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Música pode contribuir no tratamento contra a hipertensão, diz estudo

Boas novas: a música pode potencializar os efeitos de medicamentos contra a hipertensão arterial, conforme revelou uma pesquisa desenvolvida pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), em parceria com a Faculdade de Juazeiro do Norte, a Faculdade de Medicina do ABC e a Oxford Brookes University (Inglaterra).

O estudo identificou os benefícios da associação em 37 pacientes, os quais foram avaliados durante dois dias. No primeiro, ouviram música durante uma hora, logo após ingerir a medicação. Já no segundo dia, os participantes foram normalmente medicados e usaram fones, porém sem nenhum som. “Nós concluímos que a música intensificou, em curto prazo, os efeitos benéficos do medicamento anti-hipertensivo sobre o coração”, disse Vitor Engrácia Valenti, coordenador do estudo e professor do Departamento de Fonoaudiologia da Unesp.

Para a análise dos efeitos causados pela música foi aplicado o método da variabilidade da frequência cardíaca, preciso e sensível para avaliar as alterações no coração. Nos resultados, observou-se a desaceleração dos batimentos e a redução da pressão arterial.

A partir de estudos realizados em animais, a hipótese dos pesquisadores para os resultados da associação entre o anti-hipertensivo e a música é de que a combinação aumenta a absorção dos remédios pelo organismo. “[A música age sobre] um nervo que estimula o sistema gastrointestinal, causa uma vasodilatação e aumenta a absorção no intestino. Podemos supor que a música acelera a absorção do medicamento pelo intestino”, explicou o coordenador do trabalho.

Além de potencializar o tratamento em pacientes cardíacos ou hipertensos, Valenti acredita que a música pode se tornar um método auxiliar para prevenir o desenvolvimento da doença em pessoas com essa propensão. “A música pode ser associada com o medicamento para melhorar ainda mais a saúde dos pacientes, até preventivamente, quando a pessoa tem risco de desenvolver uma doença cardiorrespiratória”, acrescentou.

As 20 melhores músicas para acordar, segundo o Spotify e a ciência

Conteúdo original BBC

Há canções que são melhores do que outras para levantarmos da cama motivados e com energia. Pelo menos é o que diz a ciência.

E, aparentemente, a melhor delas é Viva la Vida, da banda britânica Coldplay. Esta é a conclusão do psicólogo David Greenberg, da Universidade de Cambridge, após a realização de um estudo em colaboração com a Spotify, a empresa por trás do aplicativo de música digital.

Greenberg afirma que o uso de músicas “adequadas” pode garantir um despertar menos sofrido. “Para a maioria de nós, é uma luta passar do mau humor para um estado de otimismo. Uma música energética como Viva la Vida pode ajudar alguém a obter energia para o resto do dia”.

De acordo com o estudo, os acordes e o ritmo da canção do Coldplay a tornam ideal para despertar. E Greenberg menciona especificamente a terceira e quarta estrofe da canção, dizendo que os trechos têm influência especial sobre o comportamento de quem ouve.

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O psicólogo preparou uma lista de 20 músicas que supostamente têm os ingredientes necessários para que comecemos o dia de bom humor. E o repertório inclui faixas para lá de variadas. De bandas indie como o grupo canadense Arcade Fire a Lovely Day, canção de Bill Withers de 1977.

Todas têm letras em inglês, com palavras positivas, e são em andamentos mais rápidos, de 100 a 130 batidas por minuto, além de seguirem arranjos comcrescendo (que aumenta pouco a pouco), o qual produz, segundo Greenberg, um efeito motivador.

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“A música não serve apenas para entreter, é algo que adentra nossa psiquê e nosso cérebro. Quanto mais estudamos a música, mais descobrimos o papel que teve no jogo evolutivo, em termos de comunicação e interação social”, explica.

