Hábitos naturais (e poderosos!) contra a queda de cabelo

Perdemos cabelo por vários motivos: stress, envelhecimento, falta de nutrientes, hormônios desequilibrados e até uma certa impaciência para cuidar dos fios como eles merecem. Alguns hábitos podem reverter o cenário.

1. Massagear o couro cabeludo

Além de viciante, a massagem terapêutica melhora a absorção de componentes nutritivos (como os presentes em tônicos). Se feita com regularidade, pode facilmente ser um antídoto para a queda de cabelo, já que promove aumento do fluxo sanguíneo. “Isso estimula a oxigenação e distribui os nutrientes no folículo capilar, mantendo-o ativo e saudável”, diz Renata Souza, do Spa Dios.

2. Pentear os fios do jeito certo

O segredo é pegar leve! Desembaraçar o cabelo ainda no banho, de forma delicada, com ajuda do condicionador ou da máscara, é a melhor forma de evitar a temível queda por tração. E não rola usar qualquer tipo de escova ou pente, ok? “Opte pela menos agressiva, preferencialmente com cerdas macias e naturais ou acessórios de madeira com dentes largos, que não atrapalham a passagem dos fios”, ensina Renata.

3. Suplementar corretamente

Proteína é a principal matéria-prima do cabelo. Quando o nutriente não é ingerido na quantidade correta — 0,8 gramas por quilograma de peso corporal —, os fios enfraquecem. Acontece com quem é vegano ou faz dietas muito restritivas. Nesse caso, a suplementação é obrigatória. “O BCAA é precursor da proteína e contribui bastante para quem sofre com queda; o whey protein dá um bom suporte para o couro cabeludo; já o trio biotina, cistina e cisteína pode prevenir o mal”, explica o dermatologista Alberto Cordeiro, de São Paulo. Antes de ir às compras, porém, consulte um médico.

4. Manter o corpo são e a mente sã

Há fortes indícios de que o stress seja uma possível causa de queda acentuada. Portanto, noites bem dormidas, exercícios regulares e meditação são algumas das formas (nada ruins, diga-se de passagem) de manter o bom nível hormonal, essencial para qualquer função do organismo. “Estas atividades promovem a produção satisfatória de GH e a manutenção do nível ideal de cortisol, o que faz com que o folículo capilar se mantenha ativo por mais tempo. Há ainda menos produção de radicais livres, ou seja, garantia de menor envelhecimento capilar”, conta Alberto Cordeiro.

5. Reeducar seus hábitos alimentares

Comer bem é regra número 1 para quem quer um look de sereia. Anote aí alguns dos nutrientes essenciais para o crescimento e desenvolvimento dos fios, segundo a nutricionista Mariéllen Emidio Figueroa, do Kurotel, de Gramado (RS):

  • vitamina A, presente no atum, no leite e na gema de ovo, que auxilia na produção de colágeno e protege o cabelo dos danos capilares oxidativos;

  • a vitamina C da acerola, kiwi, laranja e brócolis, que atua como excelente antioxidante combatendo os radicais livres;

  • as vitaminas do complexo B (cereais integrais, castanhas e banana), que agem como antioxidante e contribuem para a formação e crescimento de células novas;

  • zinco (frutos do mar e carnes vermelhas);

  • fontes de biotina: frango, gema de ovo, soja, amendoim, germe de trigo e levedura de cerveja.

6. Apostar em chás e infusões

Abra mão do café e invista mais em chás! Especialmente o verde e o de urtiga, que contém ingredientes que inibem a conversão de testosterona em dihidrotestosterona (DHT), um composto ligado à calvície. Já a tanchagem é rica em aucubina, uma substância com efeito anti-inflamatório e anti-microbiano, e alantoína, que ajuda na regeneração capilar.

O chapéu-de-couro é rico em minerais e antioxidantes, e ainda exerce função adstringente, o que minimiza a oleosidade e contribui na prevenção da queda de cabelo. Por fim, a alfavaca tem ação anti-fúngica. Eis uma receita infalível criada por Marcieli Pereira Bandeira, nutricionista do Lapinha Spa, no Paraná:

Misture uma colher de sobremesa de cada uma das seguintes ervas desidratadas: alfavaca, tanchagem e chapéu-de-couro. Coloque um litro de água para ferver. Assim que levantar ebulição, adicione as ervas à água. Desligue o fogo, deixe em infusão, espere que fique frio, coe e tome de duas a três xícaras por dia.

