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Tremoço é saudável a ajuda a emagrecer

Foto: Sandéleh Alimentos

O tremoço é a semente de plantas do gênero Lupinus, muito usadas no enriquecimento dos solos pois, aportam com uma considerável quantidade de nitrogênio quando cultivadas. Sua semente, ou grãos, são alimentares e muito usados nos países mediterrâneos da Europa onde é considerado um petisco. Conheça algumas das características deste grão dourado e saboroso.

 

Esta planta, com suas vistosas flores amarelas (ou azuis, ou vermelhas – sim, há de um montão de cores mas, nem todas se usam como alimento), é bastante usada na prática de adubação verde pois, seu cultivo incorpora ao solo importantes quantidades de nitrogênio pela ação das bactérias que coabitam suas raízes.

Benefícios do tremoço

Foto: Feito de Iridium

Esta leguminosa é bastante rica nutricionalmente. Neste grão existem:

  • Proteína vegetal de boa qualidade – de 36 a 52%
  • ● Elevado teor de cálcio, fósforo, potássio, ferro e fibras vegetais (30 a 40%)
  • Vitaminas diversas: complexo B e vit. E
  • Ômega 3 e 6, de 5 a 20%

Bons efeitos da ingestão de tremoço

Tremoços têm ação diuréticaimportante, reguladora da quantidade de gordura que assimilamos e emagrecedora. Seu consumo é adequado a quem tem diabetes e sofre com desequilíbrios lipídicos.

A enorme quantidade de fibras que contêm o tremoço – 3 vezes mais do que as da aveia e do trigo – ajudam no processo de esvaziamento dos intestinos e na captura das gorduras, promovendo uma redução significativa de LDL (colesterol ruim). Outro importante resultado da ingestão de tremoço é a redução do açúcar no sangue – este grão tem um índice glicêmico bastante baixo – sendo um coadjuvante importante nas dietas para redução da obesidade. Com seu elevado teor de proteínas, a ingestão de tremoço ajuda, e muito, na saciedade e redução do apetite.

Tremoço só se usa cozido

O tremoço é um grão meio difícil – tem de ser deixado de molho por longo tempo (no mínimo por 12 horas), seu cozimento é prolongado para que fique mole e, depois de cozido, precisa ser lavado em água corrente por várias horas, para perder o amargor.

Portanto, o uso prático de tremoço se resume ao que possamos comprar já cozido pois que, senão ficará bastante caro de se preparar para uma família só.

Os tremoços cozidos em grandes quantidades, em ambiente industrial, passam por todos esses procedimentos e são vendidos acondicionados como conserva, em água e sal.

Habitualmente são usados como aperitivo frio mas, também podem ser integrados em outras receitas, em saladas, ou pratos cozidos de uso regional.

O consumo de tremoços requer que você os deixe de molho por um tempo, e troque a água algumas vezes, para reduzir a quantidade de sódio que a conserva tem. No entanto, este é seu único defeito, sendo assim, se há tremoços aí onde você mora, consuma-os que faz bem.

Conteúdo Green Me

ABC do Peixe: dicas de preparo, consumo e receita

Tem dúvidas sobre consumo e preparo de peixe? A Dicas Tathy Araujo, criadora da Confraria Trocas Saudáveis e especialista em pescados, ensina uma receita especial para a Páscoa e mostra como comprar, armazenar e cozinhar esse tipo de proteína:

 

Cuidados importantes ao começar a musculação

Conteúdo original Minha Vida

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O ganho de massa muscular é importante nos processos de emagrecimento, na melhora estética, no aumento de imunidade, previne lesões articulares, causa melhoras no humor, melhora de postura, bem como na sensação de disposição ao longo do dia.

O ganho de músculos está relacionado ao processo de envelhecimento, onde ao perdemos menos massa muscular ao longo dos anos, parecemos mais jovens. O excesso de peso está associado à uma diminuição de massa magra (músculos) e aumento da massa de gordura, com esse processo diminuímos o nosso metabolismo.

São inúmeros os fatores que mostram a importância de mantermos e aumentarmos nossa massa muscular. Abaixo estão algumas dicas para você começar seu programa de ganho de massa muscular:

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1.Comece seu programa de treinos exercitando todos os grandes grupamentos musculares, o corpo todo, três vezes na semana, com 48 horas de descanso entre os treinos musculares;

2.Faça o aquecimento articular antes dos exercícios musculares, gire os braços, movimente o quadril, assim irá preparar melhor suas articulações para o treino;

3.Deixe os treinos aeróbios para o final do seu treino, assim terá mais energia para realizar os exercícios musculares;

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4.Faça um diário dos seus treinos, isso ajudará a acompanhar o seu progresso, seus aumentos de carga, e a relatar como está se sentindo em cada treino;

