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Conheça os diferentes tipos de gordura e faça a escolha certa

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As gorduras costumam ser apontadas como vilãs da saúde. Uma reputação infundada. Na verdade, elas são excelentes geradoras de energia, cumprem funções essenciais às células e o nosso corpo só consegue boa parte delas por meio de alimentos. Portanto, elas são necessárias ao desenvolvimento saudável do seu filho; desde que você faça as escolhas certas. O pediatra Hélio Rocha, chefe do Serviço de Nutrologia Pediátrica do IPPMG-UFRJ, nos ajuda a decifrar o caminho mais saudável.

Quem são?

As gorduras ou lipídios (assim como os carboidratos/açúcares) são fontes de energia das células. Até mesmo o cérebro – que não usa gordura para obter energia – precisa dela, principalmente nos cinco primeiros anos de vida. Uma curiosidade: o cérebro é o nosso órgão mais gordo; quase 50% do seu peso (seco). A gordura que nos dá força muscular (inclusive para bater o coração) e gera energia para o fígado, os rins e vários outros órgãos é depositada sob a pele (nos tecidos subcutâneos), e, quando em excesso, caracteriza a obesidade, podendo se acumular internamente no abdômen e no fígado, e levar a outros problemas mais sérios.

São gorduras também as vitaminas lipossolúveis (A, D, E e K) que se armazenam e têm funções importantíssimas, em especial na fase de crescimento nas membranas celulares. Estas vitaminas podem, como todas as gorduras, serem prejudiciais à saúde quando consumidas em excesso, diz Hélio. As fontes vegetais de gorduras são, na maioria óleos e insaturadas, e as de origem animal são, principalmente, sólidas e, portanto, saturadas. Isto é, mais completas em qualidade, mas com maior capacidade de causar doenças cardiovasculares, como a aterosclerose.

Alta fonte de calorias

“1g de gordura produz de 8 a 9 kcal (quilocaloria)”, explica o pediatra. Calorias indispensáveis para realizar atividades que exigem muita energia, como crescer, exercitar-se e desenvolver-se. Energia também para criar depósitos de reserva, se faltar um dia. Isto fez diferença quando o ser humano dependia de coletar e de caçar para sobreviver. As gorduras acumuladas o mantinha ativo, mesmo sem comer bem por dias. O problema é que essa nossa capacidade continuou em funcionamento e continuamos comendo bastante, porém sem gastar o excesso de energia (a gordura). Resultado: obesidade, fígado gorduroso, aterosclerose, hipertensão, diabetes, câncer e até doenças mentais.

Diferentes tipos

As gorduras são diferentes. Contudo, a base de quase todas é o chamado ácido graxo (uma exceção é o colesterol, por exemplo), que forma os triglicerídeos e as substâncias (fosfolipídios) que constituem as membranas celulares. E os ácidos graxos podem ser saturados ou insaturados. Os saturados dão origem a gorduras sólidas, enquanto os insaturados, a óleos.

As principais fontes de saturados

São as gorduras animais, mas podem ser encontrados em vegetais, como, por exemplo, nas gorduras do coco. Os insaturados podem vir de fontes animais, no entanto, são mais abundantes em vegetais (soja, milho, azeitona, algodão, amendoim, linhaça, colza, entre outros). As gorduras saturadas, quando não solúveis em água, são sólidas em temperatura ambiente. Outra curiosidade. A manteiga já foi fonte de medida de temperatura na velha Inglaterra, e em excesso na alimentação eleva o risco de doenças cardiovasculares.

O Ministério da Saúde recomenda que o total de energia da alimentação diária fornecido pelas gorduras saturadas seja menor do que 10%. As gorduras insaturadas (líquidas em temperatura ambiente) têm menor potencial de causar aterosclerose e são classificadas como funcionais (em especial os carbonos numerados como ômegas 3 e 6).

Não essencial, com somente uma insaturação (time das monoinsaturadas), temos o ácido oleico, presente no azeite de oliva, no abacate e nas oleaginosas (castanhas, nozes, amêndoas) e na colza (couve-nabiça), que é transformado no óleo de canola.

