Treino power

Anúncios

Receita: Chá de Banana

“O chá de banana está sendo consumido como um relaxante natural na hora de dormir e para prevenir a insônia. E devido a proporcionar uma qualidade de sono melhor, ele ajuda a potencializar o emagrecimento. Como? Leia abaixo.

“Em geral pessoas que dormem menos de 5 horas por noite podem ter uma diminuição da sua taxa metabólica basal em até 36%. O que quer dizer que gastam menos calorias quando estão em repouso do que deveria e assim é mais difícil emagrecer mesmo fazendo dieta e exercício.” Citação: TuaSaude

A banana contém magnésio e potássio, minerais que ajudam a melhorar a qualidade do sono. O potássio ajuda a relaxar os músculos e prepara o corpo para adormecer. Uma banana grande tem em média 487 mg de potássio. O magnésio também relaxa os músculos. Os alimentos ricos em magnésio são conhecidos por acalmar. Uma banana grande tem em média 37 mg de magnésio.

Esses dois minerais combatem o impacto negativo do hormônio cortisol sobre as veias e os músculos.

A banana também tem o aminoácido essencial triptofano, esse aminoácido ajuda a elevar os níveis de serotonina, que é um hormônio regulador do sono.”

Receita e texto de Emagrecer Certo

Dores causadas pela pressa: saiba quais são e como evitá-las

Conteúdo original Minha Vida

Quando nos vemos diante de um evento estressante, como uma mudança de trabalho, uma doença de parente ou uma viagem cansativa, é mais fácil perceber como o corpo sente. Mas fatores que enfrentamos no nosso cotidiano também influenciam.

Vivemos com pressa e esse corre-corre tem um preço. Ficamos tensos para acordar e não perder um compromisso, chegar ao trabalho na hora, entregar o trabalho a tempo e assim por diante. Tudo começa com um pequeno desconforto, depois vem uma dorzinha aqui e outra ali, dia sim e dia não até os sintomas se tornaram constantes e repetitivos.

Como o corpo reage à agitação diária

A pressa aciona o sistema nervoso simpático para que o corpo possa responder aos estímulos mais rapidamente. Para o cérebro, esse é o mesmo mecanismo que acionamos involuntariamente quando estamos em uma situação de perigo, preparando o corpo para fugir ou lutar, liberando cortisol e adrenalina pelas suprarrenais. São elas que aceleram batimentos cardíacos e respiração, aumentam a pressão arterial e contraem os músculos.

Essa é uma reação que deveria ser passageira, mas que acaba se tornando corriqueira pela agitação diária. Essa sobrecarga tem consequências que podem ser passageiras ou se tornarem crônicas se continuarmos com esse mecanismo ativo por muito tempo.

O excesso de hormônios acaba sendo tóxico. O cortisol, por exemplo, faz com que armazenemos triglicérides, gordura que altera a insulina e essa resistência pode levar ao diabetes. Você já viu quantas pessoas têm diabetes no mundo? E quantas vivem apressadamente?

O mecanismo ainda diminui a função dos leucócitos, que são as células de defesa, podendo deixar a porta mais aberta para vírus e bactérias.

As liberações repetidas dos hormônios do estresse inibem a liberação de serotonina, substância que ativa os sentimentos de bem-estar. Outros efeitos podem estar associados como o aumento no risco de derrame, alta incidência de dor de cabeça, insônia, mais sensibilidade à tensão pré-menstrual, diminuição do desejo sexual e até impotência temporária.

Disfunções da tireoide, que podem causar variações de peso, problemas de pele, diminuição do desempenho cognitivo, problemas gastrointestinais e até desatenção, quem já não se pegou mais distraído por conta da pressa, não é mesmo? E com a distração surgem quedas e torções. Os ossos ficam mais fracos e os músculos se tornam mais rígidos. A dor nas costas mais comum, chamada de miofascial, ocorre com frequência em quem vive com a agenda lotada. Ou você nunca esbarrou com alguém que está se queixando de ter um nó muscular em uma área que acumulou tensão?

