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Gratidão: o antídoto contra a depressão e chave da felicidade

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Por desconhecerem os estragos que provocam na saúde e qualidade de vida, muitas pessoas vivem em numa cultura d​e​ reclam​ação, queixa e vitimização. Cultura que comumente é reforçada nos momentos de crise​​​​ quando as pessoas tendem a ficar ainda mais negativas​.​

Segundo o pesquisador e especialista em Saúde Quântica Wallace Liimaa, todas as vezes que as pessoas se colocam ​numa condição de​ vítimas ou f​ocam​ ​sua energia em problemas,​ ao invés de soluções​, elas entram em uma situação de ​medo, insegurança e ​escassez. “Se você expressa e coloca muita energia naquilo que não quer, muitas vezes você acaba atraindo​ que o​ problema​ se repita de maneira cíclica na sua vida​”, alerta o especialista, que dá um exemplo prático.

“Imagine alguém que tem um problema de relacionamento e, ​ao invés de​ ter uma nova atitude e​ ​buscar uma solução, ​apenas​ reclama do outro e achar que ​só ​ele é ​quem deve mudar: essa pessoa ela ​irá​ se ​vitimizar​ e essa ​vibração ​negativa vai fazer com que esse problema ​tenda a se​ rep​etir​​ nos demais relacionamentos que ela venha a ter.​ Além do mais, esse estado tende a elevar os hormônios do estresse no corpo, fragilizando o sistema imunológico e reduzindo os neurotransmissores serotonina e dopamina que funcionam como antidepressivos naturais.

“​O especialista garante acredita que é possível​ reverter essa situação, ​treinando a mente para expressar, cotidianamente, ​o sentimento de gratidão. “​Acostumar-se a expressar o sentimento de gratidão por mínimas coisas, logo ao acordar, irá trazer um novo colorido ao dia. ​E mesmo diante de um desafio, ​procurar ver o lado bom proporcionado pelo desafio para a sua evolução pessoal. Essa atitude irá promover uma mudança na química corporal devido à presença dos neurotransmissores serotonina, dopamina, oxitocina e endorfinas que funcionam com antidepresssivos naturais. ​

Agradecer leva as pessoas para​ um​ outro patamar e cria condições para atrair prosperidade e abundância”, destaca, indicando que as pessoas pratiquem o exercício da gratidão diariamente. “Agradeça as pequenas coisas da sua vida, como estar vivo, ​a água que bebe, o ar que respira, ​a alimentação ou então o brilho do sol. Isso fará de você uma pessoa mais​ feliz, saudável e ​ próspera em todos os níveis”, sugere.

A frequência da gratidão: ações práticas  

Wallace, que também é idealizador do portal Saúde Quantum, ensina por que a gratidão ajuda a atrair coisas boas: quando a pessoa está na frequência da gratidão, ela ativa e fortalece novas redes neurais. “A frequência da gratidão cria campos eletromagnéticos e vibrações positivas no corpo​, ​que funcionarão como uma antena para atrair situações favoráveis e pessoas positivas para a vida dela. ​Assim​,​ as pessoas irão conseguir se conectar com aquilo que realmente ​desejam de bom para suas vidas​”, afirma o pesquisador, e completa que o simples fato de sair da vibração de reclamação para a vibração de gratidão já altera o estado ​de ser ​da pessoa e ​contribui para que​ o dia te​nha​ um novo brilho.

O especialista indica que fazer uma lista de coisas pelas quais se sente grata em um caderno é uma ótima aposta para ​começar a exercitar a gratidão. “Anote todos os dias, logo pela manhã, aquilo pelo que você foi grato do dia anterior. E também podem ser anotadas simples coisas que te deixaram mais feliz​. Sempre que possível busque expressar a gratidão às pessoas através de um abraço. Isso aumenta os níveis de oxitocina no corpo, chamado de hormônio do amor.​”, recomenda.

Ele explica que essa prática irá mudar as vibrações ao longo do dia, deixando a pessoa mais positiva e preparada para enfrentar os desafios ​com o olhar voltado para as soluções e para o aprendizado que o desafio oferece​.​ Isso irá criar o ambiente positivo para que as soluções apareçam.​

Portanto, Wallace desafia que as pessoas comecem hoje mesmo essa prática, para deixar a negatividade de lado e parar de reclamar e se vitimizar. Isso permite até mesmo ressignificar ​os problemas ​e procurar sempre vê-los como ​uma forma de crescer​,​ aprender​ e evoluir​. “Comece ​agora a ​agradece​r​ por tudo que já viveu até hoje, ​de bom ou ruim, ​pois nessa vibração d​a​ gratidão​ não terá mais tempo ruim e você se tornará uma pessoa cada vez mais saudável, feliz e próspera​ ​e​ cada dia ​será melhor do que o outro​”, finaliza.

