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Seleção de bolsas térmicas até R$50: de todos os tipos para levar por aí

Vale a pena ler de novo:

Feriadão também é tempo de organizar a vida, agendar a semana, pensar no cardápio e dar um jeito geral na casa, não é?! Pelo menos a gente tenta fazer tudo isso, apesar de muitas vezes a preguiça ganhar. Vida real, sabemos como é! Para te ajudar a não fugir dos trilhos e escorregar na alimentação, fizemos uma seleção de bolsas térmicas para transportar seus lanchinhos para todo canto.

Nas redes sociais, aqueles modelos super equipados com compartimentos que cabem comida para o dia inteiro viraram moda entre a galera maromba. Nossas escolhas foram menos pretenciosas, mais voltadas à praticidade do dia-a-dia, de tamanho menor e com valor até R$ 50.

MONTAGEM

1.Catmania | 2.MultPart-K | 3.Mega TNT | 4.1001 Novidades | 5.Loja Portal | 6.Tray | 7.ÁguiaBox | 8.ShopFácil | 9.Decorvida Modelo 1 | 10.Decorvida Modelo 2

Você também pode usar a criatividade e dar usos às coisas que ficam meio esquecidas em casa. No fim de ano mesmo, ao comprar um chester, ganhamos uma sacolinha térmica bem charmosinha da marca. Ela pode não ser um exemplo de potência térmica, mas serve para levar uma fruta, iogurte e manter a água fresquinha.

Receita: Suco e Vitamina para o café da manhã

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A depressão do domingo já começa quando paramos pra pensar que no dia seguinte é segunda-feira. É ou não é?! Mas, não vamos sofrer por antecipação. Só precisamos saber de uma coisa: como tem sido o seu café da manhã?! Toma direitinho, dá tempo? Engole qualquer coisa e sai correndo? Um dado é certo: falta de tempo não cola como desculpa para negligência alimentar já faz tempo. Prova disso são estas receitas práticas e super nutritivas que ensinamos.

Todo mundo sabe de cor que o café da manhã é a refeição mais importante do dia, pois é quando o seu organismo absorve o máximo de nutrientes e decodifica que o dia está começando e se “prepara” para o que vem pela frente.

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Por isso, nada de pular esse momento ou comer de qualquer jeito. Sucos, vitaminas e mingaus (alimentos líquidos) são uma ótima solução para quem não tem muito tempo pela manhã ou não se sente tão bem com a mastigação.

Ainda que seu prazo entre acordar, se arrumar, comer e sair pra trabalhar ou estudar seja muito curto, dá para resolver: aproveite o final de semana ou aqueles 15-20 minutinhos a noite em que passa a toa, abrindo a geladeira ou na internet, para se organizar. Separe os ingredientes do seu suco ou vitaminas em saquinhos, nas porções certas, e guarde no congelador.

Assim, seu único trabalho será jogar tudo no liquidificador enquanto se veste, penteia o cabelo ou arruma o café da família. O importante é não permanecer longos períodos em jejum e evitar frituras e opções pobres em nutrientes, e ricas em calorias e gorduras, como café da manhã. Vamos ao que interessa, dá para fazer para amanhã:

Suco de beterraba energético

O suco de beterraba é rico em nutrientes e traz diversos benefícios à saúde.Um dos maiores benefícios do suco de beterraba está no fato dele ser um energético natural

  • 2 limões (só o suco)
  • 1/2 beterraba crua
  • 1 maçã
  • 200 ml de água

Coloque tudo no liquidificador e bata por 3-4 minutos. Pode coar, se achar necessário.

Vitamina de morango com banana

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  • 1 banana congelada
  • 4 morangos congelados
  • 2 colheres de iogurte natural
  • 1 copo de leite de sua preferência
  • 1 colher de coco ralado
  • Adoçante a gosto

Bata todos os ingredientes no liquidificador até que fique cremoso. Tome imediatamente. Não tem morango em casa? Substitua-os por pêssegos, maçãs, mamão ou a fruta que tiver disponível!