Se por longo prazo, o cérebro se acostuma a receber esses impulsos e, mesmo que o problema já tenha sido resolvido, a dor persiste, é preciso fazer um tratamento para desacostumar o cérebro da dor.

Mudança de hábitos

Mas você pode mudar esse processo e evitar as dores crônicas e os outros efeitos do corre-corre sobre o organismo. É preciso se conscientizar já nas primeiras reações do corpo.

Se desconfortos, como dores na coluna, na cervical e dor de cabeça, já estão mais frequentes é fundamental mudar hábitos para melhorar a qualidade de vida. Comece adotando medidas simples, mas que podem fazer muita diferença:

  • Diminua a ingestão de alimentos que excitam, como o café e o chocolate

  • Reserve um tempo todo dia para fazer uma atividade prazerosa, sem celular na mão, sem redes sociais conectadas

  • Planeje seu dia com intervalos maiores entre as atividades

  • Se tiver a oportunidade, tire uma soneca de 20 minutos, ou simplesmente relaxe o corpo, no meio do dia.

Viver melhor é viver sem dor!

Suplementos para ganhar músculos, pique e eliminar as gordurinhas

Conteúdo original Boa Forma

vitamin-b-871135_960_720

Não precisa ser malhadora de carteirinha para saber que os suplementos viraram uma mania nas academias, nos blogs e em perfis fitness nas redes sociais e onde mais houver gente praticando atividade física. Mas para consumi-los, sim. Em geral, eles são indicados para quem faz bastante exercício (três ou mais vezes por semana de treino moderado a intenso). Ajudam a ganhar músculos, a aumentar o pique e a fazer a performance render mais, mas não dá para sair tomando por conta própria e muito menos achar que substituem uma refeição completa.

“A vantagem principal desses produtos é a praticidade”, diz a nutricionista esportiva Liane Schwarz Buchman, da clínica Bodyhealth, em São Paulo. “Se você não tem tempo para comer antes ou depois de treinar, eles garantem os nutrientes de que o corpo precisa para ter energia e se recuperar adequadamente.”

São tantas as opções e os benefícios oferecidos que só um nutricionista pode sugerir qual é o melhor suplemento para você, baseado em seu objetivo, seu estilo de vida e exames que mostrem como anda sua saúde. Mas vale saber para que servem e como funcionam e, assim, aproveitar tudo o que eles têm de bom.

BCAA: fôlego extra

Trata-se de um conjunto de três aminoácidos essenciais (isoleucina, leucina e valina), isto é, fundamentais para o funcionamento do organismo, mas que não são fabricados por ele. Por isso precisam ser garantidos por meio da alimentação e dos suplementos. “Esses aminoácidos participam da recuperação e do ganho de músculo, mas também ajudam a diminuir a percepção de esforço, retardando a fadiga, além de contribuir para reduzir a dor muscular no pós-treino e evitar a perda de massa magra”, diz Livia Hasegawa, nutricionista esportiva de São Paulo. Do trio de aminoácidos, a leucina tem ainda o papel de controlar a sensação de fome, e é comum encontrá-la em concentração duas vezes maior do que a isoleucina e a valina na composição de BCAAs.

Como usar: Deve ser consumido meia hora antes e até meia hora depois de treinos intensos ou longos. A dose diária para mulheres varia de 2 a 4 gramas por dia. É vendido em pó, cápsulas e até pastilhas mastigáveis.

Fique esperta: Há casos de alteração no funcionamento do intestino e dores de estômago, mas não são regra.


