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Receita: Torta tipo omelete com borda

Foto Cozinha Fit e Fat
Ingredientes
  • 1 abobrinha grande
  • 2 xícaras de frango cozido, desfiado e temperado
  • 6 ovos
  • ½ cebola picada
Preparo:
  1. Com um descascador de legumes, faça lâminas/fatias de abobrinha (de 20 a 25 unidades). Não descarte o meio que sobrar. Com um ralador, rale-o para usar no recheio.
  2. Com as lâminas da abobrinha, faça rolinhos recheados com 1 xícara de frango cozido, desfiado e temperado.
  3. Com os rolinhos recheados, contorne uma forma de torta e reserve.
  4. Em um recipiente, misture os ovos com o meio da abobrinha ralado, adicione a cebola e também a outra xícara de frango cozido, desfiado e temperado.
  5. Despeje a mistura do recheio no meio da forma com os rolinhos recheados.
  6. Leve para assar em forno médio por 45 minutos ou até dourar.
  7. Além de linda, fica uma delícia!
Foto divulgação Cozinha Fit e Fat

Receita Cozinha Fit e Fat

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Receita: Torta de Bacalhau Low Carb

Vai ter bacalhau na sua ceia do Ano Novo? Procuramos a nutricionista Isabella Correia, da clínica La Prath, no Rio de Janeiro, como fazer uma torta com o peixe bem baixa em carboidratos, para não sair da linha já na Virada – e o melhor é que ela fica pronta em apenas três passos. Confira:

Imagem de divulgação

 

  • 400 g bacalhau dessalgado, desfiado e refogadinho com 1 cebola
  • 4 claras em neve
  • 2 gemas
  • 150-200 g ricota (ou tofu temperado)
  • 1 colher de chá de fermento em pó
  • Pimenta, salsa e cebolinha a gosto
Modo de preparo

Amasse a ricota com as gemas e incorpore os outros ingredientes. Use uma forma de fundo removível, mas pode ser outra também. Leve ao forno baixo até dourar. Simples e delicioso.

Conteúdo Vogue

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Receita: Chocotone Low Carb

  • 6 ovos;
  • 250 gramas de farinha de amêndoas;
  • 150 gramas de xilitol;
  • 1 colher de chá de goma xantana;
  • 2 colheres de sopa de fermento químico;
  • 1 colher de sopa de essência de panetone;
  • 100 gramas de chocolate 70% cacau;
  • 50 gramas de avelãs.
Modo de preparo:
  1. Em um recipiente e com o auxílio de um fouet, bata bem os ovos.
  2. Acrescente o xilitol, goma xantana, fermento e a essência, bata bem até que fique espumoso.
  3. Acrescente a farinha, chocolate, avelãs e com uma espátula mexa até incorporar todos os ingredientes.
  4. Disponha em forminhas de panetone (ou 1 de 500g, ou 6 de 100g). Eu fiz as pequenas e assei em forno pré aquecido à 200°C por 10 minutos, mais 20 minutos à 170°C.

Observação: Essa receita pode ser a base para a do panetone tradicional. Ao invés do chocolate, use frutas secas. Além disso, pode ser saborizada com raspas de limão, laranja ou rum.

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Motivos para você não sentir culpa por comer pão

Vamos falar a verdade – é difícil achar alguém que não ame pão. Talvez você tenha cortado a delícia porque achou que o alimento faria seu corpo engordar, que o glúten traria mal à saúde ou simplesmente porque as dietas low carb estão em alta. A verdade é que o pão pode, sim, fazer parte de uma alimentação saudável.

Claro, não estamos falando sobre o tradicional pãozinho francês, feito com farinha branca e adição de açúcar. A opção liberada (em moderação, de acordo com a quantidade prescrita pela sua nutricionista, e se você não for intolerante ao glúten) é a integral, que oferece uma longa lista de benefícios à saúde. “Além de carregar o rico valor nutricional dos grãos integrais, quando acompanhado de oleaginosas, por exemplo, o pão fica ainda mais nutritivo e vitaminado, com o adicional das gorduras do bem”, explica a nutricionista clínica e esportiva Bruna Burti, de São Paulo.