Vitamina de mamão + banana + morango

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  • 1/2 mamão papaia – sem casca, sem sementes e cortado em cubos
  • 1/2 banana congelada
  • 2 morangos congelado
  • 1 copo de leite
  • 2 castanha do Pará
  • 1 colher de açúcar demerara ou adoçante a gosto
  • Gelo

Em um liquidificador, bata o mamão papaia junto com a banana, o morango, o leite, o açúcar ou adoçante e o gelo até ficar cremoso. Sirva a seguir.

Conheça os sinais do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade em adultos

Conteúdo de Revista Suplementação

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Um portador de TDAH tem a produtividade profissional seriamente danificada, o que pode afetar toda a equipe. O senso de estabelecer prioridades não é aflorado e, por isso, muitas vezes, realiza apenas o que é de interesse pessoal.

A maioria dos casos surge na infância e pode acompanhar o individuo por toda a vida. Segundo a dra. Sônia Brucki, membro do Departamento Científico de Neurologia Cognitiva da Academia Brasileira de Neurologia, a maioria dos pacientes diagnosticados na fase adulta tem a doença desde criança, porém não receberam informação e apoio.

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Os portadores do Déficit de Atenção apresentam alterações na região frontal e na conexão com outras partes do cérebro. Esta área é responsável por controlar os impulsos humanos, pela capacidade de prestar atenção, de memória, de organização, de planejamento e de autocontrole. Por causar dificuldades na sociabilidade, pode propiciar quadros de ansiedade e depressão. Aliás, adultos com o transtorno são mais propensos ao consumo de drogas e álcool.

Entretanto, pouco tem a ver com fatores regionais, culturais, educacionais e psicológicos. A maior causa da TDAH é genética, segundo Brucki. Por isso, o grupo de risco é composto por quem apresenta histórico familiar com a patologia.

O tratamento é realizado de forma semelhante em adultos e crianças – com medicamentos que aumentam a atenção. Mas a dica da neurologista é de incluir psicoterapia e terapia comportamental. Eles podem ter bons resultados, assim como a realização de lista de tarefas e de métodos de organização, como uso de agendas e outros meios eletrônicos.

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Sinais do TDAH

Responsáveis pelo cumprimento de seus compromissos e horários, os adultos apresentam dificuldade elevada para realizar as ações diárias. “Quando não identificada na infância, os sinais mais presentes são procrastinação, falhas no trabalho, dificuldade de concentração e de realização de tarefas difíceis, que são sempre postergadas, além de mau gerenciamento do tempo e desorganização. Muitos ainda têm problemas no casamento e na direção de veículos, perdendo a carteira de motorista pelo excesso de multas”, explica.

Um portador de TDAH tem a produtividade profissional seriamente danificada, o que pode afetar toda a equipe. O senso de estabelecer prioridades não é aflorado e, por isso, muitas vezes, realiza apenas o que é de interesse pessoal.

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Segundo a Associação Brasileira de Déficit de Atenção, 25% dos adultos com esse transtorno podem apresentar dificuldade na conduta social, causando o isolamento e formando solo para depressão. O bloqueio em cumprir acordos pré-estabelecidos dificulta a manutenção de relacionamentos duradouros. Além disso, as alterações de humor e de comportamento são constantemente relacionadas ao estresse da vida agitada, dificultando a procura por diagnóstico.

Apesar de não haver cura, há controle dos seus sinais. “Não tratar acarreta em grande perda na qualidade de vida, prejudicando os aspectos sociais, afetivos e profissionais. Por isso, os sintomas devem ser bem observados, em qualquer fase da vida, e a procura por um especialista é fundamental”, conclui a neurologista.