No time das poli-insaturadas estão os óleos vegetais e óleo de peixes “gordos” caçadores de águas profundas (salmão, atum, por exemplo) e de águas rasas (cavalinha e sardinha), ricos em ômega 3. Estes têm efeito protetor contra doenças cardiovasculares e doenças inflamatórias, como artrite e obesidade. E também são constituintes de membranas cerebrais na forma fosfolipídio (essenciais para o funcionamento do córtex – uma área rica em neurônios – e da retina, responsável pelo processamento de imagens, a visão). Nesse time do ômega 3 está a “gordura da inteligência” (ácido docosaexaenoico DHA), que não pode faltar na gravidez e no crescimento cerebral até os cinco anos, sob pena de não se alcançar o total desenvolvimento do córtex e da retina.

Tão importante quanto o ômega 3, temos os poli-insaturados ômega 6. Estão presentes em todos os óleos vegetais, são essenciais e fazem parte das membranas, como fosfolipídios de função pró-inflamatórios. São verdadeiros alarmes, disparando as inflamações, que são mecanismos fundamentais de defesa do corpo. Todavia, em excesso podem desencadear inflamações, como acontece na obesidade. Como o ômega 3, o ômega 6 é indispensável desde a gravidez até os cinco anos de vida para a composição das membranas celulares de todo o corpo em crescimento, incluindo aí o sistema nervoso.

A quantidade recomendada de gorduras desses tipos é de 6% a 10% do total da energia diária, adverte o Ministério da Saúde. Já a gordura trans ou hidrogenada é obtida no processamento de alimentos a partir de óleos vegetais. É tão prejudicial quanto à saturada, pois não se comportam como óleo, mas como gordura dura e com potencial de formar placas e trombos nas artérias. Já o colesterol é uma gordura presente apenas em alimentos de origem animal e também é fabricada no fígado, sendo fundamental para o crescimento, vitamina D – produzida na pele a partir do colesterol – e formação dos principais hormônios do nosso corpo. Em excesso faz mal às artérias.

Algumas formas na prática

Óleo de Palma (dendê)

Contém ácidos graxos saturados, insaturados e poli-insaturados. Estudos indicam que ajuda a manter os níveis normais de colesterol total, além de elevar o colesterol bom, o HDL. Mas também deve ser consumido com moderação, alerta Hélio, lembrando ainda que o óleo de coco tem ácido láurico e, apesar de melhorar o HDL, também eleva o colesterol ruim, conhecido como LDL, quando consumido em excesso.

Palma, que dá origem ao óleo de dendê
Manteiga e margarina

A manteiga apresenta ácidos graxos saturados e colesterol. E a margarina, quanto mais dura, mais ácidos graxos trans ela tem. A margarina é apenas um óleo vegetal hidrogenado, isto é, era insaturado e ficou saturado de hidrogênio, perdendo parte de seus efeitos benéficos. Quanto mais macia, melhor é a qualidade da margarina. Para as duas vale a regra: coma com moderação.

Quantidade diária de gorduras

A recomendação é de 25% a 30% do valor energético total diário de cada indivíduo. Porém, como vimos, a gordura está em diferentes alimentos. Assim devemos adicionar pouco óleo ou azeite aos pratos. Estudo recente apontou o alto consumo de óleos, como o de soja, como o grande vilão da epidemia global de obesidade. Vale lembrar que até os anos 1960, o óleo de cozinha ainda era um produto para poucos e usado com economia. O óleo vegetal é um dos alimentos responsável por 85% das calorias consumidas mundialmente.

O quê fazer?

Não deixar faltar as gorduras essenciais durante a gravidez e o crescimento até os cinco anos. A partir daí, procurar usar até 30% do total de energia vindo das gorduras e fazer uso de diversas fontes. Assim como frutas, legumes, hortaliças, sementes e carnes devem ser variadas, as gorduras cumprem seus melhores desempenhos quando consumidas de fontes variadas e com moderação.

Fontes: Pediatra Hélio Rocha, chefe do Serviço de Nutrologia Pediátrica do IPPMG-UFRJ, “Guia alimentar para a população brasileira – promovendo a alimentação saudável” (Ministério da Saúde); “Guia alimentar para a população brasileira – 2ª edição (Ministério da Saúde). Link: http://portalarquivos.saude.gov.br/images/pdf/2014/novembro/05/Guia-Alimentar-para-a-pop-brasiliera-Miolo-PDF-Internet.pdf

Aromaterapia em casa

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Você sabia que o nosso olfato é considerado o mais direto dos nossos sentidos? Seu efeito é imediato. O aroma atua diretamente nas emoções e, por isso, pode mudar o humor das pessoas em apenas três segundos. E que tal usar esse poder a seu favor? Você mesmo pode harmonizar os perfumes de acordo com cada ambiente ou finalidade, sem gastar muito e com o mesmo resultado.

