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O que a crise tem a ver com a sua saúde

Conteúdo original M de Mulher

Alta do dólar, inflação, desemprego… Eis o que mais se vê e ouve no noticiário. E olha que as projeções dos economistas não são nada animadoras. A crise econômica também respinga na saúde por influenciar algumas escolhas no cotidiano. O corte no orçamento pode significar um menor consumo de alimentos nutritivos, sabidamente mais caros.

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Foi o que aconteceu na Itália, onde o Instituto Neurológico Mediterrâneo Neuromed flagrou, entre 2007 e 2010, uma queda de 13% na ingestão da dieta mediterrânea, protagonizada por peixe, azeite e vegetais e eleita uma das mais equilibradas. Para evitar que o cenário se repita por aqui, o conselho é planejar melhor as contas: dá pra cortar muita coisa antes de abdicar da qualidade das refeições.

Os experts ressaltam que a maneira como os tempos de vaca magra mexem com o bem-estar varia de pessoa para pessoa – sim, a carga genética faz diferença. “Ainda é possível notar que, enquanto alguns indivíduos sofrem, outros enxergam na crise oportunidades para crescer”, reflete o psiquiatra Mario Francisco Juruena, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP. Aliás, essa é uma bela filosofia a seguir enquanto a economia não melhora.

Manual de sobrevivência

Medidas para garantir disposição física e mental durante a crise

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Descanse das telas

Celulares, tablets e afins emitem uma luz que dificulta o início do sono. Maneire à noite e nada de levá-los para a cama.

Limpeza para dormir em paz

Atenção se você pensa em cortar a faxina. Quem é alérgico sofre com o pó, e o nariz entupido acaba com o repouso.

Não desconte no copo

Nem pense em abrandar o estresse ou induzir o sono à base de álcool. A bebida só piora a qualidade das noites.

Por uma ceia mais leve

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Há quem economize deixando pra jantar em casa. Só um cuidado: mandar uma pratada altas horas estorva o sono e gera refluxo.

Leia para desligar

Mas faça isso fora do quarto – assim como ver TV ou escutar música. Desconectar das tarefas é o caminho rumo aos sonhos.

Não deixe de suar

É preciso empenho, mas vale a pena. Exercícios melhoram até o sono. Se a academia está cara, troque pelo parque.

Que tal um curso gratuito?

Essa é uma boa hora para se atualizar e se diferenciar no mercado. As aulas ainda afastam ideias negativas.

Socialize

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Os temores da crise são mais facilmente superados quando compartilhados. Reúna-se com amigos e familiares sempre que possível.

Ohmmmm

Meditação e outras técnicas de relaxamento ajudam a digerir o cenário atual, filtrando a sensação exagerada de pânico que pode nos cercar.

Economia doméstica

Viver muito apertado estressa. Cheque as despesas para ver se não há itens cortáveis. Só não abdique da saúde.

Não deixe de se tratar

Priorize ao máximo o dinheiro gasto para se livrar de doenças ou controlá-las. Lembre-se: isso é um investimento.

Tente se divertir

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Dá pra se entreter mesmo com o orçamento curto (ler um livro, desenhar). A vida não é feita apenas de obrigações.

Investimento vegetal

Verduras, legumes e frutas até ficam mais caros, mas têm de aparecer no cardápio. Seus nutrientes blindam o organismo.

Nada de desperdício

Cascas, talos e sementes guardam vitaminas e podem compor deliciosas receitas. Tudo pelo custo/benefício.

Olho na pressão

Como o estresse impacta no peito, uma boa ideia é medir de vez em quando a pressão arterial. Se ela estiver alta, procure um médico.

Setembro é o mês da conscientização da dor crônica, desconhecimento é o maior inimigo

Escrito por: Dr. Charles Amaral de Oliveira / Dr. Fabrício Dias Assis
Em Revista Suplementação

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Setembro é o mês da Conscientização da Dor Crônica, causada pelo aumento da longevidade, longas jornadas de trabalho e estresse da vida cotidiana. São chamadas de dores crônicas as de duração prolongada, que podem se estender de meses a anos. A dor crônica é considerada uma verdadeira epidemia no mundo, acarretando prejuízos não só físicos, como também sociais e psicológicos e tem sido combatida com a ajuda da tecnologia em procedimentos cada vez mais eficazes.

A chamada Medicina Intervencionista da Dor desenvolve técnicas para combater este mal da forma menos invasiva possível fazendo uso da mais avançada tecnologia agregada a um conhecimento médico altamente especializado. “O tratamento geralmente é feito com a utilização de agulhas.

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“Bloqueamos alvos específicos na coluna, no músculo, em nervos ou tendões, com o objetivo de fazer um diagnóstico mais preciso da dor e também tratar uma diversidade de condições dolorosas. Esses bloqueios podem ser realizados com radiofreqüência, bloqueios neurolíticos ou com anestésico local. Também fazemos com Botox, células-tronco e com fatores de crescimento, para regenerar os tecidos””, explica o Dr. Fabrício Dias Assis, pioneiro na área no Brasil e presidente da Sociedade Brasileira de Médicos Intervencionistas em Dor.

