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O ataque aos snacks

O ataque aos snacks

Nossas vidas cada vez mais acaloradas estão conduzindo a uma mudança que nos leva a comer mais alimentos de lanche em vez de refeições à mesa. Porém, uma pesquisa publicada no Appetite, em janeiro, mostra que apenas ver a palavra “lanche” em um rótulo de comida pode nos levar a comer mais.

No estudo, as pessoas foram convidadas a comer macarrão apresentado como um lanche (consumido em uma embalagem de plástico com um garfo de plástico) ou como uma refeição (consumido em um prato de cerâmica, usando um garfo de metal, sentado em uma mesa). Posteriormente, eles receberam snacks não saudáveis, incluindo M&Ms e crackers. O resultado: aqueles que comeram a massa de “lanchinho” consumiram mais calorias depois do que aqueles que comeram o macarrão “refeição”, sentado em uma mesa.

Pode ser que nos concentremos menos no que estamos ingerindo quando pensamos que estamos comendo lanches e, portanto, estamos menos conscientes do nosso consumo, o que nos leva a comer em excesso mais tarde. Para preservar o hábito de tomar lanche e manter a saúde, e a circunferência saudável da cintura, é uma boa ideia pensar no que você come como uma refeição e sentar-se para comer, mesmo que seja apenas um potinho de iogurte ou um punhado de nozes.

Fonte: Idea

Ansiedade em excesso pode afetar pressão arterial

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Conteúdo original Mais Equilibrio

Estresse no trabalho, problemas familiares e longos períodos de pressão e exigências podem prejudicar o corpo, que é projetado para lidar com períodos breves de estresse. Preocupações em excesso podem gerar ansiedade e desencadear um desequilíbrio emocional que, rapidamente, pode tornar-se um problema físico com a aparição de doenças.

E na conturbada vida moderna, picos de estresse e ansiedade são mais do que comuns. No entanto, esta válvula de escape do organismo pode desencadear impactos bastante negativos e até perigosos para a saúde, como o aumento da pressão arterial – já que em momentos de tensão ela é potencializada.

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Médicos especialistas das principais universidades públicas de Minas Gerais realizaram estudo sobre a influência dos fatores emocionais na pressão arterial. O estudo mostrou que em situações de ansiedade o cérebro prepara o corpo para a ação como forma de resposta, elevando a pressão arterial, a frequência cardíaca e a respiração, ou seja, existe uma relação entre as emoções e o sistema cardiovascular. Portanto pessoas ansiosas têm maior risco de sofrer com picos da pressão.

Segundo a médica do Aché Laboratórios Farmacêuticos, Dra. Talita Poli Biason, quando a ansiedade é leve e passageira, o ideal é realizar ajustes na rotina, incluindo a prática regular de atividades físicashábitos alimentares adequados e boas noites de sono, por exemplo. “Caso os episódios de ansiedade se tornem crescentes e contínuos, a pressão arterial pode começar a se elevar, o que é bastante perigoso o bom funcionamento do organismo”, alerta.

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Por isso, é necessário se atentar às exposições diárias de estresse e tensão, seja no ambiente profissional ou pessoal, a fim de evitar a evolução da ansiedade para níveis alarmantes. “Nestes casos avançados ou preocupantes, o indicado é buscar ajuda médica e tratamento especializado, mas quando se tratar de um quadro de ansiedade em estágio inicial podem ser utilizados medicamentos fitoterápicos, como os que contêm Passiflora incarnata L., pois são calmantes e ansiolíticos, auxiliando na redução da ansiedade, da irritação e do estresse”, finaliza.