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Feliz Dia dos Pais!

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Ser pai…

“Ser pai é ser sábio conselheiro
construindo valores,
amigo e companheiro inseparável,
herói derrotando os temores,
indicando na vida os caminhos.
Ser pai é ser artista, palhaço,
um menino arteiro responsável,
mesmo cansado, se doa
ri e brinca, conta histórias…
Ser pai é ser participação,
amor incondicional no coração,
no crescimento diário dos filhos
um eterno aprendiz…”

Van Albuquerque
Ade2010

FELIZ DIA DOS PAIS!!!

A todos os pais, mães que são pais, irmãos que ajudam a criar e educar, tios, avôs e avós, bons padrastos e todos aqueles que representam a figura paterna na nossa vida!

Como ensinar as crianças a comerem saudavelmente

Texto de Naíma Saleh, na Revista Crescer

Você sabia que cerca de 90% das crianças não cumprem as recomendações diárias de consumo de vegetais nos Estados Unidos? O altíssimo índice vai contra as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS). O órgão estabelece que é necessário ingerir, pelo menos, 400 gramas todos os dias.

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Muitos pais dizem que os filhos não gostam de comer verduras e legumes, mas não existe segredo para inserir estes itens com sucesso no menu dos pequenos. A melhor maneira de implantar na criança o gosto pela alimentação saudável é oferecer e expor esse tipo de comida o tempo todo e estimular o contato o quanto antes.

“As pesquisas que temos até agora mostram que a exposição repetida tem um impacto mais consistente no aumento da aceitação de vegetais por crianças pequenas”, explica a PhD Susan Johnson, professora de Pediatria e Diretora do The Children’s Eating Laboratory, na Universidade de Colorado-Denver, uma das participantes de um dos painéis da American Society for Nutrition(ASN).

No Brasil, uma pesquisa do Ministério da Saúde mostrou que todas as capitais da região Sudeste estão entre as dez cidades que mais comem frutas e hortaliças no país. Enquanto, em média, apenas 24,1% dos brasileiros consomem cinco ou mais porções cinco vezes da semana ou mais, em Vitória, o índice sobe para 26% e, em Belo Horizonte, para 32%. Tanto em São Paulo quanto no Rio de Janeiro, a média de consumo é de 25%.

A mesma pesquisa, batizada de Vigitel 2014, revelou que 52,5% dos brasileiros estão acima do peso. Os números mostram que a taxa de jovens com menos de 18 anos obesos é de 17,9%, um índice que se manteve estável nos últimos anos, mas ainda considerado muito alto.

E qual a indicação para combater a obesidade e o excesso de peso? Praticar exercícios físicos e ter uma dieta equilibrada e rica em (adivinhe só!): frutas, verduras e legumes.  “Esses alimentos fornecem vitaminas e sais minerais importantes para a criança. Possuem boa quantidade de fibras que regulam o intestino e colaboram para a prevenção de doenças antes exclusivas de adultos, como diabetes tipo 2, pressão alta e obesidade”, explica a nutricionista Beatriz Botequio, da Equilibrium Consultoria em Saúde e Nutrição.

Como introduzir vegetais na dieta da criança

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) recomenda que, a partir dos 6 meses de idade, período exclusivo de aleitamento materno, sejam introduzidos novos alimentos na dieta do bebê, em forma de papas e sopinhas. Primeiro, vêm as frutas e, depois, as verduras e legumes. Muitas vezes, ao primeiro sinal de rejeição da criança, os pais voltam atrás.

“Na aflição de o filho não comer, os pais desistem de oferecer o ‘alimento novo’ e dão a opção que sabem que o filho aceita, como o leite ou mamadeira. Esse comportamento reforça à criança que ela não precisa dos novos sabores”, explica Beatriz.

Os especialistas da American Society for Nutrition recomendam que as crianças provem o mesmo alimento pelo menos entre 8 e 12 vezes antes de dizerem que não gostam. No entanto, a maioria dos pais desiste lá pela terceira ou quarta tentativa.

