Não é impressão: seu cabelo cai mais no verão e no outono

Se tem notado o ralo do banheiro cheio de fios ao terminar o banho, não entre em pânico! O verão está chegando e, segundo um estudo recente publicado no periódico British Journal of Dermatology, é normal as mechas caírem nessa época do ano.

Ao avaliar dados do Google relacionados à queda de cabelo em oito países diferentes, os pesquisadores das universidades de Washington e John Hopkins, ambas localizadas nos Estados Unidos, notaram que a busca por possíveis razões ou soluções para a perda de fios se intensifica no outono e na temporada de calor.

Ainda não se sabe ao certo o que está por trás desse padrão, mas, para os estudiosos, o motivo pode estar ligado à evolução humana. Historicamente, um dos papeis das mechas sempre foi esquentar o corpo – o que não é necessário durante essas estações.

Mas vale ficar alerta: a queda também está está ligada a alimentação, stress, perda de peso e mudanças hormonais. Então, antes de se desesperar, vale a pena checar se esses outros aspectos da vida estão equilibrados. Atente-se também à quantidade de fios caídos – segundo a Academia Americana de Dermatologia, o normal é perder de 50 a 100 fios por dia.

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Cólica menstrual: ioga pode ser alternativa para trazer alívio

Conteúdo original Boa Forma

Yoga Nidra ou “sono psíquico”. Mesmo que você nunca tenha ouvido falar nessa prática – antiga, mas pouco conhecida –, talvez queira experimentá-la em breve, muito provavelmente perto da data da sua próxima menstruação.

O que a ciência tem observado sobre o método interessa para a maioria das mulheres: ele pode ser uma terapia complementar eficiente para amenizar o impacto negativo dos distúrbios da TPM, tanto do ponto de vista físico quanto psicológico.

Mas será que funciona? Pesquisadores coreanos fizeram uma revisão de estudos relacionados ao assunto para sanar a dúvida. Eles selecionaram 250 indianas com idade média de 26 anos, que, no período menstrual, apresentavam queixas como cólicas, náuseas e dor de cabeça, além de irritação e ansiedade.

Todas as participantes receberam medicação, mas apenas aquelas do grupo que praticou Yoga Nidra de 30 a 35 minutos por dia, 5 dias na semana, durante 6 meses, apresentaram níveis de ansiedade e depressão significativamente menores.

Os pesquisadores acreditam que a prática aumenta a atividade do sistema nervoso parassimpático, o que diminui a intensidade dos sintomas psicológicos. Outro mecanismo seria a liberação de dopamina – neurotransmissor responsável pela sensação de bem-estar. Mas, para que ela seja realmente considerada uma terapia complementar aliada das mulheres, ainda são necessários mais estudos. Só nos resta meditar para que isso aconteça e os benefícios da prática sejam confirmados!

O QUE É YOGA NIDRA

É uma forma de meditação ou relaxamento – um meio termo entre o estado de vigília e o sono. O corpo relaxa, mas a mente trabalha em um nível mais profundo. Os efeitos são mais benéficos quando você pratica Yoga Nidra depois de exercitar – ter feito um pouco de exercícios de contração muscular. Assim, corpo e mente estarão calmos, sem stress e tensão.

Como praticar

Passo a passo da Arte de Viver para a prática de Yoga Nidra

  1. Deitada de costas, feche os olhos e relaxe. Inspire e expire lenta e profundamente. Se você sentir algum desconforto ou dor na lombar, ajuste a postura ou use uma almofada para elevar um pouco as pernas.

  2. Leve gentilmente sua atenção para o seu pé direito. Permaneça lá por alguns segundos e, então, mova sua atenção para o joelho direito, coxa e quadril (de novo por alguns segundos). Tente se conscientizar de toda sua perna direita. Repita com a perna esquerda.

  3. Faça o mesmo com todas as parte do corpo: área genital, região do umbigo, estômago, tórax, ombro direito e braço direito, seguido do ombro esquerdo e braço esquerdo, garganta, rosto e o topo da cabeça.

