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Distúrbios alimentares: tipos, causas, como evitar

Distúrbios alimentares: tipos, causas, como evitar

A expectativa que criamos em torno da nossa própria imagem vem ganhando cada vez mais força. Já parou para pensar no tempo em que investimos para conseguir a melhor selfie, nos arrumando para um evento ou mesmo nos preocupando em como vamos parecer para o mundo? A maneira como a gente se sente e se enxerga, na essência, parece importar menos do que a forma como as pessoas nos enxergam.

Aparentar estar magro, em forma, com as curvas delineadas e a musculatura desenvolvida, manter-se dentro de um padrão de beleza que se altera constantemente, entre outras cobranças impostas pela sociedade atual tem levado milhares de pessoas a desenvolverem distúrbio alimentares. Você conseguiu se imaginar em alguma dessas situações?

O que é e como evitar

Distúrbios alimentares, também conhecidos como disfunções ou transtornos alimentares, são doenças associadas à distorção da aparência física que o indivíduo tem de si mesmo, como, por exemplo, enxergar-se muito gordo, mesmo sendo muito magro, associada a posturas alimentares extremas, como reduzir drasticamente, ou zerar, a ingestão de alimentos. Os tipos mais conhecidos são a anorexia, a bulimia, a ortorexia nervosa e a compulsão alimentar.

Cada condição possui suas próprias características: a anorexia é identificada pela magreza extrema, em níveis esqueléticos. Além de restringir a alimentação, a pessoa com anorexia ainda pratica exercícios físicos e se utiliza de métodos purgativos (como diuréticos, laxantes e provocação de vômito).

Já a bulimia se diferencia por episódios de descontrole, onde a pessoa come demais e de tudo, associados a técnicas para aumentar o gasto calórico e compensar a comilança, como longos jejuns, exercícios intensos e purgação da comida, sem, no entanto, resultar em grande perda de peso, como na anorexia.

A ortorexia nervosa é um distúrbio relativamente novo, desencadeado pela onda da vida saudável, e é definida pela obsessão em comer apenas alimentos saudáveis. Enquanto a compulsão alimentar representa a perda total de controle sobre a alimentação, onde a pessoa sente necessidade de comer, até sem sentir fome, e não consegue parar, ainda que já esteja satisfeita.

Não há uma causa exata que explique o desenvolvimento dos distúrbios alimentares. O que se sabe é que os transtornos têm origem psicológica e que a sua evolução está vinculada à relação que o indivíduo desenvolve com a alimentação e a forma física desde à infância. Quando não tratados, esses problemas podem progredir e converterem-se em doenças ainda mais graves, tanto no âmbito psiquiátrico quanto na própria saúde, afetando o bom funcionamento do corpo.

Como tratar

A forma mais indicada de tratamento dos distúrbios alimentares é o acompanhamento do paciente por um profissional de saúde mental, nutricionistas e médicos, nos casos mais extremos de desnutrição ou descontrole.

O importante é criar hábitos saudáveis equilibrados, ou seja, buscar manter uma rotina prazerosa de alimentação variada e atividades físicas, que permitam a promoção da autoestima e do bem estar.

Conheça opções de molhos saudáveis para o macarrão

Conteúdo original Minha Vida

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Como nenhuma massa está completa sem um bom molho, selecionamos 10 tipos saudáveis para você ingerir sem prejudicar a sua dieta. A ideia é incrementar o prato com opções menos calóricas, com quantidade de gordura saturada reduzida e muito mais ricas em nutrientes. Os benefícios desta turma podem ser os mais variados possíveis.

Os molhos com tomate ajudam a prevenir e combater o câncer de próstata, já o pesto é rico em gorduras boas e antioxidantes, aqueles que levam cogumelos melhoram o sistema imunológico. Os benefícios são percebidos até mesmo na produção de hormônios com os molhos de frutos do mar. Confira quais são as melhores opções e bom apetite!

Molho ao sugo

Este molho leva tomate, alho, cebola, azeite e manjericão. Ele é uma opção saudável especialmente devido ao primeiro ingrediente que irá tornar a mistura rica em licopeno. “Essa substância que possui ação antioxidante evitando o processo de degeneração celular, ajuda a prevenir e combater o câncer de próstata e a reduzir o colesterol ruim, o LDL”, aponta a nutricionista Camila Benassi, consultora da Associação Brasileira das Indústrias de Massas Alimentícias e Pão & Bolo Industrializado (ABIMA). É saudável consumir o tomate aquecido, pois o licopeno é um composto solúvel em gordura, cuja absorção fica mais fácil após o alimento ser exposto ao calor.

