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Benefícios do aspargos para a sua saúde e dieta

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Conhecido desde a Roma Antiga, o aspargo é valorizado como iguaria gastronômica e como medicamento há, pelo menos, 200 anos A.C. Pouco calórico e altamente nutritivo, ele deve ser incluído no cardápio para ajudar a manter a saúde em dia e é opção para as dietas de pessoas que querem emagrecer, além de fortalecer o organismo, ele acelera o funcionamento e ajuda a eliminar as toxinas.

Alguns estudos já provaram a ação protetora das substâncias antioxidantes contra o desenvolvimento de doenças crônicas, como as cardiovasculares e o câncer. O aspargo apresenta uma série de antioxidantes, como compostos fenólicos e flavonoides, que contribuem diretamente com a saúde.

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Há, ainda, a presença de carotenóides beta caroteno, luteína e zeaxantina, que têm ação preventiva em alguns tipos de câncer, como o de mama, e diminuem o risco de doenças oculares como degeneração macular e catarata.

O aspargo é colhido, no Brasil, de agosto a novembro, razão pela qual adquirir o vegetal fresco se torna mais fácil e barato nessa época do ano. Uma dica importante de preparo é não cozinhar o vegetal em panela de ferro, uma vez que os taninos presentes reagem com o ferro e os talos perdem a cor e as propriedades nutritivas.

Sempre dizemos que o aspargo é um vegetal completo, por apresentar vitaminas e minerais que compõe uma dieta saudável. Ele é classificado no segundo degrau da pirâmide alimentar, onde ficam os grupos dos legumes, das verduras e das frutas, e que devem ser consumidas em três porções diariamente.

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Entre vitaminas e minerais, podemos destacar a vitamina C, que contribui para o bom funcionamento do sistema imunológico; o potássio, que atua como regulador da pressão; e o manganês, que facilita os processos metabólicos.
É importante lembrar que, em algumas pessoas, o consumo de aspargo provoca um odor característico na urina, causado pela degradação de certas substâncias sulforosas presentes. Mas essa reação não traz nenhuma consequência à saúde.

O aspargos e as mulheres

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Estudos recentes relatam que o folato, que é encontrado em abundancia no vegetal, é essencial para a produção do material genético e previne más-formações fetais. Por isso, o aspargo é indicado para todas as mulheres em idade fértil, principalmente para as futuras mamães.

Outra relação do vegetal com a saúde feminina é a presença dos fitoestrógenos, substâncias que têm estrutura similar aos hormônios humanos, e que podem ter ação redutora nos sintomas da menopausa.

Comes especiais: Árvore de Natal para petisco

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Árvores de Natal comestíveis para enfeitar sua mes

O Natal está chegando e com ele, o medo de ver o ponteiro da balança subir. E não é à toa. A época é recheada de alimentos típicos ricos em calorias, o que não combina nada com o verão, certo? No entanto há diversos alimentos que podem ser substituídos por mais saudáveis, com poucas calorias. Veja algumas ideias de como decorar sua mesa com uma árvore de Natal parapetisco com alimentos saudáveis:

Árvore de Natal com frutas

Em vez de fazer espetinhos de frutas, você pode lançar mão de uma árvore de Natal. Ela pode ser feita com base de isopor (à venda em casas de decoração de festas), espetada com diversas frutas. As uvas e os morangos, ricos em antioxidantes, têm cores que combinam com o Natal. Já a carambola, rica em vitamina C, dá uma bela estrela no topo da árvore. Para esta árvore, você pode usar uma maçã e uma cenoura como base.

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Árvore com vegetais

Aproveite que o verde é a cor predominante do Natal e invista nos vegetais e folhas para fazer sua árvore de Natal comestível. Nesse caso foram usados brócolis e tomates e o resultado ficou bem bonito.

Árvore de queijos

Os queijos também são bastante consumidos no Natal. Eles são ricos em proteínas, mas ao mesmo tempo, em gorduras também. Para não riscá-los do cardápio, a dica é mesclar com outros ingredientes, como tomates e uvas, por exemplo.
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Árvores de folhas

As folhas são ideais para quem quer dar leveza à decoração da mesa. Aposte na alface verde e no roxo, para colorir o resultado. Agrião e espinafre também são boas opções. Quem quiser uma árvore mais saborosa ainda pode apostar nos legumes, como couve-flor e cenoura.

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Árvore de maçã

Essa árvore de maçã é ideal para enfeitar uma mesa de sobremesa, incentivando as pessoas a comerem a fruta também.

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Árvore de Natal tropical

Que tal uma árvore com mais cara de Brasil? Monte a sua com frutas de cores bem brasileiras, como limão siciliano, maçãs laranja, etc. Colocar a fruta inteira na árvore pode ser mais prático do que picotá-la.

