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Como enfrentar e superar seus medos

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Cada um de nós tem um momento imaginário que tememos, de parar o coração. Se você é tímido às câmeras, por exemplo, pode se preocupar em parecer tolo no vídeo. Ou se você tem medo de conflitos, pode imaginar-se desajeitadamente tentando afirmar-se e, em seguida, começar a chorar. O que fazer? Para evitar a ginástica e o esgotamento emocional e ficar longe dos medos, damos 4 dicas para enfrentar essa fraqueza e seguir adiante.

1 Mantenha a “reprodução do filme”

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Seja qual for o seu medo, não aperte o “pause” em sua história de horror imaginando o pior momento possível. Ao invés disso, mantenha o filme rolando até que você se sinta seguro.

Como ponto de partida, sempre que você imaginar seu medo, deixe o pior cenário para trás, para então chegar a uma conclusão segura. Assim, você se sentirá melhor preparado para lidar com o que sair do planejado, o que, talvez, nem venha a acontecer.

2 Encare

Eventualmente, você se cansará de sentir medo. Então, quando estiver cansado de se segurar na zona de conforto, dê um giro de 180 graus e posicione a sua vontade de mudar.

Esteja disposto a ficar no palco, entrar no avião, pedir um aumento ou fazer tudo o que você teme. Sua disposição é mutuamente exclusiva de seu medo – você pode estar apavorado e, ainda assim, estar disposto a superar suas fraquezas.

3 Coloque no papel

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Se você gosta de registrar pensamentos ou mantém um diário, esta dica é para você. Primeiro, anote o que te amedronta. “Eu desperdicei a minha vida.” “Ninguém me ama.” “Todo mundo pensa que eu sou um grande perdedor.” O que quer que seu cérebro grite, coloque para fora e passe para o papel.

Depois de alguns dias, volte a olhar sobre o que você escreveu. À luz do dia, alguns de seus medos podem parecer bastante melodramáticos. Ou talvez você perceba que eles não passam da opinião distorcida de alguém, como um parceiro negativo, um pai frio ou uma “amiga” malvada. É o seu pensamento e a sua visão de mundo, mas quem sabe você tenha internalizado essas críticas e inseguranças ao longo dos anos.

Em seguida, escreva uma resposta ao seu medo. Na primeira vez em que tentar fazer isso, provavelmente você não será capaz de pensar em nada, mas continue tentando. Escreva imaginando o que o seu maior fã diria. Deixe o seu advogado de defesa interno construir um argumento. Anote todas as provas que minam o seu medo, mesmo aqueles que acha que não deveria escrever. Crie um arsenal de contrapensamentos que você possa usar da próxima vez em que o botão do medo for empurrado.

No entanto, se você não puder suportar o enfrentamento dos seus medos ou não consegue pensar em qualquer prova contrária, procure um terapeuta que você goste e confie. Esse profissional irá ajudá-lo a enxergar uma luz maior do que esses medos e te ajudar a descobrir que eles não são tão fortes quanto você pensa.

4 Enfrente sem pressa

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Você não tem que saltar com os dois pés. Pelo contrário, enfrentar medos significa começar pequeno. Diante à pressão, você pode se sentir insignificante e enxergar a tarefa muito maior do que ela realmente é. Reduza a ansiedade, deixe que o nó no estômago seja desfeito e faça o que tem que ser feito.

Então, depois de realizar seu objetivo pequeno, siga adiante em busca de um desafio um pouco maior. Progrida lentamente. O objetivo de enfrentar o seu medo não serve para mudar sua personalidade, mas para ajudá-lo a ser mais flexível e confortável sendo você mesmo. Com prática e tempo, você terá uma ligação equivalente entre a vontade e o comando do seu cérebro.

Enfrentar seus medos, especialmente no início, fará você se sentir mal. Esse não é uma viagem confortável. Mas, pouco a pouco, você trocará seus medos pela confiança.

No momento em que acontecer, você não vai perceber que a mudança está acontecendo. Em vez disso, vai olhar para trás e perceber o quão longe chegou. Você vai se pegar fazendo tudo o que tinha medo sem pensar.

Fonte Quick and Dirty Tips
Tradução livre de autoria do blog.

Como construir (ou desistir de) um hábito

Fonte: Quick and Dirty Tips
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radução livre de autoria do blog

Quando o ano começa todos somos tomados pelo otimismo e pela força de vontade. Nos decidimos a fazer tudo que não fizemos, entrar em forma, emagrecer, terminar ou iniciar um relacionamento, trocar de emprego… Mas, semanas depois, começamos a perceber que é mais fácil falar sobra a mudança do que realizá-las.