Um estudo feito pela Universidade de Adelaide na Austrália concluiu que o consumo diário de cerca de 25 miligramas de licopeno reduz o colesterol ruim, LDL, em 10%. Por ter um efeito antioxidante, o licopeno também ajuda a prevenir o AVC. Outra pesquisa feita pela University of Eastern Finland, na Finlândia, concluiu, após estudo com 1031 homens, que aqueles com maior concentração de licopeno no sangue tinham 55% menos chances de sofrer um derrame cerebral do que os voluntários com menor quantidade da substância. Além disso, o molho ao sugo possui poucas calorias e leva o alho que também tem ação antioxidante.

Molho bolonhesa

O molho bolonhesa costuma ser preparado com tomate, carne moída, alho, cebola e vinho tinto seco. Como o macarrão é rico em carboidratos e a carne vermelha é fonte de proteínas, esta combinação torna a refeição mais completa. “Caso a pessoa consuma apenas a massa, a comida será digerida rapidamente e ela logo sentirá fome. Já digestão da proteína é mais lenta e por isso proporciona saciedade. Além disso, o nutriente oferece os aminoácidos necessários para o organismo funcionar”, explica a nutricionista e chef Carina Boniatti, da Colherada Gourmet.

Ao escolher a carne moída, selecione os cortes menos gordurosos, como o patinho, a alcatra e o contra filé. Além disso, peça para que o alimento seja moído na hora e procure acompanhar o processo. “Ao comprar a carne já moída você não sabe há quanto tempo ela está lá e o risco de contaminação é maior. Além disso, a carne pode ter muita gordura”, alerta Boniatti. Por conter o tomate e o alho, o molho bolonhesa possui os mesmos benefícios do sugo, rico em antioxidantes e licopeno, mas é mais calórico e conta com a gordura saturada da carne.

Molho pesto

O molho pesto é feito com manjericão, alho, azeite de oliva e pinoli, como este último é difícil de ser encontrado no Brasil (e é mais caro também), ele pode ser substituído por castanhas ou nozes. O manjericão é interessante por ser rico em magnésio que auxilia o sistema cardiovascular e possui antioxidantes que melhoram a imunidade.

As oleaginosas como as castanhas e nozes também são saudáveis por serem fontes de gorduras monoinsaturadas e poli-insaturas que protegem o sistema cardiovascular. A castanha do Pará é uma ótima ideia para incluir no molho por ser rica em selênio que também tem ação antioxidante e ajuda a produção de hormônios da tireoide.

Após bater todos os ingredientes apenas coloque o molho na massa recém-cozida que isto já irá aquecê-lo sem que o azeite perca suas propriedades. Assim, este óleo continua rico em gorduras monoinsaturadas e com efeito antioxidante. “Porém, não abuse da quantidade de azeite, pois ele tem muitas calorias. Ao invés disso coloque mais manjericão e inclua outras ervas como a salsinha”, orienta a nutróloga e chef Telma Sigolo Roberto, consultora do Oraculum – Inteligência em nutrição e saúde.

Alho e óleo

O alho é um poderoso alimento que possui vitaminas A, B1, B2 e C, além de minerais, cálcio, importante para a manutenção dos ossos, enxofre, iodo, que ajuda no funcionamento da tireoide, magnésio, importante para o trabalho muscular, selênio, sódio e o zinco. Ele também conta com a alicina, substância com efeito antioxidante que ajuda a proteger o sistema cardiovascular e a controlar a pressão arterial.

Porém, para obter estes benefícios, o alho não pode ser cozido por muito tempo. “Cozinhe ele por pouco tempo, não o coma torrado, quanto mais escuro ele estiver menos nutrientes terá”, conta Boniatti.

O ideal é preferir o óleo de canola em vez do óleo de soja, pois contém menos gordura saturada e tem mais gorduras boas na composição. De qualquer forma, não abusar na quantidade de óleo vai reduzir as calorias do prato.

Alho e óleo com brócolis

Adicionar vegetais como o brócolis ao macarrão alho e óleo é interessante porque agrega nutrientes ao prato. O brócolis possui o sulforafano que é um antioxidante que auxilia na prevenção de câncer, elimina bactérias que afetam o pulmão e previne a gastrite e a artrite. O vegetal também conta com fibras que contribuem para o trânsito intestinal. Além disso, os benefícios do alho continuam nesta preparação.

