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Tomtom Runner 3: conheça a nova linha de relógios esportivos

A TomTom lançou nesta semana uma nova linha de relógios esportivos com GPS: O Runner 3. Os modelos chegam equipados com a função inédita de exploração de rotas, na qual você pode fazer o upload de percursos inexplorados pelo site MySports diretamente para o seu relógio.

Além disso, toda vez que você pegar a estrada, seu rastro no GPS será mostrado na tela do relógio, ajudando-a a encontrar o caminho de volta. A ideia é garantir mais confiança ao consumidor que deseja explorar novos rumos, já que ele saberá o percurso da ida e da volta. As rotas ainda poderão ser facilmente compartilhadas com os amigos após uma corrida.

“Ao lançar esta nova função de exploração de rotas a TomTom quer inspirar os corredores a obterem ainda mais do seu treinamento, aumentando as distâncias com confiança e explorando rotas novas e empolgantes”, disse Júlio Quintela, diretor de Marketing e Vendas para a América Latina.

Além da novidade, o Runner 3 monitora o número de passos, calorias, distância, tempo de atividade e até o sono. Em modo de esporte, oferece informações para corrida, natação, ciclismo, bike indoor e ginástica. Em cada uma das opções você tem acesso a estatísticas importantes para o seu treino como tempo, distância, velocidade, ritmo e calorias queimadas.

O Runner 3 também ganhou novas pulseiras, mais finas e com uma grande variedade de cores, e chegará ao mercado em quatro diferentes versões:

  • TomTom Runner 3;
  • TomTom Runner 3 Music (com leitor de música embutido);
  • TomTom Runner 3 Cardio (com monitor de frequência cardíaca embutido);
  • TomTom Runner 3 Cardio + Music (com monitor de frequência cardíaca embutido e armazenamento de até 500 músicas).

A linha custará a partir de R$ 999.

Conteúdo Women’s Health Brasil
Fotos de divulgação

Treinos lentos podem ser a melhor maneira de malhar

Conteúdo original Women’s Health Brasil 

E então o instrutor da academia alegremente grita “mais rápido!”, enquanto aumenta a velocidade da sua esteira ou bicicleta ergométrica. Você até tenta esconder o olhar de ódio, mas, sinceramente, precisava disso? Não nos entenda mal, amamos treinos pesados, nosso tempo é precioso e queremos resultados o quanto antes. Mas, depois de um dia estressante no escritório e um trânsito frenético para chegar à academia, ser ofuscada por luzes de discoteca e ensurdecida por músicas animadas enquanto me forço até o limite é realmente a melhor coisa para o meu corpo?

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Desde que o Hiit, o famoso treino intervalado de alta intensidade, e o CrossFit foram adotados nas academias, a mentalidade “treine forte ou vá para casa!” se tornou o mandamento fitness de muita gente. Porém, eles foram criados exatamente para estressar e dar um choque no organismo — assim, seus músculos são obrigados a se adaptar e seu metabolismo a turbinar –, o que nos leva a questionar: o quanto é realmente bom todo esse estresse quando você já está vivendo a mil por hora nos outros aspectos da sua vida?

Em defesa das apaixonadas pelo Hiit, ele realmente produz menos picos de cortisol do que uma corrida de longa distância, mas também não é exatamente um SPA para os hormônios do estresse. “Um treino que exige velocidade e fúria acaba forçando tanto corpo quanto mente”, diz o nutricionista e fisiologista do exercício Wellington Pinheiro, de São Bernardo (SP). Além disso, exercícios de execuções rápidas e intensas aumentam os riscos de lesão, o que prejudicaria sua forma física, caso precise se afastar por algum tempo até se recuperar.

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Revezar é a solução

Você não precisa abandonar de vez o treino de alta carga, mas trocar por um mais leve nos dias em que você teve uma apresentação no trabalho, uma briga com o parceiro ou uma reunião nada animadora na escolinha dos filhos pode ser mais benéfico para sua mente e corpo. Um relatório do Conselho Americano de Exercícios verificou que o Hiit queima apenas um pouco mais de calorias do que as atividades mais lentas. No entanto, um estudo norueguês mostrou que as mulheres que limitaram o treino a três dias da semana ganharam mais condicionamento físico do que aquelas que praticaram com maior frequência.