Proteína: músculos mais volumosos

O whey protein (proteína extraída do soro do leite) é febre entre quem malha pelo papel que tem na reconstrução dos músculos e outros benefícios comprovados, como melhorar a imunidade e aumentar a saciedade. Nem por isso ele pode ser consumido sem orientação. “Para que ocorra o efeito de regeneração da massa muscular, é fundamental que haja estímulo”, avisa Dafne Oliveira, nutricionista esportiva do Instituto de Prevenção Personalizada, em São Paulo. “Se apenas tomar o suplemento e não malhar, não vai funcionar e ainda pode engordar porque a proteína em excesso é estocada como gordura.” Existem diferentes tipos de whey: concentrado, isolado e hidrolisado. O primeiro é a proteína do soro do leite praticamente integral, com a presença de lactose e um pouco de gordura e carboidrato, o que pode dificultar a digestão para algumas pessoas. O segundo tem uma concentração maior de proteína e quase nada de lactose, carboidrato e gordura, depois de passar por um processo de filtragem. Por isso é mais indicado para quem quer controlar o peso. Já o whey hidrolisado passa, ainda, por um processo em que a proteína é quebrada em partículas menores, o que facilita a digestão e a absorção pelo organismo. Essa opção
costuma ser indicada para quem tem intolerância severa à lactose e é bem mais cara do que as demais. Há também suplementos de outras fontes proteicas que não o leite, mas tão eficientes quanto. “Vegetarianos e veganos podem optar pelas proteínas de arroz, soja e ervilha”, diz Livia. A proteína da carne aparece em alguns suplementos, bons para quem é intolerante à lactose e à proteína do leite.

Como usar: O ideal é consumir até meia hora após o exercício, quando o organismo está mais apto a aproveitar os nutrientes. É vendido em pó e pode ser preparado na forma de shake batido com água e frutas e, ainda, usado em receitas, como panquecas e bolos – nesses casos, a absorção é mais lenta por causa da interação com os outros ingredientes. Cada dose de 30 gramas tem, em média, 25 gramas de proteína. Para saber a dose certa para você, faça o cálculo de 0,25 grama de proteína por quilo de peso corporal. Uma mulher de 60 quilos, por exemplo, deve consumir 15 gramas.

Fique esperta: O organismo tem uma capacidade máxima (de 20 a 25 gramas) de absorção de proteína de uma vez.


Creatina: força aumentada

Também é um conjunto de aminoácidos (glicina, arginina e metionina), presente naturalmente na carne vermelha e no peixe, mas em quantidade difícil de ser suprida só por meio da alimentação. A creatina ajuda a reconstruir o ATP, molécula que fornece energia rápida para os músculos e age por pouco tempo. É indicada para melhorar a performance em treinos curtos e rápidos, que demandam explosão, como crossfit, tiros de corrida, musculação com poucas repetições e muita carga e esportes que envolvem velocidade, como tênis e futebol. Em treinos ou provas longas, não é recomendada. “A creatina leva junto moléculas de água para o músculo, aumentando seu volume. Mas pode deixar o corpo mais pesado e prejudicar o desempenho em atividades duradouras”, explica Dafne.

Como usar: Até 3 gramas por dia, antes ou depois do treino. “Consumir junto com uma fonte de carboidrato (fruta, pão ou água de coco) otimiza o efeito da creatina”, observa Dafne.

Fique esperta: Nas mulheres, é comum a creatina levar à retenção hídrica e, com isso, inchaço, sensação de ganho de peso e aparecimento de celulite. A creatina HCL diminui esse efeito, porém é mais difícil de ser encontrada no Brasil – quase todas as marcas de suplementos fabricam a mono-hidratada.


Termogênico: gordura a menos

Estimula o metabolismo, favorecendo a queima da gordura, além de otimizar a contração muscular e o desempenho em atividades de resistência. A cafeína é a substância termogênica mais usada  por quem treina. É encontrada no café, no chá-verde e no guaraná, mas não é inofensiva. Segundo os especialistas, o certo é consumi-la por três meses e fazer uma pausa para avaliar os efeitos. “O uso prolongado pode levar a aumento da pressão arterial, gastrite e ansiedade. Sem falar que o metabolismo tende a criar resistência e o organismo deixar de responder ao produto”, alerta Liane. O mesmo cuidado vale para a laranja-amarga, outra substância termogênica comum nos suplementos.

Como usar: De 50 a 250 miligramas de cafeína entre 20 e 30 minutos antes de atividades aeróbicas e de força. Para a laranja-amarga, a dose segura é de 250 a 500 miligramas por dia.