5.Concentre-se na execução correta dos exercícios. É melhor realizar um exercício corretamente que aumentar a carga;

6.Dormir bem é fundamental, nossos hormônios agem no aumento ou diminuição de massa muscular, quando dormimos pouco hormônios catabólicos acabam com nossos músculos;

7.Procure um profissional de educação física para acompanhar seu treinamento, pois para obter melhores resultados você precisa de consistência e aumento regular de intensidade;

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8.Obedeça ao descanso estabelecido pelo seu treinador, entre os treinos e as repetições, dar um tempo para o seu organismo é fator importante na reconstrução muscular gerando aumento da massa muscular;

9.A alimentação é fundamental para você conseguir os resultados esperados, melhore sua alimentação, procure um Nutricionista para te acompanhar, e nunca vá treinar em jejum;

10.Não dê moleza para a preguiça, manter a regularidade dos seus treinos é importante, então não perca o foco. Quanto mais regular e persistente treinar mais resultados terá!

Pães de liquidificador: prático e gostoso

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Um pãozinho quentinho no café da manhã ou da tarde é sempre uma delícia, não é? Ainda mais quando se trata de uma receita caseira feita por você mesmo. Não sabe preparar pães? Não se preocupe! A gente te ensina e de uma forma bem prática, com o liquidificador.

São duas sugestões: um pão recheado e um pão de queijo. Os ingredientes são bem simples e a preparação é rápida. O recheio é uma ideia e você pode adaptar da forma como preferir. Não é diet, nem light, nem fit. Mas, é como sempre falamos por aqui, saudável desde que haja o equilíbrio. Tudo pode, desde que com consciência e moderação.

Pão de Queijo no liquidificador

Receita original de Tudo Gostoso

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  • 3 xícaras de chá de polvilho doce
  • 100 g de queijo ralado
  • 3 ovos
  • 1/2 xícara de chá de óleo
  • 1 xícara de chá de leite
  • 1 colher de chá de fermento em pó
  • Sal a gosto

Bata todos os ingredientes no liquidificador e distribua a massa em forminhas untadas com óleo (ou em uma forma grande, de furo no meio). Asse em fogo médio até que dourem.

Pão recheado de liquidificador

Receita original de Tudo Gostoso

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Massa:

  • 1 xícara de chá de água
  • 1 ovo
  • 3 colheres de sopa de açúcar
  • 3 colheres de sopa de óleo
  • 30 g ou 2 tabletes de fermento biológico ou de padaria
  • 1 colher de chá de sal
  • 5 xícaras de farinha de trigo (aproximadamente)

Recheio de queijo e presunto:

  • 200 g de apresuntado ou presunto
  • 200 g de muçarela
  • 15 g de bacon
  • 1 xícara de chá de cheiro verde picado

Bata no liquidificador todos os ingredientes, menos a farinha de trigo. Despeje a mistura em uma vasilha, junte a farinha aos poucos e amasse bem, até que a massa fique lisa e homogênea. Coloque a massa em forma untada com óleo. Deixe descansar por 30 minutos. Divida a massa em 3 partes, abra com o auxílio de um rolo em superfície enfarinhada, recheie com o sabor de sua preferência e enrole o pão. Pincele 1 gema e asse em forno pré-aquecido a 200ºC, por aproximadamente 30 minutos.

Matchá: novo queridinho para o emagrecimento

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Já percebeu que cada vez mais surgem opções facilitadas no mercado que prometem lhe auxiliar a perder peso, queimar gordura e ser mais saudável? Estamos vivendo uma explosão de novidades e essa atmosfera mais natural parece que chegou para ficar. Dentre tantas variedades, o queridinho da vez é o matchá. Já ouviu falar?

O matchá vem da mesma planta que dá origem aos chás verde, branco e preto, a Camellia Sinensis. O diferencial dele, no entanto, é a forma de extração e produção. Ele tem um ponto diferente de colheita e é liofilizado e moído.

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O processo de liofilização consiste na desidratação das folhas, que são submetidas a baixas temperaturas, mas sem perder suas propriedades originais. Essa é a mesma técnica utilizada para preparar os alimentos dos astronautas, por facilitar o transporte e preservar as qualidades do alimento.

Toda essa conservação faz do matchá uma erva muito mais potente do que todas as variações da Camellia Sinensis produzidas até o momento. Para se ter uma ideia, o matchá possui 137 vezes mais antioxidantes do que o chá verde comum. Além de manter a alta concentração de substâncias que auxiliam na queima e eliminação de gorduras.

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Ele também ajuda na recuperação dos músculos, o que é muito benéfico para quem pratica atividade física, e acelera o metabolismo. Por ser um pó fino, é bastante versátil, podendo ser adicionado à diversos preparos e receitas.

