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O açúcar de coco

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Muitos adoçantes, principalmente os químicos, contêm substâncias extremamente prejudiciais à saúde, que podem até provocar câncer na bexiga. Uma ótima e natural alternativa para esse problema é o novato açúcar de coco. Ele promete adoçar tudo, com gosto semelhante ao açúcar mascavo, porém muito mais benéfico.

Reprodução Mais Equilíbrio

Proveniente da seiva de flores em botão do coqueiro, esse açúcar inovador tem índice glicêmico de 35%, segundo estudo realizado pelo Instituto Filipino de Pesquisas Nutricionais e Alimentares – para efeitos de comparação, considere que o mel possui esse índice em 55% e o açúcar refinado em 68%.

Esse número inferior significa que o açúcar de coco é absorvido pelo corpo de forma mais lenta, provocando menos picos de insulina e, por isso, é mais indicado para pessoas portadoras de diabetes. Além disso, como não excede a capacidade de processamento feito pela insulina, não fica armazenado nas gordurinhas, ao contrário da maioria dos alimentos refinados.

Além de ser ótimo substituto para os adoçantes sintéticos, o açúcar proveniente do coco possui vitaminas do complexo B, potássio, magnésio, ferro e zinco. Essas substâncias melhoram o funcionamento do fígado, circulação sanguínea e tecidos, além de prevenir envelhecimento e diabetes, aumentar a disposição, a imunidade e a cicatrização.

Qual a dosagem indicada?

Como utilizá-lo? Exatamente como o açúcar refinado comum! O açúcar de coco pode servir para adoçar alimentos e bebidas – como sucos, chás, iogurtes, etc. – na mesma medida que o açúcar branco. Ele também pode ser aquecido e utilizado em receitas assadas, como bolos, pudins e doces, da mesma forma que o tradicional.

Mas não acredite que todas essas vantagens podem encobrir os males do excesso. Assim como o açúcar refinado e os adoçantes, o consumo deve ser moderado e associado a uma alimentação balanceada.

Compare cebolinha, alho-poró e salsa

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O trio guarda semelhanças que vão além do visual e da utilidade na cozinha. “Esses alimentos possuem magnésio e potássio, importantes para a saúde do coração“, diz a nutricionista Marina Pioltine, da capital paulista. Mas não vá considerá-los grandes fontes dessas substâncias. “Isso porque tendem a ser utilizados como temperos“, nota a profissional. Ora, é difícil comer 50 gramas desses ingredientes de uma só vez – quantidade que poderia ofertar doses interessantes de nutrientes.

De qualquer forma, Marina acredita que o consumo de salsa, cebolinha e alho-poró precisa ser incentivado entre os brasileiros. “Todas as necessidades nutricionais são atingidas quando se tem uma alimentação variada”, ensina. E ressalta que o trio deveria visitar especialmente a mesa de quem tem hipertensão ou se preocupa com ela. “Falamos de temperos que são bons substitutos do sal“, garante. Ou seja, enriquecem o paladar sem cobrar um preço à saúde.

Energia

Cebolinha – 10 cal
Alho-poró – 16 cal
Salsa – 16,5 cal

Carboidratos

Cebolinha – 1,7 g
Salsa – 2,8 g
Alho-poró – 3,4 g

Fibras

Cebolinha – 1,8 g
Alho-poró – 1,2 g
Salsa – 0,9 g

Magnésio

Cebolinha – 12,5 mg
Salsa – 10,5 mg
Alho-poró – 5,5 mg

Potássio

Salsa – 355 mg
Alho-poró – 112 mg
Cebolinha – 103 mg

Vitamina C

Salsa – 25,8 mg
Cebolinha – 15,9 mg
Alho-poró – 7 mg

(Os valores se referem a 50 gramas do alimento)

Placar Saúde

Cebolinha 4 x Alho-poró 0 x Salsa 2


Fonte: tabela brasileira de composição de alimentos (TACO/UNICAMP)

Alimentos que podem substituir o feijão

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O feijão é um dos principais alimentos consumidos pelos brasileiros. Não é a toa, ele é rico em nutrientes essenciais, como vitaminas ( a maior parte de complexo B ), ferro, cálcio, zinco, magnésio, que estão presentes em quantidades que podem substituir os produtos animais, de acordo com a nutricionista Andréa Marim, especialista em nutrição clínica.

