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Resenha: A minha experiência com o Nike Training Club

Depois de um período desregrada com a rotina de exercícios, decidi que era a hora de voltar para os trilhos, praticando atividade diariamente e me alimentando bem. E quem me puxou pela mão nesse caminho foi o Nike Training Club. Para me habituar a prática constante, optei pelo programa de emagrecimento de seis semanas.

Foi fácil?! Sim e a não! A experiência de utilização no aplicativo foi mega tranquila, ele é intuitivo, de certa forma, mas não tem nenhum mistério. As janelas de navegação são de fácil manuseio, lhe oferecem as opções de uso de maneira objetiva e simplificada, as configurações são poucas e práticas. Gostei muito, a ponto de manter-me usuária após a conclusão do programa.

Foto Nike

A prática, em si, é que foi difícil. Gente do céu! É ilusão que fala, né?! Pensar que um treino de 30 minutos sem equipamento é inofensivo. Que nada!

O cronograma foi montado automaticamente e fiz diversos treinos, com duração e intensidade diversas, passando de boxe a yoga. É um treinamento bem dinâmico, o que considero super positivo, pois gosto de desafios e de novidades. Não ter aquela sequência chata e previsível, quando você já sabe o que esperar, foi motivador pra mim.

Resultado

Vi evolução sim! Na primeira semana, combinando uma alimentação saudável e limpa (sem farinhas, açúcares e produtos industrializados) com o protocolo de exercícios, de cinco a seis vezes por semana, constatei a perda de um quilo e meio.

É claro que, além de variar de pessoa para pessoa, resultado semelhante não será possível sem um alinhamento alimentar. Como sempre comento por aqui: o emagrecimento se dá em gastar mais do que se come. Não tem jeito! O aplicativo é um forte aliado, pois oferece uma rota, uma estratégia a seguir para se chegar no objetivo. Mas é preciso também um pequeno esforço focado em um resultado maior.

Foto Nike

Fora a balança (que nem sempre pode servir de base), percebi a redução de medidas, uma grande melhora na resistência e no condicionamento físico. Ao final do programa, na última semana, foi muito mais fácil executar os exercícios e controlar o cansaço.

A constante de aquecimento e desaceleração, que se mantém em quase todos os treinos, é um diferencial bacana, que apresenta um cuidado com o usuário. Gosto bastante, a desaceleração, principalmente, ajuda demais na recuperação posterior do músculo, proporcionando um pouco mais de conforto.

Conclusão

No geral, foi uma experiência positiva e reveladora. Já treino a algum tempo e julgava que tinha uma boa resposta aos estímulos. Com o aplicativo descobri novos limites, que posso ir além, continuar experimentando e me desafiando. Ultimamente sigo usuária fiel do app, com treinos isolados para desenvolvimento de grupos musculares específicos.

E, se você está pensando em experimentar, é importante ter um acompanhamento profissional, um treinamento assistido anterior com um educador físico. Tenha em mente que é essencial ter consciência corporal, conhecer seus limites, e ter controle respiratório, pois os treinamentos mais intensos tendem a desafiar nossa resistência e isso pode levar a consequências perigosas.

Testado: Minha experiência com a Desodalina

Muito raramente me utilizo de textos em primeira pessoa para postagens por aqui, mas neste caso é essencial, pois vim contar uma experiência. Há alguns meses (e até recentemente tive o estoque renovado), recebi uma remessa do termogênico Desodalina, da Sanibras, em parceria com a loja Bom Suplemento.

A postagem apresentando o produto e benefícios está disponível aqui.

Fiz o uso durante alguns meses, consumindo em diferentes condições e dosagens, para conseguir perceber o resultado e efeitos no meu corpo. A conclusão é: funcionou sim para mim, principalmente quando aliado à alimentação equilibrada e prática de atividade física.

Estou agora em um protocolo de perda de gordura, com dieta bem balanceada, sem açúcares e baixo carboidrato, treinando de cinco a seis vezes por semana e a Desodalina tem me ajudado na aceleração do metabolismo e no controle da ansiedade. Mesmo quando não estava na rotina regrada de alimentação e exercícios, senti que o suplemento reduziu bastante aquela sensação de querer comer o tempo todo, sabe?! Eu diminui a frequência de beliscos, em especial no período da tarde.