É claro que insistir para que seu filho pelo menos sinta o gosto da comida – não precisa engolir se não gostar! – não é uma tarefa das mais fáceis: tem choro, reclamações e pedidos de clemência. No entanto, é preciso resistir. “Nascemos com o paladar apurado para o doce. Já, para os demais sabores (azedo, amargo e salgado), é preciso aprender a acostumá-lo”, explica Beatriz.

Os pais são o exemplo

Essa resistência a alimentos novos não acontece apenas com legumes e verduras. “No consultório, quando dizemos que é preciso dar fígado para a criança, muitas mães fazem uma cara horrorosa, na frente do filho”, conta o pediatra e neonatologista Jorge Huberman, do Hospital Albert Einstein (SP).

Como esperar que a criança coma de bom grado um alimento que os próprios pais abominam? Isso leva a outro aspecto do problema. Uma travessa de couve, de brócolis ou de alface não vai parar em cima da mesa espontaneamente. Alguém deve comprá-los, lavá-los, cozinhá-los…

Preparar verduras e legumes dá trabalho – ainda mais quando os próprios pais não têm o hábito de comer esse tipo de alimento. Lembre-se de que você é o primeiro modelo de comportamento do seu filho. Ele aprende a andar vendo você caminhar, a falar vendo você conversar e a se alimentar observando como – e o quê – você come.

Muitas vezes, pais e mães se queixam de que a criança se alimenta superbem na escola, prova novos alimentos sem problemas, mas, em casa, dá o maior trabalho e rejeita tudo que não seja arroz ou batata frita.

“Na escola existe o fator socialização. A criança vê os coleguinhas comendo e quer comer também. Faz parte de um ritual. Em casa, muitos pais apenas colocam o prato na frente da criança e querem que ela coma. Não dá. É preciso inserir a comida em um contexto”, alerta Huberman.

Isso inclui desligar a TV na hora das refeições, todos se sentarem à mesa juntos, envolver a criança na hora de pôr a mesa e de tirar os pratos, enfim, transformar todo o processo em um evento que pede a participação dos pequenos. “Levar as crianças à feira ou ao supermercado, deixando que elas toquem os alimentos e participem da escolha, ou mesmo permitir que ajudem no preparo de alguma receita, pode ser interessante”, recomenda Beatriz.

Para ajudar você, selecionamos 5 dicas para ajudar nas refeições aí na sua casa:

1 Coloque-se no lugar da criança

 

Imagine só fazer uma viagem para um país exótico, com comidas inteiramente diferentes das que você está acostumado. Pense na Índia, na Tailândia ou no Japão. É impossível garantir que você vai adorar tudo o que provar – talvez alguns temperos pareçam estranhos demais, alguns cheiros não lhe agradem e, para você, alguns sabores sejam realmente desagradáveis. Para a criança, é a mesma coisa. Tudo o que tem um gosto diferente do leite (ou do que ela já se acostumou a comer) é exótico e nem sempre parece bom na primeira provada.

2 A cara da comida às vezes não agrada

Antes de experimentar para ver se o gosto agrada ao paladar, muitas crianças torcem o nariz para determinadas comidas. Por isso, vale investir em apresentações criativas para montar pratos coloridos e atraentes. Veja algumas ideias AQUI.

3 Perceba se o problema não é a comida em si, mas a atenção

Toda refeição vira aquele circo: seu filho que não quer mais comer, se levanta da mesa, você acaba perdendo a cabeça e seu almoço se transforma em uma verdadeira novela mexicana. Você acha que a criança não percebe que a atitude dela controla toda a dinâmica da refeição? “A comida pode se tornar um jeito de se sobressair e, às vezes, até de se diferenciar de um irmãozinho que acabou de nascer”, comenta Huberman.