  4. Inspire profundamente, observe as sensações no seu corpo e relaxe por mais alguns minutos.

  5. Consciente do seu corpo e do ambiente a sua volta, vire para o lado direito e permaneça por alguns minutos.

  6. Sente-se lentamente e, quando se sentir confortável, abra os olhos devagar.

Dicas para conviver melhor com a menopausa

Conteúdo original Mais Equilíbrio

A menopausa é um acontecimento inevitável para mulheres entre 35 e 55 anos, por conta do fim dos ciclos ovulatórios. Vale lembrar que menopausa é o nome dado à última menstruação, e após esse fato, o período que se segue chama-se climatério.

É justamente nessa fase que surgem diversos sintomas, os quais para algumas mulheres acabam interferindo bastante no dia a dia, como calores ou fogachos, distúrbios do sono, alterações de humor, memória fraca, dificuldade de concentração, queda de cabelo, entre outros.

Entretanto, algumas dicas são muito importantes para a manutenção da saúde hormonal, ajudando assim a conviver melhor com a menopausa.

Vitamina D

Baixos níveis de vitamina D estão ligados a um maior risco de fraturas após a menopausa. Nosso corpo produz esse nutriente quando exposto ao sol pelo menos 40 minutos ao dia; porém sabemos que nem sempre isso é possível. Portanto, vale procurar um suplemento de boa qualidade.

Água

A desidratação pode afetar o sistema nervoso, o que provoca as ondas de calor. Por isso o organismo precisa de água para ajudar no seu processo de desintoxicação dos rins, fígados e sangue. Outra dica: se estiver com fome, beba água. Muitas vezes o que entendemos por vontade de comer é apenas nosso corpo pedindo por hidratação.

Controle de peso

Cerca de 90% das mulheres ganham peso no climatério por causa das mudanças hormonais, ligadas ao aumento do cortisol e diminuição do estrógeno, progesterona e testosterona. Por isso, faça exames periódicos e mantenha o peso em uma faixa saudável.

Coma para se sentir bem

Uma alimentação balanceada em carboidratos, proteínas, gorduras, vitaminas e minerais é crucial para uma boa saúde, e consequentemente, para o peso em dia também. Adicione ao cardápio fitoestrógenos também, presentes em alimentos como a soja, lentilha e broto de alfafa.

Reposição hormonal

Os principais hormônios alterados após a menopausa (estrogênio, progesterona e testosterona) são importantes na proteção do cérebro, coração, ossos, bem como desejo sexual. Por isso, fazer a reposição desses é como dar uma renovada na vida, e se puder optar por produtos naturais, melhor ainda.

Exercícios

Praticar atividade física é bom para todos e em todas as idades; após a menopausa ajuda a manter o peso, além dos níveis de insulina e estrogênio. Fora que a endorfina produzida durante os exercícios ajuda no humor e sensação de bem estar.

Plástico

Evite recipientes de plástico ao cozinhar e armazenar alimentos, pois alguns podem conter substâncias semelhantes ao estrogênio sintético, o que acaba atrapalhando o sistema endócrino.

Xô stress

Trabalho, família e questões financeiras causam estresse, o que pode neutralizar a produção de hormônios. Por isso, tire um tempo pra você, tome um banho quente, faça uma massagem e durma o suficiente para aliviar qualquer sentimento de ansiedade.

Comece a se cuidar cedo

Está longe de entrar na menopausa? Não tem problema, comece a fazer hoje várias mudanças na sua vida, que mais tarde você vai agradecer a si mesma. Seja gentil com seu corpo: coma alimentos naturais, movimente-se, descanse e principalmente, sorria muito. (:

Comer e queimar, é só começar!

Vemos várias coisas na internet sobre alimentos que supostamente derretem a gordura da barriga. Há alguma verdade nessas afirmações?

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Sim e não. Certas escolhas alimentares e de estilo de vida podem ajudar a reduzir a gordura em torno do seu abdômen. Mas a gordura da barriga não vai simplesmente aparecer ou desaparecer em resposta a alimentos específicos. Então, qual é o segredo de todos esses ditos queimadores de gordura? A maioria deles se encaixa em uma destas duas categorias:

1. Alimentos que previnem os picos de açúcar no sangue

Nessa categoria estão inclusos o salmão, abacate, azeite de oliva, amêndoas e feijões secos. Será que esses alimentos queimam mesmo a gordura? Não exatamente. Mas eles contêm proteínas, gorduras e/ou fibras que são de lenta digestão e absorção, tornando-se menos suscetíveis a causar um aumento significativo de açúcar no sangue. Eles podem ainda retardar a digestão e a absorção de hidratos de carbono quando são consumidos com outros alimentos.

