Tag: treino

Seleção de bolsas térmicas até R$50: de todos os tipos para levar por aí

Vale a pena ler de novo:

Feriadão também é tempo de organizar a vida, agendar a semana, pensar no cardápio e dar um jeito geral na casa, não é?! Pelo menos a gente tenta fazer tudo isso, apesar de muitas vezes a preguiça ganhar. Vida real, sabemos como é! Para te ajudar a não fugir dos trilhos e escorregar na alimentação, fizemos uma seleção de bolsas térmicas para transportar seus lanchinhos para todo canto.

Nas redes sociais, aqueles modelos super equipados com compartimentos que cabem comida para o dia inteiro viraram moda entre a galera maromba. Nossas escolhas foram menos pretenciosas, mais voltadas à praticidade do dia-a-dia, de tamanho menor e com valor até R$ 50.

MONTAGEM

1.Catmania | 2.MultPart-K | 3.Mega TNT | 4.1001 Novidades | 5.Loja Portal | 6.Tray | 7.ÁguiaBox | 8.ShopFácil | 9.Decorvida Modelo 1 | 10.Decorvida Modelo 2

Você também pode usar a criatividade e dar usos às coisas que ficam meio esquecidas em casa. No fim de ano mesmo, ao comprar um chester, ganhamos uma sacolinha térmica bem charmosinha da marca. Ela pode não ser um exemplo de potência térmica, mas serve para levar uma fruta, iogurte e manter a água fresquinha.

Treinos lentos podem ser a melhor maneira de malhar

Conteúdo original Women’s Health Brasil 

E então o instrutor da academia alegremente grita “mais rápido!”, enquanto aumenta a velocidade da sua esteira ou bicicleta ergométrica. Você até tenta esconder o olhar de ódio, mas, sinceramente, precisava disso? Não nos entenda mal, amamos treinos pesados, nosso tempo é precioso e queremos resultados o quanto antes. Mas, depois de um dia estressante no escritório e um trânsito frenético para chegar à academia, ser ofuscada por luzes de discoteca e ensurdecida por músicas animadas enquanto me forço até o limite é realmente a melhor coisa para o meu corpo?

weights-1948837_960_720

Desde que o Hiit, o famoso treino intervalado de alta intensidade, e o CrossFit foram adotados nas academias, a mentalidade “treine forte ou vá para casa!” se tornou o mandamento fitness de muita gente. Porém, eles foram criados exatamente para estressar e dar um choque no organismo — assim, seus músculos são obrigados a se adaptar e seu metabolismo a turbinar –, o que nos leva a questionar: o quanto é realmente bom todo esse estresse quando você já está vivendo a mil por hora nos outros aspectos da sua vida?

Em defesa das apaixonadas pelo Hiit, ele realmente produz menos picos de cortisol do que uma corrida de longa distância, mas também não é exatamente um SPA para os hormônios do estresse. “Um treino que exige velocidade e fúria acaba forçando tanto corpo quanto mente”, diz o nutricionista e fisiologista do exercício Wellington Pinheiro, de São Bernardo (SP). Além disso, exercícios de execuções rápidas e intensas aumentam os riscos de lesão, o que prejudicaria sua forma física, caso precise se afastar por algum tempo até se recuperar.

kettlebell-2052765_960_720

Revezar é a solução

Você não precisa abandonar de vez o treino de alta carga, mas trocar por um mais leve nos dias em que você teve uma apresentação no trabalho, uma briga com o parceiro ou uma reunião nada animadora na escolinha dos filhos pode ser mais benéfico para sua mente e corpo. Um relatório do Conselho Americano de Exercícios verificou que o Hiit queima apenas um pouco mais de calorias do que as atividades mais lentas. No entanto, um estudo norueguês mostrou que as mulheres que limitaram o treino a três dias da semana ganharam mais condicionamento físico do que aquelas que praticaram com maior frequência.