Como a organizar a rotina da casa e aproveitar o tempo

Conteúdo original de WebHome

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Ter uma casa organizada é o sonho de qualquer pessoa que gosta de cuidar da sua moradia e deixá-la arrumada. Mas nem sempre esta é uma tarefa fácil de ser cumprida. E o motivo é sempre o mesmo: a falta de tempo. Porém, com uma boa dose de planejamento é possível garantir que tudo seja feito continuamente e de forma eficiente.

Separamos para o post de hoje 6 dicas que vão te ajudar a organizar a rotina da casa:

Crie uma agenda

Ter uma rotina de trabalho doméstico é realmente o primeiro passo para fazer a casa funcionar. Isso vale para o funcionário doméstico também, pois ele deve ser bem orientado. Por isso, crie uma agenda: segunda é dia de fazer compras, terça é dia de lavar roupa, na sexta, os banheiros serão lavados, etc. Coloque tudo no papel para ficar mais fácil de se programar.

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Estabeleça metas diárias

Acordar e fazer a cama já é uma maneira simples de manter o quarto arrumado. Mesmo que você tenha funcionários em casa, se essas tarefas já estiverem prontas, ele poderá se concentrar em outras. No final, muito mais coisa pode ser feita. Tente fazer pequenas coisas para ajudar, como lavar a louça do café antes de sair para o trabalho, por exemplo. O segredo é não deixar acumular.

Atente-se para tarefas semanais e mensais

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O cachorrinho toma banho toda semana? Então anote isto no plano semanal. Já as janelas e cortinas podem ser lavadas mensalmente. Deixe a tarefa programada com seu empregado doméstico. O que acha de fixar uma grande faxina nos armários da cozinha para todo final de mês?

Faça uma checagem antes de dormir

Você quer que a casa seja organizada, certo? Não precisa virar obsessão, mas que tal fazer uma revisão rápida antes de dormir? Quando as crianças já estiverem na cama veja se há algum brinquedo no chão, alguma roupa jogada ou coisas espalhadas no balcão da cozinha. Isso pode levar menos de 20 minutos e, com certeza, você vai dormir e acordar com a sensação de que a casa está mais ordenada.

Use a tecnologia a seu favor

Se o planejamento é a palavra-chave, é importante contar com as facilidades que a tecnologia pode nos oferecer. Hoje em dia existem vários aplicativos que enviam lembretes e ajudam a criar listas de compras, como o Shopping List por exemplo, organizar tarefas domésticas e familiares, como o Cozi Family Organizer, entre outros. Com um smartphone na mão, aproveite suas ferramentas e tranquilize sua rotina.

Programe o fim de semana

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Existem várias maneiras de programar a agenda de organização semanal. Algumas pessoas preferem concentrar a limpeza em um ou dois dias e relaxar nos outros. A maioria, pelo pouco tempo livre, opta por arrumar a casa durante o fim de semana. Não há nenhum problema nisso, desde que o tempo de lazer não seja totalmente comprometido, não se sobrecarregando nas tarefas.

Vale lembrar que com um planejamento tudo funciona mais fácil e rápido. Mesmo quem conta com ajuda de funcionários domésticos precisa se organizar e orientá-los de forma eficiente. Afinal, só você pode dizer como quer que sua casa funcione adequadamente.