Molho com frutos do mar

Este molho normalmente possui camarão, lula, mexilhão, vôngole, tomate e alho. Os frutos do mar são boas alternativas de proteínas com baixas calorias. Ao prepará-los não os frite em imersão, apenas coloque-os por pouco tempo na frigideira com um pouco de óleo ou azeite. Evite consumir muito camarão, pois o alimento é rico em colesterol.

Um ponto interessante dos frutos do mar é que eles possuem zinco, nutriente que auxilia na digestão e na produção de hormônios, principalmente os sexuais. A preparação ainda conta com os benefícios do alho e do tomate.

Molho branco light

A preparação original do molho branco é muito calórica e gordurosa, pois leva manteiga, leite integral, farinha e em alguns casos creme de leite. Porém, é possível fazer uma versão light que irá proporcionar ótimos benefícios. “Utilize leite desnatado e iogurte ou ricota na hora de cozinhar. Este molho é menos calórico e proporciona uma ótima refeição, com cálcio, que é responsável pela formação e manutenção dos ossos, proteínas e o carboidrato da massa”, explica Beassi.

Utilize o amido de milho para o espessamento do molho ao invés da farinha. Adicionar um vegetal no prato é uma opção para torná-lo ainda mais saudável. A versão light do molho branco é mais saudável, porém saiba que o gosto ficará distinto da receita tradicional.

Molho funghi

A versão original é feita com cogumelos secos e uma mistura que leva leite integral, manteiga e farinha, o molho branco. É devido a ele que o prato é muito calórico e gorduroso. Porém, é possível fazer uma versão mais leve utilizando leite desnatado, amido de milho para engrossar e iogurte ou ricota. Como o sabor mais característico deste prato é o cogumelo, as mudanças na receita não serão tão perceptíveis.

O cogumelo é um ótimo alimento para adicionar no seu prato. Isto porque ele é rico em betaglucanas, substância que ajuda a potencializar o nosso sistema imunológico. “Além disso, ela auxilia no funcionamento intestinal”, observa Boniatti.

Molho puttanesca

Esta receita é feita com azeite extravirgem, alho, peperoncino (pimenta picante seca), anchovas esmagadas, tomates, alcaparras e azeitonas. “Este molho é excelente, mas sugiro trocar a anchova pela sardinha, que possui ainda mais ômega 3”, diz Roberto. Este ácido graxo proporciona uma série de benefícios, ajuda a regular o colesterol, o triglicérides, a pressão arterial e melhora as funções cerebrais.

Já a azeitona, assim como o azeite, é rica em gorduras monoinsaturadas que tem como principal benefício proteger o sistema cardiovascular. A pimenta ainda é um alimento termogênico, capaz de aumentar o gasto calórico do organismo durante a digestão e o processo metabólico. “É interessante apenas ficar atento para a quantidade de sódio desta preparação. Diminua alguns ingredientes e lave aqueles que estavam em conserva antes de utilizá-los”, orienta Boniatti.

Molho alla norma ou alla siciliana

Este molho é elaborado com tomate, berinjela, alho, manjericão e ricota. A preparação é muito saudável, pois além de conter os benefícios já mencionados do tomate, alho e manjericão, ela ainda conta com a poderosa berinjela fonte de vitaminas do complexo B, K e C. “O fruto ajuda a reduzir o colesterol, evitando a sua absorção e a agregação da gordura nas artérias”, conta Boniatti.

Nunca consuma a berinjela crua, pois dessa maneira ela possui uma substância tóxica para o nosso corpo. A ricota presente no molho é interessante, pois é uma fonte pouco calórica de cálcio e proteína

Conheça os diversos tipos de sal existentes para preparar alimentos

Conteúdo original de eCycle

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O sal (ou cloreto de sódio), assim como a água, é um dos mais abundantes recursos naturais. É um nutriente essencial, ou seja, não é produzido pelo nosso corpo. Ele é um eletrólito que atua conduzindo eletricidade e mantém nossas células, músculos e sistema nervoso funcionando. Dessa forma, o sódio facilita essa transmissão de eletricidade no corpo humano. O grande problema é que, ao consumirmos sal em excesso, podemos desenvolver problemas de saúde, como aumento da pressão arterial, desenvolvimento de doenças cardiovasculares e problemas renais.