Conteúdo Boa Forma

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O açúcar de coco

Conteúdo original Mais Equilíbrio

Muitos adoçantes, principalmente os químicos, contêm substâncias extremamente prejudiciais à saúde, que podem até provocar câncer na bexiga. Uma ótima e natural alternativa para esse problema é o novato açúcar de coco. Ele promete adoçar tudo, com gosto semelhante ao açúcar mascavo, porém muito mais benéfico.

Reprodução Mais Equilíbrio

Proveniente da seiva de flores em botão do coqueiro, esse açúcar inovador tem índice glicêmico de 35%, segundo estudo realizado pelo Instituto Filipino de Pesquisas Nutricionais e Alimentares – para efeitos de comparação, considere que o mel possui esse índice em 55% e o açúcar refinado em 68%.

Esse número inferior significa que o açúcar de coco é absorvido pelo corpo de forma mais lenta, provocando menos picos de insulina e, por isso, é mais indicado para pessoas portadoras de diabetes. Além disso, como não excede a capacidade de processamento feito pela insulina, não fica armazenado nas gordurinhas, ao contrário da maioria dos alimentos refinados.

Além de ser ótimo substituto para os adoçantes sintéticos, o açúcar proveniente do coco possui vitaminas do complexo B, potássio, magnésio, ferro e zinco. Essas substâncias melhoram o funcionamento do fígado, circulação sanguínea e tecidos, além de prevenir envelhecimento e diabetes, aumentar a disposição, a imunidade e a cicatrização.

Qual a dosagem indicada?

Como utilizá-lo? Exatamente como o açúcar refinado comum! O açúcar de coco pode servir para adoçar alimentos e bebidas – como sucos, chás, iogurtes, etc. – na mesma medida que o açúcar branco. Ele também pode ser aquecido e utilizado em receitas assadas, como bolos, pudins e doces, da mesma forma que o tradicional.

Mas não acredite que todas essas vantagens podem encobrir os males do excesso. Assim como o açúcar refinado e os adoçantes, o consumo deve ser moderado e associado a uma alimentação balanceada.

Alimentos que podem substituir o feijão

Conteúdo original Minha Vida

O feijão é um dos principais alimentos consumidos pelos brasileiros. Não é a toa, ele é rico em nutrientes essenciais, como vitaminas ( a maior parte de complexo B ), ferro, cálcio, zinco, magnésio, que estão presentes em quantidades que podem substituir os produtos animais, de acordo com a nutricionista Andréa Marim, especialista em nutrição clínica.

Além disso, a mistura arroz com feijão traz uma combinação que une todos os aminoácidos essenciais, ou seja, aqueles que não produzimos em nosso organismo e precisamos obter na alimentação, como lembra a nutróloga Sandra Lúcia Fernandes, da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN).

Apesar de ser um alimento muito popular no Brasil e conter muitos nutrientes, é bem verdade que o preço do feijão não está dos mais convidativos. Por isso, selecionamos uma lista de alimentos com alto potencial nutricional para que você tenha outras opções para levar para a casa sem descuidar da saúde.

Alimentos parecidos com o feijão

As leguminosas estão entre as opções de alimentos que podem substituir o feijão. O grão-de-bico é um alimento rico em fibras, triptofano, substância que aumenta a produção de serotonina. Além disso, assim como o feijão o grão-de-bico é rico em ferro.

A lentilha também é uma boa escolha para substituir o feijão entre as leguminosas. ela é composta por carboidratos complexos, fibras, cálcio, ácido fólico, vitamina B6, magnésio, ferro, e triptofano.

No entanto, a nutróloga Sandra Fernandes lembra que misturar essas outras leguminosas com arroz não traz um casamento proteico tão completo como o feijão, mas a substituição ainda é válida.

Alimento com os nutrientes do feijão

Além das leguminosas, existem outras opções de alimentos que podem se assemelhar ao feijão em relação aos nutrientes.

Ferro

O ferro é um dos nutrientes carro-chefe do feijão, e pode ser encontrado em alguns alimentos estratégicos: “gema de ovo, cereais, lentilha, espinafre, carnes, peixes e vegetais verdes”, lista lembra a nutricionista funcional Regina Moraes Teixeira, especialista em reeducação alimentar.

