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Sobre a vida….

Aconselhamento para a vida

Por Sílvia Parreira
Holistic Life and Soul Coaching

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“Se você se perdeu em algum momento da sua vida, não se preocupe. Apenas retome o caminho ou comece um novo. Às vezes se perder é necessário para se reencontrar.

Se você não gosta de alguma coisa, mude. Se você não gosta do seu trabalho, saia. Se você está procurando o amor da sua vida, pare… O amor estará esperando por você quando você começar a fazer coisas que ama. A vida é simples então não complique.

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Aprenda a apreciar o que tem, o que você faz, o que você se tornou e quem está ao seu lado. Abra a sua mente, braços e coração para coisas novas. Estamos unidos nas nossas diferenças!

Importe-se, compartilhe, inspire, viva e ame. A vida é sobre as pessoas que você encontra e sobre as coisas que vocês criam juntos. Algumas oportunidades só aparecem uma única vez, agarre-as!

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A vida é curta para você não viver os seu sonhos. Esta é a sua Vida… faça o que você gosta de fazer e faça com frequência! Sempre acredite em você. Ouça e siga o seu coração. Confie na sua intuição. Saiba que você pode.

Reconheça as suas próprias capacidades. Sonhe e atreva-se. Ouse fazer o que você tem medo. Mantenha a fé. Lembre-se: tudo é possível se você ao menos acreditar…”

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Geração saúde ou geração tormento?

Não raro, vemos por aí muitos projetos para emagrecimento, dietas que prometem milagres e a continuidade da já antiga ditadura da beleza esculpindo outros moldes: a geração sarada.

Aqui, buscamos dicas, temas e conhecimento para tentar contribuir para que a sua vida seja mais leve, sadia e equilibrada. Não tem certo ou errado. O que existe é aquilo que você elege para si como saudável e adequado.

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Por isso, resolvemos compartilhar uma entrevista muito interessante com a nutricionista Paola Altheia, escrita pela colunista Juliana de Faria, do site M de Mulher. É curta e vale a pena ler e refletir. Confira:

“Lemos o tempo todo sobre corpos saudáveis, comidas saudáveis, exercícios saudáveis e, no entanto, muito pouco sabemos sobre o que é ter saúde de fato. Isso porque temas tão importantes e delicados como cuidado ao corpo e auto-estima passaram a ser tratados de forma bruta, desumana e nociva.

Informações falsas e equivocadas são divulgadas em mídias sociais de pessoas sem instruções ou conhecimento médico, confundindo as pessoas e as estimulando a fazer dietas e #projetos malucos. Humilhações disfarçadas de motivação são espalhadas aos quatro cantos do mundo fit – quem nunca se deparou com a conhecida frase “se está ruim para mim, imagina para quem jantou”.

Será que já não está na hora de repensarmos esta conversa? De sermos mais generosas com nós mesmas, com nossos corpos e os corpos alheios? Encontrar uma abordagem ao tema que seja mais humana, que coloque nosso bem-estar como prioridade?

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Essa é a luta de Paola Altheia, nutricionista, bailarina e criadora do Não Sou Exposição, blog onde ela, de maneira didática e bem-humorada, desconstrói os mitos do emagrecimento e padrões de beleza. Aqui, ela fala sobre os erros da tal “geração saúde” e como podemos vencer ansiedades geradas por esse mercado:

Juliana de Faria: Qual a sua visão sobre o momento atual com relação ao cuidado do corpo, alimentação e nutrição?
Paola Altheia: É um momento preocupante e paradoxal. Porque nunca se falou tanto em vida saudável e comidas especiais e nunca se observou um crescimento tão vertiginoso dos problemas de comportamento alimentar e de autoimagem. Fat Talk e Diet Talk, expressões que não têm (ainda) equivalentes em português, expressam o desconforto das mentes das pessoas completamente aterrorizadas, detestando seus corpos e sem saber o que comer.