Veja a lista das 20 canções

1. Coldplay – Viva La Vida
2. St. Lucia – Elevate
3. Macklemore & Ryan Lewis – Downtown
4. Bill Withers – Lovely Day
5. Avicii – Wake Me Up
6. Pentatonix – Can’t Sleep Love
7. Demi Lovato – Confident
8. Arcade Fire – Wake Up
9. Hailee Steinfeld – Love Myself
10. Sam Smith – Money On My Mind

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11. Esperanza Spalding – I Can’t Help It
12. John Newman – Come and Get It
13. Felix Jaehn – Ain’t Nobody (Loves Me Better)
14. Mark Ronson – Feel Right
15. Clean Bandit – Rather Be
16. Katrina & The Waves – Walking on Sunshine
17. Imagine Dragons – On Top of the World
18. MisterWives – Reflections
19. Carly Rae Jepsen – Warm Blood
20. iLoveMemphis – Hit The Quan

Preferências musicais podem estar ligadas ao nosso modo de pensar, diz estudo

Conteúdo original de Minha Vida

Você já parou para pensar por que nós temos gostos musicais específicos ou por que você gosta de um gênero de música e de outro não? Pouco se conhece sobre os fatores que podem influenciar em nossos gostos, mas o fato é que demora apenas alguns segundos para sabermos quando queremos ouvir uma música ou quando preferimos pular para a próxima faixa. Estudiosos da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, resolveram investigar mais a fundo este assunto e fizeram uma descoberta bastante inusitada sobre as músicas que escutamos.

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De acordo com o estudo, publicado no site revista científica PLOS One no mês de julho, as nossas preferências musicais estão diretamente relacionadas à nossa personalidade e ao nosso modo de pensar. Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores reuniram dados de aproximadamente 4 mil pessoas, que foram recrutadas por meio de redes sociais.

Na primeira fase, elas responderam a um questionário elaborado para que os cientistas entendessem como pensavam e reagiam cada um dos participantes, na segunda, elas escutaram 50 músicas de 26 gêneros e subgêneros musicais diferentes, e na terceira, avaliaram cada uma delas. Em seguida, os pesquisadores analisaram as informações coletadas e descobriram que existe uma forte relação entre o perfil psicológico traçado por meio do questionário com as avaliações individuais dadas às músicas.

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Se uma pessoa tem o chamado “cérebro empático”, que diz respeito à habilidade de reconhecer e reagir aos pensamentos e sentimentos dos outros, ela tenderá a preferir gêneros como R&B, soul e country. Já se ela tiver aquele que chamamos de “cérebro sistemático”, ligado à capacidade de entender regras e sistemas, ela preferirá heavy metal, punk, entre outros estilos parecidos.

Os pesquisadores também descobriram que pessoas mais empáticas tendem a preferir músicas mais calmas, com letras tristes e melancólicas ou até mesmo mais poéticas. Já quem é mais sistemático costuma preferir gêneros mais animados e intensos, com letras fortes e mais divertidas.

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Os estudiosos ainda acreditam que essa pesquisa poderá ter reflexos até mesmo na indústria da música. Segundo David Greenberg, principal autor do estudo, grandes serviços de streaming musical, como Spotify e Apple Music, investem muito dinheiro para descobrir novas e diferentes formas de saber que músicas seus usuários gostariam de ouvir. “Com estudos como este em mãos, pelos quais é possível traçar a forma de pensar das pessoas, identificar possíveis gostos musicais será muito mais fácil e prático”, disse em entrevista coletiva.

Uma nova experiência musical com Tiago Iorc

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Quem tem o hábito de ouvir música, muitas vezes, se pega curtindo os hits da rádio ou mesmo se repetindo com seus artistas preferidos em playlists. E isso acontece de um jeito tão natural, que a gente nem percebe. O lado negativo é deixar de conhecer novas músicas e talentos que correm mais por fora do circuito popular, como é o caso do músico que indicamos hoje, Tiago Iorc.