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Leites vegetais: veja os prós e contras de cada um

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Os leites vegetais são opções saudáveis para uma dieta balanceada. Contudo, saiba que eles não substituem o de vaca. “Porque o tipo e a quantidade de proteínas são diferentes. Os leites vegetais são indicados para enriquecer o plano alimentar e para quem tem alergia à proteína do leite de vaca Para quem se preocupa com a obtenção de cálcio, abundante no leite animal, é essencial a suplementação no plano alimentar caso a bebida seja preparada de forma caseira”, explica a nutricionista Rita de Cassia Leite Novais.

As bebidas vegetais também possuem uma série de nutrientes que o leite de vaca não tem. Por isso, confira a seguir quais os principais nutrientes, benefícios, pontos negativos e cuidados ao consumir cada um dos leites vegetais.

Leite de amêndoas

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O leite de amêndoas conta com boas quantidades de cálcio, vitamina E, potássio, magnésio, zinco, cobre, fósforo, fibras e vitaminas do complexo B. As vantagens deste tipo de leite em relação ao de vaca está no fato de ele ser rico em gorduras insaturadas, as famosas gorduras boas, e contar com fibras. “Assim, este leite auxilia no controle do colesterol e dos níveis de açúcar no sangue. Além disso, possui grande quantidade de potássio sendo benéfico para pessoas com pressão alta e problemas musculares”, explica a nutricionista Hannah Médici, membro do Instituto Brasileiro de Nutrição Funcional.

Porém, ele também possui algumas desvantagens em relação ao leite de vaca, pois conta com uma quantidade menor de proteínas por porção.

Apesar de ser saudável, é importante não consumir grandes quantidades do leite de amêndoas, já que ele é rico em gorduras. “Quanto ao armazenamento, lembrar-se de deixá-lo em refrigeração, conforme recomendações do fabricante ou se organizar para congelar, pois o período de validade é curto”, destaca Hannah Médici. Evite esquentar o leite de amêndoas, a melhor maneira de consumi-lo é frio.

Leite de aveia

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O leite de aveia é rico em carboidratos, beta-glucanas, um tipo de fibra solúvel, ácidos graxos essenciais, principalmente o linoleico, e antioxidantes, como a vitamina E. As fibras presentes neste leite proporcionam uma série de benefícios. “Melhora o sistema digestivo e ajuda a controlar os níveis de colesterol e açúcar no sangue”, explica a nutricionista Rita de Cassia Novais.

Porém, quando comparado com o leite de vaca, o leite de aveia conta com uma menor quantidade de proteínas. Ele também possui menos gorduras do que os leites de oleaginosas. Por ter menos gorduras e proteínas e mais carboidratos, este leite não proporciona tanta saciedade quanto os outros leites, apesar de conter fibras.

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Para obter todos os benefícios do leite de aveia é importante não exagerar no consumo, especialmente para quem está acima do peso. “Devido ao excesso de carboidratos presentes no alimento. Mas se combinado a uma fruta trata-se de uma excelente opção para iniciar o dia”, conta Hannah Médici.

Também é melhor consumir este leite frio. O alimento possui glúten, portanto, pessoas com intolerância à substância devem evitá-lo.

Leite de arroz

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O leite de arroz conta com triptofano, aminoácido essencial e necessário para formarmos uma substância chamada serotonina, responsável pela sensação de bem-estar e que pode até contribuir para a diminuição da compulsão alimentar. Este alimento também conta com boas quantidades de vitaminas do complexo B e é rico em carboidratos.

Ele também possui mais micronutrientes do que o leite de vaca e não conta com gorduras saturadas, que em excesso podem causar problemas cardiovasculares, entre outros. Porém, conta com uma quantidade menor de proteínas. “Por isso, proporciona menos saciedade em relação ao leite de vaca”, diz Rita de Cassia.

Pessoas com níveis de açúcar no sangue elevados devem evitar consumir grandes quantidades deste leite, já que ele conta com grandes quantidades de carboidratos. Para preservar todos os nutrientes, consuma este leite frio.

Leite de soja

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O leite de soja é rico em cálcio, proteínas, potássio e magnésio. Um dos principais benefícios do leite de soja está no fato de conter isoflavanas. Trata-se de um fitoquímico capaz de atenuar os sintomas da menopausa por participar da produção, do metabolismo e da ação dos hormônios sexuais. Em outras palavras, as isoflavonas atuam como um substituto do estrógeno (hormônio que sofre notável queda no período do climatério) e contribuem para a manutenção do equilíbrio hormonal.