Muitas vezes, o diagnóstico da dor é o maior desafio tanto para pacientes quanto para médicos, já que em busca de alívio, as pessoas costumam buscar todo e qualquer tipo de tratamento. Pesquisas indicam que os pacientes se consultam com oito médicos diferentes, em média, antes de chegarem a uma clínica especializada em dor.

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“As dores tiram a pessoa da rotina do dia a dia e isso tem uma série de consequências. Por isso, é importante descobrir as causas da dor crônica e estabelecer um tratamento que a alivie. “Geralmente conseguimos reduzir muito a dor, quando não bani-la. As pessoas não podem desistir nunca de procurar uma solução porque há um aumento enorme de oportunidades e novas tecnologias para combater a dor””, comenta Dr. Charles Amaral de Oliveira, anestesiologista e médico intervencionista da dor.

Como construir (ou desistir de) um hábito

Fonte: Quick and Dirty Tips
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radução livre de autoria do blog

Quando o ano começa todos somos tomados pelo otimismo e pela força de vontade. Nos decidimos a fazer tudo que não fizemos, entrar em forma, emagrecer, terminar ou iniciar um relacionamento, trocar de emprego… Mas, semanas depois, começamos a perceber que é mais fácil falar sobra a mudança do que realizá-las.

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Pensando nisso, listamos cinco passos para te ajudar a começar a construir o caminho para conquistar aquilo que deseja (e descobrir se realmente deseja):

Passo #1: Questione com sinceridade

Certifique-se que é algo que você realmente quer. Pergunte-se: Por que estou fazendo isso? Se a resposta começa com um algo como: “Bem, provavelmente seria bom se eu …”, ou “eu deveria talvez …”, pode ser a hora de repensar.

Além disso, para quem você está fazendo? Se ninguém pudesse vê-lo e lhe fosse garantido não receber qualquer tipo reconhecimento, você ainda faria? Se ao responder sentir-se duvidoso ou extremamente inseguro (de um jeito ruim), considere mudar seu objetivo para um que lhe faça sorrir e brotar borboletas em seu estômago.

Passo # 2: Torne seu objetivo específico

Muitas vezes nossos objetivos são vagos e essas ideias são difíceis de realizar. É hora de concretizar. A meta concreta é aquela que você pode medir ou observar. Assim, “Perder peso” torna-se “Vestirei o tamanho 36” e “Socializar mais” vira “Vou participar de grupos comunitários e manter amizades”, por exemplo.

Passo # 3: Divida a meta em pequenas etapas

Se você se sente ansioso(a), relutante ou intimidado(a) por uma meta a que se propõe a longo prazo, divida-a em pequenas etapas. Você deve aumentar o foco, mas para menos. Não é preciso enxergar toda a floresta, nem mesmo uma árvore. Você deve focar em uma folha ou um galho. Aproximar-se da menor etapa e trabalhar nela permite-lhe esquecer o resto da meta e impede-lhe de sentir-se sobrecarregado.

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Se ainda assim, sentir-se um pouco pressionado ou resistente a cada passo, divida ainda mais. Ninguém precisa saber dos seus métodos, nem tem o direito de lhe cobrar, a não ser você mesmo.

Passo # 4: Torne seu plano insensato

Se não é conveniente e fácil, você não está buscando estabilizar a mudança. Se você tem um objetivo recorrente, vincule-o a algo que você já faz rotineiramente. Isso muitas vezes requer algumas modificações em seu entorno para incluir sugestões ou lembretes. Por exemplo, se o objetivo é lembrar de tomar um medicamento frequentemente esquecido, vincule-o a escovar os dentes de manhã e coloque a embalagem perto de sua escova.

Alterar seu entorno ou rotina para tornar as coisas conveniente pode exigir algum inconveniente substancial no início. Mas uma vez que tudo é automatizado, vinculado, e conveniente, seus hábitos já estabelecidos serão assimilados e impulsionados.

Passo # 5: Parecerá errado e estranho à primeira vista

Nas primeiras vezes que você fizer coisas novas, não será particularmente gratificante. Na primeira aula de pilates, por exemplo, você não saberá qual equipamento usar. A primeira reunião no clube do livro será um pouco estranha. Durante a tentativa de escrever cartões de aniversário, você possivelmente acabará navegando no Facebook. Não importa o que você tente, provavelmente estará ansioso(a). É nesse momento que a imperfeição é incentivada. Por isso, permita-se errar, estragar tudo e fazer mal feito. Basta continuar persistindo, buscando melhorar, para ver o que acontece.

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Vá em frente, comprometa-se com a mudança, reflita sobre os 5 passos e seja vitorioso(a).