Escolher um ritmo mais lento não é sinônimo de resultados mais demorados. “As pessoas associam treino e carga pesados com resultados. No entanto, a série também pode ser intensa ao aumentar o tempo de exposição do músculo a cada posição”, explica o educador físico Guilherme Leme, instrutor de musculação da academia Bio Ritmo, em São Paulo.

Um exemplo é o método do personal trainer americano Justin Gelband, responsável pela forma das modelos da Victoria’s Secrets. Os corpos alongados e sequinhos de nomes como Alessandra Ambrósio, Lily Aldridge e Laís Ribeiro foram esculpidos com exercícios isométricos controlados. Não é a toa que os músculos delas parecem tão duros: “Os movimentos bem curtos exigem força e coordenação, o que faz com que corpo e cérebro se conectem. Ao executá-los lentamente, você está criando resistência o tempo todo, recrutando mais fibras do que se usasse um impulso”, explica o professor de educação física com especialização em reabilitação musculoesquelética Carlos Carvalho, de Santo André (SP).

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Por serem bem pausados, poucos minutos de treino podem parecer uma eternidade, mas, para muitos, é a melhor maneira de malhar. “A pessoa ganha mais força e consciência corporal, pois o movimento é feito de maneira lenta e sem descanso”, explica Carlos.

Mas não é para todas. A atividade pode ser bem desafiadora, fazendo com que iniciantes tenham que suportar a dor pós-treino por vários dias. No entanto, os fãs da técnica apreciam tanto o desafio mental quanto o físico. “Os alunos ficam muito empolgados quando veem os resultados. E também relatam aumento de concentração e controle da ansiedade nas demais tarefas do dia, já que o treino exige domínio do próprio corpo e da respiração”, comenta Carlos.

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Os fisiculturistas já usam repetições lentas desde a década de 40. “Elas ajudam até mesmo na hora da apresentação deles, uma vez que dão maior consciência da contração dos músculos”, diz Carlos. E os benefícios não se limitam apenas à aparência. O norte-americano Ken Hutchins, que aperfeiçoou a técnica para esses atletas em 1982, notou que os movimentos lentos ajudam também mulheres com osteoporose a desenvolverem músculos e aumentarem a densidade óssea de forma segura.

Mesmo assim, se você ainda prefere treinos extremos para suar muito, tudo bem! Afinal, o que vale mesmo é misturar os estilos para ter melhores resultados. “Cada pessoa é diferente e única, mas, no geral, mudar os estímulos de treino é a melhor maneira de garantir bons resultados”, avisa Guilherme.

Comer sem sofrer

Conteúdo original El País

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“Comer de forma compulsiva pode ser um comportamento substitutivo. Nem sempre é algo que se faz pelo próprio prazer de comer, e sim para mascarar emoções como a frustração, a raiva, a tristeza e a ansiedade, provocadas pelo estilo de vida, as circunstâncias de cada um ou a forma de interpretar o ambiente onde se vive.

Comer, além de ser vital para a sobrevivência, também pode ser um prazer. Não apenas o ato em si, mas tudo o que o cerca: a arte de cozinhar, compartilhar uma noitada com alguém, o que se conversa durante e depois da refeição. Mas o ato de comer também pode virar um inimigo; a geladeira, o rival a derrotar; um cálculo matemático contando calorias e desencadeando um sentimento de culpa por consumir o que é proibido, numa verdadeira luta contra você mesmo.

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Por que a ansiedade e a tristeza induzem ao consumo de alimentos calóricos, ricos em gorduras e carboidratos? São muitos os estudos demonstrando que alimentos como o chocolate reduzem a fome, melhoram o estado de espírito e estimulam a atividade. O consumo de carboidratos leva a estados de bem-estar e tranquilidade, e o açúcar influi na liberação de serotonina e endorfinas. Mas nem tudo o que reluz é ouro, pois um artigo da revista British Journal of Clinical Psychology informou que o prazer proporcionado pelo chocolate é de curta duração e costuma vir acompanhado de sentimentos de culpa para quem considera que não deveria consumi-lo.

