Tag: refeições

O ataque aos snacks

O ataque aos snacks

Nossas vidas cada vez mais acaloradas estão conduzindo a uma mudança que nos leva a comer mais alimentos de lanche em vez de refeições à mesa. Porém, uma pesquisa publicada no Appetite, em janeiro, mostra que apenas ver a palavra “lanche” em um rótulo de comida pode nos levar a comer mais.

No estudo, as pessoas foram convidadas a comer macarrão apresentado como um lanche (consumido em uma embalagem de plástico com um garfo de plástico) ou como uma refeição (consumido em um prato de cerâmica, usando um garfo de metal, sentado em uma mesa). Posteriormente, eles receberam snacks não saudáveis, incluindo M&Ms e crackers. O resultado: aqueles que comeram a massa de “lanchinho” consumiram mais calorias depois do que aqueles que comeram o macarrão “refeição”, sentado em uma mesa.

Pode ser que nos concentremos menos no que estamos ingerindo quando pensamos que estamos comendo lanches e, portanto, estamos menos conscientes do nosso consumo, o que nos leva a comer em excesso mais tarde. Para preservar o hábito de tomar lanche e manter a saúde, e a circunferência saudável da cintura, é uma boa ideia pensar no que você come como uma refeição e sentar-se para comer, mesmo que seja apenas um potinho de iogurte ou um punhado de nozes.

Fonte: Idea

A percepção do volume de alimentos

O grande número de calorias em uma prato cheio de comida gordurosa pode não ser a única razão pela qual você sai da mesa sentindo-se cheio. Um estudo apresentado em uma reunião da Sociedade de Psicologia Britânica, em 2017, sugere que sensações de fome e saciedade podem estar ligadas à forma como percebemos uma refeição e não apenas em quantas calorias consumimos.

Em duas ocasiões, pesquisadores britânicos serviram aos participantes do estudo uma omelete de três ovos para o café da manhã, mas disseram aos voluntários que a primeira refeição tinha dois ovos e a segunda tinha quatro. As pessoas que achavam ter comido um desjejum menor relataram sentir fome mais cedo e também comeram mais durante o dia; ao contrário dos que pensaram ter consumido um café da manhã maior. O estudo não detectou alterações nos hormônios da fome, sugerindo que nossas percepções mentais de uma refeição podem influenciar significativamente a ingestão de alimentos mais tarde.

Assim, para ficar satisfeito, com menos calorias, tente adicionar volume de baixa caloria às refeições; por exemplo, preencha um prato de macarrão integral ou ovos mexidos com legumes. Colocar mais alimentos em um prato ou em uma tigela pode enganar o cérebro para pensar que você está consumindo muitas calorias e, por sua vez, você precisará de menos comida em refeições e lanches ao decorrer do dia.

Fonte: Idea

Como e por que os brasileiros fazem dieta

A relevância das orientações de médicos e nutricionistas foi praticamente unanimidade em uma pesquisa recente da Associação Brasileira de Nutrologia — 95% dos participantes as acham fundamentais. Mesmo assim, 77% dos 503 entrevistados afirmaram que já iniciaram alguma dieta por conta própria: amigos (3,1%), sites (3,1%), livros (1,7%) e influenciadores digitais (1,5%) estão entre as fontes de informações mais citadas.

Como foi feita a pesquisa? Entre agosto e setembro deste ano, médicos enviaram questionários a seus pacientes. Foram contemplados voluntários de dez estados: Amazonas, Bahia, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo, Sergipe, Ceará e Distrito Federal.

Pois bem, 76% dos respondentes declararam ter entrado em uma dieta nos últimos 12 meses, sendo que 21,6% estão pelo menos na quarta tentativa ao longo desse período. Detalhe: 40,6% não incluíram a prática de atividade física na. Uma pena.

Cetogênica e low carb (30%), detox (19,1%), Dukan (15,7%), hiperproteica (13,3%) e sem glúten (12,9%) lideram o ranking dos cardápios da moda escolhidos pelos participantes. O objetivo? A maioria (70%) buscava emagrecer. Mas 45% queriam melhorar a qualidade de vida, 43% decidiram se alimentar bem e 18% desejavam turbinar o condicionamento físico. Atenção: era possível escolher mais de uma alternativa em ambas as questões.