Na nossa alimentação o sal é parte essencial, pois realça o sabor dos alimentos; afinal, sem sal a comida fica “sem gosto”. No supermercado, existem diversas opções de sal e, por incrível que pareça, alguns são mais saudáveis que outros. Abaixo, listamos os tipos de sal disponíveis para consumo e suas principais características:

• Sal de cozinha iodado (refinado)

É o sal encontrado na grande maioria dos saleiros do mundo. A razão de ser chamado de iodado é que a grande maioria dos fabricantes adicionam iodo em sua composição, que é um mineral essencial para combater certas doenças. Contém altas quantidades de sódio e não apresenta outros minerais que podem ser úteis ao nosso organismo.

• Sal marinho

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Esse sal é obtido por meio da evaporação da água do mar. Geralmente ele possui cristais maiores do que os do sal de cozinha. Ele é considerado uma alternativa mais saudável que o sal de cozinha por não passar por nenhum processo de refinação, mantendo diversos minerais em sua composição que são benéficos para o nosso organismo. No Brasil, é o tipo de sal mais comum e barato.

• Sal kosher

Esse sal tem seu nome devido ao uso em preparar a carne kosher (preparada de acordo com leis judaicas). Ele não é refinado, sendo de formato irregular e maior do que o sal de cozinha. Devido a suas propriedades, esse sal consegue secar melhor o sangue das carnes, sendo um dos preferidos dos chefes por causa do seu sabor sem aditivos.

• Sal rosa do Himalaia

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Esse sal vem da Ásia e é encontrado nos pés das montanhas do Himalaia. Seu tom rosado se deve aos minerais presentes nele, principalmente o ferro. Possui um custo mais elevado, mas é considerado mais saudável e puro do que o sal de cozinha comum.

• Light

Criado para ser uma opção mais saudável que o sal comum. Esse sal possui menos da metade de sódio encontrado no sal de cozinha refinado, cuja composição é de 50% cloreto de sódio (NaCl) e 50% cloreto de potássio. É mais vantajoso para pessoas que sofrem de hipertensão ou que retêm líquidos, mas deve ser evitado em caso de uma possível doença renal pela presença de potássio. O sal light deve ser utilizado na mesma quantidade que o sal comum para não perder sua vantagem de possuir menos sódio. Seu sabor é mais suave e, para alguns, pode ser um pouco amargo.

• Sal grosso

Possui cristais maiores e a mesma composição do sal de cozinha porém não passa pelo processo de refinamento. Muito utilizado no preparo de carnes.

• Sal líquido

Dissolvido em água mineral, o sal líquido normalmente é utilizado em forma de spray para salgar os alimentos de forma mais uniforme. Tem um sabor suave e salga menos por possuir menor quantidade de sódio do que o sal convencional.

• Sal negro

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Também conhecido como Kala Namak, é obtido na região central da Índia em reservas naturais. Além da cor diferente, o sabor não é muito comum, lembrando o de gema de ovo. Possui uma textura crocante e é muito solúvel, sendo muito popular para receitas vegetarianas para molhos, saladas e massas.

• Sal temperado

É a mistura de sal grosso com ervas e/ou temperos para garantir a adição de sabor diferenciado.

Agora a escolha é sua! E lembre-se: independentemente do tipo de sal que você escolher, evite usá-lo em excesso.

Temperando com gengibre

Com seu sabor fresco, picante e doce, o gengibre é o principal aromatizante da culinária chinesa, mas também é amplamente utilizado na culinária indiana, japonesa e tailandesa. Ele é um rizoma, um caule que cresce horizontalmente, geralmente subterrâneo. Pode ser usado de diversas maneiras: fresco, em conserva, seco, moído e cristalizado.

Onde o gengibre vai bem?

A versão fresca é a mais aromática. É utilizada em bebidas e pratos salgados, como: chás, o tradicional quentão das festas juninas, sopas, purês, salteados, molhos, peixes, aves e carne bovina.

O gengibre fresco ralado derrete em molhos, mas, para um sabor mais delicado, corte em rodelas. Em doces, é macerado para aromatizar sobremesas à base de leite, como pudins, arroz doce e flans. Você pode cristalizar o gengibre para usá-lo nos cozidos, principalmente em doces, como bolos, muffins e biscoitos. Você só sentirá o sabor picante quando mordê-lo.