A serotonina e as endorfinas desempenham um papel fundamental na regulação do bem-estar. As pessoas que não se realizam com o trabalho, que se sentem sozinhas, que se apegam a dietas impossíveis de seguir ou que vivem outras situações frustrantes acabam procurando consolo na comida, em lugar de solucionar o problema de origem. Afogar as mágoas abrindo a porta da geladeira e mantendo uma luta interna entre “quero comer, mas não devo” são atitudes que servem apenas como remendos para as emoções. Se isso realmente fosse eficaz, o sorriso e a tranquilidade ressurgiriam. Mas a verdade é que logo a pessoa volta a estar tão triste e ansiosa como antes de comer o que não foi uma escolha, e sim um impulso de saciar sua ansiedade.

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A relação entre emoções e alimentação é bidirecional. O que se ingere provoca mudanças na conduta: a cafeína do café excita e desperta, o açúcar e a glicose dão energia, e o consumo de álcool desinibe. Os estados de humor também interferem nos hábitos alimentares. Uma vida equilibrada favorece condutas saudáveis. Se alguém pratica esporte, descansa de forma apropriada, gosta do seu trabalho, aproveita o tempo livre e dispõe de tempo para cozinhar de forma saudável e comer pausadamente, tenderá a se alimentar melhor. Uma pessoa que se esforça em fazer exercícios também se esforçará em escolher alimentos saudáveis.

Outra das variáveis que causam angústia com a comida é a necessidade absurda de responder a um cânone de beleza relacionado à perfeição. Perder peso de forma saudável, como aconselham os nutricionistas, é mais uma questão de bom senso do que de experiências que provocam privações e depois geram um efeito rebote, alterando o seu humor.

Viver em paz para comer com tranquilidade

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Se você é dessas pessoas angustiadas com seu peso e com dietas e se deseja desfrutar da alimentação de forma tranquila e harmoniosa, experimente seguir os seguintes conselhos:

Tenha paciência e consiga um ritmo no qual tudo flua

Perder peso não é algo que se consiga da noite para o dia. Quanto mais exigente você for com seu objetivo, maior será a pressão. Seja sensato: é melhor um objetivo de longo prazo, que permita conciliar sua vida com as relações pessoais e o trabalho.

Não se trata de tudo ou nada

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O que se tenta conseguir de forma imediata pode gerar um efeito rebote. Não faça tolices com a dieta. Consulte um profissional para orientá-lo. Não há milagres na perda de peso.

Não abuse do autocontrole

As pesquisas sobre a força de vontade e o autocontrole indicam que o sucesso depende da sua capacidade de dizer não e de decidir o que é certo. Mas, se você estica a corda e não se permite uma escorregada de vez em quando, isso também poderá levar você a um fracasso maior.

Planeje-se

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Se você não quer comer o que não está nos seus planos, tenha a despensa cheia de coisas que esses planos permitem. Facilite. É muito difícil ter fome e não saber o que comer porque lhe faltam os alimentos permitidos. Não vá ao supermercado quando tiver fome.

Visualize aonde você quer chegar e como será sua vida quando conseguir o objetivo

Imagine o tipo de roupa que poderá vestir ou como se sentirá bem ao caminhar. Poderá começar a praticar esportes que agora cansam demais, e deixará de ter dores em articulações e complicações decorrentes do sobrepeso.

Seja flexível com você mesmo

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Não há por que ser perfeito. Exigir-se demais e não se permitir uma margem de erro elevará seu nível de ansiedade e insatisfação. De vez em quando, e de forma planejada, decida em que vai transgredir a dieta: um almoço com amigos, uns petiscos na noite de sexta-feira ou alguma comemoração. Agora, não use esse “capricho” para comer descontroladamente, valendo-se da mítica frase “amanhã começo outra vez”.