Escolher um ritmo mais lento não é sinônimo de resultados mais demorados. “As pessoas associam treino e carga pesados com resultados. No entanto, a série também pode ser intensa ao aumentar o tempo de exposição do músculo a cada posição”, explica o educador físico Guilherme Leme, instrutor de musculação da academia Bio Ritmo, em São Paulo.

Um exemplo é o método do personal trainer americano Justin Gelband, responsável pela forma das modelos da Victoria’s Secrets. Os corpos alongados e sequinhos de nomes como Alessandra Ambrósio, Lily Aldridge e Laís Ribeiro foram esculpidos com exercícios isométricos controlados. Não é a toa que os músculos delas parecem tão duros: “Os movimentos bem curtos exigem força e coordenação, o que faz com que corpo e cérebro se conectem. Ao executá-los lentamente, você está criando resistência o tempo todo, recrutando mais fibras do que se usasse um impulso”, explica o professor de educação física com especialização em reabilitação musculoesquelética Carlos Carvalho, de Santo André (SP).

plank-1327256_960_720

Por serem bem pausados, poucos minutos de treino podem parecer uma eternidade, mas, para muitos, é a melhor maneira de malhar. “A pessoa ganha mais força e consciência corporal, pois o movimento é feito de maneira lenta e sem descanso”, explica Carlos.

Mas não é para todas. A atividade pode ser bem desafiadora, fazendo com que iniciantes tenham que suportar a dor pós-treino por vários dias. No entanto, os fãs da técnica apreciam tanto o desafio mental quanto o físico. “Os alunos ficam muito empolgados quando veem os resultados. E também relatam aumento de concentração e controle da ansiedade nas demais tarefas do dia, já que o treino exige domínio do próprio corpo e da respiração”, comenta Carlos.

abdominal-1203880_960_720

Os fisiculturistas já usam repetições lentas desde a década de 40. “Elas ajudam até mesmo na hora da apresentação deles, uma vez que dão maior consciência da contração dos músculos”, diz Carlos. E os benefícios não se limitam apenas à aparência. O norte-americano Ken Hutchins, que aperfeiçoou a técnica para esses atletas em 1982, notou que os movimentos lentos ajudam também mulheres com osteoporose a desenvolverem músculos e aumentarem a densidade óssea de forma segura.

Mesmo assim, se você ainda prefere treinos extremos para suar muito, tudo bem! Afinal, o que vale mesmo é misturar os estilos para ter melhores resultados. “Cada pessoa é diferente e única, mas, no geral, mudar os estímulos de treino é a melhor maneira de garantir bons resultados”, avisa Guilherme.

Receita: Paleta de Coco e Chocolate #lowcarb

popsicle-1482979_960_720

O verão continua bombando, com altas temperaturas, e tudo o que a gente procura é sombra e comidinhas frescas. E elas não são feitas só de gordura e açúcar, não! As frutas combinadas a ingredientes saudáveis e funcionais resultam em deliciosas soluções para espantar o calorão e adoçar a vida: paletas recheadas.

Aqui a sugestão é casar o chocolate com o coco. Mas o conceito está aberto à criatividade e vai da vontade do freguês misturar outras frutinhas, como goiaba e manga, morango e abacaxi, banana e maracujá… enfim! Essa receita é do perfil @projeto_vivasaudavel e é lowcarb! Ou seja, pode na dieta de quem faz restrição de carboidratos e é permitido comer sem culpa! 😍

Paleta de Coco e Chocolate

Reprodução Instagram

  • 200 ml leite de coco (de garrafinha, mas pode usar o caseiro, neste caso: aumenta pra 400 ml do leite pronto e não use a água);
  • 200 ml água filtrada;
  • 50 gramas de coco ralado sem açúcar;
  • Stevia ou outro adoçante em gotas a gosto.

Para o recheio: Opção 1

  • Chocolate 70% cacau;
  • Creme de leite.

Para o recheio: Opção 2

  • Creme de leite;
  • Coco ralado sem açúcar.

