Por que a pimenta vermelha é aliada contra as gordurinhas extras

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A eficiência da pimenta vermelha contra as gordurinhas faz até quem não é muito fã de comida picante caprichar no tempero. O esforço
 vale a pena, segundo um estudo recém-divulgado no mBio, jornal
da Sociedade Americana de Microbiologia.

A capsaicina, substância responsável pelo ardido da especiaria, não só estimula o organismo a queimar mais calorias como mantém o equilíbrio entre as bactérias boas e ruins do intestino. Resultado: menos inflamações crônicas, o que impede o ganho fácil de peso. “A pimenta ainda tem ação antioxidante e protege contra o câncer”, diz a nutricionista Cyntia de Oliveira, do Centro Universitário Celso Lisboa, no Rio.

Quanto consumir

Meia pimenta dedo-de-moça ou 1 colher de chá da versão em pó por dia, desde que você não tenha gastrite, úlcera
e tendência a hemorroida.

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Compare cebolinha, alho-poró e salsa

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O trio guarda semelhanças que vão além do visual e da utilidade na cozinha. “Esses alimentos possuem magnésio e potássio, importantes para a saúde do coração“, diz a nutricionista Marina Pioltine, da capital paulista. Mas não vá considerá-los grandes fontes dessas substâncias. “Isso porque tendem a ser utilizados como temperos“, nota a profissional. Ora, é difícil comer 50 gramas desses ingredientes de uma só vez – quantidade que poderia ofertar doses interessantes de nutrientes.

De qualquer forma, Marina acredita que o consumo de salsa, cebolinha e alho-poró precisa ser incentivado entre os brasileiros. “Todas as necessidades nutricionais são atingidas quando se tem uma alimentação variada”, ensina. E ressalta que o trio deveria visitar especialmente a mesa de quem tem hipertensão ou se preocupa com ela. “Falamos de temperos que são bons substitutos do sal“, garante. Ou seja, enriquecem o paladar sem cobrar um preço à saúde.

Energia

Cebolinha – 10 cal
Alho-poró – 16 cal
Salsa – 16,5 cal

Carboidratos

Cebolinha – 1,7 g
Salsa – 2,8 g
Alho-poró – 3,4 g

Fibras

Cebolinha – 1,8 g
Alho-poró – 1,2 g
Salsa – 0,9 g

Magnésio

Cebolinha – 12,5 mg
Salsa – 10,5 mg
Alho-poró – 5,5 mg

Potássio

Salsa – 355 mg
Alho-poró – 112 mg
Cebolinha – 103 mg

Vitamina C

Salsa – 25,8 mg
Cebolinha – 15,9 mg
Alho-poró – 7 mg

(Os valores se referem a 50 gramas do alimento)

Placar Saúde

Cebolinha 4 x Alho-poró 0 x Salsa 2


Fonte: tabela brasileira de composição de alimentos (TACO/UNICAMP)

Dill (endro): como usar esse tempero em nome da saúde

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Origem:

O dill, planta com aroma picante e fresco, começou a ser utilizado em receitas do Leste Europeu, principalmente nas culinárias russa e escandinava. De lá, o tempero, também chamado de endro, conquistou paladares no Oriente Médio e na Europa.

Forma de uso:

Pode-se optar pelas sementes secas, que devem ser adicionadas sempre no começo da cocção para liberar o aroma, ou pelas folhas frescas. Mas essas entram só no fim das receitas, ok?

Com o que combina:

A picância do dill cai bem para marinar pescados, aromatizar molhos e dar potência a conservas de peixes e legumes, picles, vinagres e maioneses. O condimento também é bem-vindo para acompanhar queijos e pães.

Com o que não combina:

Melhor descartá-lo para o preparo de doces.

Benefícios nutricionais:

Aposte no endro se quiser diminuir cólicas estomacais e intestinais. Segundo uma pesquisa publicada no jornal BMC Pharmacology and Toxicology, a erva também inibe a produção de secreção ácida pelo estômago, aliviando os sintomas de gastrite e refluxo.

Como plantar:

Em vasos, com terra fofa e adubada. E preste atenção onde vai colocá-lo: a planta não tolera temperaturas extremas ou excesso de sol. Regue com bastante frequência.

Pimenta caiena confere sabor aos pratos e benefícios à saúde

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Quem procura seguir uma alimentação saudável certamente já está acostumado a consumir pimenta. Isso porque, além de dar um toque picante aos alimentos e ser utilizada na culinária de diversos países do mundo, essa especiaria é bastante conhecida pelos benefícios que pode oferecer à saúde e, também, por ter efeito termogênico.