Esmiuçando a lista de restrições, 65% cortaram os doces, embora 28% tenham voltado a se alimentar como antes justamente por não aguentarem ficar muito tempo longe das guloseimas. Abolir frituras do cardápio (61,8%), diminuir as porções (48,3%) e o número de refeições ao longo do dia (24,2%) e cortar o sal(18,6%) e carboidratos (3,2%) também se destacaram nesse sentido.

Chocolates e companhia à parte, a dificuldade para emagrecer (45,3%) e a falta de tempo para preparar as refeições (40,5%) foram considerados entraves extras para a motivação do grupo em questão. Vamos combinar que essas são reclamações corriqueiras por aí, não é mesmo?

Claro que, como nem todos os estados foram contemplados — e só pacientes de alguns médicos foram ouvidos —, não dá pra cravar que esses resultados seriam iguais na população como um todo. Ainda assim, o levantamento indica como a busca pela alimentação saudável é comum (e complexa).

Conteúdo Saúde Abril

Os alimentos ideais para serem consumidos antes dos exercícios

Praticar atividades físicas é muito importante para a nossa saúde e bem-estar, além de ajudar – e muito! – na hora de perder alguns quilinhos. Porém, é importante não se preocupar apenas com o tipo de exercício ou a intensidade dele – também temos que nos alimentar de acordo com os treinos, pois uma refeição adequada é capaz de conseguir as reservas de energia necessárias para que a atividade física não se torne um fardo. As nutricionistas Barbara Sanches e Camila Abreu contam quais alimentos são recomendados para se fazer exercícios e por quê:

Alimentos que dão energia

Antes do treino, o ideal é consumir alimentos que dão mais energia, já que você está prestes a gastar um monte dela nos exercícios. Quando se fala em alimentos que dão energia, entram em cena os carboidratos. “Além de ser sinônimo de energia e garantir disposição, o carboidrato preserva a massa muscular”, conta Camila.

Barbara completa: “nutrientes como vitaminas, minerais e aminoácidos também são necessários para o treino, embora não precisem ser consumidos necessariamente antes dos treinos, como os carboidratos. Eles podem estar diluídos durante o dia todo, em várias refeições”. O ideal é dar preferência aos carboidratos complexos, presente nos pães, arroz e massas, pois sua digestão é lenta, garantindo energia por mais tempo.

Evite esses alimentos

“Deve-se evitar a ingestão de fibras e alimentos gordurosos, pois podem causar desconforto gastrintestinal. Dê preferência aos lácteos com baixo percentual de gorduras e retire as cascas e bagaço das frutas”, aconselha Camila.

Sugestões para refeição antes do treino

As nutricionistas indicam: cereais matinais, pães, bolachas e biscoitos simples (sem recheio), arroz, massas em geral, tubérculos (batata, mandioquinha, mandioca), frutas frescas como melancia, pêssego e uvas.

Reposição nutricional

Durante a prática do exercício, também devemos tomar cuidados importantes, como a reposição de líquidos e hidratação do nosso corpo. “A ingestão de líquidos é fundamental para o desempenho. Essa estratégia é importante para prevenir hipoglicemia e/ou desidratação, quadros que comprometem o rendimento” diz Camila. “É importante sempre levar água e, preferencialmente, bebidas esportivas”, completa.

Conteúdo Minha Vida

Táticas (simples) para quem quer fazer uma reeducação alimentar

Conteúdo original M de Mulher

carrot-1085063_960_720

Se o seu objetivo é começar uma reeducação alimentar, fuja dos erros de principiante. A nutricionista Sheila Mustafá, de São Paulo, ensina em que você deve apostar:

1. BEBA MAIS ÁGUA 
Ajuda a eliminar toxinas, equilibra a produção de enzimas digestivas e acelera o metabolismo. Chá também vale, mas sem açúcar.