O ferro é muito importante para a formação da hemoglobina, substância que dá a coloração avermelhada às hemácias e ajuda no transporte de células e oxigênio por todo o corpo, fazendo com que todo o organismo funcione corretamente. Sua ausência é a principal causa de anemia.

Proteínas vegetais

As proteínas vegetais não são encontradas apenas na mistura arroz com feijão. A soja e seus derivados, as oleaginosas (como amendoim, gergelim e castanhas), cereais integrais (como quinoa e aveia), vegetais (como brócolis, vegetais verde escuros, abacate, coco, batata), algas e cogumelos são alguns exemplos de alimentos que contém proteínas.

“Os cogumelos possuem quantidade de proteína e nutrientes que podem ser comparadas às da carne e do leite”, ressalta a nutricionista Andréa. Já algumas algas podem ter o dobro de proteínas do que alguns cortes de carne, como a alga nori.

Essas proteínas são importantes para a formação do organismo, já que servem como matéria prima para a construção de todas as estruturas do corpo.

Fibras

Alimentos de origem vegetal são ricos em fibras. “Frutas com bagaço, verduras, legumes, farinhas (como a de linhaça, banana verde, etc), chia, quinoa são os principais exemplos”, enumera Regina Teixeira.

As fibras ajudam a melhorar o trânsito intestinal e também desaceleram a digestão do açúcar e do colesterol nos alimentos, ajudando na prevenção de doenças como o diabetes e colesterol alto. Além disso, elas ajudam a ter mais saciedade.

Zinco

Existem diversos alimentos que contém tanto ou mais zinco do que o feijão: ostras, camarão, carne de vaca, frango e de peixe, fígado são alguns deles. Para quem prefere itens vegetais, o gérmen de trigo, grãos integrais, castanhas, cereais, legumes e tubérculos também contém boas quantidades do mineral.

O zinco atua em diversas frentes no corpo humano: “ele colabora para produção dos cabelos e também na defesa do corpo, já que os leucócitos precisam deste mineral”, explica a nutróloga Sandra. 

Magnésio

O magnésio está presente em diversos alimentos, como castanhas, semente de linhaça, banana, abacate, figo seco, milho, grãos integrais, cacau, soja e alcachofra. Mas de acordo com a nutricionista Regina, os mais ricos nesse nutriente e que chegam a superar o feijão são as sementes de abóbora e girassol e as frutas secas.

O magnésio é um nutriente importante para a contração e relaxamento muscular, produção e transporte de energia e produção de proteínas.

Ácido fólico (vitamina B9)
O ácido fólico está presente em diversos alimentos de origem animal e vegetal. Os destaques são as verduras verde escuras, como o espinafre e o brócolis, nozes e a carne do fígado.

A vitamina B9 é muito importante na gravidez, já que previne malformações do tubo neural do feto, principalmente quando consumida no primeiro trimestre. “O ácido fólico também é extremamente importante para formação do DNA e RNA, formação genética que serve como produção de células novas e na formação dos glóbulos vermelhos”, considera Regina.

Saiba quais alimentos devem ser consumidos crus

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Incluir verduras e legumes nas refeições é um dos pilares para ter uma alimentação saudável. No entanto, você já prestou atenção na forma como consome esses alimentos? O que acontece é que existem alguns alimentos que quando cozidos, fritos ou refogados perdem consideravelmente suas propriedades nutricionais.

De acordo com a nutricionista Flávia Vicentini, ao colocar legumes para cozinhar em água fria, 35% dos carboidratos, vitaminas e minerais se transferem para ela. “Até mesmo o aquecimento de verduras e legumes em fornos de microondas acarreta em alguma perda de nutrientes”, diz.

Para tirar melhor proveito das suas refeições saiba quais itens é melhor consumir in natura.:

Couve-flor

Fonte de vitaminas A e C, rica em clorofila e glicosinolatos. Se a couve-flor for cozida em grande quantidade de água ela pode perder até 40% de seus nutrientes. Ao levá-la ao forno, perde-se zinco, ferro, cálcio e glicosinolatos.

Cenoura

Rica em sódio, potássio, carboidratos, vitaminas A e C, a cenoura sofre uma perda de 10% a 50% da vitamina C se levada ao fogo com água. Na versão assada, minerais como sódio e potássio são reduzidos.

Beterraba

Ao ser levada ao fogo com água ele perde potássio e pode elevar o índice glicêmico ao ser consumida. Já assada, há perda de minerais como ferro, vitaminas C e B e ácido fólico. No entanto, nesta versão, há uma melhora na absorção da vitamina A.

