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Desafio dos 30 dias de Gratidão

Desafio dos 30 dias de Gratidão

Recentemente a rede de presentes criativos Uatt? lançou uma campanha de inspiração super bacana que consideramos valer a pena ser compartilhada: é o desafio dos 30 dias de gratidão.

Segundo a própria definição da marca,

GRATIDÃO é um sentimento, na verdade uma atitude simples de reconhecimento. É um ato super positivo, que foca a sua atenção nas coisas boas que a vida te dá todos os dias. Ela não exige muito, só concentração e que VOCÊ pratique. Sim, sozinho.

A verdade é que todos somos gratos a alguma coisa, mesmo que seja mínima, ao longo do dia, não é?! Ter saúde e um corpo que funciona perfeitamente em suas funções é extraordinário! Imagine uma vida sem poder realizar aquilo que você mais gosta.

Muitos acreditam que a gratidão é uma espécie de canal, uma frequência, que quando em sintonia multiplica-se ainda mais no bem e na positividade. Já parou para pensar nisso?! Em agradecer o que lhe acontece durante a rotina ou mesmo àquelas pessoas que tornam a sua vida melhor?!

Se você tem vontade de inserir essa atitude na sua vida, não sabe bem por onde ou como começar, ou não é muito bom em se expressar, a planilha da gratidão pode ajudar (e muito!). Basta dedicar um minutinho do seu dia para preencher um quadradinho com o motivo pelo qual você é grato(a). Após dos 30 dias, além de poder visualizar quantas coisas agradáveis lhe aconteceram, você poderá seguir sozinho (a), agradecendo a sua maneira e mantendo-se um pouco mais em harmonia, sem reclamar tanto (às vezes até do que nem tem tanta importância assim).

Vamos embarcar nessa ideia?! Para baixar a planilha, clique AQUI. #GratidãoMudaTudo

*Não se trata de campanha paga, nem publipost, apenas a disseminação de uma ideia que o blog acredita.

Feliz Natal

Feliz Natal!

Que você possa celebrar com saúde, amor, prosperidade e união! Desejamos que nada lhe falte, seja material ou imaterial! Boas Festas!

 

Elas provam que você não deve invejar o corpo de outras mulheres

Conteúdo original Boa Forma

Você provavelmente já passou por isso: ao abrir seu Instagram, uma sequência de fotos de mulheres com um shape aparentemente perfeito passa por sua timeline: barriga chapada, bumbum sem celulite e pernas tonificadas. Se seu sentimento ao se deparar com imagens como essa é reclamar do seu corpo, é hora de rever sua atitude.

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A realidade da maioria desses cliques? Eles foram tirados em um ângulo favorável e com uma boa luz, criando a “imagem perfeita”. O que acontece e (quase) ninguém assumia até agora é que a imagem dessas mulheres se torna bem diferente segundos depois da foto, ao relaxarem o corpo.

Mas há algumas semanas uma fit girl mudou isso. A montagem de fotos em dois ângulos diferentes de Anna Victoria, criadora do programa de emagrecimento “Fit Body Guides”, mostrou como as gordurinhas do abdômen dela podem ficar mais aparentes, dependendo da sua postura ou posição.

Aproveitando a onda da atitude corajosa de Anna Victoria, selecionamos outras mulheres que também ilustram que o que é compartilhado nas redes sociais nem sempre é a realidade das pessoas na fotos:

1. @selfloveclubb

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“A mesma menina, no mesmo dia, ao mesmo tempo”, escreveu Milly Smith, que dedica a sua conta no Instagram para propagar o amor-próprio. Na legenda, ela mostra como peças de cintura alta podem mudar a aparência do corpo feminino na frente da câmera.

2. @emilyskyefit

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A modelo britânica Emily Skye compartilhou um clique do seu “filho de sobremesa”, como escreveu na legenda. Segundo ela, seu objetivo é mostrar aos seguidores que a perfeição não existe – o que é fácil de esquecer quando passamos tanto tempo em mídias sociais sendo bombardeadas por corpos que parecem perfeitos.

3. @fitlifelucy

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A fitgirl australiana Lucy Baker compartilhou um antes e depois curioso: sua barriga aumentou em vez de diminuir. Na legenda, ela conta que alguns alimentos a fazem inchar e sentir-se péssima sobre o seu corpo – mas que tem aprendido o que não deve comer e que para qualquer problema há solução!