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A versão seca e moída é a mais potente, mas pode ter um leve amargor. Super indico o uso no tempero de carnes, brancas e vermelhas. Ainda mais se você segue uma dieta restrita e fica meio cansado do mesmo sabor sempre. Coloco em tudo: frango, peixe, carne de porco, carne vermelha. Dá um sabor maravilhoso! Experimente! Compro a versão em pó, em saquinho de 15 gramas e dura meses, rende bastante.

Como comprar e usar o gengibre

O gengibre fresco deve ser firme e as extremidades não podem estar ressecadas. A pele deve ser lisa e sem manchas. O interior deve ser firme, e não excessivamente fibroso.

Você pode conservá-lo na geladeira pelo período de 1 a 2 semanas, ou congelá-lo. Gengibre em pó deve ser utilizado no prazo de 1 ano, pois perde seu aroma. O cristalizado deve ser mantido na geladeira em recipiente hermético por 1 mês.

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O gengibre deve ser descascado, com exceção das receitas em que será removido antes de servir. Utilize uma colher para descásca-lo, assim você evita o desperdício.

Posso plantar gengibre em casa?

Sim. E a planta do gengibre (Zingiber officinale) é uma linda planta para paisagismo. Compre um pedaço de gengibre saudável e coloque de molho num recipiente com água morna durante 8 horas. Retire da água e corte em pedaços para plantar. O gengibre deve ser coberto com uma camada de terra com espessura de 2 a 5 cm.

Mantenha o vaso sempre úmido, mas nunca encharcado. É necessário um bom sistema de drenagem para que o gengibre não apodreça. O ambiente deve ser claro, mas o gengibre não pode ser exposto diretamente à luz solar.

Flor do gengibre

A colheita ocorre entre 7 a 12 meses após o plantio. Espere as hastes e folhas amarelarem para fazer a colheita. Para não matar a planta, você pode escavar ao redor dela e cortar apenas alguns pedaços do rizoma, assim, ela viverá por vários anos.

Leites vegetais: veja os prós e contras de cada um

Conteúdo original Minha Vida

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Os leites vegetais são opções saudáveis para uma dieta balanceada. Contudo, saiba que eles não substituem o de vaca. “Porque o tipo e a quantidade de proteínas são diferentes. Os leites vegetais são indicados para enriquecer o plano alimentar e para quem tem alergia à proteína do leite de vaca Para quem se preocupa com a obtenção de cálcio, abundante no leite animal, é essencial a suplementação no plano alimentar caso a bebida seja preparada de forma caseira”, explica a nutricionista Rita de Cassia Leite Novais.

As bebidas vegetais também possuem uma série de nutrientes que o leite de vaca não tem. Por isso, confira a seguir quais os principais nutrientes, benefícios, pontos negativos e cuidados ao consumir cada um dos leites vegetais.

Leite de amêndoas

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O leite de amêndoas conta com boas quantidades de cálcio, vitamina E, potássio, magnésio, zinco, cobre, fósforo, fibras e vitaminas do complexo B. As vantagens deste tipo de leite em relação ao de vaca está no fato de ele ser rico em gorduras insaturadas, as famosas gorduras boas, e contar com fibras. “Assim, este leite auxilia no controle do colesterol e dos níveis de açúcar no sangue. Além disso, possui grande quantidade de potássio sendo benéfico para pessoas com pressão alta e problemas musculares”, explica a nutricionista Hannah Médici, membro do Instituto Brasileiro de Nutrição Funcional.

Porém, ele também possui algumas desvantagens em relação ao leite de vaca, pois conta com uma quantidade menor de proteínas por porção.

Apesar de ser saudável, é importante não consumir grandes quantidades do leite de amêndoas, já que ele é rico em gorduras. “Quanto ao armazenamento, lembrar-se de deixá-lo em refrigeração, conforme recomendações do fabricante ou se organizar para congelar, pois o período de validade é curto”, destaca Hannah Médici. Evite esquentar o leite de amêndoas, a melhor maneira de consumi-lo é frio.

Leite de aveia

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O leite de aveia é rico em carboidratos, beta-glucanas, um tipo de fibra solúvel, ácidos graxos essenciais, principalmente o linoleico, e antioxidantes, como a vitamina E. As fibras presentes neste leite proporcionam uma série de benefícios. “Melhora o sistema digestivo e ajuda a controlar os níveis de colesterol e açúcar no sangue”, explica a nutricionista Rita de Cassia Novais.

