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Dê ‘up’ na queima de gorduras com Desodalina*

Dê ‘up’ na queima de gorduras com Desodalina*

Quando você programa uma estratégia em busca de atingir um objetivo, poder contar com aliados e facilitadores que lhe auxiliam a concluir a meta é de extrema importância, não é mesmo?! Tratando-se de emagrecimento e definição muscular, a Desodalina é um suplemento que deve fazer parte do seu protocolo.

Para quem ainda não conhece, a Desodalina é um termogênico desenvolvido pela Sanibras. A base de substâncias poderosas como a cafeínaquitosanapicolinato de cromovitaminas (C, B3, B5 e B12) e biotina, é um produto que atua no bloqueio da absorção de gordura pelo organismo, além de trabalhar na aceleração do metabolismo e na melhoria do trânsito intestinal.

A sua composição também contém ingredientes naturais funcionais como a polpa de laranja desidratada (fonte de fibras e antioxidantes), psillium (obtido a partir de uma semente vegetal, tem alta capacidade de absorção de água e expansão – o que ajuda na inibição do apetite) e niacina (importante atuante no metabolismo energético celular).

O consumo indicado é de duas a quatro cápsulas diárias, 30 minutos antes da refeição principal, acompanhadas de água abundante. Não é indicado para gestantes, nutrizes (mães que amamentam) e crianças de até 3 (três) anos, exceto sob orientação e acompanhamento médico ou de nutricionista.

Para comprar, visite o site Bom Suplemento, onde você encontra os melhores produtos que podem lhe ajudar a alcançar suas metas, com preço justo e qualidade.

*Publipost: esse é um post encomendado por acordo de permuta

Por que deixar tudo para última hora?

Por Aline Bezerra Abrantes de Alencar, psicóloga
Conteúdo original de Mais Equilíbrio

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As pessoas de um modo geral adiam compromissos, afazeres, os quais se juntam com outros, sentem-se muita vezes envergonhadas por não conseguir cumprir com suas responsabilidades, tornando o adiamento um hábito. O maior motivo do que nós podemos chamar de procrastinação é a falta de motivação, planejamento para realizar as tarefas, fazendo assim com que as pessoas procurem fazer algo que seja mais agradável, o que as deixam satisfeitas rapidamente.

Acaba virando um hábito, porém, é uma atitude individual e isolada. O que ocorre é a total falta de planejamento, necessidade de traçarmos alguns planos em nossa vida profissional, pessoal, amoroso, como por exemplo: fazer faculdade, para ter um crescimento profissional, planejar o casamento, ter filhos e futuramente ter uma aposentadoria que lhe dê condições para sobreviver.

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Esse é o pensamento mais corriqueiro existente na sociedade de um modo geral, preferimos tarefas que nos trarão retorno imediato e deixamos a longo prazo os que não nos agradam momentaneamente. Porém, o planejamento pode vir a atrapalhar tudo se não for bem feito, se não acontecer conforme o esperado, surgindo a frustração, o prejuízo e assim a desmotivação com a culpa.

A maior frustração com essa situação são as pessoas não acreditarem que elas são capazes de realizar as tarefas mais simples que seja, perdem o prazer tornando a vida como uma obrigação e não como algo simples que deve resolver, tendo perda de autoestima, medo, ansiedade, podendo ter problemas mais graves como a depressão.

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Os comportamentos em geral aprendidos ao longo da vida nos tornam quem somos hoje, por isso uma recomendação muito importante para melhorar a sua procrastinação é criar objetivos e metas a serem cumpridas de curto ao longo prazo, compreendendo a importância de cada etapa, fazendo com que a sua ansiedade diminua, tornando os compromissos mais acessíveis e com menos sofrimento de realização nesses comportamentos envolvidos.

Nesse momento, a espontaneidade, faz com que tudo fique mais leve, para enfrentar a situação com mais encorajamento. Viver o hoje nos deixa mais confiantes para enfrentarmos o amanhã, tornando a vida mais equilibrada e concreta.

Cinco passos para sair do sedentarismo e começar a se exercitar

Por Vivian Carrer Elias em Veja Saúde

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O sedentarismo está entre os dez principais fatores de risco que ameaçam a saúde, segundo uma pesquisa sobre a carga global de doenças feita em 2010. Outro extenso estudo, feito na Austrália e publicado em 2012, provou que o sedentarismo não só provoca doenças, como encurta a vida. A pesquisa avaliou mais de 200 000 pessoas acima de 45 anos e descobriu que as mais sedentárias tinham duas vezes maiores chances de morrer em um período de três anos do que os sedentários que se exercitavam mais.