Soluções caseiras para aliviar azia imediatamente

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Consumo excessivo de fritura, gordura e bebida alcoólica, cigarro e maus hábitos alimentares são alguns dos principais fatores que causam azia. A sensação desagradável acaba com o dia de qualquer um e ás vezes é tão forte que acaba causando outros sintomas, como enjoo.

Apesar de ser mais fácil prevenir do que remediar, agora que o estrago foi feito, não adianta ficar lamentando. Se você está vivenciando refluxo, queimação no estômago e outros sintomas da má digestão agora e precisa de um alívio rápido, confira as sugestões a seguir:

Água com bicarbonato de sódio

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Por ter o pH alto, ajuda a neutralizar a acidez do estômago. Misture 1 colher de chá de bicarbonato de sódio em 1 copo d’água e beba de uma vez só.

Suco de aloe vera

A aloe vera ajuda a reduzir a inflamação do estômago e desintoxicar o organismo. No mercado, é possível encontrar o suco pronto ou o gel para preparo. Se preferir e tiver acesso à planta, raspe a parte interna (amarelada, com aspecto gelatinoso) até obter 2 colheres de sopa e bata com 1 copo de água e mel.

Masque chiclete

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O hábito estimula as glândulas salivares e aumenta o fluxo de saliva, que dilui e ‘empurra’ o ácido para baixo, expulsando-o do esôfago. Mastigue uma unidade de chiclete sem açúcar por cerca de 30 minutos para obter os resultados.
Permaneça sentada ou em pé
Quando deitamos, o suco gástrico tende a retornar para o esôfago, intensificando a sensação de queimação. Evite deitar-se enquanto os sintomas não melhorarem.
Coma uma banana

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A fruta contém antiácidos naturais e ajuda a combater o refluxo.
Tome leite 0% gordura
O leite é um ingrediente controverso quando se trata da cura para a azia. Em um primeiro momento, ele ajuda a acalmar os sintomas, mas, depois, estimula o estômago a produzir ainda mais ácido, graças a seu alto teor de gordura. Tente beber meio copo de leite desnatado para não obter este efeito reverso e não exagere na quantidade.
Coloque uma roupa solta

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Roupas muito apertadas aumentam a pressão sobre o abdômen e favorecem o refluxo. Troque a calça jeans por uma mais soltinha.

Hábitos tóxicos: Ruminação

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Ruminação significa estar pensando (e pensando e pensando) sobre algo perturbador, mas, de uma forma passiva, sem realmente agir. Para explicar melhor, vamos usar a taxonomia: animais como vacas, veados, cabras e ovelhas pertencem à subordem Ruminantia. Esses ruminantes costumam regurgitar seus alimentos parcialmente digeridos e mastigá-los novamente.

Da mesma forma, pessoas ruminantes mastigam seus pensamentos, por assim dizer, uma e outra e outra vez. Muito diferente, mas, essencialmente, o mesmo conceito. Mas, como isso funciona para a imagem mental?

O que é tão ruim na ruminação?

A ruminação faz as pessoas pensarem que estão trabalhando em um problema, mas, além de não produzir soluções, também agrava o problema. Todo o tempo e energia que o pensamento leva, poderia ser usado para corrigir o problema.

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Não só isso, mas ruminação parece ser a causa que prejudica as habilidades de resolver problemas, o que torna os ruminantes menos propensos a tomar medidas sobre uma possível solução, torna-os mais pessimistas sobre o futuro e mau humorados.

Na verdade, aqueles que ruminam têm maior propensão para desenvolver depressão, quatro vezes mais do que a taxa de quem não rumina. É como um hamster correndo freneticamente em uma roda, esgotando-se, sem realmente ir a qualquer lugar.

Finalmente, a maior desvantagem da ruminação, além do fato de ela não funcionar, é que afasta as outras pessoas. Ruminantes chegam a ajudar com mais frequência do que os não-ruminantes, mas tendem a compartilhar sua miséria com os demais, a ponto de serem chatos.

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Além disso, embora possam ser simpáticos à primeira vista, depois de um tempo, as pessoas ficam frustradas quando o ruminante nunca parece tomar medidas para resolver os seus problemas, mesmo após a escuta paciente, simpatia sincera e bons conselhos. Em suma, você pode levar um ruminante até a solução, mas não pode fazê-lo agir.

