Tag: relação

Sem motivação não há saúde que aguente !

Texto original de Revista Exame

Não há dúvidas de que todos homens e mulheres são movidos por seus desejos, seus sonhos ou aspirações. Mas há um fator essencial que envolve a nossa capacidade de realizar esses objetivos, a SAÚDE.

girl-672264_640

Muitas vezes deixamos de lado a importância de estarmos bem, nos colocamos à prova enfrentando jornadas de trabalho exaustivas, estresse, má alimentação, noites mal dormidas, etc. Mas qual é a real importância de nossa saúde? Será que temos controle absoluto sobre ela ou somos reféns de tudo o que acontece em nosso organismo?

Na antiguidade os gregos acreditavam que a saúde estava intimamente ligada à paixão. Não somente o sentimento entre homens e mulheres, se referiam à paixão pela vida e pelas atividades do dia a dia. A raíz da palavra paixão vem do grego arcaico “Pathos”, portanto aqueles que não estavam apaixonados pela vida eram considerados doentes, estavam a-páticos, ou seja sem “Pathos”; sem paixão.

meditation-972472_640

Na realidade a relação entre saúde e paixão já estava definida séculos antes de Cristo mas foi se perdendo e se travestindo ao longo do tempo, pois a palavra patologia (estudo das doenças) também vem de “Pathos” e poderia ser traduzida como “estudo das paixões” e não das doenças.

Durante nossa volta ao mundo muita gente que entrevistamos nos disse que ter a saúde em bom estado lhes traz motivação para viver, principalmente pessoas da melhor idade ou aquelas que já passaram por algum tipo de problema de saúde. Mas tudo depende de como analisamos, pois acredito que o contrário também pode ser muito verdadeiro: estarmos motivados é que faz nossa saúde ficar em dia!

girl-872149_640

Estarmos apaixonados por aquilo que fazemos, buscar atividades que nos dão prazer, encontrar um pouco com nós mesmos e cuidar do corpo com exercícios e alimentação são boas dicas pra melhorar a nossa saúde.

Então não se esqueça de se apaixonar pela vida, sua saúde agradece!

Massa muscular X Calorias: Qual a relação?

Conteúdo original Mais Equilíbrio

O nosso corpo funciona assim: quanto mais massa muscular nós temos, mais gastamos calorias. Isso quer dizer que 1 kg de massa muscular pode consumir cerca de 9.000 calorias em um mês.

man-461195_640

Pode parecer até brincadeira, mas com músculos ativos podemos perder um percentual de gordura até durante o sono! Ou seja, quando a pessoa tem massa muscular é possível emagrecer dormindo.

O efeito acontece porque os músculos requerem energia para suas funções consumindo assim uma das fontes de reserva do nosso organismo que é a gordura branca.

weights-652486_640

Então chegamos à seguinte conclusão: se queremos emagrecer, precisamos aumentar a taxa de massa muscular no corpo. Mas como fazer isso?

A alimentação pode ser a chave. E para isso, deve-se consumir alimentos ricos em proteínas até 30 minutos após o exercício físico para ajudar na recuperação e formação dos músculos.

Alguns dos alimentos altamente proteicos são:

Frango (23g de proteína a cada 100g)

chicken-935778_640

A carne de frango tem proteína e pouca gordura, por isso é um excelente alimento para a hipertrofia muscular.

Salmão (21,62g de proteína a cada 100g)

Além de proteínas, o peixe é rico em ômega 3, uma gordura saudável com efeito anti-inflamatório.

Ovos (6g por unidade)

egg-944495_640

Especialmente a clara de ovo pois é o alimento com a proteína mais completa e mais facilmente absorvida pelo organismo.

Soja (34g de proteína a cada 100g)

Apesar de não ter proteína completa pode ser combinada com cereais para aumentar o valor proteico e além disso não tem gordura.

Tofu (8,1 g de proteína a cada 100g)

tofu-597228_640

O tofu pode ser adicionado à dieta in natura, cozido ou refogado sem alterar suas propriedades nutricionais.

“Uma relação tem que servir para tornar a vida dos dois mais fácil”

hands-437968_640

“Vou dar continuidade a esta afirmação porque o assunto é bom, e merece ser desenvolvido. Algumas pessoas mantém relações para se sentirem integradas na sociedade, para provarem a si mesmas que são capazes de ser amadas, para evitar a solidão, por dinheiro ou por preguiça. Todos fadados à frustração.Uma armadilha.