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Os potenciais prejuízos do sedentarismo e os efeitos benéficos da prática de atividade física são bons motivos para começar a se exercitar. Mas é comum que pessoas desacostumadas à prática de exercícios se sintam desmotivadas pouco depois de iniciar alguma atividade – e voltem para o sofá.

Em muitos casos, isso acontece por um mau planejamento. São armadilhas comuns escolher uma modalidade com a qual não se identifique, não adaptar os horários dos exercícios à rotina ou traçar metas impossíveis de serem alcançadas. Conheça as melhores estratégias para sair do sedentarismo de vez.

Cinco passos para sair do sedentarismo

1. Avalie o seu físico

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Passar por uma avaliação de flexibilidade, fôlego, força muscular e composição corporal é importante para medir o progresso que virá com a prática de exercícios. Esse teste pode ser feito por um profissional de educação física. Já pessoas sedentárias com mais de 40 anos ou que tenham algum fator de risco, como sobrepeso e hipertensão, devem agendar uma consulta com um médico antes de iniciar uma atividade física.

“Há recursos que traçam o perfil do indivíduo e permitem dizer se ele pode fazer exercícios mais intensos ou se deve optar pelos moderados”, diz o fisiologista Turíbio Leite de Barros. Trata-se de testes como o cardiopulmonar, que mede a aptidão cardiorrespiratória, e o ergométrico, que avalia o coração em situação de stress, geralmente com o paciente se movimentando em uma esteira ou bicicleta estacionária.

2. Estabeleça metas realistas

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Ter objetivos ao iniciar uma atividade física é motivador – desde que eles sejam realistas. “Uma pessoa que decidir perder 10 quilos em dois meses dificilmente vai conseguir alcançar a meta e, de certo, vai desistir do compromisso”, diz Renato Dutra. O ideal, segundo o educador físico, é estabelecer objetivos de curto (um a três meses), médio (quatro a seis meses) e longo prazo (um a dois anos). “Metas possíveis para um sedentário são, por exemplo, emagrecer 1 quilo em dois meses ou, em um mês, correr 10 minutos ou subir um lance de escada sem se sentir tão cansado.” Um dos melhores estímulos é enxergar os resultados.

3. Escolha um exercício prazeroso

É comum que corrida e musculação, pela difusão e pela praticidade, sejam as primeiras opções na hora de escolher um exercício. Mas isso não quer dizer que elas sejam prazerosas para todo mundo.

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A regra é experimentar diferentes modalidades até encontrar a mais agradável. “Para sair do sedentarismo, a pessoa deverá buscar um exercício com o qual se identifique”, diz Renato Dutra. “Só assim ela descobrirá que, em vez de musculação, prefere pilates, ou que se sai melhor na dança do que na corrida.” 

4. Comece devagar

Pessoas que não estão acostumadas a se exercitar devem começar uma atividade física aos poucos, com uma intensidade leve e respeitando os limites do corpo. Isso vai ajudar a evitar lesões e diminuirá as chances de o indivíduo se sentir desestimulado com o exercício. Variar as modalidades também é uma medida que ajuda a espantar o desânimo. “Faça, por exemplo, musculação em um dia, um exercício aeróbico no outro e uma aula de alongamento no dia seguinte”, diz o educador físico Renato Dutra.

5. Persista nos novos hábitos

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É normal que uma pessoa decida se exercitar duas vezes por semana, mas, logo no início, um imprevisto a impeça de cumprir esse objetivo. “Ela não pode desanimar por causa disso. Se não deu, deve tentar de novo na outra semana. Para criar um hábito, é preciso investir nele, reforçando determinados comportamentos. Uma pessoa que sempre foi sedentária não pode ser tão exigente consigo mesma”, afirma Dutra.

Reduza o stress e restaure o equilíbrio na vida e no trabalho

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Estresse. Você consegue lidar e conviver com ele até o ponto em que leva a querer criar um exército de zumbis e tentar dominar o mundo. E isso acontece quando é quando ele fica um pouco além.

Para muitos de nós, o estresse é causado pela falta de equilíbrio entre vida social e a profissional. E lidar com ele não é nada óbvio. O que precisamos é um pouco menos de autoflagelação e um pouco mais de autoatendimento.