Ironicamente, os indivíduos que ruminam realmente valorizam seus relacionamentos românticos, família e amigos, a ponto de se sacrificarem muito para salvar qualquer um deles. Mas, muitas vezes, não veem que contribuem para o estresse nesses relacionamentos por cismar com problemas reais e imaginários, lamentando a todos o quão terrível a sua vida é e não tomar qualquer ação. Eles colocaram seus relacionamentos em um pedestal, mas, em seguida, arrasta-os para baixo, juntando-os ao bolo da ruminação.

Como posso saber se estou ruminando?

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A ruminação tem três características essenciais que a tornam única:

Traço 1: É repetitiva

Tal como os nossos amigos da espécie bovina, ruminantes mastigam alguma coisa uma e outra vez. Não só os ruminantes não superam, como eles também examinam o problema de todos os ângulos: Por que isso aconteceu? Por que ela disse isso? Por que eu faria isso? Isso não era justo. O que isto significa? E a lista continua.

Traço 2: É passiva

Ruminantes dizem pensar demais a fim de resolver um problema, mas, em vez disso, estudos descobriram que eles não são particularmente eficientes em encontrar soluções. Além disso, mesmo quando não há uma boa solução, eles têm dificuldade para se motivar a realizar. Por exemplo, um estudo de 2006 descobriu que mulheres que ruminam são mais propensas a adiar em ver um médico após a descoberta de um nódulo em sua mama.

Traço 3: A ruminação é sobre o passado, não o futuro

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Esse é o traço que difere ruminação de preocupação. A ruminação centra-se no passado: “Se eu tivesse feito X” ou “Como eu pude ter sido tão estúpido”. Por outro lado, a preocupação é com o futuro: “O que acontece se Y” ou “eu não sei, acho que serei capaz de lidar com isso. “

4 maneiras de acabar com a ruminação

Então o que fazer? Aqui estão quatro dicas para eliminar esse hábito pela raiz.

Dica 1: Dê-se por arrependido

Todo mundo faz coisas estúpidas das quais se arrepende. Então, pare sua espiral descendente soltando um grande suspiro e dizendo: “OK, o que aconteceu…” E, em seguida, siga em frente. É clichê, mas, ao invés de focar no que poderia ter sido, se concentre no que pode ser e tente.

Dica 2: Distraia-se

A já falecida Dr. Susan Nolen-Hoeksema era a rainha da investigação sobre ruminação. Em 1993, ela explicou que o hiato de gênero na depressão deveu-se não a biologia, aos papéis de gênero ou teorias freudianas, mas a ruminação.

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Vamos dar algum contexto: a ruminação afeta ambos os sexos da mesma maneira. Mais uma vez, tanto homens quanto mulheres que ruminam desenvolvem depressão numa taxa quatro vezes maior do que os não ruminantes.

No entanto, as mulheres são 70% mais predispostas que os homens a sofrer de depressão ao longo de toda a vida. Por quê? Acontece que, em geral, as mulheres são mais propensas a serem ruminantes, enquanto eles são mais tendentes a ficarem presos em seus maus humores e de se debruçar sobre o que aconteceu, o porquê e como.

Em contraste, os homens (de novo, em geral) tendem a ser fixadores e mesmo que a solução não seja tão eficaz, ir para algum lugar ou mesmo extravassar quando são confrontados com um problema, eles tendem a fazer algo que os distrai e muda o humor.

Claro, estas são generalizações. Há muitos homens que ruminam e muitas mulheres que não o fazem. Mas, em geral, as mulheres ruminam e tornam o seu humor pior, enquanto os homens distraem-se e melhoram o humor.

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Assim, como usar distração de forma eficaz? Felizmente, a distração não tem que ser uma grande coisa; você não tem que sair de férias ou se envolver em terapia de compras para distrair-se. Mesmo pequenas coisas sem sentido, como visualizar mapas via satélite ou imaginar formatos nas nuvens, vão funcionar. O que nos leva para…

Dica 3: Reduza o tempo e o espaço disponível para ruminar

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Há uma lenda urbana que a carpa japonesa, ou koi, crescerá tanto quanto o espaço que lhe derem. Coloque-as em um tanque pequeno e elas vão permanecer com apenas alguns centímetros de comprimento. No entanto, coloque-as em uma lagoa e elas vão crescer grandes, com bocas e olhos escancarados. O mesmo acontece com a cisma.

Então, distraia-se um pouco mais. Mantenha-se ocupado com atividades que são significativas para você. Pense duas vezes antes de recusar um convite social. Vá trabalhar fora. Inscreva-se em aulas que você ache interessantes. Claro, não é preciso ficar exausto, mas diminua o espaço livre para cismar e sua ruminação vai ficar cada vez menor.