4. @girlxfit

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A britânica Charlotte mostrou uma transformação corporal incrível em apenas 30 segundos: no clique da esquerda, ela flexionou os músculos do abdômen, dando a impressão de uma barriga mais definida.

5. @saggysara

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Sara Puhto compartilhou essas três fotos para mostrar como suas formas mudam em 24 horas – uma depois de um treino matinal, a segunda, após refeição natalina, e a terceira, após malhar de novo na manhã seguinte. “Eu só queria lembrar vocês de que é normal a sua barriga ficar maior após grandes refeições e que nossos corpos não permanecem os mesmos durante o dia todo”, escreveu na legenda.

6. @jenwiderstrom

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O clique da crossfiteira Jen Widerstrom mostra a clássica diferença do abdômen quando estamos de pé e sentamos. “Não se estresse com a forma do seu corpo em certas posições. Essas fotos foram tiradas com 2 minutos de diferença!”

De olho na gripe H1N1

É o assunto do momento e nada melhor do que a informação para sabermos como evitar e nos proteger da contaminação.

O texto é original da Erika Alk Blog, editado pelo blog que subtraiu alguns trechos, vale a pena ler e compartilhar:

O vírus da gripe H1N1 volta a ameaçar o Brasil e já está instalado em 11 Estados, principalmente São Paulo. De acordo com o Ministério da Saúde, o País registrou 305 casos da doença até 19 de março. Foram 46 mortes até a data, 10 a mais que no ano passado inteiro. A Região Sudeste concentra o maior número de casos (266), sendo 260 em SP. (…)

Este ano o vírus apareceu mais cedo, em março – ele é esperado normalmente para maio, junho e julho. Mas o que pode ter mudado o ciclo do H1N1? Esta é a pergunta que muitos profissionais de saúde estão fazendo no momento. Acredita-se que esta circulação precoce possa estar relacionada à forte temporada de influenza que ocorreu no hemisfério norte neste último inverno. De acordo com o secretário municipal da Saúde, Alexandre Padilha a antecipação do surto, que costuma ocorrer somente no inverno, está provavelmente relacionada a paulistas que viajaram ao hemisfério norte nos últimos meses, e trouxeram o vírus.

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“Nós e o governo do Estado já pedimos ao Ministério da Saúde a antecipação da campanha de vacinação, marcada inicialmente para o dia 30 de abril, mas isso vai depender de quando as vacinas serão finalizadas pelo Instituto Butantã”, declarou. Mas a explicação mais plausível ainda não foi determinada.

“O que sabemos há muito tempo é que o vírus influenza é sempre surpreendente e que nunca podemos saber com exatidão como será o comportamento dele a cada ano”, afirma a infectologista Rosana Richtmann, do Hospital e Maternidade Santa Joana.

O vírus H1N1 é do tipo influenza A, um dos causadores da gripe comum. É o mesmo responsável pela pandemia de gripe suína ocorrida em 2009. Só no Brasil, naquela época, foram 50 mil casos e mais de 2 mil pessoas morreram.

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Sintomas

Apesar das semelhanças com os sintomas iniciais da gripe comum – febre, tosse, coriza, dor de garganta, na cabeça e no corpo –, a H1N1 pode ser ainda mais perigosa. Segundo Richtmann, além dos sintomas normais de gripe, outra forma de apresentação do H1N1 mais grave é a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

“Ela é caracterizada por falta de ar, diminuição da saturação de oxigênio, desconforto respiratório, podendo evoluir para insuficiência respiratória, choque e até a morte.” Em alguns casos, também podem ocorrer vômitos e diarreia. Testes laboratoriais são capazes de identificar por qual tipo de vírus o paciente foi infectado. E ao primeiro sinal destes sintomas é muito importante que se procure um posto de saúde, hospital ou médico de sua confiança.

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Tratamento

O tratamento basicamente é realizado com um medicamento antiviral, de uso oral, por cinco dias. “Para ser efetivo, deve ser iniciado o mais precoce possível, preferentemente até 48h do início dos sintomas. Além do uso do antiviral, podemos prescrever sintomáticos, para aliviar os sintomas”, diz a infectologista.

A prevenção, contudo, é a maneira mais eficaz de combater a doença. “As medidas mais importantes são a higienização das mãos frequentemente, com água e sabão ou álcool gel”, recomenda Richtmann. Além disso, indica-se manter ambientes arejados e ventilados e evitar locais fechados com grande número de pessoas. Alimentação correta, ingestão de água e a prática de exercícios físicos também reduzem as chances de contrair o vírus.