Quando o açúcar aumenta no sangue (como acontece quando você come doces ou carboidratos refinados), ele põe em movimento uma cascata hormonal que promove o armazenamento da gordura abdominal. Assim, segundo essa teoria, evitando picos de açúcar você também estará ajudando a evitar o acúmulo de gordura abdominal.

Por outro lado, os alimentos mais elevados em proteínas e fibras também podem regular o apetite e ajudá-lo a evitar excessos. No entanto, não se engane! Não importa qual tipo de alimento você escolha. Se você consumir mais calorias do que precisa, o excesso será armazenado como forma de gordura.

2. Alimentos que aumentam o metabolismo

Nessa segunda categoria estão o chá verde, a pimenta caiena, o vinagre e outros alimentos ricos em proteína, como ovos, carne e peixes. Esses supostamente aumentam o seu metabolismo, fazendo com que seu corpo promova a queima usando suas reservas de gordura, incluindo a abdominal. Embora seja verdade que eles podem aumentar o metabolismo, a questão maior está nos detalhes.

Uma xícara de chá verde ou uma colher de chá de pimenta caiena podem fazer com que você queime 10 ou 20 calorias a mais por dia, mas precisa de 3.500 calorias para queimar cerca de 450 gramas de gordura. Sinta-se livre para incluir esses impulsionadores em sua dieta (afinal, são benéficos), mas não espere milagres.

Outra maneira de tentar aumentar o seu metabolismo e reduzir a gordura abdominal, de verdade, é adicionar mais exercícios à sua rotina. Em particular, um treinamento com foco em intervalo e força.

Um estudo recente descobriu que alternar o treino com intervalos breves, entre a atividade de alta intensidade e a recuperação, é muito mais eficaz na redução da gordura da barriga do que um exercício em ritmo constante.

Já aumentar sua massa muscular magra com treinamento de força potencializará ainda mais o número de calorias queimadas e ajudará a reduzir a gordura corporal.

Como os níveis de cortisol afetam a gordura abdominal

Há uma outra estratégia que pode ajudá-lo a eliminar a barriga. O cortisol é um hormônio que é liberado em resposta ao estresse. (E quem entre nós não tem muito estresse nos dias de hoje?) Aí está o problema: níveis elevados de cortisol têm sido associados cronicamente ao aumento da gordura na barriga.

E claro, diminuir o estresse da sua vida é, provavelmente, mais fácil na teoria do que na prática. Substituir o trânsito cotidiano por uma hora de massagem (apesar de incrível!) pode não ser uma opção. No entanto, você poderia desligar o televisor, tablet ou celular uma hora mais cedo e cair na cama – e isso, sim, pode ter um efeito profundo e imediato sobre os níveis de cortisol.

Seu corpo percebe a falta de sono como um stress. Aqueles que não poupam o descanso tendem a ter níveis mais altos de cortisol, o que ajuda a explicar porque deixar de dormir está associado ao ganho de peso.

Dicas para reduzir a gordura da barriga

Este é um top 6 de dicas para evitar uma barriga flácida. Não coincidentemente, essas mesmas estratégias também irão ajudar a reduzir o risco de doenças e retardar o processo de envelhecimento:

1. Limite a ingestão de açúcares e carboidratos refinados.

2. Opte por alimentos ricos em proteínas e fibras.

3. Não coma demais. É importante escolher alimentos saudáveis, mas você também precisa ingeri-los em quantidades que lhe permitam manter um peso saudável.

4. Seja tão ativo quanto possível.

5. Faça o que puder para minimizar o estresse. Busque aprender métodos de gestão de stress.

6. Interprete a qualidade do sono como uma prioridade.

Fonte Quick and Dirty Tips
Tradução livre de autoria do blog.
Título original “Alimentos que queimam a gordura”.