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Na quietude da vida, a gente observa…

É saúde!

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É saúde, gente!

Do insta @motivacao24h

Entre o bom e o ruim há mais do que se imagina

Conteúdo original World of Dance

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“Há pessoas que dão a impressão de terem nascido com um humor privilegiado, uma capacidade maior de superar obstáculos, uma resistência especial para enfrentar quaisquer circunstâncias. Sem contar que nunca parecem cansadas, estão sempre sorridentes, arrumadas e perfumadas, prontas para a próxima festa. Outras parecem caminhar pela vida acompanhadas por uma nuvem negra. Para estas, o copo está constantemente meio vazio, e lembram a hiena do desenho Lippy e Hardy, sempre repetindo: “Ó dia, ó vida, ó azar, eu disse que não ia dar certo.”

Mas tanto a percepção de indivíduos que parecem ter saído de um comercial de margarina quanto a dos eternos pessimistas não correspondem à verdade. Todo mundo reage a estímulos externos e está sujeito a oscilações de humor.

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O que diferencia as pessoas é a forma como pensam e sentem as adversidades. Todos têm seu dia ruim, quando nada parece dar certo, mas é a intensidade e a frequência das respostas emocionais que vão definir os comportamentos das pessoas e sua qualidade de vida.

Se os contratempos se repetem, as frustrações se avolumam e a balança do cotidiano parece pender com mais constância para o lado negativo, a resistência a tais dificuldades pode sobrecarregar o indivíduo, atrapalhar suas noites de sono, modificar seus hábitos alimentares, causando-lhe estresse, ansiedade e depressão.

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Ele fica mais vulnerável às dificuldades e passa a dar um peso exagerado a tudo, desde problemas no trabalho e de relacionamento a aborrecimentos comuns no dia a dia, como engarrafamentos, atrasos, telefonemas inúteis para operadoras de telefonia. Irrita-se e sofre por qualquer motivo e olha tudo com lentes de aumento, supervalorizando defeitos e pequenos deslizes em si mesmo e nos outros.

Quando se é dominado por longo tempo pela sensação de desvalor, de ser inadequado, falho e indigno de afeto; por insegurança, medo, dúvidas, tristezas e pensamentos repetitivos de culpa e ressentimento que, em vez de refletir a realidade, a distorcem, deve-se considerar a possibilidade de haver desenvolvido um transtorno e ser indicado procurar tratamento psicológico.

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Segundo Epicteto (filósofo grego, século 1 d.C.), “O que perturba o ser humano não são os eventos, mas a interpretação que se faz deles.” Já ia me esquecendo. Sobre as pessoas referidas no início do texto, que veem tudo em cor-de-rosa, como Pollyanna, personagem símbolo de superação e otimismo, que nunca reclamam nem se indignam com injustiças e maldades dirigidas a elas, também podem se beneficiar de psicoterapia. Afinal, quanta raiva e insatisfação estarão escondidas pelo eterno sorriso de anúncio de creme dental?”

“Uma relação tem que servir para tornar a vida dos dois mais fácil”

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“Vou dar continuidade a esta afirmação porque o assunto é bom, e merece ser desenvolvido. Algumas pessoas mantém relações para se sentirem integradas na sociedade, para provarem a si mesmas que são capazes de ser amadas, para evitar a solidão, por dinheiro ou por preguiça. Todos fadados à frustração.Uma armadilha.

Uma relação tem que servir para você se sentir 100% à vontade com outra pessoa, à vontade para concordar com ela e discordar dela, para ter sexo sem não-me-toques ou para cair no sono logo após o jantar, pregado.

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Uma relação tem que servir para você ter com quem ir ao cinema de mãos dadas, para ter alguém que instale o som novo, enquanto você prepara uma omelete, para ter alguém com quem viajar para um país distante, para ter alguém com quem ficar em silêncio, sem que nenhum dos dois se incomode com isso.

Uma relação tem que servir para, às vezes, estimular você a se produzir, e, quase sempre, estimular você a ser do jeito que é, de cara lavada uma pessoa bonita a seu modo.

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Uma relação tem que servir para um e outro se sentirem amparados nas suas inquietações, para ensinar a confiar, a respeitar as diferenças que há entre as pessoas, e deve servir para fazer os dois se divertirem demais, mesmo em casa, principalmente em casa.

Uma relação tem que servir para cobrir as despesas um do outro num momento de aperto, e cobrir as dores um do outro num momento de melancolia, e cobrirem o corpo um do outro, quando o cobertor cair.

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Uma relação tem que servir para um acompanhar o outro no médico, para um perdoar as fraquezas do outro, para um abrir a garrafa de vinho e para o outro abrir o jogo, e para os dois abrirem-se para o mundo, cientes de que o mundo não se resume aos dois.”

Dr. Drauzio Varela

Preferências musicais podem estar ligadas ao nosso modo de pensar, diz estudo

Conteúdo original de Minha Vida

Você já parou para pensar por que nós temos gostos musicais específicos ou por que você gosta de um gênero de música e de outro não? Pouco se conhece sobre os fatores que podem influenciar em nossos gostos, mas o fato é que demora apenas alguns segundos para sabermos quando queremos ouvir uma música ou quando preferimos pular para a próxima faixa. Estudiosos da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, resolveram investigar mais a fundo este assunto e fizeram uma descoberta bastante inusitada sobre as músicas que escutamos.

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De acordo com o estudo, publicado no site revista científica PLOS One no mês de julho, as nossas preferências musicais estão diretamente relacionadas à nossa personalidade e ao nosso modo de pensar. Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores reuniram dados de aproximadamente 4 mil pessoas, que foram recrutadas por meio de redes sociais.

Na primeira fase, elas responderam a um questionário elaborado para que os cientistas entendessem como pensavam e reagiam cada um dos participantes, na segunda, elas escutaram 50 músicas de 26 gêneros e subgêneros musicais diferentes, e na terceira, avaliaram cada uma delas. Em seguida, os pesquisadores analisaram as informações coletadas e descobriram que existe uma forte relação entre o perfil psicológico traçado por meio do questionário com as avaliações individuais dadas às músicas.

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Se uma pessoa tem o chamado “cérebro empático”, que diz respeito à habilidade de reconhecer e reagir aos pensamentos e sentimentos dos outros, ela tenderá a preferir gêneros como R&B, soul e country. Já se ela tiver aquele que chamamos de “cérebro sistemático”, ligado à capacidade de entender regras e sistemas, ela preferirá heavy metal, punk, entre outros estilos parecidos.

Os pesquisadores também descobriram que pessoas mais empáticas tendem a preferir músicas mais calmas, com letras tristes e melancólicas ou até mesmo mais poéticas. Já quem é mais sistemático costuma preferir gêneros mais animados e intensos, com letras fortes e mais divertidas.

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Os estudiosos ainda acreditam que essa pesquisa poderá ter reflexos até mesmo na indústria da música. Segundo David Greenberg, principal autor do estudo, grandes serviços de streaming musical, como Spotify e Apple Music, investem muito dinheiro para descobrir novas e diferentes formas de saber que músicas seus usuários gostariam de ouvir. “Com estudos como este em mãos, pelos quais é possível traçar a forma de pensar das pessoas, identificar possíveis gostos musicais será muito mais fácil e prático”, disse em entrevista coletiva.