Para preparar será preciso forminhas para paleta, que podem ser encontradas em grandes supermercados ou casas de variedades e utensílios (1,99).
Você vai bater no liquidificador o leite de coco, o adoçante e o coco ralado, não precisa bater muito pra não triturar demais o coco, apenas bata pra misturar bem. Coloque essa mistura na forminha para paleta até a marca indicada e leve ao freezer por cerca de 8h. Após o tempo, retire a parte de dentro da forminha (para abrir espaço para o recheio). Quem não conhece, essa forminha tem duas partes, a externa e a interna, para fazer a casquinha e deixar espaço para rechear. Clica no link pra ter uma ideia.

popsicle-932055_960_720

Para fazer o recheio 01: basta derreter o chocolate no microondas por cerca de um minuto, parando a cada 20 segundos pra mexer, e depois misturar com o creme de leite. As quantidades são a gosto, tanto do chocolate quanto do creme de leite.

Para o recheio 02: misture o creme de leite com o coco ralado, quantidade também a gosto! Vale deixar mais firminho, para dar consistência e maciez.

Coloque o recheio escolhido dentro da forminha e leve a geladeira por mais 8 horas para firmar bem e desenformar. Pronto! Caso queira manter o custo da sua paleta lá embaixo, tente usar aquela técnica dos copinhos descartáveis.

Agora só experimentar e ser feliz ♥️

Refrigerante sem açúcar não ajuda a manter o peso

Conteúdo original Women’s Health Brasil 

lime-907124_960_720

Quem nunca ficou com vontade de tomar refrigerante e, para não boicotar a dieta, preferiu uma versão “diet”, “light” ou “zero”? Pois saiba que a bebida sem açúcar não oferece nenhuma vantagem em comparação à versão normal quando se trata da manutenção do peso. A afirmação vem de um artigo publicado na revista PLOS Medicine e que reuniu estudos feitos por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e do Imperial College of London.

Os refrigerantes sem açúcar recebem adoçantes artificiais e, segundo os pesquisadores, não há comprovação científica de que eles previnam a obesidade. O consumo dessas versões equivale a ¼ da ingestão global de bebidas doces, mas elas não são taxadas ou reguladas com a mesma rigidez que as bebidas com açúcar.

drink-341489_960_720

Segundo os especialistas, apesar de conter poucas calorias, as bebidas “diet”, “light” ou “zero”  podem desencadear consumo compensatório de comida por estimular os receptores do sabor doce. E o fato de as pessoas terem a impressão de que estão consumindo um produto saudável, com poucas calorias, também é capaz de contribuir para a pessoa se sentir liberada para comer outros alimentos em maior quantidade.

Conclusão: Refrigerantes (no geral) não são saudáveis.

Caldo de Cana para turbinar o treino

Conteúdo original Mais Equilíbrio

caldo-de-cana-acucar

O caldo de cana já foi considerado um vilão para os praticantes de atividade física e hoje, depois de uma série de pesquisas sobre o tema, se tornou um dos melhores alimentos para ser consumido antes ou depois do exercício. Isso se deve ao fato dele ser rico em glicogênio, por isso fornece bastante energia ao organismo e principalmente ao músculos, potencializando o treino.

Além disso, é fonte das vitaminas A, B e C, bem como dos minerais ferro, cálcio, potássio e magnésio. A garapa, nome popular da bebida é recomendada no pré-treino para dar energia, e no pós treino, para ajudar a recuperar os músculos, evitando a fadiga, além de hidratar o corpo rapidamente e repor as vitaminas e minerais perdidos durante a prática de atividade física.

Uma pesquisa realizada pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) acompanhou a rotina dos jogadores de um time de futebol, a fim de avaliar como o corpo deles reagia diante de tantos exercícios. O principal marcador mensurado foi a ureia, que ajuda a verificar se há ou não perda muscular.

Os suplementos energéticos industrializados comumente ingeridos ao final dos treinos foram substituídos pelo caldo de cana, que possibilitou a diminuição dos índices de ureia no sangue, significando menor queima de massa muscular durante o exercício. Além disso, melhoraram a performance dos treinos, conseguindo correr mais.

