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SP tem atendimento psicológico gratuito no Parque Ibirapuera uma vez por mês

Diante dos acontecimentos nos últimos tempos, não faltam evidências de que depressão, síndromes e todas as questões psicológicas, que qualquer um de nós pode enfrentar e em qualquer fase da vida, requerem tratamento. A saúde mental vem sendo subestimada e não vista como uma prioridade para a vida saudável e essa mentalidade precisa mudar. Está tudo bem em não estar tudo bem. E buscar por ajuda profissional é fundamental para conseguir atravessar esse momento.

Por isso, se você está passando por algo, ou conheça alguém que esteja precisando de auxílio, e estiver em São Paulo no domingo agora, dia 28, vale a pena passar pelo Escuta na Grama, no Parque Ibirapuera, às 9 horas.

“O projeto Escuta na Grama foi idealizado por psicólogos com a finalidade de levar a escuta e a importância do trato da saúde psíquica para a população. Trata-se de um plantão psicológico que ocorre todo o último domingo do mês”. O projeto é social e voluntário, mas aceita vários tipos de doações. Não há necessidade de inscrição, basta chegar e sentar em uma das cangas junto a um dos profissionais.

Então, caso precise, vá até lá, ou acompanhe alguém, e converse com a equipe. 😉❤️

Onde: Parque do Ibirapuera, no gramado em frente ao parquinho das crianças, próximo ao Portão 6, na cidade de São Paulo, SP.

Quando: Dia 28, domingo, a partir das 9 horas.

Para saber mais: Acesse a página do projeto AQUI – é possível encontrar a agenda com os próximos atendimentos.

Fotos Divulgação.

O combate ao câncer precisa de você*

O combate ao câncer precisa de você*

“Respiração ofegante, olhar distante, coração angustiado e um calhamaço de exames nas mãos. Isso tudo somado às milhares de dúvidas, lembranças e expectativas que insistem em não sair da cabeça de uma pessoa recém-diagnosticada com um câncer. Parece muito? Sim! E isso é só o começo.

A verdade é que essa doença está perto de todos nós. Sabia que, a cada minuto, um brasileiro recebe o diagnóstico de câncer?

Tenho certeza que o começo deste artigo já fez você pensar em alguém impactado pela doença e que, também por isso, teve esse mesmo impacto na vida de seus amigos e familiares. Enfrentar um câncer não é nada fácil e requer preparação e suporte.

Um pilar mais que necessário do tratamento é o acesso à informação qualificada e personalizada. Informação que proporcione reflexão, planejamento, perguntas e, sem dúvida, que evite ou ao menos alivie as surpresas.

Exemplo: faz diferença você conhecer detalhes de como será sua cirurgia. Tudo bem não querer saber muito a respeito do tamanho do corte cirúrgico, mas entender como você vai se sentir quando acordar, que tipos de dores poderá ter e quando vai voltar à ativa ajuda demais no cotidiano.

Essa informação está por aí, totalmente disponível. Mas fique atento e tenha cuidado especial com relação às fontes. Elas devem ser sempre atuais, autorais e possuírem respaldo científico.

Cuidado com dicas milagrosas que prometem a cura. Seja rigoroso e sempre exija o melhor – afinal, é de você que estamos falando.

Os avanços e os desafios no combate ao câncer

O mundo do câncer está mudando. Hoje falamos em medicina personalizada, que significa dar o tratamento certo para o paciente certo – e no tempo certo.

Temos medicamentos inteligentes que atuam diretamente no tumor, enquanto outros estimulam nosso sistema imune a enfrentá-lo. Com tudo isso, há cada vez mais pacientes tendo a oportunidade de cura. Outros muitos conviverão com o câncer como uma doença crônica.

A boa e velha notícia é que a detecção precoce aumenta, e muito, as chances de cura. Além disso, alguns cânceres podem ser preveníveis por meio da adoção de hábitos saudáveis.

Relembrando: estou falando basicamente de não fumar, evitar a obesidade e fazer atividade física. Sei das dificuldades para atingir cada um desses pontos, mas acredite: a conquista proporciona um “vale-Vida”. E vida com “V” maiúsculo!

Apesar das inúmeras novidades, temos também problemas estruturais sérios. Na prática, inúmeras pessoas sofrem nas filas esperando por um médico, por um exame e por um tratamento. Ou por falta de acesso a um tratamento mais humanizado, que também cuide da sua dor e do seu medo de morrer. Triste, muito triste.

Para encerrar, tenho dois recados:

  1. Enfrentar o câncer sozinho é quase impossível. Não se afaste quando tiver alguém por perto passando por isso. Dentro do seu limite, preste assistência.

  2. Batalhar diariamente para mudar a realidade das políticas públicas, buscando garantir acesso rápido aos exames, aos especialistas e ao tratamento, requer uma enorme força-tarefa. Por isso, também não se afaste. O câncer é um problema de todos nós – e seu combate precisa de você!

 

* Luciana Holtz é psicóloga, fundadora e presidente do Instituto Oncoguia
Publicação original em Saúde Abril

Você sabe o que é disfagia?

Você sabe o que é disfagia?

A disfagia é a alteração na deglutição caracterizada pela dificuldade de levar alimento ou saliva da boca ao estômago.

A manifestação da disfagia se dá por dificuldade de mastigação, escape oral de alimentos, ausência de deglutição, comida parada na boca ou na faringe, regurgitação nasal, tosses ou engasgos (antes, durante ou depois da deglutição), recusa alimentar, perda de peso e outros.