De uns tempos para cá, porém, um tipo de pimenta tem ganhado destaque especial: a pimenta caiena. Mas, o que ela tem de diferente? Quais benefícios pode oferecer? Como consumi-la? Essas são dúvidas bastante comuns.

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Karina Valentim, nutricionista da Patrícia Bertolucci Consultoria em Nutrição, explica que a pimenta (Capsicum Frutensces L.) é composta por mais de 200 variedades, e uma delas é o tipo Caiena, originário da cidade de Caiena, na Guiana Francesa.

“As pimentas do gênero Capsicum são conhecidas por apresentarem um grau de ardência maior do que as pimentas do gênero Piper – popularmente conhecidas como pimenta do Reino”, destaca a nutricionista.

Vermelha, a pimenta caiena também pode ser chamada de “pimenta de caiena” ou “pimenta de cayenne” – variação que se deve ao nome da cidade de Caiena (Cayenne), na Guiana Francesa.

A pimenta é muito utilizada na culinária de diversos países, como Índia, Estados Unidos e México, e tem ganhado bastante atenção no Brasil, sendo ingrediente, inclusive, de muitas receitas saudáveis.

Benefícios da pimenta caiena

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1. Tratamento de doenças

Karina explica que, na medicina tradicional chinesa e indiana, a pimenta caiena tem sido utilizada para o tratamento de artrite, reumatismo, dores de estômago, erupções cutâneas, dentre outras aplicações. “Estas aplicações terapêuticas estão relacionadas com o teor de capsaicinoides, compostos fenólicos e carotenoides presentes nas pimentas”, diz.

2. Prevenção de doenças

Karina destaca que vários glicosídicos diterpenos isolados a partir da pimenta caiena exibiram efeitos anti-hipertensivos,o que pode estar relacionado com a prevenção da hipertensão.

“Entre os fitoquímicos presentes nesta pimenta, os polifenóis merecem uma menção especial: alguns estudos epidemiológicos têm demonstrado uma possível correlação entre a ingestão dietética de polifenóis da pimenta e a prevenção de estados de doença, incluindo câncer, doenças cardiovasculares e distúrbios neurovegetativos. Porém ainda são poucos estudos realizados em humanos”, acrescenta a nutricionista Karina.

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Outros estudos , segundo Karina, têm mostrado que capsaicina em cultivares de pimenta caiena poderia agir inibindo o crescimento in vitro da bactéria Helicobacter pylori, responsável por muitos casos de gastrite e ulcera gástrica.

3. Auxílio da digestão

“De acordo com relatos da medicina chinesa e ayurvédica, a utilização da caiena auxilia na digestão, uma vez que estimula a produção da saliva e as enzimas proteolíticas no estômago”, destaca Karina.

4. Propriedades antioxidantes, descongestionantes e anti-inflamatórias

Michelle Inforçatti Rodrigues, nutricionista da clínica Dr. Família, destaca que a capsaicina presente na pimenta confere a ela propriedades antioxidantes, descongestionantes e anti-inflamatórias.

5. Auxílio no emagrecimento

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Ainda devido à presença da capsaicina, a pimenta caiena promove aumento do ritmo cardíaco e melhora a circulação sanguínea. Além disso, tem poder termogênico. “Pois o organismo tem mais dificuldade em digerir e, com isso, gasta mais energia, induzindo o metabolismo a acelerar mais”, explica Michelle.

“Dessa forma, ela auxilia na perda de peso e queima de gordura se o seu consumo for associado a uma alimentação saudável, equilibrada, fracionada e à prática regular de atividade física”, acrescenta a nutricionista Michelle.

Como consumir a pimenta caiena

A pimenta caiena é encontrada em pó, in natura ou cápsulas. “A melhor forma de consumo é a mais natural possível, adicionando em alimentos e preparações do dia a dia, dando assim mais sabor e agregando propriedades funcionais aos alimentos”, diz Karina.

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Mas não adianta achar que, para usufruir dos benefícios que a pimenta caiena pode oferecer, basta consumi-la eventualmente. Michelle destaca que é necessário consumi-la regularmente e sempre associada a uma alimentação saudável e equilibrada e à prática regular de atividade física.

“Não há quantidade máxima estipulada, o consumo varia de pessoa para pessoa, mas é preciso tomar cuidado, pois o excesso pode causar insônia ou dor de cabeça”, acrescenta Michelle.

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Karina explica que a pimenta caiena pode ser utilizada em pequenas doses (pitadas) em preparações do dia a dia, molho de salada, para temperar carnes e peixes, ou até mesmo para consumir em sopas, caldos e sucos. “Alguns especialistas em medicina tradicional ayurvédica indicam o consumo junto com chás”, diz.