Natural e por isso bastante saudável, a bebida, ao contrário do que muitos pensam, possui poucas calorias. Um copo de 250 ml de caldo de cana possui apenas 124 kcal (a mesma medida de suco de laranja possui 173 kcal).

E quando comprada no famoso carrinho de rua, você pode adicionar outros ingredientes, como limão, gengibre e água de coco, aumentando a oferta de nutrientes, ajudando até a combater doenças renais.

Adapte a sua dieta ao horário de treino

Conteúdo original Minha Vida

Quem começa só quer saber de resultados e, quanto mais rápidos eles vierem, melhor. O problema é que, nessa pressa toda, muita gente se esquece de um ponto fundamental nessa história: a importância da dieta para eliminar gordura e tonificar os músculos. O corpo pede nutrientes específicos e em quantidades certas – tanto antes quanto depois do treino.

sport-966991_960_720

“Treinar com o estômago cheio demais ou com falta de carboidratos e proteínas, por exemplo, pode prejudicar o seu desempenho e a própria recuperação do organismo, atrapalhando os resultados desejados”, afirma a nutricionista funcional Camila Borduqui, do Centro de Estética da Clínica Alan Landecker. Para ajustar o cardápio, há alguns cuidados que variam de acordo com o período do dia escolhido para a atividade física.

Treino de manhã, logo ao acordar

Deixe o café da manhã reforçado para depois do treino. Antes do exercício, prefira alimentos ricos em amido: pães, barra de cereal, bolo, biscoito simples e frutas pobres em fibras, como pêssego e melão. “Eles são fontes de carboidratos simples, que tem absorção rápida e energia imediata para o treino, poupando a reserva de proteína que alimenta os músculos”, afirma a nutricionista Graça Albuquerque, especialista em nutrição esportiva.

cereal-898073_960_720
Evite o consumo de opções ricas em açúcar, como mel e doces, ou alimentos com alto índice glicêmico, como melancia e açúcar refinado. “Esses alimentos podem gerar um aumento rápido da glicose no sangue, o que provoca descarga imediata de insulina no sangue e, como consequência, uma possível hipoglicemia ou sensação de fraqueza durante o treino”, diz a nutricionista Camila Borduqui.

Exercício no meio da manhã

Três horas antes de treinar, tome um café da manhã completo, com alimentos fontes de fibras – cereais, pão integral, entre outros. Quando faltar meia hora para a atividade física, faça outra refeição mais leve, mas sem opções integrais dessa vez. “O alimento integral é digerido lentamente, ou seja, não promove um esvaziamento gástrico rápido, o que pode causar desconforto no meio do exercício”, afirma Graça Albuquerque. Além disso, Camila Borduqui conta que as fibras reduzem a absorção de glicose do alimento, diminuindo o fornecimento de energia para o músculo.

weights-820144_960_720

Prática na hora do almoço

Prefira os alimentos de baixo índice glicêmico para manter os níveis de glicose no sangue durante o treino. Biscoitos de água e sal, ameixa, pera, kiwi, pêssego, maçã, banana, oleaginosas e passas são algumas opções recomendadas pelas especialistas. “É melhor deixar o almoço para depois do treino, já que é uma refeição que apresenta uma grande variedade de alimentos e pode sobrecarregar o estômago durante a atividade física”, afirma Camila Borduqui. Depois de almoçar, é preciso esperar de uma a duas horas para fazer exercícios, dependendo do tipo de comida que foi consumida – quanto mais gordura ou difícil de digerir, maior o tempo de repouso.