Porém, quando comparado com o leite de vaca, o leite de aveia conta com uma menor quantidade de proteínas. Ele também possui menos gorduras do que os leites de oleaginosas. Por ter menos gorduras e proteínas e mais carboidratos, este leite não proporciona tanta saciedade quanto os outros leites, apesar de conter fibras.

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Para obter todos os benefícios do leite de aveia é importante não exagerar no consumo, especialmente para quem está acima do peso. “Devido ao excesso de carboidratos presentes no alimento. Mas se combinado a uma fruta trata-se de uma excelente opção para iniciar o dia”, conta Hannah Médici.

Também é melhor consumir este leite frio. O alimento possui glúten, portanto, pessoas com intolerância à substância devem evitá-lo.

Leite de arroz

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O leite de arroz conta com triptofano, aminoácido essencial e necessário para formarmos uma substância chamada serotonina, responsável pela sensação de bem-estar e que pode até contribuir para a diminuição da compulsão alimentar. Este alimento também conta com boas quantidades de vitaminas do complexo B e é rico em carboidratos.

Ele também possui mais micronutrientes do que o leite de vaca e não conta com gorduras saturadas, que em excesso podem causar problemas cardiovasculares, entre outros. Porém, conta com uma quantidade menor de proteínas. “Por isso, proporciona menos saciedade em relação ao leite de vaca”, diz Rita de Cassia.

Pessoas com níveis de açúcar no sangue elevados devem evitar consumir grandes quantidades deste leite, já que ele conta com grandes quantidades de carboidratos. Para preservar todos os nutrientes, consuma este leite frio.

Leite de soja

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O leite de soja é rico em cálcio, proteínas, potássio e magnésio. Um dos principais benefícios do leite de soja está no fato de conter isoflavanas. Trata-se de um fitoquímico capaz de atenuar os sintomas da menopausa por participar da produção, do metabolismo e da ação dos hormônios sexuais. Em outras palavras, as isoflavonas atuam como um substituto do estrógeno (hormônio que sofre notável queda no período do climatério) e contribuem para a manutenção do equilíbrio hormonal.

Há uma polêmica sobre se o excesso de leite de soja pode causar problemas para a saúde ou não. Alguns especialistas defendem que como a soja é rica em isoflavonas, que são semelhantes ao hormônio feminino estrógeno, a concentração deste hormônio no organismo aumenta quando a pessoa ingere muito deste grão. Assim, existiria a possibilidade do consumo em excesso do grão por meninas ocasionar a puberdade precoce. Outro problema que poderia ocorrer é que a soja quando ingerida em grandes quantidades por homens prejudicaria a qualidade do esperma e consequentemente a fertilidade. Em ambos os casos ainda não se chegou a uma conclusão definitiva sobre se o alimento causa estes problemas de saúde.

Leite de castanha de caju

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Este leite possui proteína, ácidos graxos essenciais, principalmente ômega-9, e é a maior fonte de cobre, ferro e zinco entre as castanhas. A bebida contém ainda quantidades significativas de magnésio, manganês e fósforo.

Trata-se de uma bebida aliada do coração. “Por possuir grande quantidade de ômega-9 é um grande aliado na prevenção de doenças do coração e auxilia no aumento do HDL, o colesterol bom, e contribui para a diminuição do LDL, o colesterol ruim”, diz Hannah Médici. Além disso, o omega-9 pode auxiliar na melhora do humor e aceleração do metabolismo.

O leite de castanha de caju possui grande quantidade de gorduras boas que, apesar de serem saudáveis, em excesso levam ao ganho de peso. Por isso, é essencial não exagerar no consumo desta bebida. Outro ponto importante é ter cuidados em relação ao armazenamento e conservação em refrigeração, procure dividir este leite em porções menores para serem congeladas.

Conheça as diferenças entre os variados tipos de açúcar disponíveis no mercado

Escrito por: União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA) em Revista Suplementação

O açúcar tem papel importante no funcionamento do organismo. Além de ser fonte de energia, contém substâncias que estimulam o cérebro a produzir serotonina, neurotransmissor responsável pela sensação de bem-estar e prazer. Há no mercado diversas opções do ingrediente e, com tanta variedade disponível, pode ser difícil escolher a melhor opção.

