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Como driblar o estresse do fim do ano

Conteúdo original M de Mulher

É hora de fechar as metas no trabalho, organizar a agenda do ano seguinte, arrumar o orçamento da casa e ainda se preparar para as festas. Isso sem falar em quem está prestando vestibular ou terminando o semestre letivo. Ufa! Esta época do ano é um mar em tempestade e costumamos dizer que estamos estressadas. Mas, afinal, você sabe o que é estresse de verdade?

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É a sensação de estar se sentindo sobrecarregada. Isso gera uma resposta física no organismo. O corpo libera hormônios que aceleram o coração, contraem os músculos e fazem você respirar mais rápido. É como se estivessem te preparando para lutar ou mesmo fugir de alguém. Uma pitada de estresse é normal. Muitas vezes, um pequena dose nos ajuda a ficarmos concentradas, a cumprir tarefas, bater metas. O problema é quando em vez de uma pitada, vem uma panela cheinha de estresse.

Dores de cabeça, cansaço crônico sem motivo aparente, sonolência diurna, dores nas costas e queda da imunidade são um dos muitos sintomas que o estresse nos traz. Parece que estamos carregando uma tonelada em cima das costas. Você já se sentiu assim?

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Infelizmente, não existe um exame específico para medir o estresse. Não conseguimos dosar a “estressina” na corrente sanguínea, mas é possível detectá-lo através de exames e da observação durante uma consulta médica. A partir da conversa com o paciente, o médico pode aliar o check-up cardíaco com exames de rotina de laboratório e assim, ajudar a afastar doenças como hipotireoidismo, arritmias, anemias e carências de vitaminas, que talvez possam estar causando os sintomas de cansaço e mal estar, por exemplo.

Uma vez excluídas as possíveis doenças, muitas vezes é preciso consultar também um especialista em psicoterapia para reprogramar alguns comportamentos. Ansiedade, depressão e pânico também podem ser condições associadas ao estresse.

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E há, no entanto, casos em que o estresse pode estar ocorrendo sozinho. Alguns especialistas recomendam 3 passos para lidar com o estresse:

1. Tentar identificar a causa do estresse.
2. Buscar redução das situações causadoras dele.
3. Aprender soluções para lidar com os eventos estressantes e seus efeitos no organismo.

Ok, mas como reduzir o estresse?

Diminua o sal

Menos sal, menos retenção de líquidos e melhor a sensação de bem estar.

Faça exercícios

A fórmula é antiga, mas funciona. Exercícios liberam endorfinas, que aliviam a tensão.

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Cuidado com o comfort food

A comida conforto, aquela cheia de açúcar, pode aliviar a tensão momentaneamente. Porém, depois que estes alimentos agem no sistema de recompensa cerebral, rapidamente a sensação de bem estar termina e o estresse retorna. Evite!

Durma!

Dormir faz bem. O sono repousa a mente e recarrega as baterias.

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Viva o hoje!

O ato de focar no presente, evitando ansiedade desnecessária, é um comportamento defendido por várias áreas e especialistas como uma forma eficaz de reduzir o estresse.

Ansiedade em excesso pode afetar pressão arterial

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Conteúdo original Mais Equilibrio

Estresse no trabalho, problemas familiares e longos períodos de pressão e exigências podem prejudicar o corpo, que é projetado para lidar com períodos breves de estresse. Preocupações em excesso podem gerar ansiedade e desencadear um desequilíbrio emocional que, rapidamente, pode tornar-se um problema físico com a aparição de doenças.

E na conturbada vida moderna, picos de estresse e ansiedade são mais do que comuns. No entanto, esta válvula de escape do organismo pode desencadear impactos bastante negativos e até perigosos para a saúde, como o aumento da pressão arterial – já que em momentos de tensão ela é potencializada.

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Médicos especialistas das principais universidades públicas de Minas Gerais realizaram estudo sobre a influência dos fatores emocionais na pressão arterial. O estudo mostrou que em situações de ansiedade o cérebro prepara o corpo para a ação como forma de resposta, elevando a pressão arterial, a frequência cardíaca e a respiração, ou seja, existe uma relação entre as emoções e o sistema cardiovascular. Portanto pessoas ansiosas têm maior risco de sofrer com picos da pressão.

Segundo a médica do Aché Laboratórios Farmacêuticos, Dra. Talita Poli Biason, quando a ansiedade é leve e passageira, o ideal é realizar ajustes na rotina, incluindo a prática regular de atividades físicashábitos alimentares adequados e boas noites de sono, por exemplo. “Caso os episódios de ansiedade se tornem crescentes e contínuos, a pressão arterial pode começar a se elevar, o que é bastante perigoso o bom funcionamento do organismo”, alerta.

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Por isso, é necessário se atentar às exposições diárias de estresse e tensão, seja no ambiente profissional ou pessoal, a fim de evitar a evolução da ansiedade para níveis alarmantes. “Nestes casos avançados ou preocupantes, o indicado é buscar ajuda médica e tratamento especializado, mas quando se tratar de um quadro de ansiedade em estágio inicial podem ser utilizados medicamentos fitoterápicos, como os que contêm Passiflora incarnata L., pois são calmantes e ansiolíticos, auxiliando na redução da ansiedade, da irritação e do estresse”, finaliza.