Tag: pães

Receita: Mix de Farinha sem Glúten

Descubra como combater a ansiedade com alimentação saudável

A ansiedade, ânsia ou até mesmo o nervosismo são características biológicas do ser humano, que acontecem antes de momentos de perigo real ou imaginário, causando sensações corporais desagradáveis. É uma reação natural ao medo ou por expectativa de acontecimentos. Quando é intensa, é caracterizada pela preocupação excessiva e descontrolada sobre um fato ou acontecimento.

Os principais motivos que desencadeiam a ansiedade estão ligados a inúmeras situações do dia a dia, desde a ansiedade que antecede uma prova, uma entrevista ou preocupação com entes queridos, até a espera do resultado de um exame médico.

O diagnóstico da ansiedade é feito por meio da constatação de sintomas como insônia, sensação de estômago vazio, coração batendo rápido, medo intenso, aperto no tórax, transpiração, sudorese excessiva, irritabilidade, inquietação, falta de memória, falta de concentração e respiração curta alterada.

O tratamento deve ser acompanhado por um profissional da área da saúde, seja médico, psicólogo, terapeuta, etc.Mas existem diversos nutrientes contidos nos alimentos que aumentam a sensação de bem-estar e podem combater os sintomas da ansiedade.

Carnes, ovos, leite e derivados

Excelentes fontes de triptofano, aminoácido que, juntamente com a vitamina B3 e o magnésio, ajudam a melhorar a qualidade do sono e estimulam a produção de serotonina, conhecida como o hormônio da felicidade. Opte por carnes vermelhas com pouca gordura, e o leite na versão desnatado, pois o alto consumo de gordura pode influenciar de forma negativa no tratamento.

Chocolate

O cacau é um alimento rico em flavonoides, compostos antioxidantes que ajudam na maior liberação de serotonina e contribuem para amenizar os sintomas da ansiedade. Dê preferência aos chocolates amargos ou meio amargos, pois contêm maior quantidade de cacau em sua composição.

Modo de usar: derreta e consuma com banana, outra opção de fruta riquíssima em triptofano.
Cereais integrais

Arroz, macarrão, biscoitos e pães, nas versões integrais, elevam o nível de açúcar no sangue de forma mais lenta. Contêm magnésio, que controla os sintomas da ansiedade.

Frutas cítricas

Frutas como laranja, acerola, pitanga, limão, morango, jabuticaba e até a banana são ótimas fontes de vitamina C, que auxilia na redução da liberação de cortisol, hormônio relacionado com

estresse e sintomas de ansiedade.
Chás

Melissa (Melissa officinalis): esta planta auxilia no tratamento da ansiedade, pois apresenta ação calmante. O consumo do chá ao longo do dia reduz o consumo alimentar em frequência e volume. Modo de usar: ferver um litro de água, adicionar uma colher de sopa de melissa seca e manter a fervura por 5 minutos em panela tampada. Após a fervura, deixar descansar e beber morno ao longo do dia.

Conteúdo Bons Fluídos

Os alimentos ideais para serem consumidos antes dos exercícios

Praticar atividades físicas é muito importante para a nossa saúde e bem-estar, além de ajudar – e muito! – na hora de perder alguns quilinhos. Porém, é importante não se preocupar apenas com o tipo de exercício ou a intensidade dele – também temos que nos alimentar de acordo com os treinos, pois uma refeição adequada é capaz de conseguir as reservas de energia necessárias para que a atividade física não se torne um fardo. As nutricionistas Barbara Sanches e Camila Abreu contam quais alimentos são recomendados para se fazer exercícios e por quê:

Alimentos que dão energia

Antes do treino, o ideal é consumir alimentos que dão mais energia, já que você está prestes a gastar um monte dela nos exercícios. Quando se fala em alimentos que dão energia, entram em cena os carboidratos. “Além de ser sinônimo de energia e garantir disposição, o carboidrato preserva a massa muscular”, conta Camila.