4 Não tente esconder no prato aquilo que a criança não gosta

Nada de tentar camuflar uma rodela de beterraba embaixo do bife ou esconder pedacinhos de couve em meio ao purê como quem não quer nada. A criança pode ficar desconfiada e ela precisa saber o que está comendo. Uma estratégia totalmente diferente (e bem mais eficaz) é enriquecer receitas com vegetais.

Por exemplo, preparar um molho de tomate com diversos legumes batidos no meio ou rechear uma torta de frango com uma porção de legumes. Vale também insistir em diferentes modos de preparo. Se o seu filho não comeu brócolis cozido, tente prepará-lo gratinado, refogado, em forma de purê, em forma de bolinhos, como recheio de uma massa… Solte a criatividade!

5 Criança com fome come

Essa máxima nunca falha. Se quando seu filho estiver realmente com apetite houver escolhas saudáveis disponíveis, ele vai comer. Mas, se ele souber que há sempre um pote de sorvete por perto, você já sabe o que acontece.

Acompanhamento nutricional: importância e acesso gratuito

Sempre que vemos conteúdos de dieta, refeições e até mesmo de estilo de vida pelas redes sociais, encontramos alguma recomendação ou referência a um profissional de nutrição. Eles são essenciais para um acompanhamento alimentar correto, quando se pretende emagrecer, engordar, ganhar massa etc. Você já foi a um nutricionista? Sabia que esse serviço é oferecido por instituições particulares gratuitamente em várias cidades?

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A profissão de nutricionista existe desde 1967, mas só foi regulamentada em 1991. O nutricionista é um profissional da área da saúde, licenciado a garantir a segurança alimentar e a atenção dietética.

A função do nutricionista é estudar as necessidades nutricionais dos pacientes e esquematizar um plano alimentar que atenda aos seus objetivos, interpretando, compreendendo e relevando fatores biológicos, sociais e culturais para criar soluções que garantam uma melhor qualidade de vida.

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Os alimentos são os nossos combustíveis e, por mais exagerado que possa parecer, tudo o que a gente come gera alguma reação no corpo. Felizmente, hoje em dia, a medicina tem cada vez mais se atualizado com diagnósticos preventivos, o que facilita prever o que há de errado e cuidar antes que se torne mais grave.

Não à toa que vemos falar muito de intolerância à glúten e lactose, o que não acontecia alguns anos atrás. Quantos de nós realmente conhece as fragilidades do corpo? Você sabe se o que anda comendo está te fazendo bem? Será que a sua indisposição e cansaço não têm a ver com o que você come?

Para saber disso tudo, um profissional de nutrição pode ser um auxílio. E se engana quem pensa que isso é luxo de quem tem convênio médico ou de quem tem tempo e dinheiro. Cuidar da alimentação é cuidar da saúde e todos temos essa obrigação.

Serviço gratuito

A UNIP, Universidade Paulista, mantém clínicas de nutrição em diversas cidades, uma espécie de empresa modelo na qual alunos e professores oferecem atendimento e orientação em busca da promoção da saúde.

O atendimento é totalmente gratuito. Mediante histórico clínico de cada paciente é realizada avaliação nutricional e um exame, chamado de bioimpedância, que é repetido mensalmente, no qual é possível verificar a composição corporal do paciente – massa magra, gordura corporal e líquidos. Depois os profissionais elaboram um plano alimentar individual e o paciente é acompanhado quinzenalmente.

Bacana, né? Não tem desculpa, gente! Para cuidar da saúde só é preciso vontade e disposição. Se na sua cidade não tem UNIP, procure informações nas faculdades locais. Busque saber se esse serviço não é oferecido pelos cursos de nutrição ou mesmo em feiras e mutirões de saúde. Só depende de você!