Se você acompanha a novela das 18h, Sete Vidas, ou pelo menos já prestou atenção na trilha de abertura, já conhece o Tiago Iorc. A versão de “What a Wonderful World” é interpretada por ele.

Uma outra ligação do Iorc com a novela Sete Vidas é a fofa da atriz Isabelle Drummond, a personagem Júlia, que é nada mais do que a namorada do cantor.

E parece que embalar novelas globais é sina desse rapaz. Ele também integrou o setlist das novelas Duas Caras, com “Scared” e Viver a Vida, com “My Girl”…

… além de A favorita, com “Blame”, a Vida da Gente, com “Gave Me a Name” e várias temporadas com sucessos na série juvenil Malhação, entre 2007 e 2011.

Deixando-se levar pela voz macia e estilo descolado, a gente até esquece que o Tiago Iorc é brasileiro. Sim, ele é um artista nacional e faz parte da nova geração de MPB. A intimidade com o inglês vem da experiência de ter passado boa parte da infância na Inglaterra.

Mas, ele também canta e compõe em português. Uma das suas músicas mais famosas é “Dia Especial”. Você já deve conhecer, ouça:

Outro hit que tem sido muito comentado é “Música Inédita”, que conta com a participação de Maria Gadú:

Apesar de não tocar nas rádios e nem ser conhecido do grande público, Iorc é um artista bem conhecido e admirado na internet. Vários dos seus vídeos têm mais de um milhão de visualizações. Dá uma olhada nessa versão da clássica “Na rua, na chuva, na fazenda”, com a, também bombada na internet, Clarice Falcão:

“Forasteiro” é uma das músicas que mais destacou o cantor na MPB, recebendo, inclusive uma indicação de destaque nos comerciais da MTV:

E então? Curtiu? Ele anunciou recentemente o lançamento do seu novo disco, todo em português, Troco Likes. “Coisa linda” é o hit de divulgação:

Se você gostou, esse é um bom momento para começar a acompanhar o moço. Disco novo, músicas novas e um universo de possibilidades e sensações para mudar sua rotina.

Grande, azul e bonito: Florence and The Machine lança novo disco

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Um dos lançamentos mais esperados do universo musical acaba de sair do forno. É o álbum How Big, How Blue, How Beautiful, da banda inglesa Florence and The Machine. E se você gosta de música boa, de qualidade, não pode deixar de conhecer.

Florence and The Machine é uma banda bastante conhecida e, inclusive, já passou pelo Brasil durante o Summer Soul Festival, em 2012. Com um estilo próprio, que circula entre o folk e indie, comandado pela voz paralisante da vocalista Florence Welch, eles emplacaram músicas em séries americanas, como Game of Thrones e Smash, produziram remixes com DJs famosos, e estão dominando o topo das paradas com seu último álbum.

How Big, How Blue, How Beautiful (Que grande, que azul, que bonito) traz 17 faixas consistentes em sentimento, ritmo e harmonia. Há opções para refletir, curtir e dançar, o que faz desse trabalho uma excelente alternativa para embalar várias situações do seu dia-a-dia.

O abre-alas “Ship to Wreck”, vem com uma mensagem densa, triste e reflexiva, mas ao mesmo tempo em ritmo contagiante, e, quem sabe, com um quê das batidas do R.E.M., que nos despertam aquela vontade de mexer o corpo e cantar junto.

A faixa que dá nome ao disco fala de uma espécie de fusão entre dois mundos e desencontros, retratando fortemente a marca de Florence and The Machine.

Já “St. Jude” (São Judas Tadeu) revela uma conversa com o padroeiro, uma espécie de diálogo em busca de respostas, de um sentido para a vida e de uma espera por revelações.

Para quem ainda não conhece o trabalho da banda, a Florence sempre interpreta e escreve algumas composições místicas, que relacionam os seus sentimentos à uma força maior, como no caso de “Seven Devils” e “Shake it out”.