Barbara completa: “nutrientes como vitaminas, minerais e aminoácidos também são necessários para o treino, embora não precisem ser consumidos necessariamente antes dos treinos, como os carboidratos. Eles podem estar diluídos durante o dia todo, em várias refeições”. O ideal é dar preferência aos carboidratos complexos, presente nos pães, arroz e massas, pois sua digestão é lenta, garantindo energia por mais tempo.

Evite esses alimentos

“Deve-se evitar a ingestão de fibras e alimentos gordurosos, pois podem causar desconforto gastrintestinal. Dê preferência aos lácteos com baixo percentual de gorduras e retire as cascas e bagaço das frutas”, aconselha Camila.

Sugestões para refeição antes do treino

As nutricionistas indicam: cereais matinais, pães, bolachas e biscoitos simples (sem recheio), arroz, massas em geral, tubérculos (batata, mandioquinha, mandioca), frutas frescas como melancia, pêssego e uvas.

Reposição nutricional

Durante a prática do exercício, também devemos tomar cuidados importantes, como a reposição de líquidos e hidratação do nosso corpo. “A ingestão de líquidos é fundamental para o desempenho. Essa estratégia é importante para prevenir hipoglicemia e/ou desidratação, quadros que comprometem o rendimento” diz Camila. “É importante sempre levar água e, preferencialmente, bebidas esportivas”, completa.

Conteúdo Minha Vida

Consumir carboidrato é fundamental para o bom funcionamento do organismo

Conteúdo original Revista Suplementação

Os regimes que estão na moda, que defendem a restrição de um ou outro tipo de alimento, podem acarretar em carências nutricionais importantes e precisam ser olhados com muito cuidado?

pasta-1181189_960_720

Quando o assunto é alimentação, sempre há alguns vilões protagonistas dos regimes alimentares, como o chocolate e o ovo já tiveram a sua vez. Atualmente, o carboidrato e o glúten são os nutrientes mais questionados, e as dietas que promovem a restrição indiscriminada dos alimentos destes grupos e prometem resultados milagrosos estão conseguindo cada vez mais adeptos, fato que preocupa os profissionais da área da saúde.

Beatriz Botéquio, consultora em nutrição da Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias, Pães & Bolos Industrializados (ABIMAPI), explica que “para uma dieta ideal o correto é que seja feito o consumo variado de alimentos dentro de todos os grupos alimentares”. Ou seja, o que realmente proporciona uma melhor qualidade de vida e perda de peso é saber comer com equilíbrio.

cheese-1328824_960_720

“Os regimes que estão na moda, que defendem a restrição de um ou outro tipo de alimento, podem acarretar em carências nutricionais importantes e precisam ser olhados com muito cuidado” afirma Beatriz. De acordo com a nutricionista, retirar o carboidrato da alimentação, por exemplo, pode gerar fadiga além de carências de fibras e outros micronutrientes. Além disso, essa tendência vai contra praticamente todas as pirâmides alimentares adotadas.

Criado em 1999, pela pesquisadora Sonia Tucunduva Philippi, do Departamento de Nutrição da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), o modelo brasileiro de pirâmide alimentar nada mais é do que um gráfico que indica a proporção que cada tipo de alimento que deve ser ingerido para que nosso organismo tenha todos os nutrientes necessários para uma vida saudável.

buns-1277037_960_720

O carboidrato está presente na base deste gráfico, o que significa que deve ser ingerido em um número maior de porções diárias do que os demais grupos. “Ele é nossa principal fonte de energia, garante o funcionamento do metabolismo de forma eficiente e, em falta, resulta em cansaço, fadiga muscular, alteração do sono, câimbras e perda de massa muscular” completa Beatriz. Por isto, a importância da oferta adequada de alimentos como arroz, trigo, milho e seus derivados – massas, pães, bolos e biscoitos, que também são fontes de proteínas vegetais, fibras, vitaminas e sais minerais – divididos em aproximadamente seis refeições por dia.