Memória Olfativa

O cérebro humano é capaz de armazenar milhões de informações, inclusive de cheiros. A lembrança da associação entre um aroma e um fato passado pode ser vaga, mas estará lá, armazenada em algum cantinho do cérebro, que guarda os aromas referentes aos momentos mais importantes em nossas vidas. Por isso, sempre que sentimos determinados cheiros, somos levados a alguma época ou acontecimento de nossa história. É a nossa memória olfativa.

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A memória olfativa tem o papel de reconhecer o cheiro e comunicar ao corpo o seu significado, resgatando as emoções que a ele foram associadas no passado e que geraram a memória. A escolha de perfumes também tem significado. Quando uma pessoa exala determinado aroma, passa uma mensagem ao mundo, de acordo com a fragrância escolhida.

O que é aromaterapia

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Segundo a Wikipedia“Aromaterapia é um ramo da fitoterapia que consiste no uso de tratamento baseado no efeito que os aromas de plantas são capazes de provocar no indivíduo. Esta é a ciência que explora o uso dos oléos das plantas para beneficio da sociedade.

De determinadas plantas aromáticas é extraído o óleo essencial a ser aplicado isoladamente ou em combinação com outros aromas, dependendo das enfermidades e do indivíduo. Óleos essenciais são substâncias voláteis extremamente concentradas, que possuem princípios ativos de acordo com suas composições químicas.

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Podem ser usados diluídos sobre a pele, através de massagens, cremes, loções e gel ou puro, pela inalação. Dependendo do uso, provocará efeitos físicos, mentais e emocionais, alterando a respiração, os batimentos cardíacos, pressão arterial, estados de ânimo, concentração, etc.

É considerada uma terapia alternativa ou complementar, embora seja um tratamento bastante antigo, que surgiu da fitoterapia. É utilizada no tratamento das mais variadas enfermidades e desequilíbrios, sendo considerada uma terapia holística.”

Como fazer

O mercado oferece vários produtos que também são decorativos: difusores a vela ou varetas, esferas ou anéis de cerâmica, bolas de madeira e sachês são algumas das opções disponíveis. Mas quem não quiser gastar com um difusor de vareta, esta mistura caseira proporciona o mesmo efeito terapêutico:

— Pode-se colocar 100 ml de álcool de cereal com dez gotas do óleo essencial desejado num vaso  de vidro, com varetas de churrasco, ou folhas secas numa travessa e gotejar o óleo. A duração é de duas horas.

Mas, preste atenção: a aplicação não é recomendada na casa de alérgicos, pois pode causar alguma sequela indesejada, já que a fragrância entra em contato com a mucosa sensível do nariz e pode levar à piora do quadro de alergia.

Um cheiro para cada cômodo

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Sala

Como é um ambiente onde há interação social, os aromas indicados são os de manjericão, hortelã-pimenta (que tira o cheiro do tabaco) e os cítricos, como os óleos de limão, tangerina, pois proporcionam alegria, harmonia e aconchego.

Cozinha

O de citronela afasta moscas. No dia a dia, os aromas mais recomendados são os de temperos, como alecrim, cravo, orégano e canela.

Quarto

Se a intenção é ter algo afrodisíaco, o indicado é o óleo de ylang-ylang. Para ter um sono melhor, o de lavanda, pois é mais relaxante. Em quarto de quem tem rinite, bronquite ou sinusite, pode-se usar óleo de eucalipto ou hortelã, que são descongestionantes.

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Banheiro

Os óleos de capim-limão amenizam os odores típicos de banheiro. Pode-se fazer também uma mistura com menta.

Escritório

Óleos de limão, toranja (grapefruit) ou hortelã são odores com as seguintes propriedades: organizar o pensamento, clarear a mente, e auxiliar a criatividade e a memória.