E tem romance! O amor e suas armadilhas são retratados na canção “Long & Lost”, que, apesar de meio triste e lamentosa, é bem bonitinha.

“Caught” (Preso) é a balada do disco e fala sobre a dificuldade em se desprender das amarras de um relacionamento intenso. Na nossa humilde opinião, é uma das melhores, com a melhor letra, mais desenvolta, pouco repetitiva e profunda.

A pegada mais eletrônica e animada fica por conta de “Hiding” (Escondendo), que até lembra um pouco do mix da também banda inglesa La Roux. Ouça AQUI, é a segunda faixa da lista.

Não à toa que How Big, How Blue, How Beautiful, recém-lançado, se mantém firme e forte no top music e vem chamando cada vez mais atenção de ouvidos seletivos por aí. Se você gostou, se joga! Ouça e viaje nos hits dessa banda, porque música é vida! Música é equilíbrio.

Shazam: o aplicativo descobridor de hits

Imagine se a você pudesse ter acesso, a qualquer momento, a um tipo de oráculo, que fosse capaz de desvendar certas coisas que você por aí e entregar a mensagem completa, sem neuras, nem ansiedade? Não seria incrível? E andaram pensando nisso! Só que para a descoberta de músicas. É aplicativo Shazam, o oráculo gratuito dos seus ouvidos!

SHAZAMEm alguma passagem da sua vida, com certeza, já aconteceu de você escutar uma música, um tema ou uma trilha, que fosse pura magia, mas que não tinha como saber o nome ou o artista.

Para resolver esse problema, a empresa britânica homônima desenvolveu o Shazam, uma mega biblioteca ambulante, capaz de vasculhar o mundo a fim de reconhecer o som que você procura. O reconhecimento do áudio acontece por comparação de ondas sonoras.

É preciso ter conexão com a internet e funciona de um jeito muito simples: basta abrir o aplicativo e clicar no logo inicial. O aplicativo ouve o som que está tocando por alguns segundos, enquanto faz a busca no seu banco de dados com mais de 16 milhões de faixas, e entrega o resultado, com nome da música, artista ou banda.

O Shazam também dá a opção de assistir o vídeo oficial, conhecer a letra e a possibilidade de escutar a faixa completa em outras plataformas de áudio, como Rdio, Spotify ou Deezer. E mesmo que você não tenha conta ou interesse em acessar outras plataformas, tudo o que buscar no Shazam fica registrado numa espécie de playlist, que pode ser consultada quando você quiser.

Além disso, o aplicativo também lhe permite navegar pelo mapa musical mundial, descobrindo quais as músicas mais tocadas nos continentes, países e estados pelo mundo afora. Ele também organiza uma lista com as mais tocadas, o top 100 Shazam, atualizado semanalmente.

Por ser a plataforma de reconhecimento de áudio mais famosa no mundo e não querer abrir espaço à concorrência, que existe e é forte, o app é bem desenvolvido e apresenta diversas informações relacionadas ao universo musical. Mais do que já foi descrito, oferece também uma espécie de feed com notícias, prévias, lançamentos, divulgações e babados de artistas e bandas.

E a empresa ainda promete novidades. Além de já dispor em seus serviços a possibilidade de reconhecimento de programas das televisões americana e britânica, o novo diferencial da Shazam será o reconhecimento de algumas imagens através da câmera dos aparelhos.

Mas, não é qualquer imagem. Parece que a ideia é atrelar a marca Shazam a outros logotipos famosos, com o objetivo de ofertar conteúdos e experiências exclusivas ao usuário, que terá acesso à promoções e vantagens. E como esse mundo da tecnologia é muito dinâmico e deixa a entender que não há tantos limites, só nos resta esperar para ver o que vem por aí.

Enquanto isso, você pode experimentar e mergulhar no oceano de áudios do Shazam. Ele é gratuito e está disponível para dispositivos Android, iOS e Windows Phone.