A nutricionista Michelle destaca que os benefícios da pimenta podem ser obtidos se ela for consumida de diversas formas: “podemos adicioná-la ao recheio da tapioca, a temperos de vários pratos como de carnes, frangos, peixes, arroz e omeletes ou fazer geleia. Adicionada ao chá verde ou de gengibre intensificamos ainda mais seu efeito termogênico”, exemplifica.

Curry: o tempero bom para o paladar e para saúde

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Utilizado para dar sabor a sopas, ensopados, molhos, marinadas, carne e legumes, o curry é um tempero especial, uma especiaria que também pode ser aproveitada para temperar alimentos como hambúrgueres, ovos mexidos e até saladas.

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Seu sabor vibrante é derivado de uma mistura de especiarias indianas, ou provenientes da culinária do sudeste asiático. Mas o que pouca gente sabe é que o tempero também tem excelentes propriedades terapêuticas, fazendo um bem enorme à saúde!

Composição do curry

Embora não exista uma composição padrão para a produção do curry, os principais componentes geralmente são cominho, coentro e cúrcuma. Outros ingredientes comumente encontrados no tempero incluem: pimenta vermelha ou preta, mostarda, gengibre, cravo, cardamomo, folhas de louro, entre outros.

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O tempero é nativo da culinária do sul da Ásia, mas foi popularizado entre os séculos 19 e 20 nas mesas do mundo ocidental devido à exportação em massa do pó como um condimento, depois que ele foi descoberto por tropas e outros visitantes coloniais que passaram pelo Oriente. Em meados do século 20, a culinária indiana se tornou mais popular, de modo que o curry hoje está amplamente disponível para consumo.

Benefícios do curry à saúde

Doença de Alzheimer

A cúrcuma é um dos componentes mais valiosos do curry. Pesquisadores investigaram uma ligação entre a curcumina – substância presente nesse condimento – e uma redução de placas de radiciais livres depositados nas vias neuronais do cérebro. Ela estimula o sistema imunitário para eliminar os aminoácidos que compõem essas placas, reduzindo, assim, o declínio cognitivo e as possibilidades da doença de Alzheimer.

Prevenção do câncer

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Pesquisas recentes sugerem que o aumento da quantidade de açafrão (e mais importante, o seu componente, a curcumina) pode estimular a atividade anticâncer na saliva humana! Para que isso seja visto em uma escala mensurável, a curcumina deve ser tomada em forma de suplemento, que é uma concentração muito mais elevada da que é encontrada no pó de curry. Estudos estão em curso para ligar o consumo de curry a uma redução de crescimento em vários tipos de câncer, entre eles, o câncer de cólon.

Dor e inflamação

Mais uma vez, a cúrcuma é um agente de saúde positivo em termos de inflamação, dor e até para tratar a artrite reumatoide! Por suas propriedades anti-inflamatórias, a especiaria diminui a inflamação das articulações e sua degradação, assim como alivia a dor associada às doenças dessa parte do corpo.

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Saúde do coração

A doença cardíaca é uma das mais perigosas e comuns que afetam os seres humanos. Dois dos ingredientes comumente encontrados no curry, cardamomo e manjericão doce, foram caracterizados como vasodilatadores. Eles afetam as proteínas no organismo que reduzem a tensão nos vasos sanguíneos; isto leva a uma diminuição na pressão sanguínea, o que reduz as possibilidades de várias condições cardiovasculares, incluindo a aterosclerose, ataques cardíacos e acidentes vasculares cerebrais.

E você, está esperando o que para incluir o curry na sua alimentação?

Fitoenergética: o poder de cura das plantas

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O uso de plantas e ervas para tratar e curar doenças sempre foi comum entre muitos povos. Com a fitoenergética não é diferente: além das substâncias contidas nas plantas capazes de curar enfermidades, ervas e especiarias formam um sistema natural de cura, pois promovem equilíbrio e elevação de consciência por meio da energia das próprias plantas.

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Esse conceito surgiu a partir dos estudos de dois terapeutas holísticos, Patrícia Cândido e Bruno Gimenes, os quais se apoiaram em pesquisas sobre a bioeletrografia, que serve para analisar o padrão energético de um indivíduo após a utilização de compostos fitoenergéticos. Tal técnica realiza a fotografia do campo energético, e está sendo desenvolvida desde 1906, com base nos estudos do cientista Roberto Landell de Moura.

A fitoenergética compreende o uso da energia das plantas como forma de auxiliar no controle das emoções e pensamentos, fatores-chave para o desenvolvimento de doenças. “A fitoenergética é uma terapia que propicia a elevação da consciência e do discernimento, estimulando profundos sentimentos de altruísmo, capazes de gerar influência sobre a anatomia dos seres vivos, agindo nas causas geradoras das doenças”, salienta Bruno.