Então, se um pãozinho do bem (confira se o primeiro elemento da lista de ingredientes é a farinha integral) estiver dando mole na sua despensa, aqui vão 5 motivos pelos quais você não deveria sentir-se culpada por consumi-los:

 1. O alimento é rico em fibras

De acordo com a especialista, as fibras são essenciais para um bom funcionamento do intestino, prevenindo doenças como o câncer nesse órgão. Elas também geram saciedade, ajudam no controle da glicemia e garantem a integridade da mucosa intestinal. O ideal é consumir de 20 a 30 gramas de fibras por dia (cada fatia oferece em torno de 1 grama do elemento). Ou seja, um sanduíche pode fornecer até 10% do valor recomendado.

2. Fornece energia para o treino

Os carboidratos (macronutriente encontrado no pão) são responsáveis pelo fornecimento de energia – e não dá pra malhar, nem para enfrentar um dia cheio de compromissos sem pique, certo? “O momento ideal para consumir o alimento seria 30 minutos antes do treino, pois ele será responsável por dar a energia necessária para a prática de exercícios, evitando a fadiga”, esclarece a nutricionista.

3. Facilita as refeições nos dias corridos

Para quando estamos com pressa, os sanduíches são uma opção de lanche muito conveniente: podem ser feitos em casa, nos ajudam a economizar dinheiro e ainda são fáceis de carregar!

4. Combinam com outros alimentos saudáveis

Muitos itens podem ser parte de um sanduíche fit: manteiga de amendoim com frutas, homus, abacate, vegetais, ovo, frango grelhado, queijo, tofu e atum… Além disso, é fácil criar novas combinações e tirar a dieta da monotonia.

5. Já existem opções low carb

Se para você o problema está na quantidade de carboidratos, saiba que os pães proteicos estão ganhando força. “É uma ótima opção para matar a vontade de comer um pãozinho. Para garantir o baixo teor de carbo, verifique o tipo de farinha nos ingredientes. Geralmente são utilizadas a de amêndoa, farinha de coco, de grão-de-bico…”, comenta Bruna. Opções: Pão Proteico em pó, da Proteofit, R$ 21,95; Pão proteico, da Fit Food, R$ 27,90; Mistura proteica para pão low carb, da Pura Vida, R$ 39,97.

Conteúdo Boa Forma

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Como e por que os brasileiros fazem dieta

A relevância das orientações de médicos e nutricionistas foi praticamente unanimidade em uma pesquisa recente da Associação Brasileira de Nutrologia — 95% dos participantes as acham fundamentais. Mesmo assim, 77% dos 503 entrevistados afirmaram que já iniciaram alguma dieta por conta própria: amigos (3,1%), sites (3,1%), livros (1,7%) e influenciadores digitais (1,5%) estão entre as fontes de informações mais citadas.

Como foi feita a pesquisa? Entre agosto e setembro deste ano, médicos enviaram questionários a seus pacientes. Foram contemplados voluntários de dez estados: Amazonas, Bahia, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo, Sergipe, Ceará e Distrito Federal.

Pois bem, 76% dos respondentes declararam ter entrado em uma dieta nos últimos 12 meses, sendo que 21,6% estão pelo menos na quarta tentativa ao longo desse período. Detalhe: 40,6% não incluíram a prática de atividade física na. Uma pena.

Cetogênica e low carb (30%), detox (19,1%), Dukan (15,7%), hiperproteica (13,3%) e sem glúten (12,9%) lideram o ranking dos cardápios da moda escolhidos pelos participantes. O objetivo? A maioria (70%) buscava emagrecer. Mas 45% queriam melhorar a qualidade de vida, 43% decidiram se alimentar bem e 18% desejavam turbinar o condicionamento físico. Atenção: era possível escolher mais de uma alternativa em ambas as questões.

Esmiuçando a lista de restrições, 65% cortaram os doces, embora 28% tenham voltado a se alimentar como antes justamente por não aguentarem ficar muito tempo longe das guloseimas. Abolir frituras do cardápio (61,8%), diminuir as porções (48,3%) e o número de refeições ao longo do dia (24,2%) e cortar o sal(18,6%) e carboidratos (3,2%) também se destacaram nesse sentido.

Chocolates e companhia à parte, a dificuldade para emagrecer (45,3%) e a falta de tempo para preparar as refeições (40,5%) foram considerados entraves extras para a motivação do grupo em questão. Vamos combinar que essas são reclamações corriqueiras por aí, não é mesmo?

Claro que, como nem todos os estados foram contemplados — e só pacientes de alguns médicos foram ouvidos —, não dá pra cravar que esses resultados seriam iguais na população como um todo. Ainda assim, o levantamento indica como a busca pela alimentação saudável é comum (e complexa).

Conteúdo Saúde Abril