Treino no final da tarde

 

Antes de se exercitar, consuma carboidratos simples: torradas ou pão branco com geléia, castanhas, suco de frutas natural, ameixa seca, entre outras opções. O consumo de leite e derivados deve ser evitado. “Esses alimentos costumam ser de difícil digestão e podem provocar desconfortos gástricos durante o exercício”, afirma Camila. Também não é recomendável ingerir alimentos fontes de fibras, já que elas possuem um índice glicêmico menor, ou seja, demoram a fornecer energia necessária para o treino.

running-573762_960_720

Exercício à noite

Nada de jantar antes da atividade física. A lógica é a mesma de quem treina na hora do almoço: uma refeição pesada pode sobrecarregar demais o organismo e prejudicar o desempenho. “Em casos de treinamento mais leve, o ideal é consumir uma fruta como maçã, pera, pêssego, maçã ou laranja ou alimentos fonte de energia (principalmente carboidratos), para preservar as reservas de energia e aproveitar o aumento do fluxo sanguíneo no tecido muscular”, afirma Camila Borduqui. Se seu o treino costuma durar mais de uma hora, é melhor aprimorar ainda mais o estoque de energia: faça um sanduíche de pão com queijo branco e peito de peru.

Cuidados durante o treino

Além de muita hidratação, as nutricionistas aconselham repor carboidratos se o treino passar de uma hora. A proporção é de 30 a 60 gramas por hora – um profissional poderá indicar a quantidade ideal ao seu organismo. “Isso é necessário para evitar a fadiga e o cansaço, já que as reservas nos músculos (glicogênio) e a glicose do sangue começam a ficar muito escassas”, justifica Camila Borduqui. Barra de cereais, isotônicos (suplementos à base de maltodextrina), carboidrato em gel dissolvido em água, banana e água de coco são opções práticas que podem ser consumidas durante a atividade física.

Depois do treino, não esqueça!

food-651347_960_720

Independentemente do período do dia escolhido, é preciso reforçar a alimentação após os exercícios. “Os melhores alimentos são os ricos em carboidratos complexos e proteínas, como peixe, carne, frango, ovos, queijo, pão integral e batata doce”, recomenda Graça. Antioxidantes também são importantes, pois bloqueiam a ação dos radicais livres formados durante o exercício. Exemplos: azeite, castanhas, frutas, verduras e legumes.

A ingestão de alimentos deve ser feita logo após o término do treino: entre 30 minutos e duas horas depois. “É importante respeitar essa urgência para garantir uma boa recuperação do organismo, evitando o catabolismo, ou seja, o uso de proteínas do músculo para gerar energia”, explica Camila.

Conheça o Neopilates, uma modalidade completa

Conteúdo original Mais Equilíbrio

Imagine só misturar treinamento funcional com atividades circenses e pilates. O neopilates é assim, uma modalidade cheia de variação que conquistou a rotina de famosas como as atrizes Giovana Lancelloti, Fernanda Souza e Bruna Marquezine.

Isis Valverde treinando neopilates. Foto: Reprodução / Instagram

Ótima para a definição do corpo, saúde mental e elasticidade, a aula de neopilates elimina calorias e fortalece os músculos, tudo isso alinhando concentração, respiração, alinhamento e muita postura! Ufa, já deu para perceber que esta é uma daquelas aulas para eliminar a preguiça, não é?

Os aparelhos usados são bolas suíças, tecidos acrobáticos e outros objetos circenses. Além disso as aulas são alegres e lúdicas, perfeitas para acabar com o estresse e dar aquela forcinha para autoconfiança, já que os exercícios exigem firmeza e precisão.

Outro benefício deste treino está nas calorias. Enquanto um treino de pilates convencional de uma hora elimina em torno de 300 calorias, uma aula de neopilates pode queimar até 500 calorias graças aos desafios e a agitação.

physical-therapy-1198344_960_720

De acordo com profissionais, o neopilates aumenta rapidamente a massa muscular, sendo possível notar os resultados em dois meses de prática. E não é recomendado para gestantes ou pessoas com problemas cardíacos, pressão alta e labirintite, por conta das posições invertidas.

Já os preços das aulas costumam variar de lugar para lugar, já que cada aula pode ter no máximo três alunos para que os professores acompanhem de perto os movimentos. O recomendado é fazer três aulas por semana, pelo período de aproximadamente uma hora.

E aí, curtiu a novidade?