Quantas vezes testemunhamos diálogos sobre a culpa de ter saído da dieta, ou sobre o quanto um determinado alimento é calórico ou uma dica para “secar barriga” (a barriga estava molhada?). E quantas vezes na semana um grupo de mulheres é capaz de se reunir para cantar uma ladainha de críticas ao próprio corpo (celulites, dobrinhas, estrias, gordurinhas, peso, número do manequim…).

A tal da “geração saúde” é, na verdade, a “geração tormento”. A comunidade médica e científica está tão desesperada para conter o avanço do sobrepeso, da obesidade e das doenças crônicas ao redor do globo que o resultado disso é que atualmente vivemos um momento de franco terror dos alimentos e da gordura (no nosso corpo, no corpo dos outros e na comida).

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JF: O que é o terrorismo alimentar e como podemos estabelecer uma relação de paz com a comida?
PA: O terrorismo nutricional é a dicotomia pode/não pode, bom/ruim, certo/errado, saudável/não saudável. A alimentação humana, que é manifestação cultural e fator de socialização, está sendo discutida e definida de forma reducionista, alarmante e simplista. As pessoas estão desnorteadas, sem saber o que comer e acreditando que os alimentos podem ter propriedades mágicas de emagrecimento ou um potencial engordativo satânico (aliás, quando eu falo sobre culto ao corpo eu quero dizer “culto” no sentido pleno da palavra: nós adoramos corpos. Veneramos a massa magra. E acreditamos que a gordura é a fonte do Mal na Terra).

Para se desfazer deste pensamento perturbador, é importante entendermos que o que vai definir se um alimento engorda/emagrece ou faz bem/faz mal é a quantidade e a frequência do consumo. Ou seja: a questão não é o alimento em si, mas sim o uso que se faz dele. Eu sou nutricionista, no entanto, não acredito em dietas e não as prescrevo.

Cada pessoa precisa resgatar a consciência corporal necessária para identificar seus sinais de fome e saciedade sem que normas alimentares comandem seu corpo de fora para dentro. A alimentação saudável é um fenômeno que ocorre de dentro para fora. Muito se propaga que a pessoa emagrece e em seguida vai ficar em paz. E a realidade é o inverso disso: primeiro você fica em paz com os alimentos e com o seu corpo. E o emagrecimento vem por consequência.

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JF: Você sofre com muita violência online. Fale um pouco sobre gordofobia e o motivo que leva as pessoas a agirem assim.
PA: Existem pessoas que me vêem como uma maluca que fica na internet glorificando a obesidade. Que sou uma nutricionista que escolheu o curso errado porque eu não passo dietas. Onde já se viu dizer que uma pessoa gorda tem o direito de ser feliz, se tudo o que a sociedade prega é o contrário? O meu trabalho é um vilipêndio contra crenças limitantes profundamente enraizadas na cabeça das pessoas: mulheres têm obrigação de fazer dieta, todo magro é saudável, todo gordo é doente, magreza é bonito , gordura é feio, magros têm disciplina e gordos não têm “força de vontade”.

Eu chacoalho este tonel de preconceitos, chacoalho duro e chacoalho forte! Algumas pessoas sobem pelas paredes porque eu digo que não é proibido comer bolo de chocolate e que ninguém tem a obrigação de ir para academia malhar todos os dias. Lembremos que o que eu proponho é o caminho do meio. A corda do instrumento quando muito tensionada, arrebenta e quando muito frouxa, não produz som algum.

Nós também precisamos encontrar o bom senso e o equilíbrio no nosso cuidado com a saúde. Gosto da Frase de Oscar Wilde que diz que “convém ser moderado em tudo, até na moderação”. Em tempos de No Pain, No Gain não há lugar para a moderação (e um pouquinho de preguiça). Essa é a razão de tanta animosidade. Haters e cyberbullying são realidades que todo blogueiro enfrenta. Eles podem te derrubar ou você pode usá-los como trampolim. Eu prefiro a segunda opção.”

Fonte: M de Mulher

É possível ser feliz sozinho?   