Orientações para pacientes disfágicos:

  • Fracionar a alimentação em 6 refeições diárias;
  • Hortaliças, vegetais: torná-los pastosos transformando-os em purês, suflês;
  • Sucos de frutas espessados ( manga, banana, caju);
  • Não utilizar líquidos para ajudar o alimento a descer;
  • Todas as refeições devem ser bem liquidificadas. Certifique-se que não há nenhum pedaço de alimento inteiro ou grumos ou fiapos às preparações antes de serem oferecidas.

Não deixe de procurar um(a) nutricionista, pois em casos de disfagia é comum que alguns pacientes fiquem desnutridos.

Texto da Dupla Saúde – Carol & Jess

Melatonina é aprovada como medicamento manipulado no Brasil

Recentemente a Anvisa liberou o hormônio mais conhecido como “do sono” para ser comercializado no Brasil na condição de medicamento manipulado.

A melatonina é o hormônio responsável pelo bom funcionamento do nosso ritmo biológico, ditando ao corpo qual é o momento para descansar e relaxar (à noite), bem como de despertar e estar em atividade (durante o dia). Quem sofre de insônia e procurar por orientação médica, agora pode encontrar a solução por aqui mesmo, no Brasil.

Atividade física regular pode reduzir sintomas de dor crônica

Caminhadas e corridas nunca estiveram tão presentes na vida do brasileiro. Na última década, movimentar-se é considerado um dos pilares determinantes para a manutenção de uma vida saudável. Mas não só isso, ao contrário do senso comum, que acredita no repouso como combate a algumas doenças, o exercício é indicado pelos médicos como tratamento para dores crônicas.

A dor crônica é definida quando acontece de forma contínua ou intermitente, por um período igual ou superior a três meses. “Este é o tempo mínimo para que o sistema nervoso crie uma memória associada à dor intensa e de longa duração, o que a caracteriza como dor crônica”, explica Dr. Thiago Bernardo de Carvalho Almeida, médico do esporte do Hospital IFOR, da Rede D’Or São Luiz.

Ela pode ser combatida com atividade física em diversas ocasiões, como nas dores da região lombar – chamada de lombalgia – que acomete até 85% da população mundial uma vez na vida, segundo dados da literatura médica.

As doenças como a lombalgia, cefaleia, artropatias e osteomusculares relacionadas ao trabalho também podem ser atacadas com a atividade física regular. “São raros os casos de pacientes com artrose em que a atividade física está contraindicada, por exemplo”, explica.

Thiago orienta que no caso da osteoporose, é importante se exercitar tanto na prevenção quanto no tratamento. No caso da fibromialgia, na maioria dos casos, o tratamento medicamentoso não surte efeito se não estiver associado à atividade física. “O uso terapêutico do exercício vem se provando cada vez mais eficiente”, sugere.

Além da atividade física, os especialistas recomendam que os pacientes mantenham também hábitos alimentares saudáveis e uma boa rotina de descanso, pois são fundamentais para a manutenção da qualidade de vida.

O tratamento da dor crônica pode variar de acordo com cada pessoa. Ele cita o exemplo da musculação, que pode ter cargas e repetições diferentes para cada etapa. “Nem sempre o tratamento da dor deve ser individualizado, mas orientado de acordo com as necessidades de cada pessoa. Isso inclui uso de medicamentos, mudança do estilo de vida, prática esportiva, entre outras coisas”.

O Dr. Thiago recomenda ainda que os pacientes procurem uma atividade física ao seu agrado, mas sempre acompanhado de um profissional. “É a manutenção do exercício que trará o bem-estar e uma melhor qualidade de vida”.

Conteúdo Revista Suplementação

Fique longe da tendinite

Conteúdo original Bons Fluídos

Esforço repetitivo, ausência de alongamento muscular, sobrecarga. Tudo isso pode inflamar algum tendão, a conhecida tendinite. Parecidas com uma corda, essas estruturas fibrosas que unem os ossos aos músculos costumam ser mais vulneráveis nas juntas. Por isso, é tão comum o incômodo atingir joelhos, ombros, cotovelos, punhos e tornozelos.

Quem pratica ioga ou pilates está se protegendo do problema. “Quanto mais os músculos forem flexíveis e fortes, menor será a sobrecarga nos tendões e, consequentemente, menos eles estarão propensos a se lesionarem”, afirma a professora de pilates Eliane Coutinho, fundadora da escola de formação Fisiociência, na capital paulista.

Caso o desconforto já esteja instalado, é preciso primeiro tratar a inflamação. Aí, sim, a pessoa pode trabalhar a flexibilidade e a resistência muscular. “Assim há uma reorganização nas fibras de colágeno do tendão e um ganho de força para que o músculo suporte maior sobrecarga, prevenindo novas lesões”, completa a especialista.

A acupuntura, por sua vez, oferece alívio. “Ela ajuda na melhora da dor e da inflamação local, além de relaxar a musculatura adjacente à patologia, favorecendo a mobilidade do membro afetado”, explica Marília Funes, médica anestesiologista e especialista em dor e em acupuntura, de São José do Rio Preto.

Quanto mais cedo o tratamento começar, melhor o resultado. A intervenção dependerá do grau e do local da tendinite e também do tempo que ela persiste. Paralelamente às sessões com as agulhas, é importante reduzir a atividade ligada ao segmento dolorido. “Depois que a dor abrandar é indispensável alongar e fortalecer a musculatura. O tratamento correto evita o surgimento de novas lesões”, reforça a médica.