Confira se há alguma clínica próxima a você:

CPA ALPHAVILLE
Alameda Amazonas, 492 – Alphaville, Barueri – SP
CEP 06454-070 – Tel.: (11) 4191-1078

CPA ARAÇATUBA
Av. Baguaçu, 1939 – Jd Alvorada – Araçatuba – SP
CEP 16018-555 – Tel.: (18) 3117-4550 – Fax.: (18) 3117-4452

CPA ARARAQUARA
Av. Luiz Alberto, 1249 – Vila Harmonia Araraquara – SP
CEP 14802-620 – Tels.:(16) 3331-2390 / (16) 3311-6938

CPA ASSIS
Av. Otto Ribeiro, 2378 – Jd Canadá – Assis – SP
CEP 19800-300 – Tel.: (18) 3321-5110 ramal 129

CPA BAURU
Av. Nossa Senhora de Fátima, 9-50, Jardim América – Bauru – SP
CEP 17017-337

CPA BRASÍLIA
SGAS Quadra 913, s/n° – Conjunto B – Asa Sul – Brasília – DF
CEP 70390-130 – Tel.: (61) 2192-7092

CPA CAMPINAS
Rua Sampainho, 45 – Cambuí – Campinas – SP
CEP 13025-300 – Tels.: (19) 3294-1209 / 3294-1128 / 3254-1921

CPA CANTAREIRA
Av. Santa  Ines, 4740 – Pedra Branca – São Paulo – SP
CEP 18465-970 – Tel.: (11) 2231-2914

CPA CHÁCARA SANTO ANTÔNIO
Rua da Paz, 704 – Alto da Boa Vista – São Paulo – SP
CEP 04713-000 – Tels.: (11) 5181-1441 / 5184-2038

CPA GOIÂNIA
Avenida T 1, nº 363, Setor Bueno – Goiânia – GO
CEP 74210-020- Tel.: (62) 3281-8581

CPA JUNDIAÍ
Av. Armando Giassetti, 577 – Vila Hortolândia – Trevo Itu/Itatiba – Jundiaí – SP
CEP 13214-303 – Tel.: (11) 4815-2333 ramal 143/148

CPA LIMEIRA
Av. Campinas, 1309 – Limeira – SP
CEP 13480-290 – Tel.: (19) 3445-1704

CPA MANAUS
Rua 33, Casa 12, Conjunto Castelo Branco, Pqe 10 – Manaus – AM
CEP 69055-510 – Tel.: (92) 3632-2503

CPA POMPÉIA
Rua Carlos Vicari, 124 – Pompéia – São Paulo – SP
CEP 17580-970 – Tel.: (11) 3662-5255

CPA RIBEIRÃO PRETO
Rua Mariana Junqueira, 1346 – Centro – Ribeirão Preto – SP
CEP 14015-010 – Tels.: (16) 3632-2656 / 3632-6401

CPA SANTOS
Av. Ana Costa, 63/65 – Vila Matias – Santos – SP
CEP 11013-550 – Tel.: (13) 3224-9890

CPA SÃO JOSÉ DOS CAMPOS
Av. Adhemar de Barros, 1010 – Vila Adyanna – São José dos Campos – SP
CEP 12245-010 – Tels.: (12) 3921-5774 / 3921-1399

CPA SÃO JOSÉ DO RIO PARDO
Rua Jorge Tibiriça, 451 – São José do Rio Pardo – SP
CEP 13720-000 – Tel.: (19) 3681-3529 ramal 120

CPA SÃO JOSÉ DO RIO PRETO
Rua Teixeira de Freitas, 667 – Vila Ercília – São José do Rio Preto – SP
CEP 15013-080 – Tel.: (17) 3235-5031

CPA SOROCABA
Rua Gustavo Teixeira, 285 – Mangau – Sorocaba – SP
CEP 18040-323 – Tels.: (15) 3221-7970 / 3221-3037

CPA TATUAPÉ
Rua Vitório Ramário, 154 – Pq. São Jorge – São Paulo – SP
CEP 05780-410 – Tels.: (11) 2941-2075 / Fax: (11) 2908-0415

CPA VERGUEIRO
Rua Apeninos, 267 – Aclimação – São Paulo – SP
CEP 01533-000 – Tels.: (11) 3341-4250

No site da UNIP tem os mapas localizando cada unidade, para consultar clique AQUI.