Procure argumentos

As pessoas geralmente não sentem empatia por quem é capaz de controlar uma situação à base de sacrifício e renúncias. Em muitos casos, seu sucesso é o fracasso de outros. Haverá muita gente que ira incitá-lo a fugir da dieta, porque fracassar e cair nas tentações fará de você “um dos nossos”. Use a técnica do disco riscado, que consiste em repetir muitas vezes, com o mesmo tom de voz, a mesma frase: “Obrigado, prefiro continuar na dieta”. Não tente se justificar nem convencer os outros. Quando perceberem que você tem ideias claras e não se deixa abater, abandonarão a provocação.

Saboreie a refeição

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Reserve um tempo para comer tranquilo, mesmo que seja só meia hora. Prepare uma salada atraente. A comida nos atrai não só pelo paladar, mas também pela visão.

Adie, não proíba

Quando sentir a necessidade imperiosa de um doce, não se martirize com um debate interno entre “poxa, vai lá, não tem nada de mais” e “o que você vai fazer com tudo o que já conseguiu?; nem pense nisso!”. Tente por conta própria adiar o desejo em lugar de proibir o capricho. O proibido é muito atraente, ao passo que adiar o impulso fará com que você se distancie dele e decida mais tarde se realmente continua com vontade ou se foi apenas um desejo momentâneo. Durante essa espera, acalme sua ansiedade com um chá, uma fruta ou com alguma atividade relaxante.

Pratique o bom humor e faça coisas agradáveis

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Aproveite a vida. Ela é mais do que perder peso. Faça esporte, saia com amigos, leia e procure o prazer em novos hobbies. Se o seu estado de espírito for positivo, não precisará recorrer à comida para se sentir melhor.

Às vezes não são os quilos que pesam, e sim a mochila cheia de frustrações, de obrigações, de submissão ao que vão dizer ou do fato de sermos coadjuvantes no filme da nossa própria existência. Antes de começar a riscar alimentos da lista, elimine o que lhe aperta na vida.”

Música: para sacudir seus ouvidos, Alabama Shakes

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Se gosta de música country e também tem simpatia por rock, em grandes chances de gostar da mistura e do balanço da banda americana Alabama Shakes. Com dois discos gravados, eles já emplacaram música em novela global e receberam indicações ao Grammy.

O Alabama Shakes, como o próprio nome indica, é uma banda formada no estado do Alabama, sul dos Estados Unidos. Eles são classificados dentro dos estilos blues-rock e southern rock, um ritmo desenvolvido nessa região do país durante as décadas de 50 e 60, que mescla influências do rock e da country music.

O grupo é composto por quatro músicos e o destaque é da vocalista, Brittany Howard, única representante feminina no Alabama Shakes, com sua voz única e potente.

A música mais famosa, que fez a banda ser conhecida no meio musical, é “Hold On”, uma letra desabafo que conta uma história de superação e sobrevivência da vocalista.

“Rise to the sun” foi música tema do fictício casal Marra, da novela global Geração Brasil. Quem assistiu talvez lembre, ouça:

A faixa que mais representa o estilo da banda é animada “Hang Loose” (“Relaxa”):

O amor e o romance estão fortemente representados em “I found you” (“Encontrei você”), uma declaração agradecida aos céus pelo encontro com o grande amor:

Outro hit conhecido é “You ain’t alone” (Você não está sozinho), que fala sobre solidão e introspecção.

Como você pode perceber, o Alabama Shakes tem um trabalho muito conciso e consistente. Muitas faixas, inclusive, parecem ter a mesma base e até podem ser confundidas. O que faz desse grupo aquele tipo especial para quem curte uma música com estilo do começo ao fim.

Repense seu mp3 com o Reclassified, de Iggy Azalea

Já percebeu que às vezes a gente se prende em um único estilo ou tipos musicais? Não se permite ouvir sons diferentes e até fica meio entediado?! Pois nossa resenha veio para ampliar seus horizontes. Falaremos do disco Reclassified, da rapper Iggy Azalea.