A saída da insatisfação

Texto de Karina Miotto
Publicado na Revista Bons Fluídos
“Se “a necessidade é a mãe da invenção”, como disse Platão, no mundo das emoções podemos traçar um paralelo e dizer que “a insatisfação é a mãe da motivação”. E nem precisa ser uma baita insatisfação para dar vontade de se mexer e mudar as coisas. “Somos seres desejantes. Estamos o tempo todo querendo algo”, diz o psicanalista Oswaldo Ferreira Leite Netto, da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo.
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O profissional vai até mais além afirmando que a semente do descontentamento nasce conosco. E continua até o último suspiro de vida. O choro de um bebê, por exemplo, traduz um desconforto. Com o tempo, vamos só mudando a forma de dizer que assim não está bom. Ou seja, faz parte da natureza humana querer mais.
“A insatisfação é o motor de todas as buscas, a força que conduz à autonomia”, diz o psicanalista, que também dirige o Serviço de Psicoterapia do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas. Saber identificar o tipo de desagrado, contudo, é um passo fundamental nesse processo. É que existem, segundo o psicólogo Irineu Deliberalli, dois modelos de insatisfação: a do ego e a da alma.
A primeira está ligada ao universo da “criança interior”, relacionado aos primeiros 7 anos de vida, em que as experiências permanecem no subconsciente, com influência na vida adulta. É aquele lado “reclamão”, que espera que as coisas aconteçam de determinado jeito, sem se importar com as inúmeras variantes externas – start perfeito para a ansiedade, a raiva, o pessimismo e o desejo de controle.
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Na onda dessas emoções negativas, o risco é agir por impulso e causar estragos. Ou entrar no papel de vítima das circunstâncias. Um estrago. Ou entrar no papel de vítima das circunstâncias. Um exemplo simples: alguém que precisa pegar uma conexão aérea e não consegue porque o primeiro avião atrasou. Dependendo da maneira como se lida com o imprevisto, a situação pode seguir tranquila ou tensa.
A história é outra quando a raiz da decepção está na alma. “Nesse caso, o clamor vem do coração”, diz Deliberalli. Por maior que seja o incômodo, o desejo de encontrar respostas cria uma abertura para que o novo se manifeste e potencializa as chances de uma solução, mesmo que demore. Com isso, trabalhamos a paciência, da auto-observação e até da criatividade, ao questionar o que podemos fazer para que o desgosto momentâneo seja visto como um desafio instigante. Em matéria de satisfação abaixo da média, portanto, o problema é um só: como escapar da frustração que paralisa e pegar o impulso da motivação?

Se tá chato, agite

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É caso de trocar o refrão “I can’t get no satisfaction”, dos Rolling Stones, por um mantra mais positivo, como o da canção Do It, de Lenine: “Tá doendo, chora/ Tá caindo, escora/ Não tá bom, melhora”. O que poderia ser o hino do desencanto acaba servindo de incentivo, ainda mais no terceiro verso: “Se tá chato, agite” e, finalmente, na mesma música: “Não se submeta”.
Esse é o lado bom de um sentimento que poderia entorpecer, mas, bem canalizado, faz com que se saia da enganosa zona de conforto rumo ao terreno do desconforto – cheio de potencialidades. “Quando conseguimos encarar a insatisfação de frente, vemos que, na verdade, ela é um excelente alerta”, diz o educador ambiental Nicolas Gomez, por experiência própria.
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Nicolas, não faz muito tempo, vivia no piloto automático. O casamento de cinco anos dava óbvios sinais de desgaste, com brigas frequentes. No trabalho, o dia a dia também não empolgava. Mas, como podia-se dizer que estava tudo bem, afinal, o cotidiano seguia na medida do que é conhecido, Nicolas ia levando. Até que um dia não conseguiu mais mentir para si mesmo.
Quebrar com o que estava estabelecido exigiu coragem para deixar o orgulho de lado e assumir que a vida merecia revisão. Nesse momento de lucidez, é natural se sentir inseguro. Mas esse mesmo sentimento pode ser o ponto da virada. “Vulnerabilidade é o berço da inovação, da criatividade e da mudança”, diz Brené Brown, professora da Universidade de Houston, nos Estados Unidos, e pesquisadora dos temas vulnerabilidade, coragem, autenticidade e vergonha.
Na dúvida sobre qual direção seguir, Nicolas teve uma atitude positiva: começou a meditar e abandonou temporariamente o cenário de sempre, embarcando em uma viagem voltada para a natureza e o autoconhecimento. Nessa pausa, veio a certeza do que já sabia internamente: nem o casamento nem o emprego combinavam mais com ele. Decidir mudar tudo de uma vez, não foi fácil, mas trouxe um aprendizado. “Hoje, quando sinto qualquer tipo de insatisfação, me afasto da rotina e mergulho no silêncio”, diz.