Uma reflexão para quem está às voltas se lamentando por estar sozinho(a) e deixando de aproveitar a melhor companhia, que é a sua própria. Ame-se, respeite-se e não tenha medo de ser feliz. Sozinho(a) ou acompanhado(a), a responsabilidade da felicidade não muda: continua sendo sua! #reflita

Texto de autoria da psicóloga Cláudia Morais

“Olhe à sua volta. Quem são as pessoas mais felizes que conhece? Como é que elas vivem? São casadas, solteiras, viúvas ou divorciadas? E como é que você sabe que essas pessoas são REALMENTE felizes?

Crescemos inundados de histórias de amor romântico que acabam por moldar a nossa percepção da felicidade. Ao ponto de muitos de nós se convencerem de que só é possível ser feliz a dois. Um dos problemas que decorrem deste pensamento irracional é a busca permanente de um parceiro, como se uma má companhia fosse melhor do que estar sozinho. Algumas pessoas sofrem deste mal – colecionam maus relacionamentos porque têm medo de estarem sozinhas.

Sem iludir ninguém: os estudos mostram que as pessoas mais felizes são aquelas que têm um companheiro. Em rigor, as pessoas mais felizes são as casadas. Mas atenção: isso só é verdade para aquelas que se sentem satisfeitas no casamento. Na prática, o casamento não só não é garantia de felicidade como, se se tratar de um mau casamento, também é garantia de infelicidade.

Se as pessoas insatisfeitas com o seu casamento (ou relação amorosa) são mais INFELIZES do que os solteiros, os viúvos ou os divorciados, por que teimamos em fugir a sete pés da solidão? Por que é que há pessoas que se desesperam perante a ideia de estarem solteiras? Por que é que alguns olham de lado para quem assume que prefere estar só?

A verdade é que é o medo do desconhecido que, muitas vezes, nos impede de fazer as escolhas certas. Até um dia. Até ao dia em que uma ruptura amorosa nos empurra para uma situação nova. E depois da dor surge uma admirável tranquilidade que nos faz apreciar a vida e os outros laços afetivos de uma forma diferente.

Há pessoas que se sentem muito bem sozinhas. Há até quem se sinta incrivelmente feliz nessa condição, por mais que isso seja gerador de incredulidade.

A maior parte dessas pessoas está sozinha a título temporário. É uma questão de tempo até que voltem a amar, a comprometer-se. Mas, às vezes, passam-se anos – 2, 3, 4, 5 anos! – até que isso aconteça. E, nesse período, conseguem ser estupidamente felizes. Precisamente porque reaprenderam a explorar outros laços afetivos, porque usufruem de total controle sobre as suas vidas e, fundamentalmente, porque não estão dispostas a comprometer-se com quem não as mereça. E essa é uma escolha emocionalmente inteligente.

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A maior parte das pessoas é mais feliz se viver uma relação amorosa que seja geradora de satisfação. Mas a resposta à pergunta que dá título a este texto é: SIM! É possível ser feliz sozinho. E, às vezes, estar sozinho é a escolha mais inteligente para que, mais cedo ou mais tarde, se possa voltar a amar.”

Peixe prático à milanesa de micro-ondas

(Não é publicidade!)

A Páscoa está batendo na porta e nem tudo está perdido nesse almoço especial de feriado. Se você é daqueles que não tem tempo, nem talento para a cozinha, não se preocupe! Bolamos uma sugestão super prática e saborosa para uma refeição bacana com peixe à milanesa, que fica pronto em um pouco mais de dois minutinhos no micro-ondas.

Como sempre ressaltamos por aqui, somos adeptos e defensores da vida prática e saudável e, claro, do equilíbrio. Nem sempre é possível consumir só coisas do bem e nosso lema não é uma ditadura imposta ou um regime, mas sim comer de tudo, com consciência e mantendo o equilíbrio entre o sabor, a vontade/ desejo, a nutrição e a satisfação.