Fique esperta: Como age no sistema nervoso central e pode elevar a pressão, a cafeína tem que ser usada com muita atenção por pessoas hipertensas, com distúrbios do sono e ansiosas. Quem toma antidepressivo ou ansiolítico não deve consumir. Os termogênicos podem prejudicar a absorção do cálcio.


Carboidrato: pique dobrado

É a principal fonte de combustível para o exercício e deve ser ingerido antes de sessões aeróbicas e de força para melhorar o desempenho e potencializar a queima de gordura, poupando os músculos. Durante provas longas (com mais de uma hora de duração), o carboidrato mantém a reserva de energia. “Logo após o treino, ele repõe o glicogênio muscular e evita picos de fome no restante do dia”, explica Liane. Na forma de suplemento, a maltodextrina e o waxy maize (derivado do milho) são os mais utilizados. A diferença entre eles: com um índice glicêmico mais baixo que o da maltodextrina, o waxy é absorvido mais lentamente. Isso faz com que libere energia de forma mais eficiente durante os treinos longos, sendo o mais indicado para quem malha para perder de peso.

Como usar: As duas versões têm a mesma indicação: de 10 a 20 gramas meia hora antes de treinos curtos e intensos, 30 gramas a cada hora (para sessões com mais de 1 hora) e de 10 a 20 gramas após os treinos puxados, diluído na água ou no suco de fruta.

Fique esperta: Podem acarretar o acúmulo de gordura se não houver um gasto energético proporcional. Diabéticos têm restrição.

Motivos para fazer musculação para o resto de sua vida

Conteúdo original Boa Forma

fitness-1730325_960_720

Os exercícios de resistência — musculação, peso livre, ginástica localizada com carga e ioga, entre outros — são tão importantes para a saúde quanto caminhar, andar de bicicleta e nadar. Surpresa? Apesar de a afirmação acima ter o aval da comunidade científica mundial, a musculação ainda é vítima de ideias preconcebidas. Uma das mais persistentes diz que a prática não é segura. “Pesquisas feitas por universidades de ponta nos Estados Unidos provam que os exercícios com peso bem orientados trazem benefícios para todo mundo, de adolescentes a pessoas com mais de 90 anos”, afirma José Maria Santarem, coordenador do Centro de Estudos em Ciências da Atividade Física (Cecafi), da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Além de ficar com um corpo muito mais bonito, a sua saúde será amplamente recompensada:

1.Você vai ficar mais bonita
São os músculos que dão forma ao nosso corpo, já que a gordura, o outro tecido de preenchimento de que nós dispomos, é disforme. Modelar o corpo é sinônimo de trabalhá-los. As mulheres que exibem um corpão sabem muito bem disso! O bumbum fica redondinho, as coxas roliças, a barriga durinha… O curioso é que eles crescem para se defender de uma agressão, como explica Santarem: “O exercício produz enzimas que destroem as proteínas do próprio músculo. O processo de recuperação, porém, tende a superar o desgaste para evitar futuras privações”. A natureza é generosa: repondo um pouco mais do que foi gasto, faz aumentar o volume daquele tecido.

fitness-1882721_960_720

2. Você vai ficar mais forte
Aumento de tamanho de músculo é igual a aumento de força. Mas não é só isso. Ela não depende apenas do volume, mas da capacidade de o cérebro recrutar o maior número possível de fibras musculares para, por exemplo, você levantar uma mala do chão. As fibras estão lá, nos músculos, mas o sistema nervoso que os comanda pode não convocá-las da melhor maneira. Ao treinar, você estará exercitando não só o corpo mas também seu cérebro, que fica mais eficiente no comando da massa muscular.