Como terapia

Para inalação

Os óleos essenciais de eucalipto, tomilho, pinheiro silvestre, sálvia, são os mais utilizados pela aromaterapia para descongestionar as vias respiratórias. Servem para desentupir o nariz e descongestionar os brônquios. O óleo de eucalipto rico em cineol é o ideal para a zona dos brônquios, pois dissolve o catarro, facilitando a saída das secreções e, também, ajuda a eliminar bactérias e vírus causantes das infecções.

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Como aplicar: adicionar dez gotas ao banho de imersão quente (38 graus). Outra forma é inalar o vapor. Para fazer inalações, adicione 3 gotas num recipiente com 1 litro de água recém fervida. Debruce-se sobre o recipiente e tape a cabeça de modo a cobrir também o recipiente e respire profundamente o vapor durante entre 15 a 20 minutos.

Para aliviar a tosse

Misture 3 gotas de óleo essencial de eucalipto com uma colher de sopa de óleo de amêndoas e massaje o tórax com esta mistura, depois agasalha-se bem.

Para dormir bem

Os óleos essenciais de lavanda, alecrim, pau-rosa, bergamota, laranja, possuem efeito calmante, ideais para relaxar e induzir o sono.

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Como aplicar: meia hora antes de ir para a cama, adicione algumas gotas de um de estes óleos à água quente de um queimador de óleo essencial para que os vapores se espalhem rapidamente por todo o quarto ou outra divisão da casa que deseje o mesmo efeito.

Para melhorar o estado de ânimo

Os óleos essenciais de tangerina, melissa, jasmim, rosa, ylang-ylang, melhoram o humor, ativam a circulação e estimulam a produção de endorfinas.

Como usar:  coloque um pouco de água quente no recipiente de um queimador de vela, adicione algumas gotas de um dos seguintes óleos à água e depois acenda a vela que está debaixo e coloque no ambiente. Pode também fazê-lo no local de trabalho. A água se evaporará e com ela o aroma, que, ao ser inspirado exerce um efeito relaxante. Se respirar profundamente várias vezes no começo da aromaterapia, o efeito é reforçado.

Dores de cabeça

Em vez de recorrer sempre aos comprimidos, experimente usar o óleo essencial de hortelã pimenta. Aplique apenas nos pontos que sente a dor, como nas têmporas ou na testa e deixe-o agir. O óleo relaxa os músculos e alivia a dor de cabeça mais rapidamente. Se é alérgico, deve primeiro testar o óleo de menta numa parte do corpo.

Massagens relaxantes

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Este óleo relaxante é ideal para fazer à noite, para induzir o sono. Misture 6 gotas de óleo essencial de lavanda e 6 gotas de óleo essencial de manjerona com 20 ml de um óleo neutro (por exemplo, óleo de jojoba ou óleo de amêndoas) e peça a alguém que lhe faça uma massagem corporal.

Banhos relaxantes

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Entre o grande leque de possibilidades de fazer uma sessão de  aromaterapia em casa, um bom banho relaxante é um prazer com muitos benefícios para a mente e o corpo. Para um banho de imersão, primeiro misture 5-10 gotas de óleo essencial puro com 100 ml de nata ou 2 colheres de sopa de mel, depois junte o preparado à água quente. Os óleos essenciais podem causar irritação na pele, razão pela qual devem ser misturados anteriormente.

Fragrâncias e suas funções

Estimulantes

Alecrim: o frescor do alecrim acalma as apreensões enquanto estimula o espírito.
Canela: a canela, com seu aroma ácido e picante, tem propriedade vitalizante e aumenta a energia.
Menta: tirada da hortelã-pimenta, recém-colhida, estimula, revigora e refresca os sentidos.

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Cravo: óleo de aroma intenso, afrodisíaco e ativador de circulação.
Gengibre: o óleo essencial de gengibre é amado pelas suas propriedades excitantes e fortificantes.
Laranja: o óleo essencial de laranja ajuda a refrescar idéias e a elevar o espírito.
Chocolate: energético, eleva o bem-estar.

Relaxantes

Camomila: tranquiliza a alma e promove relaxamento.
Capim-Limão: tem propriedades desinfetantes. O capim-limão ajuda a purificar a mente, criando uma atmosfera romântica.
Rosa: identificada pela fragrância sensual, a essência da Rosa ajuda a purificar a mente, criando uma atmosfera romântica.