Além disso, a mistura arroz com feijão traz uma combinação que une todos os aminoácidos essenciais, ou seja, aqueles que não produzimos em nosso organismo e precisamos obter na alimentação, como lembra a nutróloga Sandra Lúcia Fernandes, da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN).

Apesar de ser um alimento muito popular no Brasil e conter muitos nutrientes, é bem verdade que o preço do feijão não está dos mais convidativos. Por isso, selecionamos uma lista de alimentos com alto potencial nutricional para que você tenha outras opções para levar para a casa sem descuidar da saúde.

Alimentos parecidos com o feijão

As leguminosas estão entre as opções de alimentos que podem substituir o feijão. O grão-de-bico é um alimento rico em fibras, triptofano, substância que aumenta a produção de serotonina. Além disso, assim como o feijão o grão-de-bico é rico em ferro.

A lentilha também é uma boa escolha para substituir o feijão entre as leguminosas. ela é composta por carboidratos complexos, fibras, cálcio, ácido fólico, vitamina B6, magnésio, ferro, e triptofano.

No entanto, a nutróloga Sandra Fernandes lembra que misturar essas outras leguminosas com arroz não traz um casamento proteico tão completo como o feijão, mas a substituição ainda é válida.

Alimento com os nutrientes do feijão

Além das leguminosas, existem outras opções de alimentos que podem se assemelhar ao feijão em relação aos nutrientes.

Ferro

O ferro é um dos nutrientes carro-chefe do feijão, e pode ser encontrado em alguns alimentos estratégicos: “gema de ovo, cereais, lentilha, espinafre, carnes, peixes e vegetais verdes”, lista lembra a nutricionista funcional Regina Moraes Teixeira, especialista em reeducação alimentar.

O ferro é muito importante para a formação da hemoglobina, substância que dá a coloração avermelhada às hemácias e ajuda no transporte de células e oxigênio por todo o corpo, fazendo com que todo o organismo funcione corretamente. Sua ausência é a principal causa de anemia.

Proteínas vegetais

As proteínas vegetais não são encontradas apenas na mistura arroz com feijão. A soja e seus derivados, as oleaginosas (como amendoim, gergelim e castanhas), cereais integrais (como quinoa e aveia), vegetais (como brócolis, vegetais verde escuros, abacate, coco, batata), algas e cogumelos são alguns exemplos de alimentos que contém proteínas.

“Os cogumelos possuem quantidade de proteína e nutrientes que podem ser comparadas às da carne e do leite”, ressalta a nutricionista Andréa. Já algumas algas podem ter o dobro de proteínas do que alguns cortes de carne, como a alga nori.

Essas proteínas são importantes para a formação do organismo, já que servem como matéria prima para a construção de todas as estruturas do corpo.

Fibras

Alimentos de origem vegetal são ricos em fibras. “Frutas com bagaço, verduras, legumes, farinhas (como a de linhaça, banana verde, etc), chia, quinoa são os principais exemplos”, enumera Regina Teixeira.

As fibras ajudam a melhorar o trânsito intestinal e também desaceleram a digestão do açúcar e do colesterol nos alimentos, ajudando na prevenção de doenças como o diabetes e colesterol alto. Além disso, elas ajudam a ter mais saciedade.

Zinco

Existem diversos alimentos que contém tanto ou mais zinco do que o feijão: ostras, camarão, carne de vaca, frango e de peixe, fígado são alguns deles. Para quem prefere itens vegetais, o gérmen de trigo, grãos integrais, castanhas, cereais, legumes e tubérculos também contém boas quantidades do mineral.

O zinco atua em diversas frentes no corpo humano: “ele colabora para produção dos cabelos e também na defesa do corpo, já que os leucócitos precisam deste mineral”, explica a nutróloga Sandra. 

Magnésio

O magnésio está presente em diversos alimentos, como castanhas, semente de linhaça, banana, abacate, figo seco, milho, grãos integrais, cacau, soja e alcachofra. Mas de acordo com a nutricionista Regina, os mais ricos nesse nutriente e que chegam a superar o feijão são as sementes de abóbora e girassol e as frutas secas.

O magnésio é um nutriente importante para a contração e relaxamento muscular, produção e transporte de energia e produção de proteínas.

Ácido fólico (vitamina B9)
O ácido fólico está presente em diversos alimentos de origem animal e vegetal. Os destaques são as verduras verde escuras, como o espinafre e o brócolis, nozes e a carne do fígado.