3. Você vai ficar com o coração mais saudável
A versão clássica de que apenas as atividades aeróbicas são benéficas para a sua saúde cardíaca foi por água abaixo. A musculação treina o coração para esforços intensos, enquanto a aeróbica o prepara para atividades suaves e prolongadas. Um trabalho científico documentou que quando a pessoa fortalece os músculos, a frequência cardíaca e a pressão arterial sobem menos com o esforço. “Qualquer exercício evita doenças nas coronárias”, conclui Santarem.

fitness-1038438_960_720

4. Você vai ficar mais flexível
Sair do banco de trás de um táxi de duas portas fica mais difícil com o tempo. Aqui também a musculação é uma ótima aliada. Um estudo recente mostrou que há eficiência no treinamento com peso para aumentar também a flexibilidade.

5. Você vai ficar com ossos mais resistentes
A musculação estimula a produção de células ósseas. Não é à toa que ela tem sido utilizada no combate à osteoporose. Atividades de impacto, como corrida e step, também oferecem esse benefício. Os exercícios com peso, se bem orientados, são mais seguros para as articulações.

6. Você vai ficar com uma postura melhor
Ao desenvolver a musculatura, você melhora a postura, já que são os músculos que sustentam os ossos. É por isso que pessoas muito magras ficam curvadas, mesmo sendo jovens. Não é só uma questão estética, mas também de saúde. Uma pesquisa feito nos Estados Unidos esclareceu que o trabalho com peso é a melhor forma de tratamento na maioria dos casos de dores nas costas.

fitness-1038438_960_720

7. Você vai ficar com a autoestima lá em cima
Estar mais bonita, ágil e saudável são fatos que contribuem para elevar a sua autoconfiança e fazer com que você se sinta bem consigo mesma. O melhor de tudo: os benefícios estéticos obtidos são rápidos.

8. Você vai ficar jovem por mais tempo
Aqui a natureza é madrasta: nós perdemos 10% de massa muscular entre os 25 e os 50 anos e 30% entre os 50 e 80 anos. O melhor é tratar de ganhar músculos logo cedo para amenizar o quadro. Estudos feitos com idosos em diversos países mostraram que a perda muscular é bastante amenizada com os exercícios de resistência.

9. Você vai ficar mais magra
O consenso de que qualquer tipo de atividade física — e não apenas a aeróbica — emagrece é recente. “A comunidade científica finalmente reconheceu a importância da musculação na perda de peso”, afirma Santarem. Um importante estudo feito pelo American College of Sports Medicine (a maior associação de profissionais ligados ao fitness) provou que todos os exercícios emagrecem por causa do gasto calórico. A longo prazo, foi levantada a hipótese de que os com peso sejam ainda mais eficientes, pois a taxa metabólica basal aumenta quando ganhamos músculos.

gym-1677220_960_720

10. Você vai ficar livre da celulite
“Celulite é uma questão de muito tecido adiposo e pouco músculo”, garante Wayne Westcott, diretor de pesquisa da Associação Cristã de Moços de Quincy, em Massachusetts (EUA), e responsável por um estudo sobre o tema. O papel dos músculos na guerra contra o problema é a grande novidade. “Se você aumenta a massa muscular, sua pele vai ficar mais lisa sobre ela”, explica Westcott. E, para isso, a receita é trabalhar com carga pesada. Diminuir o tecido adiposo — com exercícios e dieta com menos calorias — não basta. “A redução da gordura não melhora, necessariamente, a aparência da pele. Ela pode ficar flácida e cheia de furinhos, porque há ainda pouca substância para recheá-la”, afirma.

11. Você vai dormir melhor
Estudos revelam que as pessoas que praticam atividade física com frequência, dormem melhor. E, vamos combinar, depois de um longo dia de trabalho e um treino com peso, ficar acordado será um desafio. Afinal, você já gastou boa parte da sua energia.

12. Você vai mandar o stress embora
Você pode treinar por 10 minutos ou 2 horas. O tempo não importa! Com certeza vai se sentir relaxada depois da academia. Isso porque a atividade física estimula a liberação de endorfinas que estão ligadas à sensação de prazer e bem-estar.