Perguntas pertinentes

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Para quem ainda está com a cabeça formigando, cheia de dúvidas, uma dica é se fazer perguntas como: “O que, em mim, atraiu essa sensação de desagrado?”, “O que realmente faz sentido?”, “Quais forças devo acionar internamente para mudar a minha realidade?”. Muitas vezes, há um evento que divide a vida em antes e depois.
Lembra da escritora Elisabeth Gilbert? A história da sua imensa infelicidade com o casamento e o trabalho, que a levou à depressão, deu origem ao best-seller Comer, Rezar, Amar (ed. Objetiva). Sua jornada com final feliz vendeu mais de 10 milhões de cópias pelo mundo. Ela ficou famosa, rica, casou de novo. Mas, logo em seguida, enfrentou uma nova avalanche de questionamentos.
As pessoas começaram a perguntar se ela não tinha medo de nunca mais fazer sucesso. E agora, como lidaria com as expectativas sobre o próximo livro? E se fosse um fracasso? Seria capaz de escrever algo tão bom outra vez? Diante da miríade de julgamentos e pressões, a autora diz que encontrou um porto seguro para onde volta todas as vezes que precisa calibrar o medidor da satisfação. Como sempre amou escrever, decidiu que continuaria dando seu melhor, mesmo que o melhor para ela fosse diferente da opinião das outras pessoas. “O que digo a mim mesma quando fi co realmente enlouquecida com isso é: não tenha medo. Apenas faça o seu trabalho”.
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Para Debora Noal, psicóloga da organização internacional Médicos Sem Fronteiras, a tranquilidade diante de uma nova escolha vem de uma coerência interna. “Quando decidi partir para a primeira de muitas missões humanitárias que faria, senti como se o Réveillon de Copacabana estivesse dentro de mim. Era uma satisfação plena!”, conta.
Elisabeth, Debora e também Nicolas (o educador ambiental) encontraram o caminho. Mas e quando a escolha não é tão clara? Vivemos em uma época em que as opções soam infinitas, como explica o psicólogo Barry Schwartz, no livro O Paradoxo da Escolha – Por que Mais é Menos (A Girafa Editora).
Como diante de um menu de restaurante de mil páginas, imaginando se a escolha do prato principal será a ideal – diante de tantos que parecem tão bons quanto aquele. Se não conseguimos dar um passo adiante na direção da escolha, a refeição pode virar angústia. Com a mudança, o processo é parecido. Se ficamos travados, mesmo sentindo que é necessário um movimento, provavelmente é porque, pouco à frente, temos vislumbres de julgamentos, fracassos, ou até mesmo de precisar vivenciar situações ainda piores. “A vida espera por você, de braços abertos, em toda sua beleza”, estimula Jamie Sams, em As Cartas do Caminho Sagrado (Rocco Editora). Confiar no poder do Universo é uma chave preciosa para sair da estagnação.