2. REDUZA OS INTERVALOS ENTRE AS REFEIÇÕES 
Coma lanches em porções menores a cada três horas para controlar a glicemia (açúcar no sangue), o que segura a fome e a compulsão.

vegetables-1042659_960_720
3. VARIE AS CORES NO PRATO 
Assim, você garante vitaminas, minerais, antioxidantes e fitoquímicos presentes em cada grupo de alimentos. Para manter a saúde e o peso, cuidar da pele e do cabelo e reduzir a celulite, aposte nos roxos, vermelhos, verde-escuros, amarelos e laranjados.

4. EXPERIMENTE MAIS 
Coloque um item inédito no menu a cada três dias. No fim do mês, você vai se surpreender!

Especial de Natal: Salada de Cenoura e Quiche de Bacalhau sem farinha

salad-613158_960_720

A contagem regressiva continua para as festas de final de ano e seguimos firmes e fortes, aguardando ansiosamente esse momento. Enquanto isso, vamos lhe ajudando a programar a ceia com diversas opções salgadas e doces, lights ou não, para compor seu cardápio. Hoje a dobradinha é salgada: Salada de Cenoura e Quiche de Bacalhau sem farinha.

As saladas são excelentes opções para o nosso clima de fim de ano, verão fervente, por serem leves e nutritivas, e, no entanto, são deixadas de lado por, às vezes, não parecem tão apetitosas quando as comidas típicas dessa época natalina. Mas, fica aqui a dica. Apostem na saladinha, não tem como errar, são práticas de preparar, econômicas e diminuem muito o risco de mal estar alimentar.

Salada de Cenoura Refrescante

salad-387959_960_720

Receita original de Guloso e Saudável

  • 500 gramas de cenoura ralada;
  • 250 gramas de alface cortada;
  • 7 colheres de sopa de suco de limão natural;
  • 10 unidades de tomate cereja ou 2 tomates comuns picadinhos;
  • 100 gramas de abacate;
  • 50 gramas de castanha de caju;
  • 3 colheres de sopa de hortelã fresca em ramos;
  • 1/2 colher de chá de sal;
  • 1/2 unidade de pimenta caiena (dedo de moça);
  • 2 colheres de sopa de azeite aromatizado com ervas ou comum, extra virgem.
  1. Higienize as cenouras, as alfaces americanas, os limões, os tomates, o abacate, a pimenta dedo de moça e a hortelã.
  2. Descasque e rale as cenouras, rasgue as folhas da alface, extraia o suco dos limões, corte os tomates ao meio, descaroce, descasque e pique o abacate, separe as folhas e pique a hortelã e a pimenta sem as sementes.
  3. Tempere a cenoura com o suco de limão, o azeite aromatizado, o sal, a pimenta, misture bem e junte os restantes ingredientes.
  4. Conserve a salada na geladeira até à hora de servir.

Já essa quiche é uma alternativa deliciosa para aquele bacalhau que fica encalhado, rolando na geladeira, ou até mesmo para uma refeição prática, de fácil transporte, que pode ser levada para o trabalho, viagens e até de lanchinho para as crianças. Combinada com a salada, rende uma refeição super completa, leve e saudável. #maravida