Cuidados importantes ao começar a musculação

Conteúdo original Minha Vida

weights-652486_960_720

O ganho de massa muscular é importante nos processos de emagrecimento, na melhora estética, no aumento de imunidade, previne lesões articulares, causa melhoras no humor, melhora de postura, bem como na sensação de disposição ao longo do dia.

O ganho de músculos está relacionado ao processo de envelhecimento, onde ao perdemos menos massa muscular ao longo dos anos, parecemos mais jovens. O excesso de peso está associado à uma diminuição de massa magra (músculos) e aumento da massa de gordura, com esse processo diminuímos o nosso metabolismo.

São inúmeros os fatores que mostram a importância de mantermos e aumentarmos nossa massa muscular. Abaixo estão algumas dicas para você começar seu programa de ganho de massa muscular:

stretching-muscles-579122_960_720

1.Comece seu programa de treinos exercitando todos os grandes grupamentos musculares, o corpo todo, três vezes na semana, com 48 horas de descanso entre os treinos musculares;

2.Faça o aquecimento articular antes dos exercícios musculares, gire os braços, movimente o quadril, assim irá preparar melhor suas articulações para o treino;

3.Deixe os treinos aeróbios para o final do seu treino, assim terá mais energia para realizar os exercícios musculares;

fitness-957115_960_720

4.Faça um diário dos seus treinos, isso ajudará a acompanhar o seu progresso, seus aumentos de carga, e a relatar como está se sentindo em cada treino;

5.Concentre-se na execução correta dos exercícios. É melhor realizar um exercício corretamente que aumentar a carga;

6.Dormir bem é fundamental, nossos hormônios agem no aumento ou diminuição de massa muscular, quando dormimos pouco hormônios catabólicos acabam com nossos músculos;

7.Procure um profissional de educação física para acompanhar seu treinamento, pois para obter melhores resultados você precisa de consistência e aumento regular de intensidade;

exercise-1235019_960_720

8.Obedeça ao descanso estabelecido pelo seu treinador, entre os treinos e as repetições, dar um tempo para o seu organismo é fator importante na reconstrução muscular gerando aumento da massa muscular;

9.A alimentação é fundamental para você conseguir os resultados esperados, melhore sua alimentação, procure um Nutricionista para te acompanhar, e nunca vá treinar em jejum;

10.Não dê moleza para a preguiça, manter a regularidade dos seus treinos é importante, então não perca o foco. Quanto mais regular e persistente treinar mais resultados terá!

Adapte a sua dieta ao horário de treino

Conteúdo original Minha Vida

Quem começa só quer saber de resultados e, quanto mais rápidos eles vierem, melhor. O problema é que, nessa pressa toda, muita gente se esquece de um ponto fundamental nessa história: a importância da dieta para eliminar gordura e tonificar os músculos. O corpo pede nutrientes específicos e em quantidades certas – tanto antes quanto depois do treino.

sport-966991_960_720

“Treinar com o estômago cheio demais ou com falta de carboidratos e proteínas, por exemplo, pode prejudicar o seu desempenho e a própria recuperação do organismo, atrapalhando os resultados desejados”, afirma a nutricionista funcional Camila Borduqui, do Centro de Estética da Clínica Alan Landecker. Para ajustar o cardápio, há alguns cuidados que variam de acordo com o período do dia escolhido para a atividade física.

Treino de manhã, logo ao acordar

Deixe o café da manhã reforçado para depois do treino. Antes do exercício, prefira alimentos ricos em amido: pães, barra de cereal, bolo, biscoito simples e frutas pobres em fibras, como pêssego e melão. “Eles são fontes de carboidratos simples, que tem absorção rápida e energia imediata para o treino, poupando a reserva de proteína que alimenta os músculos”, afirma a nutricionista Graça Albuquerque, especialista em nutrição esportiva.

cereal-898073_960_720
Evite o consumo de opções ricas em açúcar, como mel e doces, ou alimentos com alto índice glicêmico, como melancia e açúcar refinado. “Esses alimentos podem gerar um aumento rápido da glicose no sangue, o que provoca descarga imediata de insulina no sangue e, como consequência, uma possível hipoglicemia ou sensação de fraqueza durante o treino”, diz a nutricionista Camila Borduqui.