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Não se assuste, nem torça o nariz. Mesmo que o rap não esteja entre os seus ritmos musicais preferidos, vale a pena considerar esse trabalho da Iggy. O rap feito por ela é mais comercial, mais digesto, distante do tradicional feito pelos veteranos, como Jay-Z e Kanye West, e até mesmo das produções brasileiras.

O Reclassified é uma é uma reedição do primeiro álbum que tornou a Iggy Azalea conhecida, o The New Classic, porém, mesclando cinco novas faixas com colaborações de peso. A mais esperada foi a parceria com a artista pop/eletrônica Ellie Goulding, em “Heavy Crown”:

Outra participação incrível foi a da diva Jennifer Hudson, na faixa “Trouble”, em um hit mais dançante e divertido:

Mesmo fugindo um pouco dos padrões com letras e músicas que atendem mais ao gosto popular, Iggy manteve as raízes que a inspiravam em “Change Your Life”, em parceria com o T.I.:

Para quem ainda não conhece nada da Iggy, ela é australiana e migrou para Miami, nos Estados Unidos, sozinha, ainda muito nova, aos 16 anos de idade. Para conseguir sobreviver e alcançar o seu sonho americano, ela fazia serviços domésticos e limpezas em geral, em hotéis e casas de família. E é justamente essa experiência e suas dificuldades que ela canta na faixa “Work”:

O relacionamento ruim e mal resolvido, a volta por cima, a afirmação e a valorização feminina são retratados em “Black Widow”, que também conta com mais uma colaboração, da britânica Rita Ora:

A música mais animada encerra o disco, como uma surpresinha final, que tende mais ao pop/dance do que ao rap. É a excelente “Bounce”:

E, claro, a faixa que projetou Iggy, e também ajudou muito na divulgação do trabalho da Charli XCX, nas paradas de sucesso, não poderia ficar de fora.

O interessante do Reclassified é ser um álbum bastante dinâmico. Ele mistura músicas mais agitadas, com outras menos, letras que contam histórias, falam de relacionamento, autoafirmação, feminismo, conquistas, motivação etc. O que o torna um conjunto bem legal para ouvir durante a atividade física (corridas, caminhadas, corda e exercícios de força casam super bem), no trânsito, fazendo faxina e por aí vai. E então? Ficou animado para colocar um pouco de rap na sua vida?

Música (sempre!) para turbinar o desempenho da atividade física

Quantas vezes você já se sentiu forçado pela consciência a ir malhar ou praticar qualquer outra atividade, mas a o desânimo falou mais alto? Já tentou dar às mãos à uma playlist caprichada e cheia de músicas motivadoras para dar aquele empurrãozinho mais forte do que a preguiça? Não? Pois pesquisas garantem que a música pode turbinar o seu desempenho na malhação e tornar a vida mais fácil.

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Um estudo da Universidade Estadual da Bahia (UESB) constatou que ouvir música enquanto faz exercícios pode aumentar o desempenho em até 15%. Outro levantamento, britânico, verificou que a música reduz a percepção do esforço em 10% e aumenta os batimentos cardíacos, o que evita a fadiga e atua na motivação do praticante.

Combinar o ritmo com a intensidade da atividade também é vantajoso: essa escolha ajuda na concentração com os movimentos e a execução, essenciais para a efetividade dos exercícios e proteção das áreas sensíveis a lesões.

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Além disso, a música eleva o estado de humor e entretém, o que auxilia a transformar a atividade chata e cansativa em algo prazeroso e positivo. Então, está aí um motivo a menos para resistir à prática de atividades físicas. Escolha um bom fone e mergulhe no prazer de uma música que te anime e estimule.

Para te ajudar a começar, ou mesmo manter o pique, bolamos uma playlist com músicas recheadas de palavras motivacionais, que vão, inconscientemente, te impedir de chutar o tênis pra longe e continuar persistindo na suadeira.

Se você ainda não sabe como ouvir músicas por este aplicativo, clique aqui.