Podemos sugerir que, falando em produtividade, você é uma pessoa atarefada, cheia de compromissos e/ ou projetos profissionais. Ou você é pai/ mãe. Numa parte de ser atarefado vive o medo persistente de que você não está recebendo o bastante pelo o que faz, mesmo quando você está. E em parte de ser pai ou mãe está a crença sincera de que você já fez o suficiente, mesmo quando você não fez.

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Os atarefados realmente acreditam que se apenas fizerem “um pouco mais”, então tudo vai ficar bem. Claro, fez-se um pouco mais ontem e está tudo bem hoje? Não. Tudo o que você faz é elevar a barreira.

Como lidar com o estresse? Defina metas específicas

Buda diria que, usando esta técnica o suficiente, você estará presente e amará a sua vida no agora.

Primeiramente, se você quiser saber como lidar com o estresse, olhe para seus objetivos. Quais são eles? Há quanto tempo você mantém os mesmos objetivos sem alcançá-los? Existe alguma razão para acreditar que você vai fazer desta vez?

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Se você já mantém os mesmos objetivos por um longo tempo, talvez eles sejam muito grandes. Sim, você deve ter uma GMCA ou ” Grandes Metas Cabeludas Audaciosas.” Mas, se você torná-las muito grandes, muito cabeludas e audaciosas, então elas apenas vão ganhar vida própria e alimentar-se da sua energia e satisfação pessoal.

A razão pela qual seus objetivos são muito grandes pode ser porque você declarou-os como comparativos e não como absolutos. Alguém certa vez perguntou a John D. Rockefeller, “Quanto dinheiro é suficiente?” Sua resposta: “Só um pouco mais.” Isso não é patético? Pare e pense sobre. Ele era o homem mais rico do mundo, poderia fazer qualquer coisa que quisesse, e, basicamente, ainda estava buscando dinheiro.

Em vez de puxar um Rockefeller, definir uma meta específica. “Bastante dinheiro são $ 100 milhões no banco, fora os impostos.” Ainda é uma bela resposta superficial, mas é uma meta superficial específica.

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Dessa forma, você pode medir o progresso e se sentir bem quando a distância entre você e o objetivo estiver diminuindo. Quando você fica ansioso por não conseguir sucesso rápido o suficiente e não sabe como reduzir a ansiedade, apenas defina o alvo do seu objetivo e voilà – num piscar de olhos, estará muito mais perto de atingir.

O Buda recorda que usar esta técnica repetidamente poderá resultar em você reduzir sua meta para o que tem no momento e simplesmente estar presente. Você adoraria a vida que tem, as pessoas que tem, as coisas que tem e seria feliz aqui e agora.

Momento de Autocuidado

Às vezes o problema não está em você ter muito trabalho, mas em você não estar fazendo o suficiente pelo seu bem-estar. O equilíbrio trabalho-vida significa que você tem que gastar algum tempo fazendo, também, coisas da vida: dar um tempo, passear, ficar com os amigos, divertir-se com jogos e cuidar de si mesmo.

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Quando se trata de trabalho, a maioria de nós mantém os compromissos que já estão programados. Mas, quando se trata de vida, nós nem mesmo fazemos nomeações, já com medo de não cumprir e deixar de lado.

Então, comece agora. No início do ano, ou mesmo do mês, agende alguns feriados para passar algum tempo fora. Periodicamente, programe um tempo com os amigos. E, a cada semana, separe algum tempo para fazer algo de bom para si mesmo, o que é autocuidado puro.

Recrute sua criança interior e encontre o equilíbrio entre vida e trabalho

Se para você é difícil seguir com o seu autocuidado, não o faça exatamente por si mesmo. Siga os conselhos do Tim. Ele diz:

“Eu sou ruim em ser bom para mim, mas grande em ser agradável para outras pessoas. Então, nos meus dias de folga, imagino que estou com uma criança pequena (que sou eu mesmo, o pequeno Timmy, minha criança interior) e pergunto o que ela gostaria de fazer. Eu sou mais bonito e mais carinhoso para o pequeno Timmy, porque me preocupo com ele. Enquanto eu poderia poupar em cuidar de mim mesmo, nunca poderia fazer isso com uma criança que eu amo.”

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Quando o estresse sobe à sua cabeça, e o equilíbrio entre trabalho e vida está em jogo, você precisa saber como reduzir a ansiedade. Ela pode estar vindo de seus objetivos. Se seus objetivos estão sempre recuando e nunca podem ser satisfeitos, altere-os para serem mais específicos (e realistas).