Quiche de Bacalhau sem Farinha

Receita original de Guloso e Saudável

  • 1 quilo de bacalhau dessalgado cozido;
  • 2 cebolas cortadas;
  • 4 dentes de alho;
  • 7 colheres de sopa de azeite de oliva;
  • 1/2 colher de chá de pimenta-do-reino;
  • 1 colher de chá de noz moscada ralada;
  • 1 quilo de batata branca;
  • 50 gramas de queijo parmesão ralado;
  • 50 gramas de azeitonas verdes light;
  • 2 colheres de sopa de salsa picada;
  • 400 gramas de creme de leite light.
  1. Higienize as batatas, as cebolas e os alhos. Reserve.
  2. Cozinhe o bacalhau em água fervente por 8 minutos, retire-o com uma escumadeira e na mesma água cozinhe as batatas com casca por aproximadamente 20 minutos. Passe-as imediatamente por água fria e retire-lhes a casca.
  3. Passe as batatas ainda quentes por um espremedor. Reserve.
  4. Preaqueça o forno a 200ºC.
  5. Numa panela aquecida com azeite, junte as cebolas e os alhos picados, deixe por 3 minutos, acrescente o bacalhau desfiado, continue a mexer e deixe mais 10 minutos.
  6. Quando o bacalhau estiver morno junte as batatas espremidas, a pitada de noz-moscada, pimenta-do-reino, a salsa, o queijo ralado, as azeitonas e o creme de leite. Misture muito bem com uma colher.
  7. Unte as forminhas individuais ou um refratário com creme vegetal, ou margarina, e despeje a quiche. Pincele com azeite ou com uma mistura de molho de soja e mel de milho (1 colher de chá de molho de soja e 1 colher de sopa de mel de milho).
  8. Leve ao forno por 30 minutos as pequenas, em forminha individual, e a grande por 40 a 45 minutos.

Importância da vitamina D para as crianças

Conteúdo original Revista Suplementação

child-841894_640

Correr, pular e brincar é um momento comum e de muita alegria e diversão para a criançada. Mas para que os pequenos tenham pique total para aproveitar cada momento do dia, é fundamental que tudo ande bem com a saúde deles. Nesse sentido, o consumo de vitaminas e minerais é um ponto importante de atenção para os pais.

Os cuidados para incluir nas refeições os alimentos fonte de cálcio e vitamina D, além da exposição solar diária de 20 minutos, para a reposição natural da taxa de vitamina D no sangue, ajudam a manter uma criança saudável e feliz, que curte as brincadeiras e aproveita a vida, pois essas substâncias são imprescindíveis para a formação e o fortalecimento dos ossos e a falta deles pode ocasionar falha no desenvolvimento e, consequentemente, deformidade dos ossos.

sun-in-the-hand-615285_640

Segundo a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, a partir do primeiro ano de vida, a indicação recomendada é de 600 a 1.000 UI diárias, taxa que não muda até os 18 anos. Conhecida também como a vitamina do sol, pois sua principal fonte de síntese provém da exposição solar, esse nutriente colabora ainda para o bom desempenho dos músculos e nervos, a coagulação do sangue, o crescimento celular e a utilização de energia, além de ajudar no processo de aprendizagem.

“A vitamina D é extremamente importante para o desenvolvimento saudável da criança. Para conseguir manter o bom nível dela no organismo, a recomendação é de 10 a 20 minutos de banhos de sol ao dia. A criança pode aproveitar a praia e a piscina desde cedo. No entanto os horários de pico devem ser evitados, pois é quando a intensidade dos raios ultravioleta é muito forte e pode causar danos à pele, principalmente na do bebê, que é mais sensível.

beach-87640_640

O pediatra deve estar atento e recomendar a reposição com suplementos vitamínicos quando suspeitar que as oportunidades de exposição solar da criança estão escassas”, explica a Dra. Marise Lazaretti Castro, chefe do setor de Doenças Metabólicas da Unifesp e membro da Diretoria da SBEM (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia).

Segundo a especialista, apesar de alguns alimentos serem fonte dessa vitamina, como peixes gordurosos, leite e ovos, a quantidade presente é muito pequena e insuficiente para suprir as necessidades do corpo. “Durante a vida intrauterina, o feto retira esta substância do sangue materno, mas, depois do nascimento, precisa produzir sua própria vitamina, pela exposição ao sol, pela dieta alimentar ou por meio da suplementação. Por este motivo, os pediatras orientam às mães que exponham seus bebês ao Sol diariamente. Quando mais velhos, devem ainda estimular brincadeiras e esportes ao ar livre, como era feito antigamente”, destaca. Nas grandes cidades, entretanto, estes hábitos saudáveis podem não ser mais possíveis, e é neste momento que a suplementação de Vitamina D passa a ser recomendada.

girl-797837_640

Fonte: SANOFI