7 maneiras (fáceis!) de desinchar em apenas 1 dia

Conteúdo original M de Mulher

Sabe quando você acorda achando que engordou 2 quilos da noite para o dia? Sim, esse tipo de pânico é comum e você não está sozinha. A maior de nós já passou pela situação nada agradável. A boa notícia é que na maioria das vezes o problema não passa por um inchaço temporário e que você pode resolver com alguns ajustes simples na alimentação. Veja o que fazer:

belly-2473_960_720

1. Troque todas as bebidas por água

Pode até parecer contraditório, mas ingerir muita água não vai te fazer inchar. O seu corpo muitas vezes armazena água de modo a não ficar desidratado, mas se você está constantemente ingerindo o líquido, o seu corpo expulsa um pouco do estoque. Resultado: corpo mais enxuto e sem retenção de líquidos, acredite.

2. Evite alimentos com ‘álcoois de açúcar’

Os alimentos que são compostos de álcoois de açúcar, um tipo de adoçante de baixa caloria, podem contribuir para o seu inchaço. Eles causam alterações no seu trato gastrointestinal e podem levar a gases, cólicas, inchaço, e até mesmo a diarreia se você ingerir muito. Esses sintomas desagradáveis ​​são um indício de que é difícil para o seu corpo quebrar totalmente esses adoçantes durante o processo digestivo. Há também o fato de que eles tendem a estar presentes em alimentos altamente processados, o que só agrava o problema digestão.

3. Preste atenção à sua ingestão de fibra

appetite-1238252_960_720

Ela mantém o seu sistema digestivo funcionando e ajuda você a se sentir saciado por mais tempo, o que é uma vantagem se você quer perder peso. Porém, se não estiver acostumada a consumir fibra e começar a ingerir altas quantidades em um curto período de tempo, isso pode te deixar inchada. O recomendável é entre 20 e 25 gramas por dia e tomar muita água junto com qualquer alimento fibroso para ajudar seu corpo digeri-lo mais facilmente,

4. Escolha suas frutas e vegetais com sabedoria

Frutas como cerejas, pêssegos, uvas e mangas podem inchar você mesmo tendo uma abundância de benefícios nutricionais impressionantes. Apesar de saudáveis, estas frutas contém grande quantidade de álcoois de açúcar ou açúcar. Se você está tentando desinchar, fique com amoras, morangos, melão e laranja, que têm menor teor de açúcar e grande quantidade de água.

Quanto aos vegetais, os crucíferos, como couve de bruxelas, brócolis e couve-flor são carregados de rafinose, o mesmo composto que produz gases quando você come feijão. Para acertar nas escolhas, aposte nos que possuem grande quantidade de água, como pepino e abobrinha.

5. Fique livre dos carboidratos

cake-74206_960_720

O carboidrato refinado, presente em produtos elaborados com a farinha branca, como pães, bolos, pizzas, podem favorecer o inchaço. Algumas pessoas têm intolerância a esses alimentos e em alguns casos apresentam alergias associadas a seu consumo.

6. Mastigue, mastigue, mastigue

Às vezes, a culpa não é do que você come, mas como você come. Se você gosta de conversar  enquanto realiza suas refeições ou tem o hábito de mastigar muito rápido, o seu estômago está recebendo, juntamente com a comida, uma grande quantidade de ar. O resultado você já pode imaginar, né? Barriga inchadinha e digestão lenta. A gente também já falou por aqui que mastigar pode ser a chave para você controlar a gula e manter a balança sob controle, lembra

7. Corte os alimentos salgados

Se, de repente, o seu sutiã apertou e você está se sentindo como se estivesse com um espartilho, fique longe dos alimentos ricos em sódio. Quando você exagera no componente, seu corpo retém mais água para tentar manter o equilíbrio adequado em sua corrente sanguínea. Se possível, fique com uma inferior a 2.400 miligramas de sódio por dia e, novamente, a água todo o tempo é fundamental para diminuir o problema.