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Sândalo: escuro, exótico e sedutor, o sândalo indiano relaxa e conforta a alma.
Cedro: um dos óleos de uso mais antigo, o Cedro tem propriedades calmantes e confortantes.
Lavanda: o óleo natural de lavanda acalma e relaxa.
Patchouli: é sempre procurado para relaxar a mente.
Verbena: de aroma semelhante ao de um limão doce, porém mais refinado. Tem efeito relaxante, revigorante e revitalizante sobre as emoções.

Refrescantes

Erva-Doce: desintoxicante, associado a banho.
Algas-Marinhas: sensação de limpeza, também associada a banho.
Eucalipto: limpeza é também descongestionante e expectorante, inibidor de tabaco.

Para ter uma ideia de preço e variedade, clique AQUI.

Recomendações importantes:

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  • Compre sempre óleos essenciais de qualidade, nunca imitações.
  • Não aplique sobre a pele sem diluir
  • Algumas pessoas são alérgicas aos óleos essenciais, devendo previamente fazer um pequeno teste no interior do antebraço.

Em certos casos, como o tratamento de feridas, doenças de pele (acne), também podem ser aplicados diretamente.

Atenção: Em bebês e crianças os óleos essenciais podem ser perigosos. Mesmo pequenas quantidades de óleo não diluído podem causar espasmos e parada respiratória com risco de vida. Durante a gravidez a aromaterapia pode aliviar pequenos problemas, no entanto determinados aromas são contra indicados, peça conselho a um especialista.

Fontes: Extra, Remédios Caseiros e Magazine Luiza

Escalda-pés para relaxar

Depois de um dia inteiro de trabalho, tudo o que queremos é relaxar. Mas não pense que para isso você precisa de ajuda. A massoterapeuta Lôua Unger ensinou passo a passo de como preparar um escalda pés em casa. E o melhor, você mesma é a responsável por massagear os pés. Além de aliviar o cansaço do dia, o escalda pés ajuda você a desinchar as pernas e os pés. É uma ótima terapia para você aplicar durante a semana.

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“O pé é o nosso mapa do corpo. Precisamos cuidar dele, e a reflexologia podal é uma das melhores maneiras de tirar a tensão e a dor do corpo inteiro”, afirma Lôua Unger.

O escalda pés é uma prática milenar. A terapia ajuda muitas zonas do corpo, não só os pés. É uma ótima terapia para melhorar a circulação das pernas.

Aprenda receitas e prepare seu cuidado em casa mesmo:

Lavanda

Ingredientes

  • Água quente
  • 2 a 3 rodelas de laranja
  • Bolinhas de gude
  • 5 gotas de essência de lavanda

Junte todos os itens numa bacia e coloque os pés. Deixe por 10 a 15 minutos, usando as bolinhas de gude para massagear a sola dos pés.

Alfazema

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Ingredientes

  • Água morna
  • 4 colheres de sopa de sal grosso
  • 8 gotas de alfazema

Junte os ingredientes num recipiente até que o sal dissolva. Deixe os pés por 30 minutos. Enxugue e passe hidratante à base de manteiga de karité.

Chá de camomila

Ingrediente

  • 8 xícaras de chá de camomila

Despeje o chá numa bacia e mantenha os pés por 30 minutos. A camomila tem propriedades relaxantes.

Refresca-pés

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Ingredientes

  • Água em temperatura ambiente
  • 5 gotas de óleo essencial de hortelã ou folhas de hortelã maceradas com sal marinho

Ponha os pés na mistura por 10 a 15 minutos e sinta o frescor da hortelã. Em seguida, massageie com creme hidratante.

Esfoliante

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Ingredientes

  • 4 colheres de sopa de açúcar mascavo
  • 8 colheres de óleo de amêndoas

Junte o açúcar e o óleo e aplique a mistura sobre todas as regiões dos pés em movimentos circulares e para cima. Depois, retire com uma toalha úmida ou coloque os pés em água morna. Enxugue e passe hidratante com manteiga de karité, envolvendo os pés, em seguida, com sacos transparentes. Deixe o hidratante agir por 15 minutos, retire o plástico e faça uma automassagem. Remova o hidratante restante com uma toalha quente e úmida.

Fontes: Bolsa de Mulher e M de Mulher