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Graças à tecnologia e às novas necessidades da família moderna, hoje no mercado há diversas opções de produtos que facilitam a vida. Nem sempre eles são benéficos à saúde. Mas também há aqueles que não são de todo mal, desde que consumidos com certa moderação e pouca regularidade.

É o caso desse produtinho que pode salvar seu almoço de Páscoa, o Satis. O Satis é uma mistura em pó temperada para empanados, desenvolvido pela Ajinomoto. A indicação principal é no preparo de frangos, mas também é indicado para peixes.

Ele é mega prático. Você não precisa temperar nem realizar nenhum tipo de preparo prévio com a carne (de peixe ou frango) antes, a não ser que haja necessidade de limpeza – retirada de espinhas, peles e ossos, no caso. Se não, basta empanar a carne com ele e levar ao micro-ondas por dois minutos e trinta segundos! O resultado é uma carninha saborosa, crocante e sequinha!

Também há a opção de preparo no forno e na panela com óleo. Ele não é das opções mais saudáveis, mas, se comparado a outras formas de preparo, é bem menos prejudicial. O que pesa mais é a quantidade de sódio, mas se você leva uma vida regrada e faz controle do consumo dessas substâncias, isso não é um problema. É mais leve do que comer um lanchinho fast food, um salgadinho ou aperitivo industrializado!

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 * % Valores Diários com base em uma dieta de 2.000 kcal ou 8.400 kJ. Seus valores diários podem ser maiores ou menores dependendo de suas necessidades energéticas. ** VD não estabelecido.

O Satis é encontrado em três sabores: tradicional; queijo, toque de tomate e manjericão; e ervas com toque de limão, que é a sugestão para o preparo dessa receita de peixe. Para o prato completo, você vai precisar de:

  • Meio quilo de peixe, pode ser qualquer um em filés ou postas não muito grossas
  • 4 batatas cozidas em rodelas
  • 2 cebolas médias cortadas em rodelas grossas
  • 2 tomates grandes cortados em rodela
  • Azeite extra virgem a gosto
  • Azeitonas a gosto
  • Temperos de sua preferência

Deixe o peixe em temperatura ambiente ou fresco de geladeira, não dá certo com a carne congelada ou muito molhada do degelo. Descasque e corte as batatas em rodelas. Você também pode cozinhá-las usando a técnica do micro-ondas, que já ensinamos AQUI. Depois de cozidas, reserve. Derrame o conteúdo de Satis num prato limpo e seco. Empane os filés ou postas de peixe, um a um. Prepare um prato ou recipiente que possa ir ao micro-ondas, forrando com duas folhas de papel toalha (há instruções desse preparo na embalagem). Feito isso, acomode o peixe nesse parto e leve ao micro-ondas por dois minutos e meio.

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Corte as cebolas em rodela e, numa panela em fogo médio, refogue até que elas fiquem transparentes, acrescente os tomates e depois as batatas. Acerte o sal e demais temperos de sua preferência (coentro, salsa, tomilho, alecrim etc.). Coloque as azeitonas e desligue o fogo. Nesse meio tempo estarão prontos o peixe e um acompanhamento de batatas bem tradicional. Você também pode servir um arroz branco e uma salada de folhas, de acordo com o seu gosto.

Serão 15 minutinhos de cozinha para o preparo de uma refeição gostosa e completa!

O Satis é vendido nas principais redes de supermercados e custa entre R$ 2,60 e R$ 3,70. Cada pacotinho empana cerca de meio quilo de carne de peixe ou frango.

Não estou ganhando nada com isso, não é um post de publicidade (vale lembrar). Pensei em compartilhar com vocês porque acredito que a cozinha não deve ser um empecilho. Conheço e uso esse produto, que funciona em praticidade e me salva algumas vezes num preparo rápido, quando só tem frango congelado e sem tempero.

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Quem fizer, vem contar como ficou! Aproveita que ainda dá tempo de passar no supermercado, preparar e surpreender a família até amanhã!