A realidade é aquilo que a gente já sabe, mas fica procurando soluções alternativas para não encarar: não existe milagre! Nenhum suplemento vai funcionar sozinho e “fazer” você emagrecer, se não houver empenho e redução de ingestão de calorias. Para emagrecer é preciso gastar mais do que estoca, não tem jeito! E para isso, mexer-se com regularidade e comer comida de verdade (frutas, verduras, legumes, cereais e beber água) é primordial.

A Desodalina não terá efeito considerável se você comer desordenadamente. Ela vai agir queimando ‘x’ quantidade de gordura e se você ingerir ‘2x’ mais gordura, o efeito acabará sendo vencido, entende?! Assim como qualquer outro suplemento, que tem a função real de auxiliar e não de trabalhar sozinho.

Em geral estou muito satisfeita com o resultado, ainda mais agora que estou entrando firme na terceira semana do meu protocolo e já percebo resultados visíveis em redução de medidas e aumento de resistência física. Não senti qualquer efeito colateral ou alteração negativa durante o teste, mas recomendo a consulta com um profissional da área médica e/ou nutricional.

É um produto que funciona para mim e realmente se tornou um aliado no meu trabalho diário por um objetivo específico. Pode ser que funcione para você também, ou não, e daí a importância da orientação profissional. Se você achar que vale a pena, busque auxílio, leve a embalagem do produto, trace uma meta e siga firme, que o resultado vem!

Quem já experimentou e/ou faz uso, tem dúvidas ou considerações a fazer, deixa seu comentário, compartilhe sua opinião! 😉

Tomtom Runner 3: conheça a nova linha de relógios esportivos

A TomTom lançou nesta semana uma nova linha de relógios esportivos com GPS: O Runner 3. Os modelos chegam equipados com a função inédita de exploração de rotas, na qual você pode fazer o upload de percursos inexplorados pelo site MySports diretamente para o seu relógio.

Além disso, toda vez que você pegar a estrada, seu rastro no GPS será mostrado na tela do relógio, ajudando-a a encontrar o caminho de volta. A ideia é garantir mais confiança ao consumidor que deseja explorar novos rumos, já que ele saberá o percurso da ida e da volta. As rotas ainda poderão ser facilmente compartilhadas com os amigos após uma corrida.

“Ao lançar esta nova função de exploração de rotas a TomTom quer inspirar os corredores a obterem ainda mais do seu treinamento, aumentando as distâncias com confiança e explorando rotas novas e empolgantes”, disse Júlio Quintela, diretor de Marketing e Vendas para a América Latina.

Além da novidade, o Runner 3 monitora o número de passos, calorias, distância, tempo de atividade e até o sono. Em modo de esporte, oferece informações para corrida, natação, ciclismo, bike indoor e ginástica. Em cada uma das opções você tem acesso a estatísticas importantes para o seu treino como tempo, distância, velocidade, ritmo e calorias queimadas.

O Runner 3 também ganhou novas pulseiras, mais finas e com uma grande variedade de cores, e chegará ao mercado em quatro diferentes versões:

  • TomTom Runner 3;
  • TomTom Runner 3 Music (com leitor de música embutido);
  • TomTom Runner 3 Cardio (com monitor de frequência cardíaca embutido);
  • TomTom Runner 3 Cardio + Music (com monitor de frequência cardíaca embutido e armazenamento de até 500 músicas).

A linha custará a partir de R$ 999.

Conteúdo Women’s Health Brasil
Fotos de divulgação

Uma nova experiência musical com Tiago Iorc

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Quem tem o hábito de ouvir música, muitas vezes, se pega curtindo os hits da rádio ou mesmo se repetindo com seus artistas preferidos em playlists. E isso acontece de um jeito tão natural, que a gente nem percebe. O lado negativo é deixar de conhecer novas músicas e talentos que correm mais por fora do circuito popular, como é o caso do músico que indicamos hoje, Tiago Iorc.

Se você acompanha a novela das 18h, Sete Vidas, ou pelo menos já prestou atenção na trilha de abertura, já conhece o Tiago Iorc. A versão de “What a Wonderful World” é interpretada por ele.

Uma outra ligação do Iorc com a novela Sete Vidas é a fofa da atriz Isabelle Drummond, a personagem Júlia, que é nada mais do que a namorada do cantor.