Há uma polêmica sobre se o excesso de leite de soja pode causar problemas para a saúde ou não. Alguns especialistas defendem que como a soja é rica em isoflavonas, que são semelhantes ao hormônio feminino estrógeno, a concentração deste hormônio no organismo aumenta quando a pessoa ingere muito deste grão. Assim, existiria a possibilidade do consumo em excesso do grão por meninas ocasionar a puberdade precoce. Outro problema que poderia ocorrer é que a soja quando ingerida em grandes quantidades por homens prejudicaria a qualidade do esperma e consequentemente a fertilidade. Em ambos os casos ainda não se chegou a uma conclusão definitiva sobre se o alimento causa estes problemas de saúde.

Leite de castanha de caju

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Este leite possui proteína, ácidos graxos essenciais, principalmente ômega-9, e é a maior fonte de cobre, ferro e zinco entre as castanhas. A bebida contém ainda quantidades significativas de magnésio, manganês e fósforo.

Trata-se de uma bebida aliada do coração. “Por possuir grande quantidade de ômega-9 é um grande aliado na prevenção de doenças do coração e auxilia no aumento do HDL, o colesterol bom, e contribui para a diminuição do LDL, o colesterol ruim”, diz Hannah Médici. Além disso, o omega-9 pode auxiliar na melhora do humor e aceleração do metabolismo.

O leite de castanha de caju possui grande quantidade de gorduras boas que, apesar de serem saudáveis, em excesso levam ao ganho de peso. Por isso, é essencial não exagerar no consumo desta bebida. Outro ponto importante é ter cuidados em relação ao armazenamento e conservação em refrigeração, procure dividir este leite em porções menores para serem congeladas.

Gengibre: raiz emagrecedora e anti-inflamatória

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Vegetal nativo da Ásia, o gengibre é uma raiz tuberosa usada tanto na culinária quanto na medicina. A planta assume múltiplos benefícios terapêuticos: tem ação bactericida, é desintoxicante e ainda melhora o desempenho do sistema digestivo, respiratório e circulatório. O gengibre também é um reconhecido alimento termogênico, capaz de acelerar o metabolismo e favorecer a queima de gordura corporal.

Principais nutrientes do gengibre

O gengibre apresenta uma substância chamada gingerol, dotada de propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias que protegem o organismo de bactérias e fungos. O gingerol é responsável pelo sabor picante do gengibre.

As propriedades terapêuticas do gengibre se devem à ação conjunta de várias substâncias, principalmente encontradas no óleo essencial do gengibre, rico nos componentes medicinais cafeno, felandreno, zingibereno e zingerona.

O gengibre também é rico em substâncias termogênicas que ativam o metabolismo do organismo e potencializam a queima de gordura corporal.

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Reprodução Minha Vida

A raiz é composta por vitamina B6, assim como nos minerais potássio, magnésio e cobre, mas tais propriedades se tornam pouco relevantes levando-se em conta o consumo diário da planta. Como trata-se de uma especiaria, bastam pequenas quantidades do gengibre no chá ou preparações culinárias para aromatizar as preparações. Note que a tabela de valores nutricionais abaixo considera 100g de gengibre, porém o uso numa receita pode não alcançar a 2g.

Benefícios do gengibre

O gengibre é referência quando se fala em problemas estomacais, pois combate enjoos, gases, indigestão, náuseas causadas pelo tratamento do câncer e perda de apetite. Também auxilia na digestão de alimentos gordurosos. Não é à toa que uma substância presente na raiz do gengibre é usada na fabricação de medicamentos laxantes, antigases e antiácidos.

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A raiz também é bastante utilizada para combater o mau hálito, cólica menstrual e até ressaca. Graças ao poder anti-inflamatório, o gengibre ainda é usado para aliviar dores decorrentes da artrite, dores musculares, infecções do trato respiratório, tosse e bronquite. A planta integra a formulação de xaropes por causa de sua ação anti-inflamatória e antibiótica.

O óleo extraído do vegetal é apontado como eficaz no tratamento de queimaduras. Além disso, o gengibre desempenha um importante papel na dieta, pois estimula olfato e paladar, contribuindo com a diminuição do uso do sal para temperar os alimentos. O chá, por sua vez, aumenta o consumo de líquidos, favorecendo a hidratação e ajudando a eliminar as toxinas.

Por que o gengibre ajuda a emagrecer

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Todas as atividades realizadas pelo corpo consomem energia. Isso inclui o processo digestivo, que pode ser usado a seu favor para emagrecer quando o que está em questão são os alimentos termogênicos, como o gengibre. Esses alimentos são capazes de aumentar o gasto calórico do organismo durante a digestão e o processo metabólico.