Brócolis

Fonte de vitaminas A e C e antioxidantes. Possui uma grande quantidade de vitaminas do complexo B, enxofre, cálcio, ferro, zinco, ácido fólico e potássio. Mesmo sendo rico em nutrientes há uma elevada perda das vitaminas se ele for cozido. Preparado no vapor as propriedades nutritivas e antioxidantes são mantidas. Assado, o brócolis perde minerais como ferro, cálcio e enxofre

Alho

O alho cozido perde suas propriedades, por isso, sempre consuma o alho in natura. Escolha cabeças de alho redondas e cheias – evite aquelas com dentes soltos, moles ou murchos. A parte exterior deve estar intacta e sem manchas. Procure comprar a quantia suficiente para uma semana, e não mais do que isso.

Agrião

Segundo um estudo publicado no British Journal of Clinical Pharmacology, o agrião tem múltiplos benefícios vasculares, como a redução da pressão arterial, pois ajuda a mantê-la saudável, sendo vantajoso para pessoas que costumam ter uma dieta pobre em cálcio, magnésio e potássio. É importante destacar que isso só é possível se for ingerido in natura, e não através de suplementos.

Aspargos

Uma dica importante de preparo é não cozinhar o vegetal em panela de ferro, uma vez que os taninos presentes reagem com o ferro e os talos perdem a cor e as propriedades nutritivas

Receita: Hambúguer de Brócolis (vegetariano)

Nós amamos invenções criativas e inovações na cozinha que agregam muuuito valor na nossa vida equilibrada. E quem diria que hoje em dia seria possível degustar um hambúrguer sem qualquer tipo de carne, de vegetal e extremamente saboroso e nutritivo?! Se você tem criança em casa, ou aquele adulto meio sem vergonha mesmo, que faz careta para comer verdinhos, seus problemas acabaram! Esse hambúrguer de brócolis vai salvar suas refeições do mimimi 😉

Ele pode ser servido como acompanhamento a proteína (carnes, frangos e peixes), com uma boa salada ou mesmo ser a estrela do prato, se você for vegetariano. É excelente para a refeição das crianças e uma ótima maneira de inserir alimentos saudáveis de forma criativa.

O Brócolis é uma rica fonte de Vitamina C, fibras alimentares, beta-caroteno e proteína. Além disso é rico em vários minerais tais como o magnésio, cálcio, ferro, zinco e é um alimento com baixo teor calórico: fornece apenas 35 calorias por 100 gramas de sua porção. Convencemos?! Agora vamos ao que interessa:

Hambúguer de Brócolis

Receita compartilhada pelo instaperfil @Bem_estaresaude

Reprodução Instagram
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  • 1 brócolis grande
  • 1 ovo grande
  • ½ cebola
  • 2 colheres de chá de alho picado
  • ⅓ xícara de queijo parmesão ralado
  • ⅓ xícara de farinha de amêndoas (pode ser farinha de aveia)
  • 1 colher de chá de sal
  • ¼ colher de chá de pimenta preta
  • Azeite para pincelar. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

Pique o brócolis em floretes e pique também o caule separadamente. Coloque o brócolis e o caule em um processador de alimentos e pulse algumas vezes até que o brócolis seja totalmente picado. Adicione os ovos, a cebola, o alho, a farinha e o parmesão. Pulse novamente até misturar bem (cerca de 5 segundos de pulsos). Acrescente o sal e a pimenta na mistura.

Molde em forma de hambúrgueres e coloque em uma forma, com uma distância entre um e outro. Pincele com azeite e leve ao forno pré-aquecido. Se a forma não for antiaderente, forre-a com papel manteiga. Asse por 12-15 minutos de cada lado até dourar. Prontinho, é só saborear!

Melancia é aliada dos músculos e ajuda na hidratação

Conteúdo original de Minha Vida
Artigo  da nutricionista Patricia Bertolucci – CRN 5984/SP

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A Melancia apresenta uma boa fonte de vitaminas A, B6, C, potássio e fitoquímicos importantes como o licopeno e a citrulina.

A cor avermelhada da polpa da melancia tem grande concentração de um poderoso antioxidante chamado licopeno, que neutraliza os radicais livres (substâncias nocivas ao corpo e os grandes responsáveis pelo envelhecimento da pele e aparecimento de diversos tipos de câncer).

