Sou de um tempo simples…

“Sou filha de um tempo simples, em que a conta de telefone custava caro, e a gente escrevia cartas enormes para os amigos nas férias. As fotografias eram reveladas depois que o filme de 36 poses acabava, e as músicas eram gravadas em fitas, que a gente presenteava quem amava. Tudo era mais difícil, mais demorado, mais suado… mas a gente era dono da própria situação. Se tinha que resolver um assunto, era olho no olho, cara a cara. Se queria dar um tempo, vestia um pijama e esquecia. Era preciso mais paciência com as demoras, mas havia uma liberdade, uma possibilidade de não ser encontrado, uma alegria no anonimato e um respeito pela própria ordem interna que recompensavam todo o resto…”

Fabíola Simões

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A gente aprende…

Música ajuda a prevenir e frear desenvolvimento de Alzheimer, diz estudo

Conteúdo original Pequenas Empresas, Grandes Negócios

Toca uma música antiga no rádio e, de repente, você se vê cantando junto. Já passou por isso? Mesmo sem nem lembrar que a canção existia, de alguma forma ela estava lá, armazenada na sua cabeça.

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Há alguns anos, cientistas do Instituto Max Planck de Neurociência e da Cognição Humana, em Leipzig, na Alemanha, se questionaram por que pacientes com Alzheimer conseguiam se lembrar de melodias ou apresentar fortes emoções ao ouvir canções que marcaram suas vidas. Foi quando eles descobriram que a música fica armazenada em uma parte diferente do cérebro da que guarda a maior parte das nossas memórias.

O documentário “Alive Inside” mostra isso na prática. Um dos pacientes com Alzheimer retratados no filme começa a responder sobre seu passado com lucidez logo após ouvir uma música. Custódio Michailowsky, neurologista do Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho, explica que o uso da musicoterapia no tratamento de pacientes com Alzheimer está bem estabelecido. “Ela pode trazer memórias passadas e retardar o processo de degeneração”, explica.

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Além disso, a música ainda pode ajudar na socialização do paciente. “Se a pessoa se isola, isso vira uma bola de neve. A música traz emoção, traz motivação para a pessoa. Além de fazer dançar, se mexer”, afirma Michailowsky. Portanto, pode-se dizer que ela estimula até a atividade física.

Prevenção

Mesmo quem não tem Alzheimer pode se beneficiar muito com o conhecimento musical. “É importante a ativação das atividades artísticas. Através da educação artística, o cérebro se desenvolve mais rapidamente. Pode ser pela música, escultura, desenho…”, defende o especialista. “Pessoas que têm a habilidade de ouvir uma música e tocá-la ou identificar as notas têm o lobo temporal esquerdo melhor desenvolvido”, explica. A música “exercita” diversas partes do cérebro ao mesmo tempo, o que ajuda a prevenir o Alzheimer.

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Sensações

“Acredita-se que a única forma de nos comunicarmos com uma civilização de fora da Terra, se encontrarmos uma, é pela música”, relata, ainda Michailowsky, já que as notas musicais transmitem sensações sem precisar de palavras. “A música é muito importante. É umas das coisas que mais provocam excitação do cérebro. Além dos circuitos, há liberação de substâncias, como a serotonina e até algumas análogas da morfina”, finaliza o neurologista.

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Original em Minha Vida

Receita: Iogurte Grego Caseiro

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Falta de dinheiro não pode mais ser desculpa para não comer de forma saudável ou para procurar alternativas que fazem bem à saúde, certo?! O único requisito que a vida saudável exige de você é dedicação, o que também envolve esforço, força de vontade e um pouquinho de tempo. Vai dizer que a sua saúde e bem estar não valem esse precinho?!

Não é difícil encontrar pela internet memes e comentários que atribuem à impossibilidade financeira os maus hábitos e a vida sedentária: “Não faço academia porque não tenho dinheiro”, “Não sigo dieta porque é caro” ou “Minha nutricionista me indicou uma mesa farta de frutas e cereais, mas meu dinheiro só paga um café com leite e pão”.

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Na teoria é até engraçado, mas na prática, cada um é que sabe o peso, e as cobranças, que carrega por não conseguir mudar os hábitos e atingir os objetivos. E que tal começar agora? Separe um tempinho da sua semana, ou final de semana (dá tempo de planejar), e comece recriando o queridinho da dieta equilibrada: o iogurte grego.

Sai bem mais barato do que comprar pronto, rende mais e você sabe exatamente o que está consumido, já que não tem aditivos ou substâncias industrializadas artificiais. Veja como é fácil:

Iogurte Grego Caseiro

  • 1 copo de iogurte natural (desnatado, integral, lacfree, qual você preferir)
  •  Leite tipo A, de pacotinho. A quantidade depende de quanto iogurte você quer fazer, geralmente uso 3 litros e rende um pirex inteiro.
  • Açúcar, mel ou adoçante o quanto achar suficiente.

Ele dura até 6 dias na geladeira.

E então?! Se animou?! Faça e depois vem contar para gente! 😉