Menos culpa, mais coragem

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“Invariavelmente, ou a insatisfação paralisa ou impulsiona você”, afirma Rodrigo Fernandez, master coach e consultor de desenvolvimento humano. Quando não conseguimos sair do lugar – o que, nos casos mais graves, pode resultar em longos períodos de contrariedade e sofrimento – vale se questionar sobre o medo das consequências.
“Há momentos em que não nos sentimos prontos para avançar e o bom é refletir sobre isso com coragem, longe da culpa, pois essa sensação pode causar mais estagnação ainda e um quê de vitimização. Sem esquecer, aliás, que vitimizar-se pode ser uma estratégia para atrair amor e atenção”, pontua o psicoterapeuta junguiano Michel Zaharic.
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Neste capítulo, entra em cena o famoso medo do que os outros vão pensar. “Na escola, por exemplo, preparamos as crianças para o mercado de trabalho, não para serem bem-sucedidas emocionalmente. Crescemos perdidos em nossas emoções”, diz Zaharic. Faria diferença aprender que mudar é morrer para o velho e nascer para o novo. No entanto, o psicoterapeuta lembra que não somos treinados para lidar com a morte, nem simbolicamente. “Ela é fim de um ciclo e renascimento.”
Quando uma etapa termina, outra começa. Sempre. Vale a pena acreditar que a mudança trará novas alegrias e aprendizados. Para ajudar a sair do lugar, o coach Rodrigo Fernandez sugere: “Dê as mãos a quem fortalece você na jornada, busque alternativas, saia da inércia”. E lança o desafio: “Que tal, nas próximas 24 horas, tomar alguma atitude que combata sua insatisfação?” Faça um plano, pense em “como”, trace uma meta e parta para a ação.
Como disse Albert Einstein, “não há maior evidência de insanidade do que fazer a mesma coisa dia após dia e esperar resultados diferentes”. A frase lembra a fábula do clássico Quem mexeu no meu queijo? (ed. Record), de Spencer Johnson.
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Na história, dois ratinhos e dois duendes viviam em um labirinto à procura do queijo que os faria felizes. Depois de encontrá-lo, caíram na rotina. Já sabiam o caminho e o queijo estava ali, esperando por eles, diariamente. Tudo bem cômodo, até que um belo dia o queijinho sumiu. Na metáfora, o queijo representa os desejos humanos comuns, como ter um bom trabalho, boa saúde ou estar em um relacionamento amoroso.
A reação de cada personagem diante do inesperado, então, vai revelando lições. Os ratinhos, atentos, rapidamente encontram outro estoque do alimento. Já os duendes perdem tempo pensando que tudo vai voltar a ser como antes. Passam a se sentir frustrados, irritados e com menos energia, até que um dos duendes percebe a paralisia imposta pelo medo e começa a rir de si mesmo. “A vida segue em frente e nós também deveríamos fazer o mesmo”, ele conclui. A partir dessa decisão, eles passam a sentir um enorme senso de aventura e liberdade, embora não sem momentos de desânimo e de algumas dificuldades.

Satisfação e propósito

Valorizar cada experiência acaba por gerar um sentimento de gratidão que ajuda a ter mais calma e positividade para lidar com as adversidades futuras. Basta olhar para o lado e para nossa própria história para perceber a importância das conquistas diárias rumo à mudança que queremos. É um passo de cada vez. Um olhar com mais carinho para si mesmo, a mente que vai se tornando mais assertiva, um perdão aqui e acolá, uma decisão corajosa ou uma sabedoria que não se tinha antes, e o poder pessoal vai sendo resgatado e, com ele, a vontade de expandir horizontes.
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“Ostra feliz não faz pérola”, é a máxima do livro homônimo (ed. Planeta) de Rubem Alves, em que ele diz algo essencial sobre a importância da insatisfação: “Pessoas felizes não sentem necessidade de criar. O ato criador, seja na ciência ou arte, surge sempre de uma dor. Não é preciso que seja uma dor doída. Por vezes, a dor aparece como aquela coceira que tem o nome de curiosidade”.
É essa coceirinha que nos leva, de tempos em tempos, a repensar a própria trajetória, pegar de volta a bússola nas mãos, pedir demissão do trabalho, se separar, retomar uma atividade que dava prazer ou abandonar um velho vício. Insatisfação faz parte. E tem a capacidade de fazer cada um se reinventar.
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Quando isso acontece, o labirinto de impasses é desfeito, nem que seja por uma nova temporada, e se pode desfrutar da plenitude que o mestre espiritual indiano Osho descreve: “Você está obedecendo ao seu coração, você não está obedecendo a ninguém. Não está sendo forçado a obedecer. O seu amor é resultado da sua liberdade, sua confiança é resultado da sua dignidade – e ambos vão fazer de você um humano mais pleno”, ensina o mestre, satisfeito da vida.”

