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Florais para se acalmar no fim do ano

Fim de ano é difícil para todo mundo. As metas que precisam ser batidas no trabalho, as incertezas do novo ano que chega e toda a carga emocional que vem com a virada. Procuramos a expert Marcia Rissato, professora de florais da Escola Mona’s, para descobrir cinco deles que ajudam a driblar a ansiedade, cansaço e as angústias desta época do ano. Anote:

1. Holly: para resgatar o mais profundo sentimento de amor universal e aceitação.
2. Star of Bethlehem: para cicatrizar as feridas da alma e atenuar a saudade doída.
3. Wild Oat: para receber o novo e encontrar o propósito de vida.
4. Walnut: para criar uma camada protetora, fortalecendo momentos de mudança e transformações.
5. Cerato: para estimular a confiança na intuição e ouvir a voz interior.

Conteúdo Vogue

Suor atrai mosquito? Tomar vitamina B o afasta? Veja mitos e verdades

Conteúdo original UOL

Com a chegada do verão parece que os mosquitos começam a atacar. Quase ninguém consegue escapar desses insetos e, consequentemente, das coceiras. O pior é esperar o ano todo para usar um short ou bermuda e revelar dezenas de pontos vermelhos espalhados pela perna.

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Segundo a dermatologista e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia Carolina Marçon, o mosquito gosta muito de umidade, então, a pele suada atrai mais os insetos, assim como o odor exalado.

“A atração pelo inseto é determinada, principalmente, por uma predisposição individual genética, pois vai depender do cheiro que o corpo do indivíduo exala e das sustâncias químicas presentes no suor, como o ácido láctico. Essa predisposição varia por uma combinação de fatores, como a composição da pele, das condições metabólicas etc.”, diz.

No verão, de fato, as picadas são mais frequentes por dois fatores. “No frio, o indivíduo se cobre e, consequentemente, se protege mais com as roupas. E na época do calor, existem mais mosquitos por conta da chuva, que é um fator de proliferação do inseto”, diz o alergista e presidente da ASBAI (Associação Brasileira de Alergia e Imunologia), José Carlos Perini.

Tratamento

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“Há um mito de que a vitamina B 12 ou o complexo B, como, por exemplo, a levedura de cerveja, eliminada pela pele modifica o odor do indivíduo e, com isso, o inseto não se aproxima. Mas, experiências já mostraram que mesmo que você passe a vitamina na pele, ainda assim os insetos picam”, afirma o alergista.

Se a picada for comum e o indivíduo não for alérgico, Perini indica colocar gelo em cima como forma de tratamento, para aliviar a coceira e não deixar irritar. Cremes e anti-histamínicos, que são os remédios antialérgicos, devem ser prescritos pelo médico, pois variam de acordo com a idade e o peso do paciente, enfatiza o alergista.

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A vacina também pode ser usada em caso de pessoas alérgicas, que dessensibilizam os efeitos das picadas.

No caso dos ambientes, o médico indica o uso de inseticidas à base de água, que não deixam odor, e diz para evitar o uso de repelentes que tem de ligar na tomada, pois estes acabam poluindo o local por um período muito longo.

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A dermatologista Carolina Marçon alerta para o uso de repelentes em crianças. “A pele da criança é mais fina e as substâncias acabam penetrando mais. Por isso, o uso de repelentes é indicado apenas para crianças acima de dois anos. E, mesmo assim, o produto deve ser próprio para criança, que é menos tóxico”, afirma.

Feliz Dia do Nutricionista!

Parabéns a todos os profissionais que defendem nossa saúde, com unhas, dentes e alimentação saudável sempre!

Se você tem interesse em se consultar ou começar um acompanhamento com nutricionista, mas não sabe como ou não tem grana sobrando para isso, neste post AQUI a gente indica um serviço gratuito que está espalhado pelo país. Clique e consulte se a sua cidade tem cobertura. É de graça e você só tem a ganhar! Equilibre-se!

Café e chá podem proteger o cérebro

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Café e chá podem fazer mais do que apenas lhe acordar, eles também poderiam ajudar a manter o cérebro saudável, de acordo com uma série de estudos recentes. Os investigadores têm ligado estas bebidas à proteção à depressão, doença de Alzheimer e de Parkinson.

Um grande estudo investigou a relação entre depressão e a ingestão de café, chá e bebidas doces, acompanhando mais de 250 mil adultos maduros por 10 anos. Pesquisadores do NIH (National Institutes of Health) registraram o consumo de cada tipo de bebida em 1995 e 1996 e, em seguida, fizeram uma comparação com autorrelatos dos participantes diagnosticados com depressão depois de 2000. Os resultados mostraram que a ingestão de café foi associada à um risco ligeiramente mais baixo para a depressão, de acordo com um artigo publicado em abril de 2014 na revista PLoS ONE. Esse material publicado encontrou pouco efeito relacionado ao chá, mas outros trabalhos o apontam como um protetor.

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um estudo publicado em novembro de 2013 descobriu que adultos maduros chineses que bebiam regularmente qualquer tipo de chá apresentaram um risco significativamente menor para a depressão: 21% para aqueles que bebiam chá entre um e cinco dias por semana e 41% para os consumidores diários. Os pesquisadores também questionaram sobre as atividades de lazer dos participantes para garantir que o chá, e não a socialização da hora do chá, fornecesse o efeito protetor.

Alguns levantamentos sugerem que os consumidores de café e chá também têm menores taxas de declínio cognitivo. Pesquisa em roedores, que se concentram em compostos específicos presentes no café e no chá, sustenta a ideia de que alguns desses componentes podem reduzir o risco de Alzheimer e Parkinson. Em um desses estudos, publicado on-line em junho do ano passado na Neurobiology of Aging, suplementando a dieta de ratos com um componente do café chamado eicosanoyl-5-hydroxytryptamide, os cérebros dos animais foram blindados contra as alterações patológicas típicas da doença de Alzheimer. Também em 2013, outro experimento descobriu que o mesmo composto teve efeitos protetores contra o modelo de Parkinson. A cafeína pode não apenas defender o cérebro, mas ajudá-lo também, – um artigo da mesma publicação relatou que injetando água potável com cafeína nos camundongos, reduziram-se os emaranhados de proteína observados na doença de Alzheimer e também impediu os déficits de memória.

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Ainda é muito cedo para dizer se o café e o chá podem verdadeiramente proteger o cérebro, mas a maioria dos pesquisadores concorda que o hábito diário de consumo não é prejudicial.

Doce e triste

Refrigerantes e bebidas de fruta, açucarados ou adoçados artificialmente, estão associados ao aumento ao risco de depressão, de acordo com o mesmo estudo da NIH que encontrou o efeito protetivo no chá e no café – a primeira investigação nessa categoria seguindo um grande grupo em muitos anos. Pessoas que beberam mais do que quatro refrigerantes diariamente, em 1995 e 1996, apresentaram 30% mais risco de desenvolverem depressão entre cinco a dez anos mais tarde. Bebidas adoçadas artificialmente parecem ser mais ofensivas: entre todas as categorias, aqueles que consumiram as versões diet tiveram o risco de depressão aumentado. Por exemplo, participantes com um consumo diário de quatro ou mais copos ou latas de uma bebida diet com sabor de fruta tiveram 51% mais risco do que os não consomem, enquanto um consumo similar de refrigerantes diets foi ligado a um aumento de risco de 31% entre os consumidores. Especialistas advertem que é muito cedo para concluir que o açúcar ou adoçante estavam causando a depressão, embora seja possível que as pessoas predispostas à doença decidam tomar bebidas mais doces.

Artigo original em Scientific American Mind Volume 26.