A vitamina B9 é muito importante na gravidez, já que previne malformações do tubo neural do feto, principalmente quando consumida no primeiro trimestre. “O ácido fólico também é extremamente importante para formação do DNA e RNA, formação genética que serve como produção de células novas e na formação dos glóbulos vermelhos”, considera Regina.

Batata-doce: hora de provar todas as suas nuances

Conteúdo original Bons Fluídos

Rosada, branca, amarela ou roxa a batata-doce oferece, além de opções de cor, diferentes texturas, sabores e propriedades nutricionais. Tanto que a raiz comumente assada nas fogueiras juninas já se tornou componente top da dieta dos atletas e preocupados em geral com a saúde. É que, apesar do nome, esse alimento adocicado libera energia devagar no sangue. Por isso é considerado um carboidrato com baixo índice glicêmico, o que evita picos de insulina (importante para controlar o apetite e diminuir o risco de diabetes).

Mais? A batata-doce possui elevado teor de fibras, vitaminas (A, C e do complexo B, parceiro do bom humor) e minerais (ferro, potássio, magnésio). Conversamos com as nutricionistas Mariana Bechelli, do Le Manjue Organique, e Fernanda Scheer, de São Paulo, para você identificar as variações do ingrediente e levá-lo mais vezes à mesa. Só não exagere: a batata-doce contém um inibidor da digestão que pode levar ao desconforto intestinal.

BATATA-DOCE ROSADA

De película rosa e polpa creme, possui características semelhantes às variedades roxa e amarela. Todas têm, em média, 77 calorias por 100 g do alimento cozido (a mesma porção de batata inglesa tem 56 calorias).

BATATA-DOCE BRANCA

É a mais seca. Como preparar? “Qualquer batata-doce, mostram estudos, tem melhor controle do índice glicêmico quando cozida. Depois grelhe levemente e coloque azeite ou mel”, sugere Fernanda Scheer.

BATATA INGLESA

A mais popular entre as batatas vai bem com uma infinita gama de receitas. Na comparação com a batata-doce, no entanto, esse tubérculo perde em teor de fibras e vitaminas e por possuir alto índice glicêmico – desaconselhável para diabéticos.

BATATA YACON

Melhor opção para quem quer controlar a glicemia, pois é rica em inulina, uma fibra alimentar que não é facilmente quebrada no organismo, baixando o índice glicêmico do alimento. É indicada para quem tem diabetes e também auxilia na constipação.

BATATA-DOCE AMARELA OU SALMÃO

“A polpa alaranjada indica que a variedade tem maior quantidade de carotenoides (provitamina A), importante para a visão, ossos e imunidade”, destaca Mariana Bechelli. Seu sabor lembra o da abóbora e da cenoura.

BATATA-DOCE ROXA

O pigmento que dá a cor roxa revela quão rica é em antocianina, antioxidante fundamental na prevenção e retardamento de doenças cardiovasculares, do câncer

e doenças neurodegenerativas. É a de sabor mais doce.

Receita: Chá de Banana

“O chá de banana está sendo consumido como um relaxante natural na hora de dormir e para prevenir a insônia. E devido a proporcionar uma qualidade de sono melhor, ele ajuda a potencializar o emagrecimento. Como? Leia abaixo.

“Em geral pessoas que dormem menos de 5 horas por noite podem ter uma diminuição da sua taxa metabólica basal em até 36%. O que quer dizer que gastam menos calorias quando estão em repouso do que deveria e assim é mais difícil emagrecer mesmo fazendo dieta e exercício.” Citação: TuaSaude

A banana contém magnésio e potássio, minerais que ajudam a melhorar a qualidade do sono. O potássio ajuda a relaxar os músculos e prepara o corpo para adormecer. Uma banana grande tem em média 487 mg de potássio. O magnésio também relaxa os músculos. Os alimentos ricos em magnésio são conhecidos por acalmar. Uma banana grande tem em média 37 mg de magnésio.

Esses dois minerais combatem o impacto negativo do hormônio cortisol sobre as veias e os músculos.

A banana também tem o aminoácido essencial triptofano, esse aminoácido ajuda a elevar os níveis de serotonina, que é um hormônio regulador do sono.”