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Pensando nisso, listamos cinco passos para te ajudar a começar a construir o caminho para conquistar aquilo que deseja (e descobrir se realmente deseja):

Passo #1: Questione com sinceridade

Certifique-se que é algo que você realmente quer. Pergunte-se: Por que estou fazendo isso? Se a resposta começa com um algo como: “Bem, provavelmente seria bom se eu …”, ou “eu deveria talvez …”, pode ser a hora de repensar.

Além disso, para quem você está fazendo? Se ninguém pudesse vê-lo e lhe fosse garantido não receber qualquer tipo reconhecimento, você ainda faria? Se ao responder sentir-se duvidoso ou extremamente inseguro (de um jeito ruim), considere mudar seu objetivo para um que lhe faça sorrir e brotar borboletas em seu estômago.

Passo # 2: Torne seu objetivo específico

Muitas vezes nossos objetivos são vagos e essas ideias são difíceis de realizar. É hora de concretizar. A meta concreta é aquela que você pode medir ou observar. Assim, “Perder peso” torna-se “Vestirei o tamanho 36” e “Socializar mais” vira “Vou participar de grupos comunitários e manter amizades”, por exemplo.

Passo # 3: Divida a meta em pequenas etapas

Se você se sente ansioso(a), relutante ou intimidado(a) por uma meta a que se propõe a longo prazo, divida-a em pequenas etapas. Você deve aumentar o foco, mas para menos. Não é preciso enxergar toda a floresta, nem mesmo uma árvore. Você deve focar em uma folha ou um galho. Aproximar-se da menor etapa e trabalhar nela permite-lhe esquecer o resto da meta e impede-lhe de sentir-se sobrecarregado.

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Se ainda assim, sentir-se um pouco pressionado ou resistente a cada passo, divida ainda mais. Ninguém precisa saber dos seus métodos, nem tem o direito de lhe cobrar, a não ser você mesmo.

Passo # 4: Torne seu plano insensato

Se não é conveniente e fácil, você não está buscando estabilizar a mudança. Se você tem um objetivo recorrente, vincule-o a algo que você já faz rotineiramente. Isso muitas vezes requer algumas modificações em seu entorno para incluir sugestões ou lembretes. Por exemplo, se o objetivo é lembrar de tomar um medicamento frequentemente esquecido, vincule-o a escovar os dentes de manhã e coloque a embalagem perto de sua escova.

Alterar seu entorno ou rotina para tornar as coisas conveniente pode exigir algum inconveniente substancial no início. Mas uma vez que tudo é automatizado, vinculado, e conveniente, seus hábitos já estabelecidos serão assimilados e impulsionados.

Passo # 5: Parecerá errado e estranho à primeira vista

Nas primeiras vezes que você fizer coisas novas, não será particularmente gratificante. Na primeira aula de pilates, por exemplo, você não saberá qual equipamento usar. A primeira reunião no clube do livro será um pouco estranha. Durante a tentativa de escrever cartões de aniversário, você possivelmente acabará navegando no Facebook. Não importa o que você tente, provavelmente estará ansioso(a). É nesse momento que a imperfeição é incentivada. Por isso, permita-se errar, estragar tudo e fazer mal feito. Basta continuar persistindo, buscando melhorar, para ver o que acontece.

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Vá em frente, comprometa-se com a mudança, reflita sobre os 5 passos e seja vitorioso(a).

Equilíbrio

Original por Carol Celico

“Se a vida é equilíbrio, nosso grande desafio é manter o foco. O equilibrista não pode olhar para baixo para não se amedrontar com o medo de cair, e não pode olhar para cima para que a prepotência não o faça vacilar e desistir. O foco é o que perseguimos em cima da corda bamba.

O nosso olhar, como bons equilibristas, deveria estar voltado exclusivamente ao foco que temos em nossas vidas, para conseguirmos caminhar mesmo sem às vezes conseguir nos equilibrar.

Há também a possibilidade de nos transformarmos na própria corda bamba, fazendo com que outras pessoas tentem andar em cima de nossos próprios erros, fracassos, deformações e frustrações da vida.

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Ou então podemos ser o peso no corpo do equilibrista, quando tentamos obedecer e ser dirigidos por opiniões alheias, indo para o caminho que nos indicam, que nos mandam, que nos aconselham.

Mas creio que na maioria das vezes somos o próprio artista, que tenta a cada apresentação cumprir sua meta, concentrar-se no foco e concluir seu objetivo na medida do equilíbrio.

O que seria essa medida? A tentativa de encontrar a dimensão certa, ou a justa, entre o certo e o errado. O limite colocado em situações, atitudes, sentimentos, para vivermos da maneira mais próxima à perfeição. A tênue linha entre o bem e o mal.

A corda pode romper-se ao meio, o caminho pode machucar nossos pés e a altura pode aumentar o risco da queda. Mas o que demoramos a entender é que o medo que muitas vezes balança a nossa vida não se vence apenas com concentração e sim com o coração.”