E parece que embalar novelas globais é sina desse rapaz. Ele também integrou o setlist das novelas Duas Caras, com “Scared” e Viver a Vida, com “My Girl”…

… além de A favorita, com “Blame”, a Vida da Gente, com “Gave Me a Name” e várias temporadas com sucessos na série juvenil Malhação, entre 2007 e 2011.

Deixando-se levar pela voz macia e estilo descolado, a gente até esquece que o Tiago Iorc é brasileiro. Sim, ele é um artista nacional e faz parte da nova geração de MPB. A intimidade com o inglês vem da experiência de ter passado boa parte da infância na Inglaterra.

Mas, ele também canta e compõe em português. Uma das suas músicas mais famosas é “Dia Especial”. Você já deve conhecer, ouça:

Outro hit que tem sido muito comentado é “Música Inédita”, que conta com a participação de Maria Gadú:

Apesar de não tocar nas rádios e nem ser conhecido do grande público, Iorc é um artista bem conhecido e admirado na internet. Vários dos seus vídeos têm mais de um milhão de visualizações. Dá uma olhada nessa versão da clássica “Na rua, na chuva, na fazenda”, com a, também bombada na internet, Clarice Falcão:

“Forasteiro” é uma das músicas que mais destacou o cantor na MPB, recebendo, inclusive uma indicação de destaque nos comerciais da MTV:

E então? Curtiu? Ele anunciou recentemente o lançamento do seu novo disco, todo em português, Troco Likes. “Coisa linda” é o hit de divulgação:

Se você gostou, esse é um bom momento para começar a acompanhar o moço. Disco novo, músicas novas e um universo de possibilidades e sensações para mudar sua rotina.

Grande, azul e bonito: Florence and The Machine lança novo disco

Florence_+_The_Machine_-_How_Big,_How_Blue,_How_Beautiful

Um dos lançamentos mais esperados do universo musical acaba de sair do forno. É o álbum How Big, How Blue, How Beautiful, da banda inglesa Florence and The Machine. E se você gosta de música boa, de qualidade, não pode deixar de conhecer.

Florence and The Machine é uma banda bastante conhecida e, inclusive, já passou pelo Brasil durante o Summer Soul Festival, em 2012. Com um estilo próprio, que circula entre o folk e indie, comandado pela voz paralisante da vocalista Florence Welch, eles emplacaram músicas em séries americanas, como Game of Thrones e Smash, produziram remixes com DJs famosos, e estão dominando o topo das paradas com seu último álbum.

How Big, How Blue, How Beautiful (Que grande, que azul, que bonito) traz 17 faixas consistentes em sentimento, ritmo e harmonia. Há opções para refletir, curtir e dançar, o que faz desse trabalho uma excelente alternativa para embalar várias situações do seu dia-a-dia.

O abre-alas “Ship to Wreck”, vem com uma mensagem densa, triste e reflexiva, mas ao mesmo tempo em ritmo contagiante, e, quem sabe, com um quê das batidas do R.E.M., que nos despertam aquela vontade de mexer o corpo e cantar junto.

A faixa que dá nome ao disco fala de uma espécie de fusão entre dois mundos e desencontros, retratando fortemente a marca de Florence and The Machine.

Já “St. Jude” (São Judas Tadeu) revela uma conversa com o padroeiro, uma espécie de diálogo em busca de respostas, de um sentido para a vida e de uma espera por revelações.

Para quem ainda não conhece o trabalho da banda, a Florence sempre interpreta e escreve algumas composições místicas, que relacionam os seus sentimentos à uma força maior, como no caso de “Seven Devils” e “Shake it out”.

E tem romance! O amor e suas armadilhas são retratados na canção “Long & Lost”, que, apesar de meio triste e lamentosa, é bem bonitinha.

“Caught” (Preso) é a balada do disco e fala sobre a dificuldade em se desprender das amarras de um relacionamento intenso. Na nossa humilde opinião, é uma das melhores, com a melhor letra, mais desenvolta, pouco repetitiva e profunda.

A pegada mais eletrônica e animada fica por conta de “Hiding” (Escondendo), que até lembra um pouco do mix da também banda inglesa La Roux. Ouça AQUI, é a segunda faixa da lista.

Não à toa que How Big, How Blue, How Beautiful, recém-lançado, se mantém firme e forte no top music e vem chamando cada vez mais atenção de ouvidos seletivos por aí. Se você gostou, se joga! Ouça e viaje nos hits dessa banda, porque música é vida! Música é equilíbrio.