Receita e texto de Emagrecer Certo

Receita: Hambúguer de Brócolis (vegetariano)

Nós amamos invenções criativas e inovações na cozinha que agregam muuuito valor na nossa vida equilibrada. E quem diria que hoje em dia seria possível degustar um hambúrguer sem qualquer tipo de carne, de vegetal e extremamente saboroso e nutritivo?! Se você tem criança em casa, ou aquele adulto meio sem vergonha mesmo, que faz careta para comer verdinhos, seus problemas acabaram! Esse hambúrguer de brócolis vai salvar suas refeições do mimimi 😉

Ele pode ser servido como acompanhamento a proteína (carnes, frangos e peixes), com uma boa salada ou mesmo ser a estrela do prato, se você for vegetariano. É excelente para a refeição das crianças e uma ótima maneira de inserir alimentos saudáveis de forma criativa.

O Brócolis é uma rica fonte de Vitamina C, fibras alimentares, beta-caroteno e proteína. Além disso é rico em vários minerais tais como o magnésio, cálcio, ferro, zinco e é um alimento com baixo teor calórico: fornece apenas 35 calorias por 100 gramas de sua porção. Convencemos?! Agora vamos ao que interessa:

Hambúguer de Brócolis

Receita compartilhada pelo instaperfil @Bem_estaresaude

Reprodução Instagram
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  • 1 brócolis grande
  • 1 ovo grande
  • ½ cebola
  • 2 colheres de chá de alho picado
  • ⅓ xícara de queijo parmesão ralado
  • ⅓ xícara de farinha de amêndoas (pode ser farinha de aveia)
  • 1 colher de chá de sal
  • ¼ colher de chá de pimenta preta
  • Azeite para pincelar. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

Pique o brócolis em floretes e pique também o caule separadamente. Coloque o brócolis e o caule em um processador de alimentos e pulse algumas vezes até que o brócolis seja totalmente picado. Adicione os ovos, a cebola, o alho, a farinha e o parmesão. Pulse novamente até misturar bem (cerca de 5 segundos de pulsos). Acrescente o sal e a pimenta na mistura.

Molde em forma de hambúrgueres e coloque em uma forma, com uma distância entre um e outro. Pincele com azeite e leve ao forno pré-aquecido. Se a forma não for antiaderente, forre-a com papel manteiga. Asse por 12-15 minutos de cada lado até dourar. Prontinho, é só saborear!

Grão-de-bico: saiba quais são as vantagens de inseri-lo na sua alimentação

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Você é daquelas(es) que não abre mão do trivial arroz com feijão quase todos os dias nas refeições? Ou então não se arrisca a experimentar saladas muito diferentes das já conhecidas folhas verdes? Fique sabendo que o seu corpo perde muito em não desfrutar dos nutrientes de fontes variadas como, por exemplo, o grão de bico. Ele pode ser um excelente substituto para o feijãozinho e compor saladas e acompanhamentos deliciosos no dia-a-dia.

O grão-de-bico é uma leguminosa poderosa quando o assunto é nutrição e bem-estar. Ele atua no combate ao colesterol, na estabilização do açúcar no sangue, além de ser fonte de ferro, magnésio e uma importante fonte de proteína vegetal.

Assim como o feijão, o grão-de-bico é rico em fibras solúveis e insolúveis. Na prática, isso significa que suas propriedades impedem a elevação rápida dos níveis de açúcar após a refeição, sendo um aliado à quem faz controle de diabetes, sofre com resistência à insulina ou hipoglicemia. Essa característica também ajuda na prevenção contra a constipação intestinal, facilitando a digestão dos alimentos, e doenças como síndrome do intestino irritável e diverticulose.

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Seu aporte de ferro proporciona aumento de energia, repõe os índices deficientes combatendo a anemia, e mantém o estoque dessa substância naqueles que não consomem carne vermelha, praticam atividade física regularmente e durante a menstruação.

O grão-de-bico ainda é rico em proteína, fornecendo elevados compostos orgânicos que, quando aliado a cereais, como o arroz, pode ser comparado aos alimentos à base de leite devido a qualidade nutricional. Além de conter também magnésio (contribui com a ação antioxidante), vitaminas do complexo B, cálcio, triptofano (responsável pela produção de serotonina, que promove a sensação de bem-estar e satisfação), potássio (regula pressão arterial) e zinco (cicatrização e fortalecimento do sistema imunológico).