Além disso, a melancia também contém quantidades moderadas de potássio, um mineral essencial para o bom funcionamento de todas as células do corpo, órgãos e tecidos. Outro fitoquímico importante presente na melancia é chamado citrulina que é convertida em arginina, um aminoácido importante na entrega de nutrientes para o músculo.

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A quantidade de vitamina B6 (piridoxina) presente na melancia é significativa e contribui no mecanismo de geração de energia do corpo e regulação do sistema nervoso. Uma deficiência desta vitamina pode causar dificuldades para dormir e para aprender.

O gosto adocicado da melancia vem da frutose, açúcar natural fonte de carboidrato que funciona no organismo como um estoque de energia, ajudando no ótimo funcionamento do cérebro, nervos, medula óssea e nos glóbulos vermelhos. Também é importante na hidratação corporal, já que é composta por aproximadamente 93% de água.

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Além dos benefícios da melancia, as sementes da fruta também não devem ser desprezadas, pois apresentam propriedades nutricionais que fazem bem para a saúde. Elas são ricas em zinco, mineral que ajuda a aumentar a imunidade do organismo e em ácidos graxos, que contribuem para o bom funcionamento do metabolismo regulando os hormônios.

Comer melancia é uma ótima forma de conseguir estas vitaminas de uma forma natural. Não existe informação sobre a quantidade diária recomendada de melancia. No entanto, sabemos que é importante fazer um rodízio, variando o consumo de frutas diariamente.

Como consumir a melancia

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A melancia pode ser consumida de várias maneiras, seja ao natural, em forma de suco, espetinho de frutas, acrescentada na salada de frutas ou pode fazer parte de uma salada com folhas verdes e um molho de hortelã e nozes, por exemplo. Além disso, sua semente pode ser torrada e consumida como aperitivo.

Mito da melancia

Não existem alimentos exclusivamente indigestos para todas as pessoas. Cada indivíduo é mais sensível a esse ou aquele ingrediente. No entanto, a melancia tem fama injusta de indigesta. A impressão de que a fruta causa má digestão vem dos movimentos intestinais que ela causa em função de suas fibras insolúveis. Na verdade, a digestão da melancia é fácil, já que ela é composta basicamente por água.

*Artigo elaborado com a colaboração da nutricionista Paula Crook, da Patrícia Bertolucci Consultoria em Nutrição.

Grão-de-bico: saiba quais são as vantagens de inseri-lo na sua alimentação

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Você é daquelas(es) que não abre mão do trivial arroz com feijão quase todos os dias nas refeições? Ou então não se arrisca a experimentar saladas muito diferentes das já conhecidas folhas verdes? Fique sabendo que o seu corpo perde muito em não desfrutar dos nutrientes de fontes variadas como, por exemplo, o grão de bico. Ele pode ser um excelente substituto para o feijãozinho e compor saladas e acompanhamentos deliciosos no dia-a-dia.

O grão-de-bico é uma leguminosa poderosa quando o assunto é nutrição e bem-estar. Ele atua no combate ao colesterol, na estabilização do açúcar no sangue, além de ser fonte de ferro, magnésio e uma importante fonte de proteína vegetal.

Assim como o feijão, o grão-de-bico é rico em fibras solúveis e insolúveis. Na prática, isso significa que suas propriedades impedem a elevação rápida dos níveis de açúcar após a refeição, sendo um aliado à quem faz controle de diabetes, sofre com resistência à insulina ou hipoglicemia. Essa característica também ajuda na prevenção contra a constipação intestinal, facilitando a digestão dos alimentos, e doenças como síndrome do intestino irritável e diverticulose.

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Seu aporte de ferro proporciona aumento de energia, repõe os índices deficientes combatendo a anemia, e mantém o estoque dessa substância naqueles que não consomem carne vermelha, praticam atividade física regularmente e durante a menstruação.

O grão-de-bico ainda é rico em proteína, fornecendo elevados compostos orgânicos que, quando aliado a cereais, como o arroz, pode ser comparado aos alimentos à base de leite devido a qualidade nutricional. Além de conter também magnésio (contribui com a ação antioxidante), vitaminas do complexo B, cálcio, triptofano (responsável pela produção de serotonina, que promove a sensação de bem-estar e satisfação), potássio (regula pressão arterial) e zinco (cicatrização e fortalecimento do sistema imunológico).