Receita: Talharim de repolho

Receita de Nathália Araujo do Cozinha Fit e Fat
Rendimento: Serve 2 pessoas

  • ½ repolho
  • ½ cebola picada
  • 2 dentes de alho picados
  • 1 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • ½ xícara de leite de coco
  • 1 xícara de molho caseiro de tomate
  • Salsa fresca picada, sal rosa e pimenta-do-reino a gosto


  1. Doure a cebola e o alho no azeite.
  2. Corte o repolho em fatias (o resultado final são as tiras de repolho) com a largura parecida com a do talharim.
  3. Refogue o repolho e adicione o leite de coco, molho de tomate e temperos.
  4. Deixe cozinhar, mexendo de vez em quando, até que o repolho amoleça levemente, tipo al dente.
  5. SIRVA e seja feliz! 😉

A gente aprende…

Quer ter uma alimentação vegana gastando pouco? Siga estas dicas

Conteúdo original Boa Forma

No início de agosto, o texto “Como é ser vegana e favelada” viralizou nas redes sociais – foram quase 400 compartilhamentos só no Facebook. Ele é de autoria da carioca Thallita Xavier, que publicou a reflexão em seu blog, Sim, sou vegana e feminista preta!. Na visão dela, a ideia de que o veganismo é caro se confunde com o fato de ele ser elitista.

A nutricionista Alessandra Luglio, diretora do Departamento de Saúde e Nutrição da Sociedade Vegetariana Brasileira, divulgou o post de Thallita em sua página no Facebook. Segundo ela, é possível, sim, seguir uma dieta livre de ingredientes de origem animal sem gastar muito. “São os alimentos mais simples e baratos que existem. Não precisa comprar produtos veganos que estão no mercado e que são mais caros”, comenta.

Se você está pensando em excluir do cardápio carnes, leite, queijos, ovos e mel, por exemplo, mas tem medo de aumentar seus gastos, não desista dessa ideia. O processo de se tornar vegana (pelo menos na alimentação) não é fácil – requer alterações profundas de mentalidade, organização e até de paladar. Mas, quando incorporadas, essas mudanças prometem fazer você economizar. Sério!

A seguir, confira dicas práticas de Alessandra Luglio e da chef Luna Passeri, professora de gastronomia do Namu Cursos, para adotar o veganismo sem ter que se preocupar com sua conta bancária:

1. Tenha certeza de que você quer ser vegana

 

Uma vez que você se propõe a seguir uma dieta diferente, precisa se informar muito sobre ela e estar aberta a modificar seus hábitos alimentares. “É importante entender que a estrela principal do prato serão os legumes, e não mais a proteína animal”, observa Luna.

2.  Aprenda a cozinhar

Se você é do time que diz não saber cozinhar, hora de virar a casaca. Exatamente porque as opções de restaurantes e produtos prontos ainda são poucas (e, por isso, custam muito), é fundamental adquirir habilidades culinárias. “O queijo vegano, por exemplo é supercaro. E, com pouco dinheiro, dá para comprar os ingredientes e fazer um monte em casa”, destaca a chef.

3. Aposte nos alimentos certos

Seu menu básico do dia a dia é o combo arroz, feijão, carne e salada? Saiba que, para dar certo no veganismo, é muito importante variar o cardápio. E, para isso, não é preciso gastar muito – só incluir no menu alimentos diferentes. Entre os ingredientes que não podem faltar estão as leguminosas, que vão muito além do feijão. “Tem que ter, todos os dias, uma quantidade razoável. Pode ser lentilha, ervilha, grão-de-bico…”, exemplifica Luna. Esse grupo alimentar é fonte de nutrientes como proteína, ferro e cálcio.

Verduras verde-escuras – caso de couve, escarola, espinafre – também precisam marcar mais presença no seu prato. “Elas têm um aporte significativo de cálcio e ferro”, diz a nutricionista Alessandra Luglio.

As sementes (de linhaça, girassol, gergelim…) são versáteis e fontes baratas de gorduras boas. “É muito mais acessível consumir ômega-3 pela linhaça do que pelo peixe”, pontua Alessandra.

Comer grande variedade de frutas e legumes também é fundamental. Para economizar, vale ficar de olho na época em que eles estão melhores para o consumo. Nesses períodos, a tendência é que os preços diminuam.

4. Conheça os locais com os melhores preços

Nem sempre a feira ou o supermercado ao lado da sua casa são ideais para comprar seus alimentos. Informe-se sobre os lugares que oferecem bons preços e até se há um dia na semana em que determinados alimentos estejam em promoção. Em São Paulo, por exemplo, a Zona Cerealista é ótima para adquirir castanhas e cereais por preços bem mais amigos.

5. Use a criatividade

“Ninguém consegue sustentar uma dieta vegana sem graça por muito tempo”, garante Luna Passeri. Daí porque é interessante pensar em preparações que não sejam só nutricionalmente completas mas apetitosas também. “Uma feijoada de legumes, por exemplo, é um prato legal e barato”, sugere a professora do Namu Cursos.