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“O açúcar é um carboidrato presente em frutas e vegetais. O prazer que sentimos com alimentos de sabor adocicado é inato. A predileção por doces ajudou nossos ancestrais a distinguirem entre os alimentos seguros e que dariam mais energia, dos alimentos potencialmente tóxicos ou inadequados para consumo. Podemos contar com a praticidade de ter também o açúcar isolado, em várias etapas de refino, o que permite o uso em produtos culinários diversos. Apesar do sabor característico, eles pouco diferem em termos nutricionais, sendo que, via de regra, os mais refinados tem menos micronutrientes (vitaminas e minerais)”, explica a Marcia Daskal, nutricionista e proprietária da Recomendo Assessoria em Nutrição.

Ainda segundo a especialista, os açúcares também adicionam sabor, deixando alguns alimentos mais apetitosos. A escolha vai depender da preferência e do tipo de uso para cada um deles. “Sem abuso, todos são permitidos numa dieta equilibrada”, completa.

Açúcar cristal

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Apresenta-se como cristais maiores e transparentes, sendo mais difícil dissolvê-lo. No do seu processo de fabricação, a etapa de cristalização elimina a maioria das impurezas presentes. Como impurezas, considera-se tudo aquilo que não seja sacarose (sais minerais, glicose, frutose, amido, dentre outros componentes presentes). É considerado um produto com uma purificação parcial.

Açúcar refinado

Esse é o tipo de açúcar mais comumente encontrado nos supermercados e mais apreciado pelas donas de casa. No processo de refino, além da adição de novos produtos químicos, o açúcar cristal é dissolvido e recristalizado, visando torná-lo mais branco, pela remoção adicional dos compostos coloridos presentes. O resultado é um açúcar de elevada brancura, com cristais bem pequenos e com maior facilidade de dissolução.

Açúcar de confeiteiro

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Já descrito pelo nome, esse tipo de açúcar é mais utilizado para decorar receitas como bolos, biscoitos e tortas. Os cristais são extremamente finos e com a aparência de pó. Em algumas refinarias, uma etapa de peneiramento ajuda a garantir a uniformidade destes pequenos cristais. Além disso, antes de serem embalados recebem a adição de uma pequena quantidade de amido para evitar que os cristais fiquem grudados.

Açúcar orgânico

Em geral se apresenta na forma de cristais maiores e mais escuros. Durante a sua produção, desde o plantio da cana até o produto embalado, não são utilizados agrotóxicos ou insumos não autorizados. Por ter todas essas exigências em seu processo produtivo, apresenta preço mais elevado.

Açúcar light

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É a combinação do açúcar refinado com adoçantes artificiais. Deve ser evitado por pessoas que não podem ou não querem utilizar adoçantes. Por conta da presença dos edulcorantes, não tem o mesmo efeito culinário.

Açúcar mascavo

Com a coloração mais escura parecida com o caramelo, o sabor do açúcar mascavo lembra o da rapadura. O açúcar mascavo tradicional é um alimento obtido diretamente da concentração do caldo de cana recém-extraído. Este processo não utiliza o uso de aditivos químicos para o processo de branqueamento e clarificação. Apesar de preservar alguns micronutrientes como fósforo, cálcio, magnésio e potássio, não pode ser considerado como fonte destes nutrientes.

Açúcar demerara

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Tem grãos na cor marrom claro e o processo de produção é muito similar ao açúcar mascavo, porém passa também por um processo de tratamento leve, utilizando menor quantidade de aditivos químicos.

É importante não esquecer do importância de um consumo equilibrado, independente da escolha de compra. “Qualquer ingrediente em excesso não faz bem. O açúcar, em qualquer versão, em pequenas quantidades e associado a uma vida saudável, pode ser uma fonte de prazer e de energia”, finaliza a nutricionista.

Doce Equilíbrio

A Campanha Doce Equilíbrio é uma iniciativa da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA) e tem como objetivo promover a informação sobre o equilíbrio na alimentação e estilo de vida. Equalizando o debate sobre o açúcar como componente que pode e deve fazer parte de uma vida saudável, a campanha visa o bem-estar da sociedade.

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Você pode pode acompanhar e participar interativamente dos conteúdos relacionados ao universo do açúcar nas plataformas de BlogFacebook e Instagram.

O projeto conta ainda com o apoio da Associação das Indústrias Sucroenergéticas de Minas Gerais (SIAMIG), do Sindicato da Indústria de Fabricação de Etanol do Estado de Goiás (SIFAEG) e do Sindicato da Indústria de Fabricação do Álcool do Estado da Paraíba (SINDALCOOL).