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Vacinação

Outra forma efetiva de prevenção é o uso da vacina específica contra a gripe. Ela já está disponível na rede privada e, a partir de 30 de abril, está prevista para ser disponibilizada também na campanha do programa nacional de imunização, da rede pública.

O Ministério da Saúde, no entanto, vai permitir a antecipação da vacinação contra a doença, e os Estados interessados poderão começar a imunizar grupos considerados mais vulneráveis antes da campanha nacional. Em São Paulo, o primeiro lote está previsto para ser liberado nesta sexta-feira (dia 1º) e nos demais Estados, a partir de segunda (04 de abril).

Nas unidades públicas de saúde, a vacina é destinada a alguns grupos prioritários: crianças de 6 meses a 5 anos, gestantes, idosos, profissionais da saúde, povos indígenas e pessoas portadoras de doenças crônicas e outras que comprometam a imunidade.

Tanto a vacina das clínicas privadas quanto a da campanha governamental previne o H1N1, além de outros dois tipos de influenza (H3N2 e influenza B). “Estima-se que o tempo de proteção conferido pela vacina seja de um ano, porém essa resposta pode variar, conforme o tipo de paciente, idade e hábitos”, afirma Rosana Richtmann.

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São Paulo

A cidade de São Paulo já registrou oito mortes e 66 casos confirmados de gripe H1N1 somente em 2016, informou na segunda-feira (28/03) o secretário de Saúde Alexandre Padilha. No mesmo período de 2015, foram contabilizados 12 casos e nenhum óbito. A vacina já foi antecipada, com lotes do ano passado, na região noroeste do Estado. Já são 16 mortes causadas pelo vírus este ano na área.

O governo também negocia adiantar a compra da nova vacina, da fabricante francesa Sanofi Pasteur. Há relatos da falta do medicamento Tamiflu, fabricado pelo laboratório Roche, usado para combater a gripe, nas farmácias. Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), não há qualquer restrição por parte da agência na comercialização do Tamiflu. Mas tome apenas quando indicado pelo médio!

Fontes: Agências Nacionais de Saúde e IgSãoPaulo  | Fotos: Google FreeShare

Felicidade express: truques para levantar o astral em 30 segundos

Conteúdo original El País

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Todos temos nossos dias ruins. Portanto, saber como se animar é importante. Escolher o momento de meditar na montanha ou suar numa corrida não são uma boa opção, é melhor descobrir truques simples para levantar o astral sem a ajuda de ninguém. A boa notícia é que poucos segundos podem mudar tudo, até mesmo nosso humor.

A médica norte-americana Jill Bolte dedicou toda sua carreira ao estudo da doença mental e como isso se reflete no cérebro. Em 1996, a própria neuroanatomista sofreu um derrame grave que a levou a se aprofundar ainda mais na autoconsciência. Chegou à conclusão que cada um de nós tem “o poder de escolher a cada momento quem é e como quer ser no mundo”. Bolte aconselha “virar à direita do hemisfério esquerdo e, simplesmente, sentir”, já que as emoções “vão passar sozinhas”. Especificamente, chegou a quantificar o tempo das emoções em 90 segundos, período de duração de uma exaltação.

Embora seja reconfortante saber que seja uma questão mental, o que podemos fazer quando não dispomos sequer de um minuto e meio para mudar o chip? Como enfrentar os fantasmas de nosso próprio cérebro quando este se torna nosso inimigo? Aqui estão algumas dicas para levantar o astral e se transformar nesse autocheerleadertão necessário quanto eficaz.

1. Sorrir

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É tão simples quanto mover os músculos da boca para cima. O Aurélio define o termo assim: “Rir sem gargalhada, fazendo apenas um pequeno movimento com os lábios”. Vale a pena tentar, porque a postura influencia diretamente a emoção. Foi uma das suposições de Charles Darwin e, posteriormente, endossada por eminentes psicólogos da Universidade Harvard como William James, que chegou a afirmar que “se a pessoa não expressa emoção, não consegue senti-la”. É o que se chama de feedback facial, segundo o qual “as expressões faciais estão conectadas com o que sentimos”.