A organização tem um sentido: de dentro para fora

Quantas vezes nos perguntamos por que algo não dá certo? Ou, por que não conseguimos tempo hábil para realizar isso ou aquilo? Por que os planos não se concretizam? A resposta para alguns desses problemas pode ser a organização.

Quando as coisas, as ideias e os caminhos estão bem dispostos e organizados, planejar e realizar se torna muito mais fácil (e possível). Então, que tal começar a colocar a vida em ordem?

Arrume as suas gavetas!

Texto do Dr. Fábio Augusto

“Aprendi com os mais velhos e sábios que, quando temos um problema difícil de ser resolvido, que nos tira a paz, precisamos nos afastar de tudo e arrumar o ambiente ao nosso redor.

Entenda que o seu quarto bagunçado, a sua casa, a sua bolsa, a sua gaveta, o seu ambiente, é o espelho da sua vida interior! E… vice-versa! Ou seja, um ambiente desarrumado acaba influenciando e dando espaço para que os sentimentos negativos tomem conta da sua vida – você manifesta no exterior o que está acontecendo no seu interior.

Por isso, arrumar tudo externamente é uma atitude simbólica do seu desejo e esforço em mudar o que está negativo dentro de você! O universo funciona assim: o que está dentro está fora. O que está fora contamina o que está dentro. Por esse motivo, lembre-se sempre que você pode influenciar o interior com o exterior e vice-versa, você tem a chave para a sua organização pessoal.

No momento em que você limpa a sua gaveta e joga fora aquilo que não presta, o que é negativo, as pessoas que não contribuem para o seu crescimento, estará reprogramando simbolicamente o seu interior.

É uma das melhores chaves para conseguir serenidade e respostas para problemas muito difíceis. Aproveite e arrume suas gavetas. Com certeza vai ajudar você a encontrar solução para muitos de seus problemas.
(Adaptado de Deposito dos Sentimentos)”

Cinco hábitos saudáveis ​​que fortalecem sua família

Bons hábitos não acontecem por acaso. Eles têm que ser primeiro apresentados a nós e é preciso autodisciplina e muita prática para cultivá-los em nossas rotinas regulares, se pretendemos que sejam bem sucedidos. Tomemos, por exemplo, a escovação e uso do fio dental nos dentes.

Ajudar sua família a formar bons hábitos pode ser um desafio. Mas se você manter o rumo, isso se tornará um costume de preferência. Uma vez que se tem um objetivo em mente, deve-se focá-lo diariamente até que se demonstre um nível aceitável de domínio antes de passar para a apresentação de um próximo hábito. Suas expectativas devem ser condicionadas à idade e estágio de desenvolvimento do seu filho ou entendimento e tempo dos familiares. Aqui listamos 5 hábitos saudáveis ​​que devem ser implementados:

Hábito Saudável #1: Pratique a gratidão

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A gratidão é um conceito complicado. A maioria de nós sabe que devemos expressar gratidão pelas coisas importantes na vida, como ter um teto sobre nossas cabeças, ter comida na mesa todos os dias e ter filhos saudáveis. Depois, há as pequenas coisas, como apreciar a grande árvore no quintal ou mesmo apenas ter acesso a uma máquina de lavar e secar roupa. Quando tudo está bem no nosso mundo, é fácil se concentrar no que há de bom, mas o desafio é ser capaz de manter esse foco quando as coisas não estão indo tão bem.

Grande parte das crianças não vai aprender gratidão simplesmente por ser dito que esta é a forma como eles devem agir. A coisa mais importante que você pode fazer é modelar o comportamento de seu filho. Configurar um hábito de gratidão em sua família. Por exemplo, na hora do jantar, quando todos estiverem ao redor da mesa, incentive o compartilhamento de algo bom que aconteceu com cada um durante o dia. Edificar a gratidão requer prática, mas quando feito regularmente, é um hábito que aumentará a harmonia da sua família.