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Mas não basta apenas ingerir as ervas, é necessário compreender a importância de se colocar vontade e energia positiva nas intenções. “A energia vital e mental impregna-se nos vegetais com muita facilidade, por isso é importante levar em conta a força do pensamento positivo”, explica Patrícia.

No Brasil, o uso de plantas como forma de promover melhorias na saúde é algo cultural. Um estudo feito pela Universidade Federal do Amazonas aponta que 97,7% dos entrevistados fazem uso regular das plantas para fins medicinais. E dentre essas plantas, os terapeutas Patrícia e Bruno destacam três:

Cravo da Índia

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Quando usada em forma de infusão ou tempero, esta especiaria estimula a concentração e aumenta a capacidade de concentrar energia para materializar sonhos. O cravo também estimula o senso de observação e propicia clareza nos pensamentos.

Alecrim

Esta planta auxilia a liberar traumas, medos e outros fatores negativos adormecidos na alma. Segundo Patrícia, o alecrim trabalha o aumento da sabedoria para amar e viver.

Dente-de-leão

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Esta planta estimula as pessoas a aproveitarem as oportunidades que surgem na vida. O dente-de-leão propicia o aumento da autoestima e gera sentimentos de gratidão e humildade.

Vale destacar que existem várias formas de aplicar a fitoenergética. As ervas podem ser preparadas em forma de chá ou infusão, ou ainda, podem ser utilizadas em saladas, sucos e até mesmo colocadas em sachês posicionados dentro da fronha do travesseiro, de forma que o aroma seja exalado do sachê e sentido pelo indivíduo.

Você sabe cozinhar corretamente?

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Saber cozinhar, antes de mais nada, é uma questão de sobrevivência. Mas é também uma forma de demonstrar carinho pelas pessoas que amamos. Alguns já nascem com um talento nato para tal, enquanto outros parecem perdidos na cozinha. Mas mesmo sendo um expert em gastronomia, às vezes é comum cometer erros. E se esse é o seu caso, não se preocupe; para saber se você sabe cozinhar corretamente, listamos algumas dicas para que você se torne o melhor chef em sua casa.

Não desperdice qualquer alimento

Se é comestível, não jogue as sobras fora! Especialmente em tempos de crise, os alimentos não devem ser desperdiçados de modo algum. Trabalhe com o conceito de aproveitamento de alimentos em sua integralidade. Por exemplo, com as cascas das batatas é possível fazer chips salgados. Com as hastes da maioria dos vegetais, tais como brócolis, couve-flor ou salsa, dá para preparar saladas, sopas e tortas. Ou seja, tudo é reaproveitável!

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Cuidado com tempero

O uso de ervas e especiarias é o que dá um toque a mais de sabor em certas refeições. Mas cuidado com os exageros! Além de fazer mal para o organismo, os excesso de tempero sobrecarrega o sabor, ficando quase que impossível experimentar a comida com prazer. Além disso, algumas especiarias são boas para sua saúde, mas há aquelas que podem ser prejudiciais se consumidas em grandes quantidades. Então, moderação é a chave.

Controle a temperatura de cozimento

Dica de mestre: antes de colocar os alimentos na panela, frigideira ou grelha, verifique o ponto da temperatura ideal do fogo. Se a temperatura estiver acima do satisfatório, você corre o risco de queimar os alimentos e isso faz com que eles percam vitaminas e minerais importantes para a sua saúde, além de perder o sabor. Portanto, encontrar a temperatura certa é crucial para uma refeição perfeita.

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Escolha o tipo de óleo para o cozimento

Existem muitos tipos de gorduras e óleos para cozinhar, como óleo de soja, de canola, de girassol, óleo de coco, entre outros. E todos eles têm algo em comum: o chamado “ponto de fumaça”. Isto representa a temperatura com a qual o óleo começa a queimar. Sendo assim, gorduras e óleos com um ponto de fumaça elevado, como manteiga ou gordura animal, são melhores para fritar ou cozinhar, enquanto aqueles com um ponto de fumaça menor, incluindo azeite ou óleo de girassol, são perfeitos para temperar saladas e molhos. Vale a pena notar que o excesso de gordura não é saudável, mas cortá-la completamente de sua dieta também não é boa ideia. Cabe lembrar que a ingestão de gordura insuficiente poderia diminuir a produção natural de testosterona, tanto em homens quanto em mulheres.

Com estas dicas de culinária, levando em conta algumas mudanças simples na maneira como você prepara sua comida, é possível ter alimentos altamente saudáveis, saborosos e com o mínimo de desperdício.