Dica 4: Faça algo um pouco difícil

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Realizar algo que exige um pouco mais de dificuldade, mas ainda dentro de suas habilidades, constrói o que chamamos de domínio, ou a crença, na sua própria capacidade de fazer coisas.

A falta de domínio, juntamente com a falta de confiança, é, muitas vezes, uma grande barreira para ruminantes, que, frequentemente têm boas intenções mas, simplesmente não conseguem fazer as suas ideias acontecerem.

O ruminante pode realmente querer mudar de carreira, deixar o velho rancor ou, finalmente, sair da casa de seus pais, mas sem a confiança de que o que ele tenta vai fazer a diferença é improvável que isso aconteça.

Portanto, o ruminante pode identificar um passo que ele precisa tomar como uma dificuldade, como descobrir os requisitos para um programa de certificação ou o orçamento para um novo apartamento. Controle e domínio são o oposto da passividade e, à medida que crescem, transformam a longínqua ruminação em ação confiante.

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Então, com a prática, você pode deixar a ruminação para as vacas. E se você se pegar ruminando, sempre pode distrair-se com um suave “moo”. Você é um ruminante? Quais medidas toma para reduzir a cismar? Compartilhe seus pensamentos com a gente na seção de comentários abaixo ou na nossa página do Facebook.

Referências:

Kessler, R.C., Berglund, P., Demler, O., Jin, R., Koretz, D. et al. (2003). The epidemiology of major depressive disorder: results from the National Comorbidity Survey Replication (NCS-R). JAMA, 289, 3095–105.

Lyubomirsky, S., Layous, K., Chancellor, J., & Nelson, S.K.  (2015). Thinking about rumination: The scholarly contributions and intellectual legacy of Susan Nolen-Hoeksema.  Annual Review of Clinical Psychology, 11, 1–22.

Lyubomirsky, S. & Nolen-Hoeksema, S. (1995). Effects of self-focused rumination on negative thinking and inter-personal problem solving. Journal of Personality and Social Psychology, 69, 176–90.

Lyubomirsky, S. & Nolen-Hoeksema, S. (1993). Self-perpetuating properties of dysphoric rumination. Journal of Personality and Social Psychology, 65, 339–49

Lyubomirsky, S., Kasri, F., Chang, O., Chung, I. (2006). Ruminative response styles and delay of seeking diagnosis for breast cancer symptoms. Journal of Social and Clinical Psychology, 25, 276–304.

Nolen-Hoeksema, S. & Davis, C. (1999). “Thanks for sharing that”: Ruminators and their social support networks.  Journal of Personality and Social Psychology, 77, 801-814.

Fonte Quick and Dirty Tips
Tradução livre de autoria do blog

A organização tem um sentido: de dentro para fora

Quantas vezes nos perguntamos por que algo não dá certo? Ou, por que não conseguimos tempo hábil para realizar isso ou aquilo? Por que os planos não se concretizam? A resposta para alguns desses problemas pode ser a organização.

Quando as coisas, as ideias e os caminhos estão bem dispostos e organizados, planejar e realizar se torna muito mais fácil (e possível). Então, que tal começar a colocar a vida em ordem?

Arrume as suas gavetas!

Texto do Dr. Fábio Augusto

“Aprendi com os mais velhos e sábios que, quando temos um problema difícil de ser resolvido, que nos tira a paz, precisamos nos afastar de tudo e arrumar o ambiente ao nosso redor.

Entenda que o seu quarto bagunçado, a sua casa, a sua bolsa, a sua gaveta, o seu ambiente, é o espelho da sua vida interior! E… vice-versa! Ou seja, um ambiente desarrumado acaba influenciando e dando espaço para que os sentimentos negativos tomem conta da sua vida – você manifesta no exterior o que está acontecendo no seu interior.

Por isso, arrumar tudo externamente é uma atitude simbólica do seu desejo e esforço em mudar o que está negativo dentro de você! O universo funciona assim: o que está dentro está fora. O que está fora contamina o que está dentro. Por esse motivo, lembre-se sempre que você pode influenciar o interior com o exterior e vice-versa, você tem a chave para a sua organização pessoal.

No momento em que você limpa a sua gaveta e joga fora aquilo que não presta, o que é negativo, as pessoas que não contribuem para o seu crescimento, estará reprogramando simbolicamente o seu interior.

É uma das melhores chaves para conseguir serenidade e respostas para problemas muito difíceis. Aproveite e arrume suas gavetas. Com certeza vai ajudar você a encontrar solução para muitos de seus problemas.
(Adaptado de Deposito dos Sentimentos)”