Exercício no meio da manhã

Três horas antes de treinar, tome um café da manhã completo, com alimentos fontes de fibras – cereais, pão integral, entre outros. Quando faltar meia hora para a atividade física, faça outra refeição mais leve, mas sem opções integrais dessa vez. “O alimento integral é digerido lentamente, ou seja, não promove um esvaziamento gástrico rápido, o que pode causar desconforto no meio do exercício”, afirma Graça Albuquerque. Além disso, Camila Borduqui conta que as fibras reduzem a absorção de glicose do alimento, diminuindo o fornecimento de energia para o músculo.

weights-820144_960_720

Prática na hora do almoço

Prefira os alimentos de baixo índice glicêmico para manter os níveis de glicose no sangue durante o treino. Biscoitos de água e sal, ameixa, pera, kiwi, pêssego, maçã, banana, oleaginosas e passas são algumas opções recomendadas pelas especialistas. “É melhor deixar o almoço para depois do treino, já que é uma refeição que apresenta uma grande variedade de alimentos e pode sobrecarregar o estômago durante a atividade física”, afirma Camila Borduqui. Depois de almoçar, é preciso esperar de uma a duas horas para fazer exercícios, dependendo do tipo de comida que foi consumida – quanto mais gordura ou difícil de digerir, maior o tempo de repouso.

Treino no final da tarde

 

Antes de se exercitar, consuma carboidratos simples: torradas ou pão branco com geléia, castanhas, suco de frutas natural, ameixa seca, entre outras opções. O consumo de leite e derivados deve ser evitado. “Esses alimentos costumam ser de difícil digestão e podem provocar desconfortos gástricos durante o exercício”, afirma Camila. Também não é recomendável ingerir alimentos fontes de fibras, já que elas possuem um índice glicêmico menor, ou seja, demoram a fornecer energia necessária para o treino.

running-573762_960_720

Exercício à noite

Nada de jantar antes da atividade física. A lógica é a mesma de quem treina na hora do almoço: uma refeição pesada pode sobrecarregar demais o organismo e prejudicar o desempenho. “Em casos de treinamento mais leve, o ideal é consumir uma fruta como maçã, pera, pêssego, maçã ou laranja ou alimentos fonte de energia (principalmente carboidratos), para preservar as reservas de energia e aproveitar o aumento do fluxo sanguíneo no tecido muscular”, afirma Camila Borduqui. Se seu o treino costuma durar mais de uma hora, é melhor aprimorar ainda mais o estoque de energia: faça um sanduíche de pão com queijo branco e peito de peru.

Cuidados durante o treino

Além de muita hidratação, as nutricionistas aconselham repor carboidratos se o treino passar de uma hora. A proporção é de 30 a 60 gramas por hora – um profissional poderá indicar a quantidade ideal ao seu organismo. “Isso é necessário para evitar a fadiga e o cansaço, já que as reservas nos músculos (glicogênio) e a glicose do sangue começam a ficar muito escassas”, justifica Camila Borduqui. Barra de cereais, isotônicos (suplementos à base de maltodextrina), carboidrato em gel dissolvido em água, banana e água de coco são opções práticas que podem ser consumidas durante a atividade física.

Depois do treino, não esqueça!

food-651347_960_720

Independentemente do período do dia escolhido, é preciso reforçar a alimentação após os exercícios. “Os melhores alimentos são os ricos em carboidratos complexos e proteínas, como peixe, carne, frango, ovos, queijo, pão integral e batata doce”, recomenda Graça. Antioxidantes também são importantes, pois bloqueiam a ação dos radicais livres formados durante o exercício. Exemplos: azeite, castanhas, frutas, verduras e legumes.

A ingestão de alimentos deve ser feita logo após o término do treino: entre 30 minutos e duas horas depois. “É importante respeitar essa urgência para garantir uma boa recuperação do organismo, evitando o catabolismo, ou seja, o uso de proteínas do músculo para gerar energia”, explica Camila.