2. Contar uma piada sobre sua tragédia

Funciona porque facilita a mudança de atitude. A ideia foi proposta na Terapia Racional Emotiva, de Albert Ellis. Esse psicólogo norte-americano, considerado um dos mais influentes da história, propôs algumas técnicas terapêuticas em sua época que continuam muito atuais e que fazem uso de piadas e hipérboles como fórmula “aniquiladora de bobeiras”. Nada como exagerar as próprias misérias e verbalizá-las para que se perceba o quão ridículas são. Com essa fórmula, podemos ter pensamentos catastróficos tais como: “É terrível”, “Ai meu Deus” ou “Não posso continuar assim”.

3. Enviar um emoticon para um amigo

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Ou uma foto que ele goste, um link para uma música, um simples “olá, o que você está fazendo?”. A solidão, às vezes tão necessária, também nos coloca para baixo, de acordo com vários estudos. Portanto, uma forma de combater a infelicidade é socializar. Se não temos à mão o nosso melhor amigo, sempre é possível usar a tecnologia. Nem tudo resulta num mau uso de nossos gadgets.

4. Dar o lugar no metrô

Dar um passo além do social e se mostrar útil tem um efeito muito positivo sobre os outros, mas também em nós mesmos. Na verdade, vamos nos tornar mais felizes do que sendo hedonistas, como expressaram vários psicólogos norte-americanos em um artigo na revista Journal of Research in Personality. Seus dados coincidem com alguns preceitos da Psicologia Política, segundo a qual estar envolvido nas próprias crenças aumenta o bem-estar. Aqui seria necessário dar um passo além e ultrapassar os 30 segundos, para se envolver com uma ONG ou um partido político com ideias afins. Os ativistas, de acordo com os testes citados, relatam sentir uma maior vitalidade do que aqueles que não assumem compromissos idealistas.

5. Comer doces

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Embora este conselho deva ser avaliado com cuidado caso você tenha tendência a hábitos compulsivos, há uma razão emocional para comer ou para devorar doces. Ouve-se muito a questão de “comer por ansiedade ou ansiedade por comer”, sem saber muito bem quem vem antes, o ovo ou a galinha. Embora a ingestão excessiva de comida seja um sintoma de que algo está errado, uma das razões pelas quais comemos sem fome é que, enquanto fazemos isso, não ficamos ansiosos. Por definição, comer é uma resposta antagônica da ansiedade, como o próprio sexo. Essa é a explicação do professor de psicologia Antonio Cano Vindel, presidente da Sociedade Espanhola para o Estudo da Ansiedade e do Estresse (SEAS). Adotando esse conselho com cautela, um docinho de vez em quando pode muito bem poupar-nos de algum desgosto em alguns momentos. Já o orgasmo demora um pouco mais…

6. Comprar de mentirinha na Internet

É um dos grandes clichês consumistas, mas existem poucas coisas tão eficazes para levantar o astral. Até que ponto o mito das compras é sustentado cientificamente? Estudos sobre a psicologia do varejo são quase infinitos, e sabemos que os norte-americanos, por exemplo, passam até seis horas por semana comprando. Embora a etiologia da compra compulsiva não esteja totalmente clara, os estudiosos do assunto a relacionam com a dopamina; e neurocientistas como Olsen descobriram em 2011 que fazer compras ativa as mesmas regiões cerebrais que as drogas. Como aplicar esses preceitos para nos sentir bem, sem cair na ruína da compra por impulso? Tão simples quanto realizar uma compra on-line e não concluí-la ou cancelá-la depois: enganaremos o cérebro, que sentirá a compra como sendo real, mas sem a cobrança no extrato do nosso cartão de crédito.

7. Anotar, em uma frase, algo bonito de sua vida

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A expressão de gratidão é um dos pilares da psicologia positiva, recentemente muito utilizada em coaching. Trata-se de “focar no momento presente para apreciar sua vida como ela é, sem considerar as coisas como definitivas e analisando os benefícios e bênçãos que temos agora”. É uma das dicas de Sonja Lyubomirsky, da Universidade da Califórnia, autora do livro A Ciência da Felicidade.Lembrar-se (ou anotar) dois ou três aspectos positivos da nossa existência levará apenas alguns segundos e, em troca, provocará resultados positivos impressionantes em nosso humor.

8. Assista ao vídeo de um gato

O grande fenômeno viral de ficar vendo vídeos curtos de doces bichinhos não é aleatório, e foi comprovado por uma professora da Universidade de Indiana. Jessica Gal Myric decidiu analisar a razão por que os vídeos de gatos fascinam os internautas. Para realizar o estudo, entrevistou cerca de 7.000 pessoas com o objetivo de descobrir por que, em 2014, mais de dois milhões de vídeos de gatos foram postados no YouTube, somando até 26 bilhões de visualizações e vencendo por goleada outras categorias. Uma de suas conclusões foi que os fãs desses vídeos relataram sentir mais energia e positividade, ao mesmo tempo que diminuía o estresse emocional.