Quanto mais difícil for a digestão do alimento, maior será o seu poder termogênico. As substâncias termogênicas contidas no gengibre têm a capacidade de aumentar a temperatura corporal, acelerando o metabolismo e aumentando a queima de gordura. A termogênese é um processo regulado pelo sistema nervoso e interferências neste sistema podem favorecer o emagrecimento.

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O gengibre pode aumentar o gasto calórico em mais de 10%. No entanto, sabe-se que não existem milagres quando o assunto é perder peso. Para que o consumo de gengibre com este objetivo mostre resultado, é necessário aliá-lo à dieta regrada e exercícios físicos.

O gengibre pode ser consumido cru, em conserva, como chá ou como óleo. Ele ainda é usado em alimentos e bebidas como agente aromatizante.

Clique na imagem abaixo para aprender uma receita de missô com gengibre:

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Chás: a infusão de pedaços frescos de gengibre é utilizada no tratamento de gripes, tosses e resfriados. Além de ser um relaxante eficaz, hidrata o corpo e ajuda a eliminar as toxinas, ajudando também no emagrecimento, devido à sua ação termogênica. O preparo consiste em deixar raízes, cascas ou talos de molho por cerca de 30 minutos e, após esse período, acrescentar água e levar o gengibre ao fogo por mais de 30 minutos

Na panela: o gengibre pode ser utilizado no preparo de pratos doces e salgados da culinária. Pode ser encontrado desidratado, fresco, em conserva ou cristalizado. Cuide para não substituir uma forma pela outra nas receitas, pois seus sabores são distintos

Sucos: tem ação anti-inflamatória, favorecendo a eliminação de toxinas do organismo. O suco gera mais disposição para o corpo, melhora a aparência da pele e o funcionamento do intestino. Para ficar mais saboroso, bata no liquidificador com abacaxi, hortelã ou raspas da casca do limão.

Pedaços: mastigar as lascas de gengibre, assim como chupar a bala, ajuda a aliviar a rouquidão e irritações na garganta, mas é preciso atenção, pois, elas somente mascaram a dor. O gengibre irá aliviar os sintomas até que o corpo se encarregue de curar a doença.

Contraindicações para o consumo de gengibre

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A princípio, o consumo do gengibre é seguro para a maioria das pessoas. A ingestão da raiz por gestantes é controversa. Alguns especialistas defendem que o gengibre pode afetar os hormônios sexuais do feto e até favorecer um aborto. Estudos sugerem, entretanto, que o risco de malformação em recém-nascidos de mulheres que faziam uso de gengibre não se mostrou mais elevado do que o normal.

A raiz também não tem relação com malformações ou partos prematuros. Mesmo assim, recomenda-se que o alimento seja evitado especialmente perto da data do parto, pois ele pode aumentar o risco de hemorragia. Não se sabe muito a respeito da segurança do consumo de gengibre no período de amamentação e, por isso, o ideal é que ele seja evitado.

O consumo de alimentos termogênicos, como o gengibre, não é recomendado para quem tem hipertireoidismo, visto que o metabolismo já está muito elevado, o que aumenta o risco de perda de massa muscular. Além disso, crianças e gestantes, pessoas com cardiopatias, enxaqueca, úlcera e alergias não devem abusar dos alimentos termogênicos, pois eles podem levar a aumento da pressão arterial, hipoglicemia, insônia, nervosismo e taquicardia.

Riscos do consumo de gengibre

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O gengibre pode favorecer hemorragias e, por isso, deve ser evitado por pacientes com distúrbios hemorrágicos. Além disso, a raiz mostrou piora em quadros de doenças cardíacas, devendo ser banidas da dieta, neste caso. O vegetal ainda diminui os níveis de glicose no sangue, podendo ser necessário o reajuste das doses de insulina por pessoas que sofram de diabetes.

Efeitos colaterais do consumo de gengibre

Há relatos de azia, diarreia e desconforto estomacal após o consumo de gengibre. Neste caso, ele deve ser excluído da dieta.

Quantidades recomendadas de gengibre

Embora não exista uma quantidade adequada de ingestão estabelecida, estudos sugerem que benefícios podem ser alcançados com o consumo de 2 a 4 g de gengibre por dia.

Para obter os benefícios termogênicos do gengibre, o ideal é o consumo diário, mas dentro de um limite estabelecido para que o aumento do metabolismo não se torne prejudicial. No caso do gengibre, é recomendada uma fatia média ou uma colher de café da forma em pó.

Fontes consultadas:

U.S. Department of Agriculture, Agricultural Research Service. 2001. USDA Nutrient Database for Standard Reference, Release 14.
Nutricionista Daniela Jobst, da clínica NutriJobst, em São Paulo
Nutricionista Thatyana Freitas, da clínica Stesis, em São Paulo