Agende primeiro o autocuidado e depois programe o seu trabalho em torno dele. E se autocuidado não é a sua praia, finja que você está cuidando de si mesmo como uma criança. Se você é mais jovem, compre uma bateria ou algo que lhe faça relaxar. Se é mais velho e até agora não faz a coisa certa, comece a praticar.

Fonte Quick and Dirty Tips
Tradução livre de autoria do blog

Saúde Mental: Perfeccionismo, um hábito tóxico

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Perfeccionismo: a linha de chegada que nunca pode ser cruzada. É complicado! Em uma pequena dose pode ser bom, mas, quando aplicado generosamente, é paralisante e autodestrutivo.

Um conceito muito usado no universo psicológico é o de que muitas coisas existem em um espectro (visão imaginária). Na verdade, um toque de perfeccionismo inclui algo chamado de “esforço positivo”. Positivo, aqui, significa esforçar-se por altos, mas não inatingíveis, padrões. Significa, também, o esforço para sentir-se feliz e satisfeito quando esses objetivos forem atingidos.

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Porém, a medida em que avançamos até o espectro de perfeccionismo, atravessamos uma linha irrealista de altos padrões, uma devoção rígida e implacável com as normas e uma crença de que a autoestima está subordinada aos resultados.

Além disso, você sabia que existem três tipos de perfeccionismo? Dois são prejudiciais e um é verdadeiramente tóxico. Vamos dar uma olhada.

Os Tipos de Perfeccionismo

Perfil Perfeccionista 1: O Auto-orientado

Você é seu próprio capataz mais severo. Como o nome indica, o perfeccionismo é focado em você e em seu próprio desempenho. Metaforicamente falando, perfeccionistas auto-orientados colocam seus troféus em posições muito altas e quando, inevitavelmente, deixam de limpá-lo, punem-se com a autocrítica e a culpa.

Perfil Perfeccionista 2: O orientado por terceiros

O que é orientado pelo resultado dos outros. Pessoas que controlam todas as ações em sua vida, especialmente parceiros e filhos, de quem se espera apenas o melhor em todos os momentos. Assim, se o resultado do trabalho dos outros não é perfeito (o que nunca pode ser), a resposta se dá em argumentos de culpa e desconfiança.

Perfil Perfeccionista 3: O socialmente imposto

Este é o tipo mais tóxico. Com este tipo de perfeccionismo nossas ações são interpretadas como constantemente criticadas por um imaginário (o social), uma audiência que tudo vê e que não espera nada além de um desempenho impecável.

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O perfeccionismo socialmente imposto é o tipo mais provável para desencadear em problemas de depressão, ansiedade e raiva. Por quê? Quando percebemos que os outros estão sempre mexendo com as regras do jogo e ainda esperam que a gente marque o gol, esse movimento vai nos engolindo e nos deixando perdidos até chegarmos ao ponto de acreditar que nossos esforços são inúteis e que não podemos fazer nada sobre isso. Em outras palavras, nos tornamos desamparados e sem esperança, duas marcas da depressão.

Mas, então, como saber se você, ou alguém próximo, está lutando com um desses três tipos de perfeccionismo? Identifique os sinais:

Os 8 Sinais de um Perfeccionista

Sinal 1: O pensamento dicotômico

“Pensamento dicotômico” é o termo técnico, mas também significa a forma tudo-ou-nada de pensar, o pensamento em preto-e-branco. Ou seja, trata-se daquelas pessoas que só acreditam em dois extremos: ou algo é perfeito ou é um completo fracasso. Há pouco espaço para o erro no pensamento dicotômico: se você não atingiu um recorde pessoal, pode muito bem rastejar em sentido contrário à linha de chegada e assumir o último lugar.

Sinal 2: Dúvida

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Gente perfeccionista muitas vezes duvida de sua própria performance. Mesmo quando são ovacionados de pé, eles se preocupam se despencaram em algum momento. E as dúvidas não estão limitadas a grandes performances. Perfeccionistas se preocupam se formularam o e-mail da maneira certa, se todos os convidados realmente tiveram um jantar fabuloso ou se aquele era esse o presente de aniversário perfeito.

Sinal 3: Igualar valores e sucesso

Este é autoexplicativo. Quando um perfeccionista não consegue viver de acordo com seus próprios padrões inatingíveis, ele acha que se torna uma pessoa ruim. “Eu sou péssimo nisso, portanto, eu sou péssimo,” é um jargão comum.