Uma relação tem que servir para você se sentir 100% à vontade com outra pessoa, à vontade para concordar com ela e discordar dela, para ter sexo sem não-me-toques ou para cair no sono logo após o jantar, pregado.

couple-407150_640

Uma relação tem que servir para você ter com quem ir ao cinema de mãos dadas, para ter alguém que instale o som novo, enquanto você prepara uma omelete, para ter alguém com quem viajar para um país distante, para ter alguém com quem ficar em silêncio, sem que nenhum dos dois se incomode com isso.

Uma relação tem que servir para, às vezes, estimular você a se produzir, e, quase sempre, estimular você a ser do jeito que é, de cara lavada uma pessoa bonita a seu modo.

hipster-839803_640

Uma relação tem que servir para um e outro se sentirem amparados nas suas inquietações, para ensinar a confiar, a respeitar as diferenças que há entre as pessoas, e deve servir para fazer os dois se divertirem demais, mesmo em casa, principalmente em casa.

Uma relação tem que servir para cobrir as despesas um do outro num momento de aperto, e cobrir as dores um do outro num momento de melancolia, e cobrirem o corpo um do outro, quando o cobertor cair.

man-802062_640

Uma relação tem que servir para um acompanhar o outro no médico, para um perdoar as fraquezas do outro, para um abrir a garrafa de vinho e para o outro abrir o jogo, e para os dois abrirem-se para o mundo, cientes de que o mundo não se resume aos dois.”

Dr. Drauzio Varela

Preferências musicais podem estar ligadas ao nosso modo de pensar, diz estudo

Conteúdo original de Minha Vida

Você já parou para pensar por que nós temos gostos musicais específicos ou por que você gosta de um gênero de música e de outro não? Pouco se conhece sobre os fatores que podem influenciar em nossos gostos, mas o fato é que demora apenas alguns segundos para sabermos quando queremos ouvir uma música ou quando preferimos pular para a próxima faixa. Estudiosos da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, resolveram investigar mais a fundo este assunto e fizeram uma descoberta bastante inusitada sobre as músicas que escutamos.

mobile-605422_640

De acordo com o estudo, publicado no site revista científica PLOS One no mês de julho, as nossas preferências musicais estão diretamente relacionadas à nossa personalidade e ao nosso modo de pensar. Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores reuniram dados de aproximadamente 4 mil pessoas, que foram recrutadas por meio de redes sociais.

Na primeira fase, elas responderam a um questionário elaborado para que os cientistas entendessem como pensavam e reagiam cada um dos participantes, na segunda, elas escutaram 50 músicas de 26 gêneros e subgêneros musicais diferentes, e na terceira, avaliaram cada uma delas. Em seguida, os pesquisadores analisaram as informações coletadas e descobriram que existe uma forte relação entre o perfil psicológico traçado por meio do questionário com as avaliações individuais dadas às músicas.

girl-869213_640

Se uma pessoa tem o chamado “cérebro empático”, que diz respeito à habilidade de reconhecer e reagir aos pensamentos e sentimentos dos outros, ela tenderá a preferir gêneros como R&B, soul e country. Já se ela tiver aquele que chamamos de “cérebro sistemático”, ligado à capacidade de entender regras e sistemas, ela preferirá heavy metal, punk, entre outros estilos parecidos.

Os pesquisadores também descobriram que pessoas mais empáticas tendem a preferir músicas mais calmas, com letras tristes e melancólicas ou até mesmo mais poéticas. Já quem é mais sistemático costuma preferir gêneros mais animados e intensos, com letras fortes e mais divertidas.

music-791631_640

Os estudiosos ainda acreditam que essa pesquisa poderá ter reflexos até mesmo na indústria da música. Segundo David Greenberg, principal autor do estudo, grandes serviços de streaming musical, como Spotify e Apple Music, investem muito dinheiro para descobrir novas e diferentes formas de saber que músicas seus usuários gostariam de ouvir. “Com estudos como este em mãos, pelos quais é possível traçar a forma de pensar das pessoas, identificar possíveis gostos musicais será muito mais fácil e prático”, disse em entrevista coletiva.