6. Planeje-se

Por haver menos opções de alimentos prontos e lugares onde comer, planejamento é tudo na vida de uma vegana. “Pegue um dia para fazer a marmita da semana toda”, propõe Luna. “Se vai comer na rua, pesquisa opções boas de restaurantes. Caso contrário, você fica muito solta e sempre vai acabar comendo arroz, feijão, alface e macarrão”, diz.

Receita: Chá cremoso de canela

Receita Cozinha da Maria

  • 1 xícara de leite (de sua preferência)
  • 1/2 colher de chá de canela em pó
  • 1/2 colher de chá de gengibre em pó
  • Mel para adoçar
  1. Aqueça o leite em uma panela pequena.
  2. Quando estiver quente, mas sem levantar fervura, adicione todos os ingredientes e mexa bem.
  3. Quando levantar fervura, desligue o fogo e sirva em seguida.

Festival Vegano de Inverno em São Paulo

Última chamada para quem não quer perder mais uma edição gratuita do Festival Vegano de Inverno, que está acontecendo hoje e termina amanhã (domingo) em São Paulo.

O evento é na Vila Mariana, no espaço Vegan Park, e está regado a comidinhas quentes e lanches, bebidas e música ao vivo. Conta também com espaço kids na faixa e os pets são aceitos com todo o amor e carinho.

Hoje (sábado), o festival vai até às 22h. No domingo começa às 12h e encerra às 21h.

O local tem acessibilidade, bicicletário próprio (dá para ir de bike) e estacionamentos próximos. O endereço do Vegan Park é Av. Conselheiro Rodrigues Alves, 83, na Vila Mariana, nas proximidades do Metrô Ana Rosa. A entrada, vale lembrar, é gratuita!

Melatonina: para que serve, benefícios para o sono e efeitos colaterais

Conteúdo original Mais Equilíbrio

Melatonina é um hormônio produzido naturalmente pelo corpo humano e uma de suas funções básicas é a indução ao sono. Ela está relacionada com a regulação do metabolismo ao longo do dia, o que inclui os períodos em que a pessoa está dormindo ou acordada.

Sua ação de indução do sono fez com que indústrias farmacêuticas lançassem sua versão sintética, amplamente vendida como suplemento em outros países, como Estados Unidos e Europa.

A melatonina não tem sua venda liberada no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). No entanto, ela pode ser importada se você tiver uma receita médica. Além disso, o produto tópico feito em farmácias de manipulação já foi liberado para comercialização com receita médica.

Para que serve a melatonina produzida no corpo

A melatonina é um hormônio ligado ao ciclo circadiano, ou seja, a forma como o organismo organiza suas funções quando estamos acordados e durante o sono. A substância começa a ser produzida na glândula pineal quando o dia escurece, para ajudar o organismo se preparar para dormir. Ela atinge seu nível máximo quando estamos dormindo. Com o nascer do sol e a volta da claridade, a glândula reduz a produção de melatonina, o que sinaliza que é o momento de acordar.

Por regular as funções do sono em todo o organismo, a maior parte dos órgãos possuem receptores para ela. Portanto, é bem possível que ela atue no organismo de formas variadas, ainda desconhecidas pelos médicos. Acredita-se que ela também tenha funções de regeneração celular e também ajude a combater inflamações no organismo.

Como hoje temos cada vez mais estímulos luminosos mesmo durante a noite, com a televisão, computadores e o uso constante do celular, algumas pessoas podem ter uma produção menor ou mais irregular da melatonina.

Alguns fatores costumam influenciar na produção de melatonina são:

  • Idade
  • Exposição a fontes de luz
  • Alguns medicamentos
  • Cegueira.

Indicações da suplementação de melatonina

Como a melatonina é um hormônio relacionado ao ciclo do sono, hoje essa substância é indicada para quem tem dificuldade de começar a dormir, de manter o sono ou de ter um descanso de qualidade durante a noite. Isso inclui as seguintes pessoas:

  • Idosos, que costumam ter a melatonina mais baixa naturalmente
  • Pessoas que trabalham em turnos noturnos e precisam dormir durante o dia
  • Vespertinos, ou seja, pessoas que só conseguem dormir e acordar mais tarde
  • Viajantes que precisam se recuperar do jet lag ou querem prevenir esse problema com os fusos horários

  • Pessoas com alguns graus de cegueira, que devido à má percepção de luminosidade têm dificuldades em produzir o hormônio.

Receita: ‘Omelete’ de grão de bico sem ovo

Receita de Food Network Brasil

  • 3/4 de xícara de chá de grão de bico
  • 1 colher de sopa de azeite
  • 2 colheres de sopa de água
  • 3 dentes de alho
  • 3 colheres de sopa de polvilho doce
  • 1 pitada de açafrão

  1. Bata tudo no liquidificador até obter uma massa homogênea.
  2. Aqueça uma frigideira e unte-a com azeite, o suficiente para não grudar.
  3. Despeje a massa na frigideira.
  4. Acrescente um recheio a gosto, aqui foi usado queijo parmesão, tomate cereja e hortelã.
  5. Deixe dourar, dobre ao meio e sirva!