Tudo de bom, né gente?! A única coisa que não é lá muito boa é o preço. Uma embalagem como essa da foto, com 7 gramas, para o preparo de um litro de matchá, custa em média R$ 5. Caro! Até porque para sentir os reais benefícios seria preciso manter um consumo regular e dá para ficar na dúvida (inclinando mais para o não) se todo o investimento valeria mesmo a pena.

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Esse foi comprado com intuito investigativo e o feedback é superpositivo. Ao contrário do chá verde tradicional, com o matchá não é preciso sofrer com o sabor amargo. Esse preparado é bem gostosinho e adocicado. O aspecto é que é meio esquisito e nada bonito. Por ser um pozinho verde, a bebida fica com uma cor de água suja, meio caldo de cana.

A recomendação da embalagem é que se dilua o pó em água gelada ou em temperatura ambiente. O rendimento pode ser expandido, o fabricante indica a diluição em até 1,5 litro. Dispensa ser adoçado e sabor é mesmo muito agradável.

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Contudo, vale lembrar que não existe milagre. Ainda que seja uma experiência aprazível de um produto que promete queimar seus pneuzinhos, nada acontece do dia para a noite como mágica. Ele tem efeito diurético sim e até proporciona uma redução visível do inchaço pela retenção de líquidos, mas a gente sabe que o que propicia o emagrecimento, de fato, são a queima de calorias e a perda de gordura.

Caso você pretenda complementar seu plano alimentar e dar uma potencializada no projeto verão, o matchá pode ser um grande aliado para dar aquele empurrãozinho e lhe ajudar a atingir sua meta.

Como ensinar as crianças a comerem saudavelmente

Texto de Naíma Saleh, na Revista Crescer

Você sabia que cerca de 90% das crianças não cumprem as recomendações diárias de consumo de vegetais nos Estados Unidos? O altíssimo índice vai contra as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS). O órgão estabelece que é necessário ingerir, pelo menos, 400 gramas todos os dias.

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Muitos pais dizem que os filhos não gostam de comer verduras e legumes, mas não existe segredo para inserir estes itens com sucesso no menu dos pequenos. A melhor maneira de implantar na criança o gosto pela alimentação saudável é oferecer e expor esse tipo de comida o tempo todo e estimular o contato o quanto antes.

“As pesquisas que temos até agora mostram que a exposição repetida tem um impacto mais consistente no aumento da aceitação de vegetais por crianças pequenas”, explica a PhD Susan Johnson, professora de Pediatria e Diretora do The Children’s Eating Laboratory, na Universidade de Colorado-Denver, uma das participantes de um dos painéis da American Society for Nutrition(ASN).

No Brasil, uma pesquisa do Ministério da Saúde mostrou que todas as capitais da região Sudeste estão entre as dez cidades que mais comem frutas e hortaliças no país. Enquanto, em média, apenas 24,1% dos brasileiros consomem cinco ou mais porções cinco vezes da semana ou mais, em Vitória, o índice sobe para 26% e, em Belo Horizonte, para 32%. Tanto em São Paulo quanto no Rio de Janeiro, a média de consumo é de 25%.

A mesma pesquisa, batizada de Vigitel 2014, revelou que 52,5% dos brasileiros estão acima do peso. Os números mostram que a taxa de jovens com menos de 18 anos obesos é de 17,9%, um índice que se manteve estável nos últimos anos, mas ainda considerado muito alto.

E qual a indicação para combater a obesidade e o excesso de peso? Praticar exercícios físicos e ter uma dieta equilibrada e rica em (adivinhe só!): frutas, verduras e legumes.  “Esses alimentos fornecem vitaminas e sais minerais importantes para a criança. Possuem boa quantidade de fibras que regulam o intestino e colaboram para a prevenção de doenças antes exclusivas de adultos, como diabetes tipo 2, pressão alta e obesidade”, explica a nutricionista Beatriz Botequio, da Equilibrium Consultoria em Saúde e Nutrição.

Como introduzir vegetais na dieta da criança

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) recomenda que, a partir dos 6 meses de idade, período exclusivo de aleitamento materno, sejam introduzidos novos alimentos na dieta do bebê, em forma de papas e sopinhas. Primeiro, vêm as frutas e, depois, as verduras e legumes. Muitas vezes, ao primeiro sinal de rejeição da criança, os pais voltam atrás.

“Na aflição de o filho não comer, os pais desistem de oferecer o ‘alimento novo’ e dão a opção que sabem que o filho aceita, como o leite ou mamadeira. Esse comportamento reforça à criança que ela não precisa dos novos sabores”, explica Beatriz.

Os especialistas da American Society for Nutrition recomendam que as crianças provem o mesmo alimento pelo menos entre 8 e 12 vezes antes de dizerem que não gostam. No entanto, a maioria dos pais desiste lá pela terceira ou quarta tentativa.

