Temperos a gosto (alho poró, páprica).

Refogue a cebola, o alho e o chuchu picado na manteiga. Tempere com sal e os temperos que gostar. Acrescente água até cobrir a metade dos chuchus picados na panela. Atenção: não coloque muito água para que se mantenha a consistência de creme e não vire uma sopa. Tampe a panela e deixe cozinhar.

Quando o chuchu estiver molinho, bata com um mixer ou no liquidificador. Pode servir com queijo no meio do creme e bacon torradinhos em cima. Vai bem com frango, carne moída, legumes, peixes… 😋

Receita: Bacon caseiro

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Quem gosta de bacon, levanta a mão! 😀 Confesso que não era muito fã. Porém, depois de aderir à low carb – falaremos mais sobre isso em breve – e precisar ingerir gorduras boas a fim de atingir meus objetivos, o bacon passou a ser parte do meu cardápio diário. E nada como fazer do nosso jeitinho, não é?! Minha solução para tentar curtir bacon, foi preparar o meu próprio bacon. É fácil, econômico e realmente fica diferente (melhor) do que os comprados prontos.

O passo a passo seguido foi do Receita Bruta, de onde também vêm as explicações a seguir:

“E o que é preciso para fazer bacon em casa? Um pedaço de porco, uns temperos, uma geladeira, um saco plástico com fecho ziplock e paciência para esperar sete dias até o treco ficar pronto. Não é demais, né?

Há uma ideia bastante difundida de que bacon é a mesma coisa que a pancetta, porém defumado. Não é bem assim. A diferença não vem da defumação: existem tanto o green bacon (ou unsmoked bacon) quanto apancetta affumicata. O que separa o bacon da pancetta é a vala cultural que divide a Europa Ocidental entre latinos e germânicos. Os produtos se desenvolveram paralelamente, o que resultou em métodos diferentes para preservar a carne.

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Se boa parte do mundo pensa que todo bacon é defumado, é porque os americanos pensam assim. Mas basta um giro num supermercado qualquer em Londres para descobrir o variado universo do bacon: defumado, curado, de barriga, de lombo, da copa, da bochecha do porco. Ampla, a definição britânica exige somente carne gorda de porco e um processo peculiar para curá-la.

Esse processo envolve a desidratação rápida da carne. Enquanto uma peça de pancetta pode demorar alguns meses para ficar pronta, uma semana costuma bastar para o bacon. Para acelerar a produção, é preciso usar uma dose indecente de agente desidratante. Essa substância costuma ser o sal (cloreto de sódio), mas muitas receitas apelam para uma proporção razoável de açúcar (sacarose), que também suga o líquido preso nas células do tecido muscular. O resultado é um bacon menos agressivamente salgado.”

Bacon Caseiro

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Para cada quilo de carne, respeite estas proporções:

  • 150 g (15%) de sal marinho
  • 75 g (7,5%) de açúcar – ou 2 colheres (sopa) de açúcar mais 2 colheres (sopa) de maple syrup
  • Bagas de zimbro, pimenta da jamaica e/ou pimenta do reino amassadas
  • 1 ou 2 folhas de louro
Modo de fazer
  1. Coloque a barriga de porco sobre uma tábua e seque-a com papel-toalha. Misture o sal, o açúcar e os temperos. Esfregue a mistura na peça, certificando-se de que não há fissuras (cortes profundos que podem comprometer o processo de salga). Transfira-a para um saco plástico com fecho hermético e despeje ali a mistura de sal que sobrou na tábua. Pressione o saco para extrair o máximo possível de ar do seu interior e feche bem.

  2. Coloque o saco em um prato não metálico, com o lado da pele virado para cima. Armazene-o na parte de baixo da geladeira por cinco dias, virando-o uma vez por dia.

  3. Depois desse período, tire o bacon do saco e lave-o bem em água fria. Seque-o com papel-toalha e coloque-o sobre uma grade para secar em um lugar frio e arejado, por dois dias. Corte em fatias finas antes de cozinhar.

Observações: A barriga de porco se encontra em açougue, por quilo, que custa entre R$9 e R$12. Comprei no açougue do supermercado. Para o meu bacon, coloquei algumas ervinhas desidratadas, como tomilho e alecrim. Não usei sal marinho, fui no comum de cozinha. Coloquei também um tiquinho de páprica picante. Temperei do jeito que eu quis e realmente ficou saboroso e aromatizado.

Também não tinha o plástico de fechamento hermético: usei dois simples, de congelar mesmo, tirei todo o ar possível e dei um nó em cada, bem firme, para não correr o risco de vazar o líquido oriundo da desidratação da carne – deu tudo certo.

Para secar, deixei num escorredor, amparado por uma bacia de inox, na parte de baixo da geladeira. A textura muda, fica mais durinho, firme e “ressecado”. Depois é só fatiar fininho e fritar em frigideira antiaderente, para ficar crocante. Aí, é saborear e ser feliz! Quando fizer, vem contar como ficou! 😉