Hábito Saudável #2: Mantenha uma programação de diversão regular em família

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Para uma família ficar conectada e em sintonia, é fundamental para esculpir blocos de tempo regulares para passar juntos. Traga à sua família o hábito de sair apenas para se divertir, e não apenas para ocasiões especiais, como aniversários ou em férias. Reúna todos e eleja um período regular todos os meses para ficarem juntos. Certifique-se de preencher esse tempo com atividades divertidas, lanches aos domingos no parque, na praia ou quintal de casa, boliche, filmes e passeios. Uma vez no calendário, deve ser o tempo sagrado da família e não serão negociados por outros compromissos.

Hábito Saudável #3: Desenvolver hábitos familiares

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Sente-se em conjunto e incentive cada membro da família a discutir sobre um hábito saudável que eles gostariam de melhorar. Por exemplo, a garotada pode tentar usar as palavras “por favor” e “obrigado” regularmente, as crianças mais velhas podem telefonar para casa para avisar se chegarão tarde e os adultos podem tentar, regularmente, beber água em vez de refrigerante.

Um ato prático lúdico para reforçar essa ideia é dar a cada familiar algumas sementes de flores para plantar. Assim, explique que o tempo em que a semente leva para começar a crescer, é o período que se tem para trabalhar esses hábitos. Quando todos verem o crescimento em suas mudas, poderão informar aos familiares se seu hábito floresceu nelas. Durante este tempo, os membros da família podem estimular o crescimento do hábito no outro com comentários positivos que admirem o compromisso. Simples abraços provando que você notou o cuidado de cada um pode ser o suficiente para manter todos motivados na tarefa.

Hábito Saudável #4: Mantenha-se organizado

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Uma habilidade importante que vai ajudar a todos, principalmente os seus filhos à medida que crescem, é aprender a manter-se organizado. Se a sua família não está organizada para começar, então você pode usar isso como uma oportunidade de ensino para todos, como, por exemplo, trabalhar em conjunto para obter todos os quartos da casa livre de desordem.

Faça uma lista de alguns dos seus atos de desordem, uma vez que identificar seus maus hábitos, escolha um para mudar e um organizado para substituição. Em vez de deixar as roupas limpas dos filhos no seu guarda-roupa ou em um cantinho do armário, mostrar-lhes como arrumá-lo corretamente para que eles adquiram o hábito de respeitar as coisas e o ambiente, evitando revirar uma pilha bagunçada para encontrar um par limpo de meias.

Comece devagar e aos poucos, escolhendo apenas um hábito e aquele em que se sinta confiante para a mudança. Uma vez que sua casa começa a ficar (e permanecer) organizada, você e todos da família terão mais tempo para relaxar e aproveitar o tempo juntos com qualidade.

Hábito Saudável #5: Coma certo

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Um dos melhores presentes que você pode dar aos seus familiares é ensiná-los a cuidar bem de seus corpos. Isso é algo que a maioria de nós precisa trabalhar. Mas, escolhendo opções de alimentos saudáveis ​​e fazendo exercícios regularmente nós vamos ensinar aos nossos filhos que valorizamos um estilo de vida saudável. Se a sua família nunca come frutas e vegetais, inicie o hábito de introduzir uma nova fruta ou vegetal todos os dias. Substitua os alimentos fritos por assados ou grelhados. Adquira o hábito de caminhar ou andar de bicicleta várias vezes por semana, em vez de ver televisão. Se você modelar hábitos mais saudáveis, seus filhos não terão mais motivo para não segui-las.

Você tem hábitos saudáveis ​​que você valoriza? Eles tiveram um impacto positivo na vida da sua família? Compartilhe com a gente! Esperamos que você possa começar a construir alguns novos hábitos saudáveis ​​para a sua família hoje!

Texto original em Quick and Dirty Tips
Tradução livre de autoria do blog.