É claro que insistir para que seu filho pelo menos sinta o gosto da comida – não precisa engolir se não gostar! – não é uma tarefa das mais fáceis: tem choro, reclamações e pedidos de clemência. No entanto, é preciso resistir. “Nascemos com o paladar apurado para o doce. Já, para os demais sabores (azedo, amargo e salgado), é preciso aprender a acostumá-lo”, explica Beatriz.

Os pais são o exemplo

Essa resistência a alimentos novos não acontece apenas com legumes e verduras. “No consultório, quando dizemos que é preciso dar fígado para a criança, muitas mães fazem uma cara horrorosa, na frente do filho”, conta o pediatra e neonatologista Jorge Huberman, do Hospital Albert Einstein (SP).

Como esperar que a criança coma de bom grado um alimento que os próprios pais abominam? Isso leva a outro aspecto do problema. Uma travessa de couve, de brócolis ou de alface não vai parar em cima da mesa espontaneamente. Alguém deve comprá-los, lavá-los, cozinhá-los…

Preparar verduras e legumes dá trabalho – ainda mais quando os próprios pais não têm o hábito de comer esse tipo de alimento. Lembre-se de que você é o primeiro modelo de comportamento do seu filho. Ele aprende a andar vendo você caminhar, a falar vendo você conversar e a se alimentar observando como – e o quê – você come.

Muitas vezes, pais e mães se queixam de que a criança se alimenta superbem na escola, prova novos alimentos sem problemas, mas, em casa, dá o maior trabalho e rejeita tudo que não seja arroz ou batata frita.

“Na escola existe o fator socialização. A criança vê os coleguinhas comendo e quer comer também. Faz parte de um ritual. Em casa, muitos pais apenas colocam o prato na frente da criança e querem que ela coma. Não dá. É preciso inserir a comida em um contexto”, alerta Huberman.

Isso inclui desligar a TV na hora das refeições, todos se sentarem à mesa juntos, envolver a criança na hora de pôr a mesa e de tirar os pratos, enfim, transformar todo o processo em um evento que pede a participação dos pequenos. “Levar as crianças à feira ou ao supermercado, deixando que elas toquem os alimentos e participem da escolha, ou mesmo permitir que ajudem no preparo de alguma receita, pode ser interessante”, recomenda Beatriz.

Para ajudar você, selecionamos 5 dicas para ajudar nas refeições aí na sua casa:

1 Coloque-se no lugar da criança

 

Imagine só fazer uma viagem para um país exótico, com comidas inteiramente diferentes das que você está acostumado. Pense na Índia, na Tailândia ou no Japão. É impossível garantir que você vai adorar tudo o que provar – talvez alguns temperos pareçam estranhos demais, alguns cheiros não lhe agradem e, para você, alguns sabores sejam realmente desagradáveis. Para a criança, é a mesma coisa. Tudo o que tem um gosto diferente do leite (ou do que ela já se acostumou a comer) é exótico e nem sempre parece bom na primeira provada.

2 A cara da comida às vezes não agrada

Antes de experimentar para ver se o gosto agrada ao paladar, muitas crianças torcem o nariz para determinadas comidas. Por isso, vale investir em apresentações criativas para montar pratos coloridos e atraentes. Veja algumas ideias AQUI.

3 Perceba se o problema não é a comida em si, mas a atenção

Toda refeição vira aquele circo: seu filho que não quer mais comer, se levanta da mesa, você acaba perdendo a cabeça e seu almoço se transforma em uma verdadeira novela mexicana. Você acha que a criança não percebe que a atitude dela controla toda a dinâmica da refeição? “A comida pode se tornar um jeito de se sobressair e, às vezes, até de se diferenciar de um irmãozinho que acabou de nascer”, comenta Huberman.

4 Não tente esconder no prato aquilo que a criança não gosta

Nada de tentar camuflar uma rodela de beterraba embaixo do bife ou esconder pedacinhos de couve em meio ao purê como quem não quer nada. A criança pode ficar desconfiada e ela precisa saber o que está comendo. Uma estratégia totalmente diferente (e bem mais eficaz) é enriquecer receitas com vegetais.

Por exemplo, preparar um molho de tomate com diversos legumes batidos no meio ou rechear uma torta de frango com uma porção de legumes. Vale também insistir em diferentes modos de preparo. Se o seu filho não comeu brócolis cozido, tente prepará-lo gratinado, refogado, em forma de purê, em forma de bolinhos, como recheio de uma massa… Solte a criatividade!

5 Criança com fome come

Essa máxima nunca falha. Se quando seu filho estiver realmente com apetite houver escolhas saudáveis disponíveis, ele vai comer. Mas, se ele souber que há sempre um pote de sorvete por perto, você já sabe o que acontece.