Receita: Gnocchi de Inhame (vegano)

Mais do que um dia de descanso, repouso e preguiça absoluta, domingo também é o dia da família, de almoçar junto, aproveitar em conjunto… Também é dia de comer uma bela massa e, mais do que isso, um gnocchi (ou nhoque “pá nóis” sem frescura) bem macio saboroso. Pensou na farinha, bagunça, ovo, sujeira e bateu o desânimo? Sacode essa energia porque essa receita com inhame é super rápida e fácil de fazer.

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Mas, espera aí…

Primeiramente, você conhece o inhame? Já ouviu falar dele? O inhame é um tubérculo, parente da batata doce, mandioca e cará. Ele é aquela coisa marronzinha que você olha no supermercado na sessão de hortifrúti e se pergunta: “Nossa, que estranho! O que é isso?” É o inhame!

Aqui ele tá limpinho, mas geralmente é meio “peludinho”.

Ele tem um sabor bem suave, lembra um pouco uma mistura, de paladar mais leve, de mandioca com batata. É difícil explicar, só provando. Mas dá para ter uma ideia. Se você gosta de batata e mandioca, não terá problemas com o inhame.

É super nutritivo: possui vitamina B6, C e E, potássio, ferro, magnésio e é rico em fibras. E ainda tem vários benefícios.

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O preço do inhame varia de região para região, mas gira em torno de R$ 6 a R$ 9 o quilo. Pode parecer caro, porém ele não pesa muito, então dá para comprar uma quantidade boa por um preço justo.

Dito tudo isso, vamos à receita! Ela é original da Bela Gil, totalmente vegana, sem ovo, sem leite e a proposta da Bela é servir ao molho pesto. Aqui vamos deixar a opção do molho a gosto do freguês (dá super certo com vermelho, branco etc.). Caso queira fazer o pesto da Bela, o link é este aqui.

Para o gnocchi, você vai precisar de:

  • 250g de inhame (2 grandes)
  • 1 colher (sopa) de azeite de oliva
  • 1/2 colher (chá) de sal marinho
  • 1/2 xícara (chá) de farinha de arroz + 1 colher (sopa)

A Bela sugere assar o inhame no forno. Aqui nós somos totalmente a favor da praticidade e facilidade na cozinha. Por isso, nossa sugestão de cozimento do inhame é no micro-ondas.

  1. Faça furos com um garfo ou faca no inhame e coloque num prato com recipiente aberto que possa ir ao micro-ondas. Programe 8 minutos na potência alta. Se você cortar o inhame em pedaços grandes, esse tempo pode ser o suficiente. O importante é o inhame ficar macio, faça o teste com um garfo (que deve penetrar sem muito esforço). Se precisar de mais tempo, vá colocando de 1 em 1 minuto até atingir o ponto ideal.
  2. Depois de cozido, espere esfriar um pouco e descasque o inhame.
  3. Coloque-o numa bacia com sal e azeite. Amasse bem.
  4. Adicione a farinha de arroz aos poucos até formar uma massa consistente.
  5. Acrescente o sal.
  6. Separe a massa em pequenas porções e abra em forma de nhoque. Para isso, você pode enrolar “minhocas”, rolinhos, e depois cortar os quadradinhos com a espessura de um dedo indicador. Se quiser dar um charme de chef, amasse levemente os quadradinhos com um garfo.
  7. Coloque uma panela no fogo com água e deixe ferver. Depois, coloque sal e um fio de óleo ou azeite.
  8. Adicione o nhoque e, assim que ele subir, retire.
  9. Dê um choque térmico com água fria, para parar o cozimento

Esse nhoque de inhame é bem delicado e fica um pouco mais pegajoso e ‘esfarelento’ do que nhoque tradicional de batata, que é mais firme. Então, cuidado ao manuseá-lo, principalmente durante o choque térmico. Cuide para que a água não caia com força sobre eles, para não desmanchar.

Depois disso feito é só misturar ao molho de sua preferência. Nesse momento também é bom ter cautela e misturar delicadamente para não virar um purê. Mas, ele incorpora bem e fica delicioso. Macio, macio. Serve bem duas pessoas.