Sinal 4: A procrastinação

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Os perfeccionistas legitimamente se preocupam em nunca poder atender às suas próprias regras. Sem qualquer margem de manobra, qualquer tarefa torna-se difícil e desagradável, o que a faz ser colocada de lado e adiada, adiada, adiada…

Sinal 5: Abandonar projetos

Esse está de mãos dadas com a procrastinação. Às vezes, os perfeccionistas preferem abandonar o navio do que enfrentar a possibilidade de ser insuficiente.

Sinal 6: Sobrecarga

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Os perfeccionistas frequentemente se sentem como um animal de circo sob os holofotes. Particularmente para os perfeccionistas sociais, a perspectiva de ter que realizar algo sob padrões imaginados, além da previsão de que os outros podem ficar insatisfeitos, torna a tarefa totalmente esmagadora.

Sinal 7: Corrigir os outros

Perfeccionistas orientados por terceiros, em particular, muitas vezes tentam rever ou melhorar os outros. Quer seja na gramática, nas escolhas de roupas ou no caminho escolhido pelo condutor do carro, os perfeccionistas têm sempre uma maneira melhor.

Sinal 8: Vício em trabalho (Workaholism)

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O vício em trabalho pode ser resumido a um problema de matemática:

Alto envolvimento / Investimento em trabalho + Pouco prazer = Alta Tensão

Esse caso é muito diferente do que aqueles que trabalham duro, mas amam o que fazem, – os chamados “entusiastas de trabalho.” Nesse caso a equação é: alto envolvimento + alto prazer = Baixa Tensão. Um estudo de 1992, sem surpresa, descobriu que os workaholics são muito mais propensos a serem perfeccionistas do que os entusiastas de trabalho.

Desafios e conclusões…

Muitos desafios de saúde mental têm sido associados ao perfeccionismo. Um deles é o da ansiedade social, um quadro onde as pessoas acreditam que os outros irão julgá-los menos se tiverem um desempenho social perfeito.

Outro é o TOC, onde as pessoas precisam das coisas dispostas exata e corretamente para se sentirem 100% bem. O OCPD, um transtorno de personalidade, tem o perfeccionismo como fonte de existência. Mas, a desordem com o elo mais forte no perfeccionismo é a anorexia.

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Por exemplo, um estudo de 2014 pediu a dois grupos de mulheres, um com anorexia e o outro não, para realizar duas tarefas. Na primeira, elas foram convidadas a copiar uma passagem de texto e uma figura geométrica complexa. Elas receberam papel, lápis, uma borracha, uma régua, um transferidor e uma bússola e foi pedido para que trabalhassem tão bem e precisamente possível.

O que aconteceu? Como um todo, o trabalho das anoréxicas foi considerado significativamente melhor do que o grupo saudável, mas também levou muito mais tempo para ser completado. Além disso, ainda no grupo anoréxico, quanto mais tempo cada pessoa demorou, melhor ficou a cópia geométrica, um fenômeno não observado no outro grupo.

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Na segunda tarefa, foi dado um minuto aos dois grupos para classificarem 40 gotas de 8 cores diferentes em garrafas. Após o minuto encerrado, as participantes tiveram a opção, mas sem obrigação, de checar o seu trabalho. No geral, mais anoréxicas escolheram verificar o seu trabalho e passaram muito mais tempo fazendo isso.

Então, o que nos diz? Como um grupo, as anoréxicas apresentaram maior atenção aos detalhes, foram mais minuciosas e produziram resultados mais impressionantes, todos próximos de um passo a perfeição.

Em suma, embora seja sempre bom ter padrões elevados e trabalhar duro, você não tem que ser perfeito.

Referências Teóricas

1. LLOYD, S., Yiend, J., SCHMIDT, U., & TCHANTURIA, K. (2014). Perfeccionismo na anorexia nervosa: evidências baseadas no desempenho Novel. PLoS ONE, 9, 1-7.
2. SHAFRAN, R. & MANSELL, W. (2001). Perfeccionismo e psicopatologia: Uma revisão de pesquisas e tratamento. Psicologia Clínica Review, 21, 879-906.
3. SPENCE & ROBBINS. (1992). Workaholism: Definição, medição, e os resultados preliminares. Journal of Personality Assessment, 58, 160-178.

Fonte Quick and Dirty Tips.
Tradução livre de autoria do blog.